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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vão cortar à bruta...

No dia em que a troika regressa a Portugal para terminar a sétima avaliação do programa de ajustamento português, Silva Lopes disse à Rádio Renascença, que os responsáveis internacionais “vêm cá dizer que nós temos de arranjar maneira de pôr o défice dentro do nível” que estava a acordado, “ou seja, que temos de cortar despesas em grande quantidade para compensar a perda que resultou da decisão do Tribunal Constitucional.”
“Vai ser complicado. Vão cortar à bruta”, salientou Silva Lopes. “Acho que a decisão do Tribunal Constitucional vai custar-nos muito, muito caro”, acrescentou Silva Lopes

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

as “falhas de previsão da troika”

O eurodeputado Nuno Melo questionou a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu sobre o relatório onde o Fundo Monetário Internacional reconhece erros nas previsões sobre Portugal. Nuno Melo, que elogia a atitude do FMI, quer agora saber o que vão fazer a Comissão Europeia e o BCE e de que forma isso poderá levar a alterações no memorando de entendimento.
Tendo em conta que se tratam de falhas em previsões feitas pelo lado dos credores e sendo que Portugal tem sido impecável e verdadeiro no cumprimento do acordado para tentar atingir objectivos pré-determinados, então saber se essas falhas de previsões da troika não poderão redundar, independentemente da vontade de Portugal cumprir, a impossibilidade real de se atingirem objectivos desse memorando”, afirmou o eurodeputado centrista.
 
parece que Melo foi o unico deputado português a levantar a questão que tanto nos interessa...
o que é que,por lá, andam os outros a fazer?
 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Tóxicos e imbecis!...

A Troika considerou que Portugal está a cumprir o programa de ajustamento e aprovou a nova entrada de fundos aí prevista. Programa negociado e assinado pelo PS, com o beneplácito do PSD que, agora no Governo, tem a estrita obrigação de executar.
Pois a generalidade dos “analistas” que a rádio especialmente convidou para comentar o assunto (com relevo para os da área socialista), e que esta manhã, em viagem, tive a pachorra de ouvir, gastaram o tempo todo a zurzir no Governo. Numa argumentação que roçou a completa imbecilidade.
Imbecilidade, ignorância profunda, se não mesmo má-fé e vontade de enganar. Argumentação ao nível da pior conversa de café. Ou de tasca manhosa.
Coisa que uma informação rigorosa e pluralista deveria banir, por simples questão de higiene pública. Mas rigor é coisa que os critérios editoriais nem sabem nem sonham o que seja. Produtos tóxicos bem mais perigosos do que os da Banca. Mas que continuam a inundar o “mercado”, pelo menos a cada meia-hora. por Pinho Cardão no Quarta Republica

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Espanha preocupante!

O Risco da dívida espanhola a 10 anos sobe para o valor mais alto desde a adesão ao euro oje.pt

Quase no final da jornada o risco da dívida espanhola - medido pelo diferencial entre os títulos espanhóis e alemães a 10 anos - atingiu os 529 pontos base, com os juros exigidos pelos investidores para negociarem títulos a 10 anos a ficar acima dos 6,8%, o valor mais elevado desde a entrada no euro. oje.pt   Actualizado às 14.21

sábado, 5 de maio de 2012

comentador Freitas

Á margem da iniciativa "Primeiro a Madeira", socialistas do PS-Madeira – o terceiro partido nas últimas eleições - visitaram o mercado e a área comercial de Câmara de Lobos onde constataram, segundo disse à Lusa o presidente Victor Freitas, que o comércio regista quebras nas vendas superiores a 50 por cento devido ao aumento dos impostos e à descapitalização das famílias.
O que levou Freitas a concluir que o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro assinado entre os governos da República e Regional levará a Madeira "à recessão, ao desemprego, pobreza, exclusão social e à emigração". EC 

Uma genial LaPalissade a caminho de outras boas tiradas, “à margem”. Um discípulo com futuro seguro

segunda-feira, 23 de abril de 2012

não nos “baralhem”

"Não vejo razão alguma para quaisquer mudanças ao programa português", afirmou Christine Lagarde em conferência de imprensa durante a Reunião de Primavera daquela instituição financeira, quando questionada pela Lusa sobre a possibilidade de ajustamentos ao programa de ajuda externa a Portugal. económico

Rob Vos, Director de Análise de Políticas de Desenvolvimento das Nações Unidas, disse à Lusa que Portugal precisa de "políticas inteligentes" de estímulo de curto prazo à economia para quebrar o "ciclo vicioso" da crise económica e financeira. PDF 

Poul Thomsen, responsável do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional, afirmou que o programa de ajuda externa a Portugal, que dirigiu, e o da Grécia, só terão sucesso se ambos os países resolverem os seus “problemas estruturais profundos”. Lusa 

Para A.J.Seguro, o secretário-geral do PS, “as receitas que têm sido aplicadas para sair da crise estão completamente erradas”, frisando a importância de “encontrar soluções que coloquem o emprego e o crescimento económico como prioridade para a consolidação das contas públicas”.
“As instituições internacionais nestes momentos dizem sempre o que já diziam há dois ou três anos, que os países vão no bom sentido, também diziam isso em relação à Grécia”, afirmou o líder socialista, acrescentando que “a realidade é bem diferente e os resultados da política de excesso de austeridade deste Governo são resultados negativos”. publico