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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

os deuses devem estar loucos…

depois de ser expulso do PSD, Capucho diz que “o Governo melhorou depois da crise de Julho” e que “o CDS é que manda no Governo"  

(acho que ele não se apercebeu do "elogio"!)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

um incentivo à rebeldia dos deputados


A frase, iniciativa de dois ex-deputados socialistas, Marcos Sá e Miguel Teixeira, actuais membros da comissão política nacional do PS, e por eles financiada, inscrita sobre uma faixa laranja, ocupará um outdoor que estará visível na zona de Entrecampos, em Lisboa.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PGR diz que foi informado e Estrela pode ter razão...

O Procurador-Geral da República (PGR) revelou hoje que já foi informado do desaparecimento de documentos do Ministério da Defesa, relacionados com o negócio da compra por Portugal de dois submarinos a uma empresa alemã.
"O DCIAP anda a procura de documentos, não sei se faltam ou se não faltam, realmente foi-me dito que faltavam", acrescentou Pinto Monteiro aos jornalistas alcunhados de MYB e FC. da Lusa que o acompanham em S. Tomé e Principe.
 
Que raio é que se está a passar na “Coligação” que temos (uma cronologia aqui!) para que a Lusa e outros grupos de pressão da chamada Comunicação Social estarem a tentar manter nas manchetes do dia esta história de emerge-submerge?
Será que a alguma “direita”, encapotada de esquerda, lhe interessa acabar com o acordo para Governo e simultaneamente lançar culpas para o centro esquerda socialista e social democrata?
É sabido que as 2 Máfias concorrentes instaladas pelo Bloco Central no aparelho de Estado se movem de modo que a sua ordem ideológica não seja objecto de nenhuma impugnação possivel. Acontece que uma deles está a perder poder  e por tal,
Poderá ter razão a eurodeputada Edite Estrela que acusou o PSD de ter uma "influência desmesurada" na Comunicação Social?

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

o que é que se passa com os pelouros de Relvas?


O PSD anunciou hoje que desistiu de apresentar um projeto de revisão da lei eleitoral autárquica por falta de acordo com o seu parceiro de coligação, CDS-PP, quanto a alguns dos pontos desta reforma.
Numa nota de imprensa conjunta, divulgada pelos sociais-democratas, PSD e CDS-PP afirmam que "a proximidade das eleições autárquicas e a necessidade de se assegurar um quadro legal estável desaconselha o prosseguimento deste processo de consultas".
"Nos termos do acordo de coligação PSD-CDS, constatando-se a falta de acordo, o PSD prescindiu de apresentar a proposta de revisão da lei eleitoral autárquica", acrescentam os dois partidos que suportam o Governo. IEL
 
dois parceiros que, também nisto, não se entendem ou apenas uma desculpa ?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Os vices do PSD.

Paulo Portas pertencerá, evidentemente, ao Conselho de Estado por designação do PSD e a notícia de que os Vice-Presidentes desse partido se esqueceram do seu nome não tem nenhuma consequência no convite que Passos Coelho inevitavelmente lhe fará.
A notícia, contudo, é relevante. Alguém quis que o "esquecimento" fosse público e esse alguém só pode ser um dos que se "esqueceram", a menos que o DN tenha aderido às técnicas dos súbditos de Murdoch. Logo, ou quiseram dizer em público a Portas que não é muito amado pela direcção do PSD ou a Passos Coelho que as necessidades institucionais óbvias da solidez da coligação não estão no topo das preocupações dos seus vices. São nuvens cinzentas na São Caetano. Ou se dissolvem ou, caso continuem a adensar-se acabarão por dar borrasca. Barroso nunca permitiu estas liberdades aos vices. por Paulo Pedroso no Banco Corrido

uma brilhante analise politica de Paulo Pedroso que marca a diferença para quantos por aí botam palpites!
mas,
parece que Paulo Portas não irá para o Conselho de Estado e por isso Paulo Pedroso avança com um novo "post": AQUI (a não perder).

se acrescentarmos o facto de o número dois do governo de "coligação" ser "um independente" e os negócios estrangeiros terem ficado sem a diplomacia económica, devemos começar a preparar-nos para um novo governo de minoria... porque este não vai muito longe!

domingo, 31 de julho de 2011

o “bailinho” do PPD/PSD-Madeira

Uma bandeira com uma cruz suástica, colocada num poste de alta tensão esteve mais de uma hora pendurada no recinto onde decorria a festa sociais-democratas, apenas foi retirada já depois do discurso de Alberto João.
Sobre as críticas que no sábado, também no Funchal, o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, dirigiu ao seu governo, devido ao endividamento excessivo da Madeira, Alberto João Jardim observou: "Não falo de pessoas que não conheço" e acrescentou que desconhecia "a lista toda dos ministros e dos secretários de Estado". 
Jardim fez um pedido e uma declaração: "Eu peço a todos uma grande maioria nas próximas eleições, se eu não tiver maioria para poder governar, eu vou embora da política".

terça-feira, 17 de maio de 2011

as relações psd-cds

Nas relações PSD-CDS, não não podem sobrar dúvidas de que, se alguém tem razões de queixa, é o segundo partido em relação ao primeiro. Na verdade, se descontarmos a AD feita, no fim da década de 70, por Sá Carneiro e Freitas do Amaral, essa relação tem-se pautado pela permanente intenção assumida do PSD de fazer desaparecer o CDS do mapa eleitoral, como quase ia sucedendo no período cavaquista com o célebre “partido do taxi”. Depois disso, na coligação governativa de 2002, o partido de Portas, para além de ter mantido sempre um comportamento institucional exemplar, assistiu à fuga de Barroso para Bruxelas sem fazer um sinal de desagrado (embora se saiba que todo o governo foi praticamente apanhado de surpresa), e ainda se prestou a viabilizar o governo de Santana Lopes, quando podia muito bem ter provocado eleições e responsabilizado, com inteira justiça, o PSD por elas. Na eleição que ocorrerá no dia 5 de Junho, onde devia ser um imperativo nacional remover o PS do governo, os dois partidos só não surgem coligados por decisão do PSD. E, em cima disto, o CDS e o seu líder ainda têm que aturar os remoques do pessoal dirigente laranja – do pretérito, do presente e do vindouro – pelo facto do partido estar a subir nas sondagens, obrigação que é, obviamente, a de qualquer partido que se apresente a eleições, e que, infelizmente, o PSD parece não estar a conseguir. por rui a. no blasfemias

meneses adere ao bullying...

Paulo Portas «pode ser candidato a primeiro-ministro de Portugal dos Pequeninos, mas não é no Portugal a sério, dos 10 milhões de habitantes que vão escolher um primeiro-ministro» debitou o ex-lider dos populares-democratas e candidato a baronete Luiz Philype de Menezes, o anti-sulista, anti-elitista e anti-liberal.
.

domingo, 8 de maio de 2011

uns são filhos, outros enteados...

Com críticas ao programa do PS por ser insuficiente, Passos Coelho apresentou, este domingo em Lisboa, um documento que vai mais longe que o memorando assinado com a "troika".

São cento e vinte e quatro páginas mais que suficiente para não ser lido pela maioria dos eleitores que nem as 34 do da Troika lerão.
Por curioso que pareça, Passos Coelho, algures na apresentação, entende que num outro documento "uns são tratados como filhos, outros como enteados...". Ele lá saberá porquê e, por experiêcia, melhor que muitos outros!
Por muito bom que seja o programa apresentado, no final, ficará aquela frase. Mais um lapsus linguae! Triste!


sexta-feira, 6 de maio de 2011

um problema dos média...

Para ver se nos entendemos: o documento e as declarações da troika são um atestado de incompetência para o governo. A troika criticou os adiamentos de Sócrates ao nível do pedido de ajuda. Ou seja, a troika colocou em causa o teatrinho de Sócrates dos últimos meses. Um teatrinho que nos vai custar milhões e que nos colocou numa posição mais frágil para esta negociação. Não, não se pensou em cortar no 13.º, 14.º (foi esta a base da declaração de Sócrates). A troika diz que o PEC IV não era suficiente, tal como Passos sempre disse. O PEC IV mexia nas pensões mais baixas; este acordo evita isso, seguindo assim Portas e Passos. Para evitar mexer nas pensões mais baixas, a troika aumenta o IVA, tal como Passos deu a entender que seria necessário. A troika diz que é preciso fazer uma auditoria clara, tal como o PSD pedia. A troika bloqueia o TGV e o aeroporto, tal como Portas, Passos (e Ferreira Leite) pediam. A troika dá mais um ano para a correcção do défice, tal como Passos pedia há uns meses. A troika mexe na lei laboral, tal como CDS e PSD (cada um à sua maneira) têm defendido. A troika mexe a gordura da CGD (os seguros), tal como Passos defende. Etc, etc, etc. Seja qual for o lado da análise, o governo perde em toda a linha. Agora, os reis do spin e os jornalistas amigos vão encontrar ângulos impossíveis para dizer "não, senhor, o PS é genial". Problema deles. E um problema dos média que se prestam a esse serviço. por Henrique Raposo no Clube das Repúblicas Mortas

sábado, 23 de abril de 2011

A máquina

O país acordou, sobressaltado, com a notícia da recuperação do PS nas sondagens. O incontornável professor Marcelo alertou para o perigo desta aproximação entre o PS e o PSD.Mas eu não vejo motivo para surpresas. Ninguém ainda conseguiu perceber o que é que o PSD realmente propõe. Todos os dias é triturado nos meios de comunicação. Quase sempre ouvimos as críticas do PS antes de ter ouvido as propostas (avulsas) do PSD a que se referem.
O PSD não está à altura de se bater com a fortíssima máquina de propaganda do PS. É precisamente dessa máquina de ilusionismos, paga com os nossos impostos, que eu gostava de me livrar mas nem o PCP+BE nem o PSD+CDS parecem ser capazes de me fazer a vontade.
É a vida.
Publicado por F. Penim Redondo no DOTeCOMe...o Blog

sexta-feira, 25 de março de 2011

pensões mínimas chumbadas pelo PS com a ajuda do PSD

Pedro Passos Coelho, conhecido como lider do maior partido da oposição, em entrevista à SIC, acaba de referir a sua oposição aos cortes nas pensões de reforma mais baixas...
O PPD/PSD, conhecido como o maior partido da oposição, absteve-se na votação do projecto de lei para garantir que as
pensoes mais baixas seriam sempre actualizadas, no mínimo, pelo valor da inflação, reprovada pelo voto do PS...

Estaremos a falar da mesma oposição?

sábado, 5 de março de 2011

jovens atentos !


Política assim não é connosco
O conluio entre o PSD e o PS na Assembleia Municipal de Lisboa, denunciado nas páginas do SOL por Pedro Santana Lopes, é uma evidência indesmentível. E o mais grave é que o mesmo se concretizou da parte do PSD na AML com o maior desrespeito para com os seus parceiros - CDS, MPT e PPM - e o programa da coligação, numa abominável lógica de Bloco Central "de interesses". Um momento particularmente significativo neste âmbito foi o facto dos Grupos Municipais do PS e do PSD terem deliberadamente inviabilizado toda e qualquer proposta alternativa de reforma administrativa que os demais deputados municipais pretenderam submeter revelando, ademais, uma estranha dificuldade em lidar com a pluralidade de opiniões. Uma coisa, altamente louvável, é procurar consensos e praticar uma oposição construtiva, apresentando sempre alternativas. Outra, bem diferente, é fazer política baseada em acordos de alcance desconhecido e com claro desfavor daqueles que confiaram o seu voto a uma coligação alargada candidata à principal autarquia do País. publicado por Pedro Quartin Graça no
Estado Sentido


A nova e verdadeira alternativa do CDS
As últimas sondagens publicadas com alta percentagem de indecisos e uma persistente fasquia demasiado elevada da intenção do eleitorado no PS mostram uma coisa: o enfeudamento oligárquico de voto do bloco-central.
O tal centrão que vai do PS ao PSD, as duas faces da mesma moeda socialista caduca que lentamente tem vindo a matar todas as forças e reservas espirituais e materiais de Portugal.
Um equívoco malsão e incompetente, com quase 40 anos, que nos fez e faz perder todas as oportunidades.
Só um CDS renovado no seu carisma reformista originário tem futuro e pode governar Portugal. publicada por Miguel Alvim n'
o inimputavel

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Reféns da clientela


O populismo é geralmente mau conselheiro em momentos de crise. E o ataque cerrado a todos os que ganham mais, como se aí estivesse a origem de todas as desgraças, é apenas um dos seus mais generalizados sintomas.
Contudo, a aliança entre PS e PSD contra qualquer iniciativa parlamentar para introduzir limites de razoabilidade à remuneração de gestores públicos não pode ser vista como saudável recusa liminar do populismo. É, tão só, o refl exo de como os dois partidos do “centrão” estão literalmente reféns da sua rede clientelar.
Argumentar com a necessidade de “atrair os melhores num mercado concorrencial” quando se trata, sobretudo e/ou quase sempre, de remunerar boys recrutados para gerir empresas que agem em monopólio (ou quase!) ou, simplesmente, se afundam em prejuízos não é mais do que tentar tapar o sol com a peneira.
E se o argumento vale para as empresas, como não aplicá-lo a gestores da própria administração, todos eles forçados a cortes radicais dos respectivos salários?
Se dúvidas existissem sobre a bondade da argumentação, ela fi cou, ontem, bem à vista, em mais um exemplo do descalabro de gestão do sector empresarial do Estado. Ficámos a saber pela Comunicação Social que na Rede Eléctrica Nacional, uma das tais empresas públicas a reclamar excelência de gestão, foram, nos últimos tempos, “contratados” oito novos directores. Alguns já este mês e com remuneração superior à do Presidente da República. Pagos com os nossos impostos. Ao mesmo tempo que os trabalhadores, que denunciavam a situação, reduziram os seus salários.
Os mercados também sabem estas pequenas histórias e sabem que, neste momento, o que se impunha era uma solução à espanhola, com uma drástica redução dos quadros dirigentes do sector público e respectivas remunerações.
Graça Franco no
Pagina 1

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TGV este ano ascende a 76 milhões de euros


O troço de alta velocidade ferroviária entre Poceirão e Caia, que integrará a futura linha de alta velocidade Lisboa-Madrid, representará um encargo para o Estado de 76,2 milhões de euros este ano, confirmou o Ministério das Obras Públicas à Lusa.
A portaria publicada hoje em Diário da República define os encargos máximos resultantes do contrato para cada ano económico, aos quais acrescerá, entre 2014 e 2050, o IVA à taxa legal em vigor, num total estimado de 2,1 mil milhões de euros.
"As importâncias foram calculadas tendo por base uma estimativa de inflação de dois por cento, devendo as mesmas ser actualizadas anualmente nos termos previstos" no contrato de concessão, lê-se na portaria, que acrescenta que os encargos "são suportados por verbas a inscrever no Orçamento do Estado dos anos respectivos".

De imediato o líder do CDS-PP, Paulo Portas, anunciou que vai chamar o presidente da comissão para reavaliar as parcerias público-privadas e o TGV, afirmando que existe "um fingimento" e que a obra está a avançar.
"Há nesta matéria um fingimento. Oficialmente, diz-se que o TGV está em reavaliação e depois na prática, nas portarias, nos despachos, nos contratos, o TGV está a avançar a grande velocidade".


Eu até estava convencido que no "acordo do tango", PS e PPD, tinham establecido a suspensão daquela coisa! Mais uma vez fui enganado!

sábado, 4 de dezembro de 2010

a Aliança Democrática 30 anos depois...


Pela primeira vez, os institutos Francisco Sá Carneiro e Amaro da Costa organizaram em conjunto uma cerimónia de homenagem aos dois antigos governantes da Aliança Democrática (AD) e dirigentes partidários, na qual estarão presentes os presidentes do PSD, Pedro Passos Coelho, e do CDS-PP, Paulo Portas.
PSD e CDS-PP juntam-se hoje numa cerimónia inédita de homenagem a Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa, quando se assinalam os 30 anos da sua morte, na queda de um avião sobre Camarate
A seguir, os presidentes do PSD e do CDS-PP assistirão a uma sessão de homenagem a Sá Carneiro e Amaro da Costa, na Universidade Católica de Lisboa, às 19h horas, na qual será exibido um vídeo produzido pelos dois institutos, intitulado «Se o avião tivesse chegado ao Porto».
sol

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

propostas para uma boa governança num País "à séria"

Propostas que “crentes” e gente de boa-vontade fez chegar ao site que o PPD/PSD/PPC abriu para o efeito.
Propostas que reflectem a “santa ingenuidade” deste bom povo que somos ao acreditar que iriam interessar aos políticos que temos.
Um documento para morrer num qualquer arquivo morto...

• Estrutura da Administração Pública:
o Reduzir do nº de ministérios;
o Extinguir os Governos Civis;
o Extinguir e fundir institutos públicos;
o Fundir autarquias (municípios e freguesias);
o Fundir forças de segurança (criação duma “Polícia Nacional” em substituição de PSP, GNR, PJ e SEF).
• Despesas com pessoal na Administração Pública:
o Reduzir do nº de dirigentes, definir um nº mínimo de funcionários por dirigente intermédio;
o Reduzir efectivos na Função Pública;
o “Plafonar” vencimentos no sector público ao vencimento do Presidente da República;
o Reduzir ajudas de custo e “complementos” cartões de crédito, telemóveis, cartões de combustível, etc;
o Suprimir despesas de representação para dirigentes da Função Pública – FP - (substituir por pagamento sobre factura).
• Custos de funcionamento da Administração Pública:
o Reduzir custos de funcionamento do Estado: electricidade, comunicações, consumíveis, papel;
o Moralizar uso de viaturas do Estado, tornando-as identificáveis, e não permitindo a sua utilização particular;
o Limitar o direito a motorista e/ou viatura do Estado;
o Aumentar idade média da frota automóvel do Estado;
o “Plafonar” valor das viaturas do Estado;
o Extinguir ou fundir empresas municipais;
o Reduzir contratação de serviços e consultorias;
o Substituir deslocações por reuniões com uso videoconferência;
o Poupar em iluminação pública (LED, sensores de movimento) / sistemas de rega automática;
o Reduzir / Eliminar inaugurações e festejos ou cerimónias associados.
• Custos do sistema político:
o Reduzir cargos políticos e de nomeação política;
o Reduzir remunerações de cargos políticos;
o Reduzir subvenção aos partidos políticos / campanhas eleitorais;
o Eliminar subsídios de reintegração dos deputados.
• Prestações Sociais:
o “Plafonar” pensões (5000€) / suprimir acumulação com vencimentos;
o Reduzir pensões em igual valor ao corte de vencimentos na Função Pública;
o Fiscalizar a atribuição dos subsídios de reinserção social e de desemprego;
o Separar as contribuições para a Segurança Social em três componentes: pensões de reformas, desemprego e solidariedade social. Tal permitiria criar fronteiras de manipulação dos dinheiros da Segurança Social, sendo mais fácil evitar a utilização abusiva dos seus fundos.
• Outros:
o Definir novas Privatizações (RTP, TAP e CP);
o Suspender grandes obras públicas;
o Obrigar os grandes investimentos (superiores a um determinado valor) a serem aprovados na Assembleia da República;
o Reduzir o nº de feriados obrigatórios;
o Cortar financiamento de Fundações;
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AQUI

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Alberto João Jardim


Ao intervir na festa anual dos social-democratas madeirenses, Alberto João Jardim declarou não admitir que a proposta de revisão constitucional aprovada na Assembleia Legislativa não tenha sido acolhida pelo PSD nacional.
Eu não admito que, não estando em causa a unidade nacional, sendo o PSD-M pela unidade nacional, querendo a Assembleia Legislativa da Madeira a unidade nacional, haja uns indivíduos, só porque estão em Lisboa, só porque estão lá metidos naquela política medíocre, se atrevam a negar aquilo que a Assembleia da Madeira determinou”.
Ou o PSD de Lisboa é solidário connosco ou, então, passem bem, muito obrigado, porque o nosso partido é a Madeira”.

Jardim disse também estar solidário com o povo português para mudar Portugal: ”É preciso vir para a rua, para as praças, fábricas e escolas exigirmos que Portugal tenha a mudança que todos os portugueses merecem”.
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