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domingo, 7 de abril de 2013

O primeiro tempo de antena de Sócrates na RTP


Sócrates acaba de dizer na RTP1, no tempo de antena que o senhor da Ponte lhe arranjou, que o primeiro-ministro na declaração que hoje prestou, encarou o tribunal Constitucional como um inimigo político e que tal constitui um erro porque o tribunal até "foi muito tolerante" para com o governo.
 
Só isto basta para dizer que este inenarrável nada mudou. Dizer que o tribunal "foi muito tolerante com o governo" é uma patacoada de tal ordem que desqualifica este indivíduo para comentar seja o que for.
 
Sócrates volta ao assunto da licenciatura...para se demarcar do caso Relvas. Para dizer que fez a sua licenciatura sem carecer de qualquer equivalência...e conclui que a sua licenciatura foi investigada pelo Ministério Público e que não lhe detectou qualquer irregularidade. Este aldrabão ( neste caso é mesmo disso que se trata) nem percebeu que o MP não investigou estritamente a tal regularidade da licenciatura ( tal poderia ser feito pelo tribunal administrativo se o seu ministro Gago tivesse feito o que o ministro Crato fez em relação a Relvas, mas não fez porque o processo ficou logo encerrado e fechado a sete chaves com o encerramento da universidade, numa jogada adequada a tal efeito). O que o MP investigou foi a ocorrência de eventual crime. Ora nem tal se apurou porque nem foi devidamente investigada a falsificação de documento e uso de documento falso ocorrido na AR com a ficha biográfica do então deputado José Sócrates. Sobre isso que tem Sócrates a dizer? Que não se lembra?
 
"Qualquer comparação ofende-me", acaba por dizer este Inenarrável.
 
Comentário: o professor Rui Verde deveria ser entrevistado a seguir para aquela coisa que os jornalistas conhecem: fact checking. Do you understand miss Esteves?
 
No. You don´t.  no Porta da Loja

domingo, 25 de novembro de 2012

Mas não ouvem mais ninguém?


 
No dia em que se celebra o 25 de Novembro o site da RTP foi ouvir Varela Gomes. Sendo Varela Gomes um dos protagonistas desse dia faz todo o sentido ouvi-lo mas seria importante chegar onde é que ele esteve, o que fez, que ordens deu… e já agora se não for muito pedir podiam ouvir outros protagonistas. Mas enfim é nisto que estamos. por helenafmatos no Blasfemias

terça-feira, 13 de novembro de 2012

RTP


O CDS-PP criticou, esta terça-feira, a política salarial na RTP, nomeadamente os "salários milionários" que são pagos na estação de televisão pública a "algumas estrelas que vivem muito acima das posses de muitos portugueses".

cds?

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

pela primeira vez:

A comissão de trabalhadores da RTP acusou o primeiro-ministro de obrigar o erário público ao gasto “injustificável” de milhares de euros para que a entrevista desta noite se realize em São Bento e não nas instalações da televisão. publico.
 
pelas perguntas que, em directo, fazem ao “povinho”, eu sei que eles pensam que nós somos idiotas e imbecis...
... mas não gosto que me tratem como tal, até porque diáriamente me sacam 20 cêntimos para os sustentar!

domingo, 25 de março de 2012

a Gestão do Carreiras

É um dos senhores da fotografia. E o quê que lhe acontece? Pois bem, do Governo pulou para a Ongoing (dois meses antes, ainda na condição de secretário de Estado: Costa Pina não excluía a privatização da RTP) e agora já está de malas feitas para a Galp (o Governo aprova novas fases de privatização para EDP e Galp, tomem nota do responsável, isto é: Costa Pina).
Carreiras, um membro do Conselho Nacional do PSD e presidente da Câmara de Cascais, quando confrontado com a notícia lá explicou ao jornalista da SIC qualquer coisa como: o rapaz é novo, não se devia esperar que ficasse sem fazer nada. Pois não, e as «empresas do regime» por algum motivo assim são chamadas. por Mr. Brown n’ Os Comediantes


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A PROPÓSITO DOS SALÁRIOS ESCANDALOSOS NA RTP: O QUE PENSA O PAÍS


«Como se vê, o país não está em crise económica, está é em crise severa e gravíssima de moralidade, de vergonha, de sentido de justiça, de solidariedade, que confunde com caridadezinha, de ganância, de mentira, de fuga ao fisco, de estúpida mania de superioridade de quem detém o poder seja ele económico ou político. O que confrange é que todos se manifestam contra estes abusos escandalosos mas a grande maioria não manifesta vontade de mudar o sentido de voto, querem é que o partido de que são adeptos mude de política. Mas isto não é futebol, isto é política e é desta e nesta que é decidida uma maior ou menor justiça social, maior ou menor roubalheira, maior ou menor transparência das contas públicas, das empresas do Estado e das empresas privadas. Se não houver mudança de política, tudo mudará para ficar tudo na mesma. Seremos burros ou cegos» por (c) P.A.S. no Causa Vossa

quinta-feira, 23 de abril de 2009

subsídio social de desemprego e TGV para combater a crise

Alargamento do subsidio social do desemprego a mais 15 mil pessoas, projecto do TGV com impacto no emprego e na economia já em 2009 e disponibilidade para, a qualquer altura, adoptar novas medidas: estas foram as novidades dadas por José Sócrates na entrevista à RTP relativamente ao combate à crise económica.
Um dia antes de um debate parlamentar em que se irão discutir as políticas de apoio social do Governo, o primeiro-ministro anunciou na RTP que as condições de acesso ao subsídio social de desemprego serão facilitadas.
O limite de rendimentos per capita do agregado familiar do potencial beneficiário vai passar dos actuais 330 euros para 450 euros. De acordo com José Sócrates serão mais 15 mil pessoas que vão passar a contar com este subsídio, a juntar às 50 mil actuais.
O anúncio da nova medida foi feito numa fase da entrevista em que o primeiro-ministro garantia que, se for necessário, o Governo tomará novas medidas de combate à crise. “A prioridade é executar as medidas já anunciadas, mas iremos ver se são precisas mais”, disse Sócrates, falando da necessidade encarar com “humildade” a presente situação.
Repetindo por diversas vezes que a contracção da economia portuguesa se deve à conjuntura internacional e assinalando que “há muito países pior do que nós”, o líder socialista voltou a defender uma estratégia económica centrada no investimento público. E respondeu às críticas feitas aos grandes projectos afirmando que “não devemos adiar projectos estruturantes porque estamos em crise, é exactamente o contrário”.
E falando em particular do investimento na linha do TGV, Sócrates mostrou-se convicto que terá “um impacto absolutamente extraordinário” na economia e no emprego, que se fará sentir já “em 2009 e 2010”.
Questionado especificamente sobre os custos e benefícios do projecto, o primeiro-ministro sugeriu aos jornalistas que consultassem os estudos disponíveis na página de internet do Ministério das Obras Públicas.
O tema da possível derrapagem do défice público não foi praticamente abordado, tendo José Sócrates reiterado ainda mais um dos pilares da estratégia de combate à crise do seu Governo. “Quando nos criticam por ajudar as empresas, desenganem-se. Vamos continuar a fazê-lo”, afirmou. in Público
é bom lembrar que o FMI prevê:
o desemprego em Portugal será de 11% em 2010 e este ano ficará em 9,6%.
a Economia contrai 4,1% este ano e 0,5% no próximo
as Contas públicas terão: 6% de défice em 2009 e 6,1% em 2010

quarta-feira, 22 de abril de 2009

PRIMEIRO-MINISTRO EM TONS DE AZUL


22 Abril 2009 - 00h30
Freeport: Primeiro-ministro processa Charles Smith
Sócrates fala em tenta tiva de “assassinato político”
José Sócrates revelou ontem que apresentou queixas-crime contra o empresário Charles Smith e todos aqueles que o difamaram e utilizaram o seu nome para obter “vantagens ilegítimas” no âmbito do processo Freeport. Em entrevista à RTP, o primeiro-ministro considerou inclusive que está a ser alvo de uma “tentativa de assassinato político”. Recordou o início do processo, em 2004, quando subiu à liderança do PS, e apontou o dedo a um ex-dirigente do CDS-PP e ao chefe de gabinete do então primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes. Em suma, o chefe de Governo declarou: “Sinto-me na pele de um processo kafkaiano” e que é “uma cruz que carrego”.
Sócrates recusou revelar contra quem avançou as queixas-crime, referindo apenas o nome de Charles Smith, arguido no processo Freeport, que citou o seu nome no DVD exibido pela TVI. "Quero saber quem utilizou o meu nome para obter vantagens ilegítimas", disse.
Quanto à Justiça, Sócrates demonstrou plena confiança: "Confio na investigação", repetiu duas vezes, insistindo na legalidade do licenciamento do projecto Freeport em Alcochete. Mais, até assumiu que colocava "as mãos no fogo" pelos seus secretários de Estado da época, responsáveis pelo processo. Contudo, o primeiro-ministro espera que a investigação seja célere e que tudo se esclareça.
Antes de fechar este dossiê, Sócrates apontou o dedo aos jornalistas, em particular à TVI: "Não vêem o telejornal de sexta-feira à noite na TVI [conduzido por Manuela Moura Guedes]? É uma caça ao homem, é um telejornal travestido. É um espaço político feito de ódio e ataque pessoal." O chefe do Governo assegurou, porém, que não avançou com processos contra jornalistas, mas "contra pessoas que me difamaram, que por acaso são jornalistas".
Questionado sobre se o caso Freeport poderá custar-lhe a maioria absoluta, Sócrates respondeu: "Duvido. Não tenho jeito para ser vítima. Não me vencem desta forma"
Em termos institucionais, o chefe do Executivo procurou evitar o confronto directo com o Presidente da República, assegurou que a frase que proferiu no sábado contra recados políticos não visava o Chefe de Estado, mas a Oposição. Antes, salientou: "Tenho a certeza de que o sr. Presidente da República não se vai deixar instrumentalizar pela Oposição."
Reconhecendo as divergências entre ambos, remeteu a relação institucional para o que está previsto na Constituição.
APOIO A 65 MIL
O Governo vai aumentar o tecto do subsídio social de desemprego de 330 euros para 450 euros e abranger desta forma mais 15 mil pessoas.No conjunto de medidas de apoio,o Executivo já tinha alargado este subsídio por mais seis meses, abrangendo 50 mil pessoas.
AS FRASES DA ENTREVISTA
"Duvido que o caso Freeport me custe a maioria absoluta. Este processo é uma cruz, mas não me vencem desta forma."
"Não posso assistir a esta tentativa de assassinato político [no chamado caso Freeport] sem dizer nada."
"Qualquer referência ao meu nome neste processo é um insulto, uma difamação e agirei contra essas pessoas."
"Não tive participação directa, mas asseguro que o processo [licenciamento] cumpriu todos os aspectos legais."
"Se a Oposição pensa que vai transformar o Presidente no seu rosto, está condenada ao fracasso."
REACÇÕES
"Não se ouviu uma ideia mobilizadora": Aguiar-branco, PSD
"Não obstante a grave crise que o País atravessa, [Sócrates] mantém os níveis de ilusão, arrogância e ensaia agora uma falsa vitimização. Não se ouviu uma ideia mobilizadora ou que crie uma nova esperança"
"Não quis fazer campanha com base no caso": Paulo Portas, Líder CDS-PP
"Não ouvimos uma palavra sobre Segurança. Quanto à referência a esse elemento no caso Freeport [Zeferino Boal, ex-militante do CDS], houve um distanciamento, porque não quis fazer campanha política com base no caso Freeport"
"Aproveitou entrevista para vitimização": António Filipe, Deputado PCP
"Não se vislumbrou, nesta entrevista, qualquer proposta para Portugal procurar superar a crise. (...) [O primeiro-ministro] aproveitou a entrevista para se fazer de vítima no caso Freeport. É uma vitimização."
"Faltam medidas concretas contra a crise ": João Semedo, Deputado BE
"Foi mais do mesmo, onde se nota a falta de medidas concretas para responder à crise. Aliás, a responsabilidade é toda da crise e não do Governo. O primeiro-ministro também não deve tentar condicionar a agenda da oposição."
PRIMEIRO-MINISTRO EM TONS DE AZUL
José Sócrates foi de fato azul e gravata azul-petróleo, a mesa era azul e até o copo de água do primeiro-ministro era azul. Uma grande coincidência em mais uma entrevista do primeiro-ministro à RTP. Seja como for, José Sócrates estava bem enquadrado no cenário, com fotos de Lisboa à noite nas costas. A maldade da RTP foi outra. Numa altura em que as relações entre o Governo e o Presidente da República andam pelas ruas da amargura, a televisão pública decidiu fazer a entrevista no novo centro de produção, que foi inaugurado no dia 7 de Março de 2007 exactamente por Cavaco Silva. Não é natural que o primeiro-ministro tenha reparado nesse pormenor quando a sua comitiva chegou vinte e dois minutos depois das 29h00 às instalações da RTP. Uma comitiva de três automóveis, com seguranças e um assessor de Imprensa. Minutos antes já tinham chegado duas viaturas, com seguranças e o fotógrafo oficial de São Bento. Tudo muito agitado, muito nervoso, com contactos permanentes para ver quando chegava o convidado. À espera de José Sócrates apenas dois administradores da televisão do Estado. Guilherme Costa, o presidente, era um deles. Sempre muito bem-disposto, particularmente quando uma jornalista da casa perguntou a Sócrates se ia esclarecer alguma coisa do caso Freeport. O outro era Luís Marinho, jornalista, vogal da Administração.
UMA SEGURANÇA MESMO À BEIRA
Discretos, como convém, mas muito atentos e preocupados. Assim estavam os seguranças do primeiro-ministro minutos antes de José Sócrates chegar à RTP. As ordens eram muito rigorosas. Ninguém poderia estar na rua quando o primeiro-ministro chegasse. Mesmo os mais distraídos, que não queriam estar dentro das instalações, atrás de um cordão mais ou menos sanitário, foram conduzidos diplomaticamente para dentro. É que nestes tempos de crise, com a economia sem eira nem beira, o melhor mesmo é prevenir. in
Correio da Manhã