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domingo, 24 de julho de 2011

Finalmente um terrorista do qual não somos obrigados a ter pena.

Anders Behring Breivik afirma-se como "nacionalista" e "fundamentalista cristão". Abomina a "islamização" da Europa, que julga permitida pelo multiculturalismo, promovido pelo liberalismo, introduzido pelo marxismo. Acha que devia atacar o coração desse processo "degenerativo" - os marxistas e os seus filhos (os líderes eventuais de amanhã, reunidos em confraternização partidária) - e que seria sua missão dar um exemplo de violência redentora, que pudesse ser depois repetido por essa Europa fora. Produziu um documento com as razões circunstanciadas da sua revolta - uma declaração de guerra que responde, no mesmo tom, à que Bin Laden fez ao Ocidente nos anos 90, e um programa de acção do tipo Mein Kampf (já deve estar em todas as inboxes da extrema-direita, aposto que acompanhada de e-mails com doses cavalares de pontos de exclamação).

Apesar de ter pensado mais como Travis Bickle do que como líder de organização militarista, a sua actuação deve ser tratada, do ponto de vista de quem julga e condena o terrorismo, como fundamentalmente semelhante à de um franchisado da Al Qaeda.

No entanto, algo me diz que desta vez seremos poupado à lenga-lenga das "causas mais profundas do terrorismo". Ainda bem. A Justiça não será atrapalhada pelo arrependimento antropológico ocidental. por Francisco Mendes da Silva no 31 da Armada

sexta-feira, 22 de julho de 2011

atentado à bomba junto à sede do governo em Oslo

As autoridades norueguesas estão convencidas de que os dois ataques perpetuados esta tarde em Oslo não são da responsabilidade de grupos terroristas internacionais, mas sim de movimentos locais antissistema.
A autoria do atentado foi inicial e alegadamente reclamada pelo grupo islâmico Ansar al-Yihad al-Alami, que viria porém mais tarde a desmentir o envolvimento, num fórum da Internet. Segundo fontes policiais, o presumível autor do ataque a um acampamento juvenil, no qual morreram pelo menos nove pessoas, está relacionado com o atentado à bomba junto à sede do governo em Oslo, onde se registaram sete vítimas mortais. Lusa