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domingo, 30 de agosto de 2009

Tribunal manda deter 11... em democracia?

Um tribunal de Caracas acedeu a um pedido do Ministério Público da Venezuela e ordenou a detenção de 11 manifestantes opositores do regime do presidente Hugo Chávez.
Segundo um comunicado da Procuradoria-Geral da República, os detidos são acusados de alterar a ordem pública, provocar lesões a um polícia, "resistência à autoridade" e "atentado contra a segurança na via pública" e estão detidos na prisão de La Planta, El Paraíso, a oeste de Caracas.
A detenção foi descrita pelo advogado dos manifestantes como uma "grosseria judicial" já que "não há declarações de testemunhas" nem nenhuma vítima concreta."Não há uma vítima particular, apenas os funcionários policiais com dupla função: a de polícia e a de vítima", disse.
Os manifestantes foram detidos a 26 de Agosto, quando protestavam contra uma nova lei municipal que, segundo consideram, levará ao despedimento de seis mil trabalhadores da Câmara ao reduzir em mais de 90 por cento as receitas daquela entidade.
O protesto foi reprimido pela polícia com bombas de gás lacrimogéneo e balas de borracha.
JN

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

novas da "democracia á sul-americana!!


Hugo Chávez dice que está frustrado por política de Obama en América Latina
"Ahí está el golpe de Honduras, yo creo que sorprendió a Obama, pero su respuesta ha sido mala, pésima", sostuvo el gobernante de Venezuela, quinto exportador mundial de crudo y cuarto abastecedor más importante de Estados Unidos.
Chávez, reiteró "su compromiso con la paz en Colombia", por lo que criticó la política de Washington de "instalar bases militares" en territorio colombiano. Estados Unidos "en vez de enviar más soldados, más armas y más dinero a Colombia para que haya más guerra y más muerte, debería retirar (...) y hacerle ver a Colombia, que EEUU podría ponerse al frente, de un proceso de paz", opinó Chávez.
Aseveró que así se lo manifestó al gobernante Obama durante la pasada Cumbre de las Américas de Trinidad y Tobago. Insistió en que el conflicto interno de Colombia "no tiene solución militar", por lo que, reiteró, "hay que buscarle solución política negociada, como ha pasado en Centroamérica". Según el presidente venezolano, "estas bases podrían ser inicio de una guerra en Sudamérica. Se trata de los yankees, la nación más agresora de la historia de la humanidad".
Público.es
A Venezuela cancelou a encomenda de importação de dez mil automóveis produzidos na Colômbia e expulsou uma firma colombiana de petróleos que operava no país
A Colômbia acusa os venezuelanos de apoiarem a guerrilha das FARC e aposta num reforço da presença norte-americana no país, algo que está contra os desejos do presidente venezuelano, que já pediu a Barack Obama para suspender de aumento do apoio militar aos colombianos.
Hugo Chavez considerou que este apoio norte-americano é um passo para uma eventual guerra na região, que já se faz sentir a nível económico, em particular, depois do encerramento da ponte internacional Simon Bolivar.
O presidente venezuelano está contra a colocação de sete bases norte-americanas na Colômbia, que englobam 800 soldados especializados no combate ao narcotráfico, algo que Hugo Chavez entende ser uma «ameaça».
Como retaliação, o presidente da Venezuela proibiu todos os negócios com a Colômbia, que foi substituída pelo Brasil e pela Argentina como parceiros económicos, mas ainda não excluiu a via diplomática de resolução do problema com os seus vizinhos colombianos.
TSF