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domingo, 18 de março de 2012

a tratar a saúde do SNS...

O Governo actual olha para a saúde meramente como uma despesa, o Partido Socialista olha para a saúde como um investimento humano”, sustentou o líder do principal partido da oposição no Fórum que em Coimbra encerrou a semana “Em defesa da saúde” e que levou os dirigentes a percorrer unidades de saúde pelo país.
Mas, António Arnaut, socialista, maçon e ex-Ministro “criador” do Serviço Nacional de Saúde, afirmou naquele debate que "o nosso secretário geral ainda não se levantou para defender o SNS" e lamentou que “infelizmente, o PS não está isento deste desvio de regras de gestão dos dinheiros públicos e desta forma engenhosa de tentativa de privatização”.
Curiosamente, ou talvez não, Jerónimo de Sousa, lider do segundo maior partido da oposição, corresponsabilizou os socialistas pela "cruzada contra a saúde", considerando que Seguro não tem "sentido do ridículo" ao afirmar defender o serviço nacional de saúde, de que o PS diz ser "pai".

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

e os “jornalistas” falam com estes senhores...

Mas quem é o Presidente da comissão de utentes da saúde?
Aliás, o que é a comissão dos utentes da saúde?
1. O Rodrigo Moita de Deus ajuda na resposta, aqui e aqui.
2. E os jornalistas falam com este senhor como se ele representasse mesmo os utentes da saúde. por Henrique Raposo  no http://Clube das Republicas Mortas 

Liberdade para João Vasconcelos
Francisco Louçã foi ontem a um jantar reclamar com as portagens na via do infante. Tinha ao seu lado o presidente da comissão de utentes, João Vasconcelos. Aquele que apelou à desobediência civil. Louçã conhece bem João Vasconcelos. Vasconcelos é do Bloco de Esquerda e foi candidato pelo partido à câmara municipal de Portimão. Duas vezes. O jantar de ontem foi em Portimão. Para o Vasconcelos poupar nas portagens. Imagino. publicado por Rodrigo Moita de Deus no  31 da Armada 

liberdade para Francisco Almeida
É tempo de dizer basta. É tempo de acabar com a vergonhosa exploração da mão-de-obra que o PCP sistematicamente promove. É tempo de estarmos solidários com os funcionários do PCP que são vítimas inocentes desta política. É tempo de denunciar para proteger o proletariado do Partido.

Francisco Almeida é disto bom exemplo. 52 anos. Natural de Viseu. Professor por vocação. Militante comunista. Foi obrigado a tornar-se porta-voz da comissão de utentes da A25. E da A24. E da A23. Três autoestradas. Três comissões. O mesmo militante para todas. Passa horas a falar para as televisões. E nem sempre dentro do horário de trabalho. Horas extraordinárias que o partido não recompensa. Como nunca recompensou.

Pobre Francisco. E como se não bastasse ainda é obrigado a acumular toda esta trabalheira com a participação noutra comissão de utentes: dos utentes dos serviços públicos de Viseu. Mais. Francisco, o mesmo Francisco, é da direcção do sindicato dos professores da região centro. E membro do secretariado nacional da FENPROF. E promotor de petições públicas em nome da sociedade civil. Um abuso.

A vida de Francisco Almeida no PCP nunca foi fácil. Impuseram-lhe uma candidatura à CM de Viseu em 2001. Foi mandatário autárquico em 2005, e forçado a pedir a repetição das eleições, no mesmo ano foi cabeça de lista nas legislativas. Em 2009 repetiram a maldade para depois ser mandatário em 2011.
Francisco é professor do ensino básico. Tem a paixão do ensino. Mas o partido não o deixa realizar a sua vocação. Como membro da direção do sindicato foi compulsivamente destacado como delegado sindical. É verdade que os contribuintes (todos nós) continuam a pagar-lhe o ordenado. É verdade que continua a ser útil à sociedade na luta contra as portagens, na defesa dos serviços públicos ou como cabeça de lista do PCP. Mas também é verdade que há anos que não entra numa sala de aula.
É tempo de dizer basta à flexibilidade e polivalência que o Partido Comunista impõe aos seus funcionários. É tempo de dizer basta.
Libertem Francisco Almeida! publicado por Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

com papas e bolos...


porque é que depois da boa noticia se segue uma péssima?