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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

“Fundo Pensões da PT paga cinco submarinos”... mas não paga BPN!

Francisco Louçã, confrontou hoje o primeiro-ministro com a justificação que deu de que a transferência do Fundo de Pensões da PT serve para pagar os dois submarinos comprados por Paulo Portas.
“O Fundo de Pensões da PT paga cinco submarinos. Onde estão os outros?”
Louçã referiu que as receitas extraordinárias são de 2600 milhões de euros. Os submarinos são mil milhões e as receitas contributivas 300 milhões.
“Faltam então 1300 milhões. As contas têm de estar certas”.
Pinto de Sousa apenas lhe respondeu que uma parte é para receitas não fiscais que ficaram abaixo do previsto... e, decerto por esquecimento, não falou no BPN.

terça-feira, 6 de julho de 2010

apostar na tripla...

Pedro Passos Coelho, em Espanha, comentou as declarações de José Sócrates que considerou haver, em Portugal, quem queira «apostar na tripla», numa referência implícita sobre a postura do PSD quanto ao uso da “golden share” no negócio PT-Telefonica.
«Se o primeiro-ministro discorda da minha posição pode referi-la directamente, não precisa de fazer parábolas para dizer que discorda do presidente do PSD. O presidente do PSD discorda do primeiro-ministro nesta matéria porque sempre assumiu que seria mau para Portugal que Portugal fosse visto com um país que protege excessivamente a economia».
«Precisamos de reformar o mercado para não ter um mercado em Portugal tão protegido como temos. Isso faz mal à economia, faz mal aos investidores e aos portugueses, que tem que pagar mais caro o que poderiam pagar mais barato se tivessem mais concorrência», disse PPC.
sol

Passos Coelho, presidente do PSD português, que hoje discutiu o tema com Mariano Rajoy, líder do Partido Popular espanhol, diz que sempre considerou que a participação da PT na Vivo era importante, mas relembrou que a decisão de vender essa participação foi tomada pelos accionistas, «maioritariamente portugueses».
Até parece que quis dar razão ao líder do PS português...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

e tudo acabou na Quarta-Feira.

A agência de notação financeira Moody's considerou hoje que o uso da 'golden share' pelo Estado português em resposta à oferta da Telefónica pela participação da PT na Vivo "tem um impacto neutro" sobre o 'rating' da operadora portuguesa.
Já a agência de notação Fitch considerou que é ainda demasiado prematuro para ter uma ideia sobre se os desenvolvimentos de Quarta-Feira terão impacto na notação financeira da operadora portuguesa.
Lusa

O Tribunal de Justiça da União Europeia pronuncia-se a 08 de Julho, Quarta-Feira, sobre a legalidade dos direitos especiais (‘golden share’) do Estado na Portugal Telecom (PT) face às leis europeias.
sol

Aquele tribunal tem actualmente processos a correr contra Portugal, Itália, Grécia e Polónia por estes países deterem 'golden shares' em diversas empresas, apurou a Agência Lusa junto de fontes comunitárias. Portugal é, no entanto, o país com mais casos naquele tribunal, já que, além da PT, também correm processos contra a ‘golden share’ detida pelo Estado na EDP e na Galp Energia.
Em 2003, o Tribunal de Justiça deu razão à Comissão, considerando ilegais os direitos especiais detidos por Madrid na Repsol, Telefónica, Argentaria, Tabacarela e Endesa, tendo a Espanha acatado a decisão três anos depois, em 2006.
Outros processos levaram ao fim de ‘golden shares’ em empresas como a alemã Volkswagen, a britânica British Airways e a holandesa KPN.

Ninguém atropelou os direitos dos accionistas


A PT é uma empresa muito importante para o País. E a participação da PT na Vivo é um activo estratégico de sucesso no mercado brasileiro - é mesmo a empresa de telecomunicações nº 1 no Brasil. Sucede que a internacionalização da PT e a sua presença no Brasil é absolutamente fundamental para a economia portuguesa.
Eu compreendo, por isso, muito bem o interesse dos espanhóis da Telefónica em comprar uma empresa tão boa como a Vivo, tal como compreendo os interesses financeiros dos accionistas da PT em obterem ganhos de curto prazo.
Mas ao Estado Português não compete defender os interesses das empresas espanholas, nem interesses financeiros de curto prazo - mas sim os interesses estratégicos do País. E a verdade é que esta proposta não convenceu o Estado, não convenceu o Governo.
Ninguém atropelou os direitos legítimos e até compreensíveis de outros accionistas. O Estado limitou-se a não permitir que os seus interesses fossem desconsiderados e ignorados e afirmou-os no quadro dos estatutos da empresa que sempre foram reconhecidos por todos os accionistas.
Ora o Governo - pelo menos este Governo - não abdica de nenhum instrumento disponível para defender os interesses estratégicos de Portugal. Se alguém não sabia disso, agora ficou a saber.
Jose Socrates C Pinto de Sousa no Economia do PUBLICO

Custa-me que esta bazófia se acabe na Quarta-Feira... como o Carnaval no Brasil da Vivo!

terça-feira, 23 de março de 2010

PS requer audição de Ferreira Leite

O Partido Socialista, deputado Ricardo Rodrigues, requereu a audição da líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, na comissão de inquérito do negócio PT/TVI para que fundamente porque acha que José Sócrates mentiu.

quinta-feira, 18 de março de 2010

comissão de inquérito parlamentar ao negócio PT-TVI

O PS está a preparar estratégias para responder à grande ofensiva da oposição na comissão de inquérito sobre o negócio da tentativa de compra da TVI pela PT.
O primeiro indício de que o PS pretende enfrentar tudo e todos reside na escolha dos deputados que vão integrar a comissão, todos figuras de primeira linha da bancada:
Ricardo Rodrigues, que irá coordenar os trabalhos, Ana Catarina Mendes, Manuel Seabra, Sónia Fertuzinhos, Miguel Laranjeiro, Vitalino Canas e Osvaldo de Castro. Os quatro primeiros são vice-presidentes do grupo parlamentar; Laranjeiro, ex-jornalista, pertence à Comissão de Ética; Canas foi porta-voz do PS; e Osvaldo é presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais.
O PSD além de Mota Amaral, que presidirá, apresenta Pedro Duarte que será o coordenador de um grupo composto por Pacheco Pereira, Agostinho Branquinho, Francisca Almeida e Carla Rodrigues.
O PCP será representado por João Almeida (Bernardino Soares, líder da bancada, será suplente) e o BE por João Semedo (José Manuel Pureza, presidente da bancada, será também suplente).
O CDS, por ora, revelou apenas um dos dois nomes: Cecília Meireles. PUBLICO.PT

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A estratégia de José Sócrates - Opinião no DN -


A entrevista de José Sócrates a Miguel Sousa Tavares ontem na SIC, a primeira depois do caso do alegado esquema para controlo dos media, não esclareceu nada em relação à polémica. Apesar de as perguntas lhe terem sido feitas, o primeiro-ministro refugiou-se na defesa que elaborou desde o início e que já antes usara para o Freeport: além da indignação pelas fugas ao segredo de justiça, repetiu que o seu nome foi usado indevidamente.
Ou seja, Sócrates decidiu que não tem de dar mais explicações. Nem justificar porque não responsabilizou de imediato quem abusou do seu nome e da sua amizade, quer nas escutas em que é citado no falhado negócio PT/TVI, quer no apoio que Luís Figo lhe deu em plena campanha eleitoral.
A intenção é óbvia: o primeiro-ministro quer que quem o acusa apresente provas. Se tal não acontecer, da sua boca não sairá mais nenhuma justificação, nem se o assunto o levar a sede de comissão parlamentar. Porque acredita que o tempo e as falhas da investigação jogam a ser favor. E ele está empenhado nessa corrida de fundo, que percorre entre dois obstáculos paralelos: as investigações da justiça e a recuperação da crise.
Se as investigações judiciais provarem o seu envolvimento directo nas polémicas que vieram a público (o primeiro a fechar será o Freeport), ficará sem condições para se manter no Governo ainda antes do Verão. Caso contrário, evitará o confronto e colar-se-á à forma positiva como Portugal parece estar a sair da crise: se a sociedade civil, os empresários e os investidores o apoiarem, levará o debate até às presidenciais e aí os números da economia falarão por si.
É uma estratégia. Mas a divulgação de contradições sucessivas não está só a provocar um visível desgaste político a este Governo. Está a deixar o País mergulhado num ambiente cada vez mais inviável. E se isso continuar, Cavaco Silva poderá ver--se forçado a avaliar e decidir sem fazer cálculos políticos. in
A estratégia de José Sócrates - Opinião - DN

sábado, 13 de fevereiro de 2010

tri - encornado!


Henrique Granadeiro, presidente não executivo da Portugal Telecom, diz sentir-se "encornado" com a notícia, avançada pelo semanário Sol, de que a PT fazia parte de um alegado plano do Governo de José Sócrates para controlar a Comunicação Social, revela em declarações à Visão.

Henrique Granadeiro, presidente não executivo da Portugal Telecom garantiu que "não sabia nem desconfiava" do envolvimento da PT no esquema. No entanto reconhece: "Pode ter acontecido, à minha revelia". Quando questionado pela VISÃO online sobre o que sentiu depois de ter sido confrontado com os factos divulgados pelo "Sol", respondeu: "Encornado!".

Granadeiro disse já que falou com Zeinal Bava, presidente executivo da PT, sobre o assunto, mas não quis avançar com pormenores. Limitou-se a assegurar que "ninguém se demitiu, mas também ninguém é arguido”.

O presidente não executivo da PT sublinhou também que sempre se mostrou contra o envolvimento da PT na compra da TVI, por não concordar com o regresso da empresa ao negócio dos conteúdos. Granadeiro referiu ainda um email em resposta ao advogado e ex-presidente da RTP, João Carlos Silva, na manhã de hoje, onde este garante ao chairman da PT que a parte das escutas que envolve ambos os nomes é "falsa". “A alegada escuta não existe, não pode existir porque a conversa telefónica que relata nunca existiu. […] Como ambos sabemos, eu nunca tive o prazer de estabelecer qualquer contacto telefónico com V. Exa., como nunca disse a ninguém que o tinha feito (afirmação que só poderia fazer se eu estivesse a mentir - o que não ocorreu) ”, argumenta João Carlos Silva no email enviado a Granadeiro.
eu diria mais: tri-encornado!