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sábado, 7 de julho de 2012

"Tratamos bem quem trata bem Portugal"

"Dentro de algumas semanas, o Estado português disporá de uma política atractiva, competitiva para aqueles que acreditam em Portugal agora, transferindo capital para o nosso sistema financeiro - o que o vai reforçar -, adquirindo casas ou terrenos em Portugal para activar o mercado imobiliário ou criando postos de trabalho através de investimentos", revelou Paulo Portas.
Quem acreditar em Portugal "neste momento" - em que o país mais precisa - será bem tratado. "Obviamente saberemos dar títulos de residência que são, se comparados com os de outros países, mais favoráveis", afirmou. DM.

Em 2013, assinalam-se 500 anos da chegada de Jorge Álvares à China, uma data que o ministro português não quer que passe em branco: "Não é assim uma coisa muito frequente duas nações conhecerem-se há 500 anos, e Macau é, porventura, o lugar ideal para valorizar culturalmente esse conhecimento". noticias.msn

Embora “tempo” tenha um significado diferente para europeus e orientais esperemos que o “dentro de algumas semanas…” signifique menos que 52 ou 104!
A talhe de foice: A experiencia diz-me que após o trabalho do MEeNE, reconhecido como importante pela China, em breve os jornalistas que temos irão fazer emergir os submarinos…

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

portugal não percebe nada de chinesices


A salvação da economia de Portugal e de outros países europeus poderia estar na China. Poderia, mas não está, por enquanto. Expliquemo-nos porque o caso é muito sério e grave. Os bancos estão a precisar de dinheiro como pão para a boca. O governo podia ver a luz ao fundo do túnel se os bancos pudessem começar a conceder créditos para as mais diversas solicitações, incluindo para as grandes obras públicas. Estamos a falar numa grandeza de valores na ordem de milhares de milhões de euros. Qualquer banco português está a pagar através das agências de rating americanas entre 4,5 e 6,5 por cento. Ora, os americanos estão a conseguir esse mesmo dinheiro na China a uma percentagem entre 1,5 e 3 por cento. Vejam só o lucro que os americanos obtêm quando emprestam a 5,5 depois de adquirirem a 2,5. Para vos dar um exemplo, há bancos portugueses que, se pudessem, contraíam emprésrtimos imediatamente na ordem de 250 mil milhões de euros, se um qualquer banco da China emprestasse directamente mesmo a 3,5 por cento.
Neste sentido, temos assistido à maior burrice jamais levada a efeito nas relações entre Portugal e a China. Como Macau não ensinou nada a esta gente, porque simplesmente estiveram preocupados em sacar a qualquer preço, tem-se assistido à tentativa"oficial" de pedir quase de joelhos às autoridades chinesas que estas concedam luz verde aos empréstimos directos. Bancos chineses como o 'Bank of China' ou o 'Bank of Communications' têm os seus cofres a abarrotar e poderiam ser os "salvadores" de Portugal, Espanha e outros países europeus. Contudo, enquanto outros países têm sabido fazer o trabalho de casa e estão quase a conseguir obter êxito nas pretensões de financiamento, Portugal só faz asneiras. Primeiramente foi o ministro Vieira da Silva que se deslocou a Xangai, com o pretexto de visitar a Expo, depois foi o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que apareceu em Macau sem se explicar ao que ia. Dois governantes que foram pedir por tudo às autoridades chinesas que concedessem os tais empréstimos que representariam o pão para a boca.
Com a presença do Presidente da RPC, Hu Jintao, em Portugal, os governantes lá irão mais uma vez pedir a tal luz verde e não contentes com a "asneira", o primeiro-ministro José Sócrates segue no dia 13 para Macau na tentativa, em desespero de causa, de conseguir o que há meses não se vislumbra. E onde está a asneira? No procedimento. Haja quem ensine os nossos governantes que tudo se consegue dos chineses mas... por portas e travessas. Há os canais próprios para estes assuntos. Nunca podem ser os políticos a realizar as abordagens em assuntos desta natureza. Os Estados apenas têm de dar o aval às transacções de grande envergadura, mas os emissários do assunto têm de ser sempre os "civis" e nunca os "militares"... por joão eduardo severino no
Pau Para Toda A Obra (com os meus sublinhados)