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sábado, 6 de outubro de 2012

as Parcerias ruinosas...


José Gomes Ferreira fala sobre Parcerias Público-Privadas ruinosas.
Tribunal de Contas fala de omissão de informação e 700 milhões de euros a mais.
vale a pena ver ou rever…

sábado, 5 de maio de 2012

e se a moda pega!

O Automóvel Clube de Portugal entregou uma participação criminal no Departamento de Investigação e Ação Penal contra Mário Lino, Paulo Campos e António Mendonça por alegada gestão danosa nas negociações dos contratos das SCUT.
Para Carlos Barbosa, Presidente do ACP, os "políticos devem ser castigados como os gestores de uma empresa" e diz acreditar na justiça portuguesa e mantém a confiança de que o DIAP vai fazer uma investigação "cuidada e rigorosa" e "célere”.
Na queixa apresentada é referido que os antigos governantes sabiam que estavam a violar regras de controlo e gestão racional quando optaram pelas parcerias publico-privadas sem terem feito estudos prévios, contribuindo para a má gestão dos bens públicos. dn

domingo, 25 de março de 2012

Têm medo, têm muito medo

Notem como vários comentadores, alegados jornalistas e membros do antigo governo se mostram incomodados e receiam a perspectiva de que o governo Sócrates e a forma como arruinou o país venham a ser pomenorizadamente escrutinados. Reconhecerão esse incómodo e esse medo nas afirmações de que «não é oportuno», «os juízos fazem-se em eleições», «é uma campanha», «é a justicialização da política».
Segundo se depreende, participam nessa inoportunidade, nesse juízo, nessa campanha, o Tribunal de Contas, os revisores oficiais de contas, os juízes, o governo, os cidadãos, alguns jornais, os factos, a realidade e a vida. por José Mendonça da Cruz no Corta Fitas

sábado, 17 de março de 2012

inquérito parlamentar às PPP

A maioria PSD-CDS vai avançar com uma comissão de inquérito parlamentar às PPP.
A TVI apurou que as Parcerias Público-Privadas feitas pelo Governo de José Sócrates vão ser o alvo da investigação parlamentar.
O Governo tem lançado duras críticas aos contratos das Parcerias Público-Privada.
Ainda esta semana o secretário de estado das Obras Públicas e Transportes denunciou o que considerou serem cláusulas inaceitáveis.
Além do pagamento de indemnizações em caso de aumento de impostos, outras das questões polémicas são as altas taxas de rentabilidade e o estado suportar as variações no tráfego.
O Governo está a rever alguns contratos com concessionárias rodoviárias.
Os custos com as PPP para o Estado preocupam a Troika, que suspendeu novas Parcerias Público-Privadas e mandou fazer auditoria.

Mais uma comissão parlamentar e mais umas senhas de presença para os inquiridores...quando o que interessava é que estes inquéritos , e outros, fossem judiciais.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Bloco central contra Lesa Pátrias

“O deputado socialista Basílio Horta questionou esta tarde o ministro da Economia sobre a renegociação dos custos de manutenção do equilíbrio contratual (CMEC) com a EDP (…) “O senhor ministro concorda com isto? Por que não revisitar os contratos da cogeração? Não se diga que é impossível renegociar estes contratos porque são direitos adquiridos.”, Basílio Horta, hoje na Assembleia da República.
Ora, tem toda a razão, deputado Basílio Horta. A renegociação das PPP’s lesa Pátrias é urgente e qual blindado qual carapuça! E se os contratos estão blindados, como afirmou o secretário de Estado da Energia em resposta ao nosso caríssimo Horta, então, e já que o PS está tão determinado em revisitá-los, chamem-se os ministros, quadros e técnicos do PS que os assinaram para os desblindarem! Para a frente, camaradas: junte-se a fome à vontade de comer (e estou mesmo a falar a sério). por Ricardo Arroja n’o insurgente

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

As PPP, o roubo de uma geração

Entre 2014 e 2026, nós, portugueses, iremos pagar todos os anos mais de 1.500 milhões de euros em PPP. 1500 milhões é o mínimo, porque a conta pode chegar aos 2500 milhões (entre 2014 e 2018). Até 2038, iremos pagar - no mínimo - 1000 milhões por ano. A conta das PPP só baixará dos 500 milhões por ano em 2040. Ou seja, os meus netos ainda vão ter de pagar a conta deixada por Sócrates. Como já afirmei, a questão não é a reestruturação da dívida (até porque isso nem depende só de nós; estamos numa moeda partilhada). A grande questão passa por reestruturar esta conta com os construtores e concessionárias. por Henrique Raposo no Clube das  Republicas Mortas

terça-feira, 23 de março de 2010

Factura duplica de 2013 para 2014

Os encargos líquidos do Estado com as Parcerias Público Privadas vão duplicar após o final deste Programa de Estabilidade e Crescimento, passando de 0,4 por cento em 2013 para 0,8 por cento em 2014
Isto é, aquelas parcerias nas vertentes rodoviárias, ferroviárias e com saúde deverão rondar os 0,4 por cento do PIB até 2013, dobrando o seu peso no PIB de 2013 para 2014, por força de um aumento dos encargos líquidos do Estado com as Parcerias Público Privadas rodoviárias, que passarão a representar 0,5 por cento do PIB em 2014, quando em 2013 deverão representar apenas 0,2 por cento.