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terça-feira, 5 de julho de 2011

acréscimo de 16 milhões de euros na despesa

A Assembleia da República aprovou no final da semana passada o primeiro orçamento suplementar da instituição para 2011, que contempla um acréscimo de despesa de cerca de 16 milhões de euros, a maioria dos quais relativos a eleições. A despesa total orçamentada é agora de cerca de 130,5 milhões de euros (era de aproximadamente 114,5 milhões de euros).
A rubrica que mais contribui para a diferença no orçamento parlamentar é a inscrição do montante necessário ao pagamento da subvenção estatal para a campanha das eleições legislativas antecipadas deste ano - 7,6 milhões de euros -, seguindo-se os pagamentos ainda a efectuar no âmbito da campanha para as eleições autárquicas de 2009 - 2,3 milhões de euros -.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

melhor que o Wall Street...


hoje não leia os jornais com conteúdos reais.
vá ao cinema...
está em cena o "Wall Street"... com personagens fictícias tão próximas do nosso real.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Bloco Central aprova austeridade...os outros a redacção...

A proposta de lei foi aprovada na passada quarta-feira em votação final global em plenário, com os votos a favor do PS e PSD.
CDS-PP, BE, PCP e PEV votaram contra.

A redacção final da proposta de lei, onde estão incluídos os aumentos de impostos (IVA, IRS e IRC, por exemplo), foi aprovada na Comissão de Orçamento e Finanças por unanimidade. mais, muito mais no Sol

sexta-feira, 5 de março de 2010

juros da dívida no OGE


A factura do endividamento do Estado vai ser mais forte este ano.
Os juros da dívida, no caso português 5,3 mil milhões de euros ou 3,2% do Produto Interno Bruto são um dos indicadores que os Estados-membros têm de comunicar a Bruxelas, pelo impacto que têm na capacidade dos países em honrar os compromissos financeiros.
Uma dívida elevada constitui um fardo para as gerações futuras, porque implicará mais despesa com juros e a necessidade de amortizar no futuro.
A projecção de dívida portuguesa, no OGE de 2010, e de 85,4% do PIB.
Sol

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

CDS-PP sugere poupança de mil milhões de euros no OGE


«Tudo somado, as nossas propostas custam menos de 700 milhões de euros, mas temos sugestões de medidas que podem ser tomadas que ultrapassam os mil milhões de euros», «Um aumento da fiscalização no Rendimento Social de Inserção pode poupar 100 milhões de euros, a que se juntam mais 700 milhões pela introdução de portagens nas SCUT», informou a deputada Assunção Cristas à Agência Lusa. mais»»

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

troca parlamentar de correspondencia...


Numa carta enviada ao Governo pelo líder parlamentar do CDS/PP, Pedro Mota Soares, o partido reiterou a disponibilidade para entrar nas negociações sobre o OE, mas sublinhou que estas não podem ser «secretas» e que o processo de negociação do Orçamento do Estado seja «institucional e formal», sugerindo a constituição de «equipas de negociação» interdisciplinares e da entrega de agendas de negociação por parte do Governo e dos partidos que ajudem a precisar os pontos em discussão «mais importantes e prioritários» sobre as contas do Estado para 2010. TSF

uma interessante réplica á "carta" do MAP Lacão que não deverá ter qualquer efeito face ás negociações já a decorrer em Bloco Central.
O PSD também irá trocar correspondencia com o governo... mas eles escrevem mais devagarinho.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

T C reprova o aval do Estado ao BPP

No parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2008, e no que toca à garantia estatal ao Banco Privado Português (BPP) o TC considera ainda que o Estado avaliou de forma "superficial" as contra-garantias dadas pela instituição:
"Não era certa à data da concessão nem foi prevista e concretizada posteriormente (...) qualquer medida que alterasse a situação financeira do BPP, de forma a poder reembolsar o empréstimo garantido", refere o parecer. "Se à data da concessão da garantia já existia um elevado grau de probabilidade (...) que a garantia iria ser executada", , não se verifica a obrigação legal que "exige que exista segurança suficiente de que a obrigação a assumir será cumprida pelo garantido", considera o TC"Não existindo essa segurança, como aconteceu no caso do BPP, a garantia não poderia ter sido concedida", conclui o tribunal.
ler artigo completo

este vídeo da SicNoticias é relativamente extenso mas vale o tempo gasto em visiona-lo.

http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/NoticiasDinheiro/2009/12/jose-gomes-ferreira-analisa-o-parecer-do-tribunal-de-contas23-12-2009-1748.htm