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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O burlão é o nosso espelho



Há quem diga que este episódio do burlão que enganou quase toda a gente é um episódio menor e mesmo divertido.
Não concordo.
Ele revela a falta de sentido crítico reinante no nosso espaço público que só ouve o que quer ouvir e que aceita qualquer depoimento como bom, venha de quem vier, desde que se insira na "verdade" em vigor.
Mostra também que a comunicação social, nomeadamente as televisões privadas, nos estão a "informar" com base numa agenda própria.
Se o Baptista da Silva defendesse o prosseguimento da austeridade, mesmo que se apresentasse como coordenador da ONU, nenhuma televisão o teria chamado para entrevistas. por F. Penim Redondo no DOTeCOMe

domingo, 21 de outubro de 2012

21-10-1983 Birras


21-10-1983
As birras nas coligações não são nada originais.
O Dr. Mário Soares como já não se lembra do que fez, certamente devido à sua provecta idade, acha as birras do
PSD e CDS uma coisa catastrófica. F. Penim Redondo no DOTeCOMe blog 
 
não perder também este post 
 
Fernando Penin Redondo continua a reagir ao nosso conhecido esquecimento!
Quem passou pela crise de 83 certamente pensará como a actual é bem mais leve. Hoje apenas os “avós” se lembram do que foi encontrar vazias, dia após dia, as prateleiras das mercearias e frutarias (que esta coisa de super’s e hiper’s é moda recente!).
Bem Hajas!

sexta-feira, 4 de março de 2011

A geração que desenrasca

Mas há também uma “geração que desenrasca” quando a outra está “à rasca”.

Muitos avós vão buscar os putos à escola. Tomam conta deles algumas horas, ou mesmo o dia inteiro, quando estão doentes e não podem ir à escola.

Ajudam, de uma forma ou de outra, a pagar a casa, os colégios e a natação ou as aulas de música. Estão sempre lá quando surge o desemprego, o divórcio ou a doença.

A precariedade dos mais novos só ainda é suportável porque os mais velhos acumularam toda a vida em vez de gastar. Mesmo agora os mais velhos têm uma vida mais frugal do que os seus rendimento permitiriam porque pressentem a vulnerabilidade dos seus no futuro. Para além do ataque das mazelas da idade ainda têm que sofrer com a insegurança dos filhos e netos.
Em suma, a guerra de gerações faz pouco sentido. Atacar os rendimentos dos mais velhos pode ter efeitos catastróficos.

Estou certo de que muitas famílias, no seu conjunto, verão o seu estatuto económico cair acentuadamente quando o patriarca morrer e deixaram de poder contar com a sua confortável reforma.

Portanto a “geração que desenrasca”, para além de tudo o mais tem que cuidar bem da saúde, praticar exercício e alimentar-se correctamente. Dada a precariedade da “geração à rasca” a “geração que desenrasca” não se pode dar ao luxo de morrer cedo.
publicado por F. Penim Redondo no
DOTeCOMe...o Blog

isto não é um post!
é um hino àqueles que aguentaram o "estado novo" e agora aguentam o "estado a que isto chegou".
ainda bem que alguns da geração que se segue á minha nos compreendem... mas faço votos para que eles não precisem de ser a próxima "que desenrrasca".
contudo, confesso que muito do que se passa é de minha culpa!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O estranho caso dos submarinos


Há quem se interrogue acerca do surgimento súbito de casos e de escândalos no espaço público. Eu, ao contrário, espanto-me com a forma dissimulada como os escândalos desaparecem dos jornais e das TVs depois de meses de agitação.
São autênticos submarinos que submergem silenciosamente e de quem nunca mais se ouve falar.
Ontem, não sei bem porquê, lembrei-me do "Face Oculta" e da Comissão Parlamentar e da Comissão de Inqúerito e da Tagusparque. Veio-me à memória a enorme trapalhada do sr. Godinho, do Vara, do Rui Pedro Soares, da Manuela Moura Guedes e do Figo.
Como sempre acontece neste pântano, nada foi confirmado mas também nada foi esclarecido. Simplesmente desapareceu. Publicado por F. Penim Redondo
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