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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Comentador Seguro

Seguro, hoje em Lardosa, garantiu hoje que o Partido Socialista vai estar "muito atento" à privatização da EDP, considerando ser "muito importante" que a empresa "mantenha a capacidade estratégica no nosso país".
Analisou a saída da CGTP da reunião da Concertação Social considerando que aquela foi o resultado "da inabilidade e falta de convicção que este Governo tem no relacionamento com os parceiros sociais" e comentou a notícia do Semanário SOL segundo o qual o défice público admitido pelo governo para 2012 é de 5,2 por cento e as condições de financiamento externo poderão ser aligeiradas.
Aproveitou os jornalistas presentes para afirmar que está "muito preocupado com o que têm sido notícias sucessivas em relação ao défice e ao relacionamento com a troika" e reafirmou que "Portugal precisa de mais um ano para fazer a consolidação.
Seguro continua a comentar a posteriori as notícias que são veiculadas pelo jornalismo que temos sem qualquer ideia nova e, muito menos, inovadora…
Desta vez o jornalista de serviço escreveu “à margem de uma visita” como noutras havia escrito “à margem de um Jantar, ou “à margem de etc.”. Isto é, comenta “à margem”!
Convenhamos que até o “comentador” Miranda Relvas faz melhor!

Que falta nos faz ouvir Francisco de Assis que nunca comentava "à margem...".

sábado, 16 de abril de 2011

Francisco de Assis inova slogan

O ex-líder parlamentar do PS alertou «o projecto que é o da mais liberal das direitas que algum dia apareceu em Portugal. É um projecto muito simples: vamos usar a crise como argumento para destruir o Estado Social».
Assis discursava, hoje, 16 de Abril, em Valongo, no final de um almoço comemorativo do 25 de Abril, promovido pela concelhia local e usou um slogan que já deve ser de campanha: «direita liberal radical» que não significa nada, mas é bonita e pode ser usada por qualquer idiota útil!
Cuidado, Assis, dá azar comemorar os aniversários antes de ocorrerem.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

ASSIS NÃO


Assim não vamos lá. Com um Assis, líder parlamentar, que afirma a confiança política num fulano que deveria ter o mínimo respeito por quem o elegeu, não vamos a lado nenhum para convencer os jovens a gostar de política. Eles, os jovens, já dizem à boca cheia que "a política é para os ladrões". E depois, vêem um deputado roubar dois gravadores, as ferramentas de trabalho, de jornalistas que o entrevistavam e que lhe colocaram perguntas pertinentes. Que pensam estes jovens de um partido político que em vez de obrigar o deputado a renunciar, ainda o promove dizendo que lhe dispensa toda a confiança política? Assis não...
por joãoeduardoseverino in
Pau Para Toda A Obra

quarta-feira, 24 de março de 2010

PS e Assis votaram contra resolução PSD/CDS para PEC em 2004


O actual líder parlamentar do PS, Francisco Assis, foi um dos deputados socialistas que em 2004 votaram contra um projecto de resolução da então maioria PSD/CDS de suporte ao Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).
A acta da reunião plenária de 05 de Fevereiro de 2004, fornecida à agência Lusa pelo CDS, mostra que em votação final global o projecto de resolução de revisão do PEC apenas teve os votos favoráveis da maioria governamental, PSD e CDS-PP, tendo sido rejeitado por PS, PCP, Bloco de Esquerda e "Os Verdes".
...
Em relação à acusação de Francisco Assis de que o CDS assumiu um comportamento "irresponsável" por decidir votar contra a resolução de suporte ao PEC, o líder parlamentar democrata cristão, Pedro Mota Soares, devolveu a acusação.
"Infelizmente, sou forçado a corrigir o dr. Francisco Assis. Ao contrário do que tem dito, em 2004, o PS votou contra o projecto de resolução do PSD e CDS que suportava a revisão do PEC junto da União Europeia", declarou Pedro Mota Soares.
DN

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Assis demarca-se das "teorias de conspiração"


Francisco Assis desafinou e demarcou-se das "teorias da conspiração" de dirigentes socialistas que, à entrada para a comissão nacional do PS, falaram numa “estratégia” e “operação” contra o secretário-geral do partido e primeiro-ministro, como Almeida Santos, Edite Estrela ou José Junqueiro.
“Nunca cultivei a ideia das teorias conspirativas e acho que não é a melhor maneira de encarar os problemas”, afirmou reconhecendo que o PS e a vida política enfrentam hoje um “momento de grande adversidade” com o caso da escutas e o alegado plano do Governo de controlo dos media. “É preciso acabar com estes casos folhetinescos” das escutas, dos alegados pagamentos ao futebolista Figo, afirmou apelando a que os partidos se concentrem nas “questões essenciais”, na discussão dos problemas do país e do Orçamento do Estado na Assembleia da República.
“Em Portugal há excesso de folhetim no debate político”, acrescentou, acusando a oposição de contribuir “para a degradação do sistema político”.
PUBLICO.PT

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

condições e vontade para governar ?

«Tenho também vontade e determinação para o fazer, mas naturalmente tenho a certeza que todos os partidos da oposição compreenderão que o Governo deve ter também as suas responsabilidades, mas também condições para promover a governabilidade do país», diz o primeiro-ministro que acrecenta: «não podíamos estar na situação de o Governo executar o Orçamento que a oposição elabora na Assembleia». TSF
Curiosamente nunca referiu a possibilidade de o Governo minoritário, democráticamente, negociar com a Oposição maioritária. Assunto que deixa ao ministro da Economia anunciou, esta terça-feira, nas jornadas parlamentares do PS, que o Governo está disponível para negociar com a oposição o Orçamento de Estado para 2010: «O Governo está preparado para trabalhar com os partidos da oposição» e para que o orçamento que saia da Assembleia seja considerado pelos deputados como «necessário para o país», disse Vieira da Silva.
O líder da bancada socialista disse que o partido não pode assumir uma «postura birrenta» nem abdicar de cumprir o programa eleitoral: «Aqueles que não apresentaram uma moção de censura não deveriam depois ceder à tentação de apresentar todas as semanas minúsculas moções de censura» com «o efeito prático de impedir que o Executivo governe de acordo com o seu programa», disse Francisco de Assis que, como é seu habito, acrescenta mudando de agulha: “o momento actual coloca também exigências ao PS, nomeadamente de não ser um «motor de instabilidade, adoptando um a postura birrenta, com intuito de demonstrar a impossibilidade real de governar». TSF
a ver vamos...