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sábado, 2 de julho de 2011

mais pobres fora da contribuição extraordinária ?

Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade Social, afirmou que “os pensionistas mais pobres não terão de fazer esse sacrifício”: “Pela simples razão que não é possível sacrificar quem só tem 246 euros, 227 euros ou 189 euros para viver por mês. Isto significa que cerca de 1,4 milhões de pensionistas, 80 por cento do seu total, cujo rendimento é inferior a 485 euros, são poupados a este esforço.”

O discurso do ministro do CDS foi criticado, tanto pelo PS como pelo PCP, por ter uma “visão assistencialista”, signifique isso o que significar…

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Passos esclarece imposto extraordinário

Pedro Passos Coelho esclareceu esta tarde que o imposto extraordinário que anunciou na Assembleia da República não terá de se aplicar necessariamente sobre o subsídio de Natal. "Eu não disse que seria 50% do subsídio de Natal, disse que seria o equivalente em termos financeiros. Por isso reservei o detalhe da medida para as duas semanas que se aproximam", explicou o primeiro-ministro, questionado pela oposição sobre os contornos precisos do imposto extraordinário. Ou seja, o imposto extra poderá ser aplicado sobre os salários, de forma faseada, até ao final do ano.
E clarificou que o imposto recairá apenas sobre o valor que exceda o salário mínimo nacional, ou seja, o que fique acima de 485 euros. O valor apontado, disse Passos, equivale a "50% do subsídio de Natal, no que representa o excedente do salário mínimo nacional".

já percebeu? Eu ainda não!

melões

Com este anúncio, o executivo de Passos Coelho não deu nem esperança nem exemplo, como as vacuidades ontem afirmadas em matéria de redução de despesa são representativas. No que realmente interessa, Passos Coelho começa mal. E com mais duas ou três destas perderá a rua…e sem rua perderá o País.
Para concluir, tenho três observações específicas a fazer. Primeiro, para afirmar que os dados do INE não foram assim tão surpreendentes quanto isso. É que, como o Primeiro-Ministro ontem afirmou e muito bem, a despesa primária do Estado vinha a ser reduzida aquém do previsto, por isso, incluindo o Estado Paralelo – hoje, o verdadeiro cancro da nossa sociedade – seria de esperar que existissem surpresas negativas. E não seria preciso qualquer dom de adivinhação; bastaria consultar as diferenças que os diferentes métodos do INE e da DGO têm produzido ao longo dos anos. Ou seja, a argumentação justificativa do imposto extraordinário não colhe a minha simpatia, to say the least. Segunda observação: ao Ministro das Finanças, não obstante a sua boa intervenção parlamentar de ontem, exigir-se-ia a apresentação imediata de um plano de racionalização do Estado Paralelo e da Administração Pública que, presume-se, o gabinete de estudos liderado por Carlos Moedas já teve mais do que tempo para preparar. Aliás, pegue-se no livro de Álvaro Santos Pereira, publicado em Abril, e leia-se o extenso capítulo dedicado, em exclusivo e em detalhe, a este assunto e que conta com três assinaturas: o agora ministro da Economia, Carlos Moedas e Alexandre Patrício Gouveia. Sendo certo que o Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, poderá não concordar com tudo o que lá está, presumo que a maioria das sugestões merecerá a sua concordância. Por fim, como terceira observação, como é da praxe em Portugal, e pela enésima vez, o manifesto eleitoral, sufragado e aprovado pelo povo nas legislativas, foi adulterado a posteriori. Nem PSD nem CDS estipulavam a introdução de um imposto extraordinário desta natureza. Ora, num país decente, este seria motivo para impeachment, pois, por mais transparência e frontalidade no discurso – de louvar, diga-se –, a verdade é que o povo não estava à espera disto. Enfim, é por estas e por outras que urge instituir no nosso País uma cultura de shadow government, já que sem isso nunca saberemos se os novos governos serão como os melões de Almeirim ou como os melões de outro sítio qualquerpor Ricardo Arroja n’ O Insurgente

segunda-feira, 7 de março de 2011

Disseram-me que o "Estado" era uma "Pessoa". Uma "Pessoa" de bem.


"Agora que as SCUTs acabaram, podíamos parar de pagar os 7,5 cêntimos por litro de combustível, em imposto, para as financiar.
Era boa altura.
Está esquecido, engenheiro?
Fica a lembrança:
Combustíveis pagam as SCUT (27 Maio 2005)." por Carlos Nunes Lopes no 31 da Armada
Que outros impostos e taxas estarão escondidos no que pagamos pelos combustíveis?
Será por isso que ninguém nos quer explicar o que é que compõe o preço final do gasóleo e da gasolina?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Impostos retroactivos: PSD admite chumbar proposta do CDS


O CDS-PP propôs no parlamento um aditamento à proposta de lei do governo que aumenta a tributação sobre os rendimentos, visando garantir que a taxa acrescida não tem efeitos retroactivos.
Esta cláusula de salvaguarda determina que "em relação aos rendimentos auferidos entre 1 de Janeiro e a data de entrada em vigor da lei, o valor a pagar não poderá ser superior àquele que seria pago de acordo com a tabela então em vigor".
Porém, o líder da bancada parlamentar do PSD prenuncia um chumbo da iniciativa centrista: "Tenho dúvidas de que aquilo como está possa passar. A proposta do CDS causou-me dúvidas de constitucionalidade e de fiscalidade", disse ao i Miguel Macedo, "e por isso pedi que fossem feitos dois pareceres que ainda não me foram entregues".
Caso a salvaguarda de não retroactividade chumbe, o CDS vai virar-se-á para Cavaco Silva, pressionando o Presidente da República para que peça ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva da lei
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i online

quinta-feira, 13 de maio de 2010

bombardeamento fiscal e paz dos cemitérios num gigantesco embuste


Em conferência de imprensa, hoje no Parlamento, o líder do CDS lembrou que a este aumento da taxa do IRS nos salários acresce o corte nas deduções fiscais na saúde e educação.
Ao aumento de impostos anunciado pelo Governo, Portas chamou-lhe “bombardeamento fiscal”, à falta de quantificação da redução da despesa do Estado, Portas chamou-lhe uma "desilusão".
Escolhendo atirar as críticas ao Governo e ao primeiro-ministro, sem beliscar o líder do PSD, Paulo Portas diz que “é preciso ter descaramento para caracterizar este aumento como um ‘pequeno esforço fiscal’”.
Em suma, a subida da taxa de IRS, do IVA e a tributação da poupança “é um bombardeamento fiscal para a economia”, sublinhou. Embora assuma que não tem simpatia por eventuais protestos sociais na rua, Portas considera “natural que haja um estado de indignação fiscal, sobretudo para quem trabalha e para quem quer arriscar e criar riqueza”.
mais»» PT
também,
O secretário geral do PCP considerou hoje as medidas de austeridade apresentadas pelo Governo um "caminho para o desastre" e apelou à "indignação" popular argumentando: "é preferível a luta e o protesto do que a paz dos cemitérios".
"As pessoas têm que reagir com indignação, com protesto e com luta para travar este caminho para o desastre (...) este é o pior caminho para resolver a situação e para resolver os problemas nacionais", disse Jerónimo de Sousa, comentando o conjunto de medidas de austeridade anunciadas hoje pelo executivo para acelerar a redução do défice.
Para o líder comunista, as medidas de austeridade vão significar que "quem vai comer a talhada maior é quem vive dos rendimentos do seu trabalho" - "É falso dizer que há aqui uma repartição equitativa dos sacrifícios. A parte de leão vai ser paga por quem trabalha, embora de uma forma disfarçada", sublinhou.
dn
e,
«Para quem vive uma vida de dificuldades e a quem foi prometido que não haveria aumento de impostos e que haveria, pelo contrário, mais justiça onde ela faz falta, esta violação da palavra dada do contrato eleitoral transforma estas decisões num gigantesco embuste», afirmou Francisco Louçã.
mas,
"A Comissão Europeia saúda as medidas anunciadas pelo Governo português para acelerar a consolidação das contas públicas", disse à agência Lusa Amadeu Altafaj Tardio, porta-voz do comissário europeu dos Assuntos Económicos e Financeiros, acrescentando que Bruxelas irá agora "avaliar essas medidas".
dn

Passos Coelho pede desculpa


«Devo pessoalmente um pedido de desculpas ao país por estar a fazer aquilo que disse que não gostaria de fazer e que não achava que devesse ser feito», afirmou Pedro Passos Coelho, em conferência de imprensa na sede nacional do PSD,
«O PSD não anunciou nenhum Governo de coligação com o PS, nem está a isentar o PS e o actual Governo de responsabilidades pelas situações em que estamos», mas apenas a ajudar o país a atravessar a situação que enfrenta,
O presidente do PSD disse ainda que os aumentos de impostos que acordou com o primeiro-ministro são provisórios e que até ao final de 2011 será avaliada a possibilidade de remoção desses impostos adicionais.
TSF

quarta-feira, 12 de maio de 2010

sacrifícios repartidos


"Aquilo que está a ser apresentado como medida em Espanha dá uma ideia aos portugueses da situação em que nós estamos também. Não quero, nesta altura, fixar uma meta para o sacrifício que vai ter de ser feito, mas não há dúvida que nós vamos ter de fazer sacrifícios", considerou Passos Coelho no final de uma reunião com o grupo parlamentar do PSD, no Parlamento. DN

"Vamos enfrentar a tensão social", disse hoje Fernando Teixeira dos Santos em entrevista à agência internacional de informação financeira Bloomberg, acrescentando que Portugal tem "de tomar medidas para cortar na despesa e aumentar a receita".
"Os sindicatos vão protestar e vão existir outras expressões de descontentamento em relação a estas medidas, mas não prevejo casos de violência, como vimos na Grécia".
dn

Governo faz mal em ponderar aumento de impostos


O líder do CDS-PP, Paulo Portas, comentou esta quarta-feira, no Parlamento, as propostas de Pedro Passos Coelho, presidente do PSD, que defende um corte de 2,9 por cento nos salários dos políticos e dos gestores públicos.
«Quando se está a falar no corte do 13º mês de quem trabalha, um corte de 2,9 por cento nos políticos e gestores é muito tímido», declarou propondo que «o Presidente da República, primeiro-ministro, presidentes de câmara, membros do Governo regional, governadores civis, gestores públicos e de empresas participadas tivéssem a coragem e humildade de prescindir de 100 por cento de um salário».
«Como é possível o mesmo Governo assinar o TGV e propôr um aumento do IVA? Como é possível estarem a falar de um corte do 13º mês, mas não procurarem encurtar a defesa intermédia do Estado? Como é possível estar-se a falar num aumento da retenção na fonte no IRS, mas não disciplinarem nem empresas, nem os institutos públicos?», questionou.
«Ou se é contra ou a favor de um aumento de impostos. Eu acho que um aumento de impostos prejudica e contrai a economia», concluiu Paulo Portas
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mais aqui

terça-feira, 11 de maio de 2010

OS IMPOSTOS DA IMPOSTURA no PALAVROSSAVRVS REX

Está à porta a taxa máxima de IVA e a tributação extraordinária do "subsídio de Natal." Como se este Governo-PS nada tivesse a ver com o Governo paradisíaco anterior que punha as contas públicas em ordem que se nos impingiu em Setembro.
Para chegar aos
7,5 % de défice, o PS quer absorver no processo o PSD de Passos Coelho. E até pode conseguir vincular esse partido e o seu líder, sôfregos por ajudar a salvar Portugal, nem que seja com o PS à garupa a tirar máximo partido da caução proporcionado pelo rival.
Pois, mas este Governo claudicou política e moralmente: não pode impor aos portugueses políticas que disse não urgentes durante a campanha eleitoral, onde se troçou da "velha" e ridicularizou o seu prudencialismo contra o despesismo mãos-largas e a questão da asfixia-SIS controleira indiscutível neste pseudo-socialismo governamental. Não se pode vir agora impor políticas que ainda há umas semanas se recusavam, a propósito de mão cheia de nada do PSD.
Mentir na vida é feio e descredibiliza. Mentir em política parece natural, mas fende e descredibiliza tudo em sociedade. A larga impostura socialista, que se arregimentou de todos os recursos para de novo ser Poder, clama por ser punida, rechaçada, rejeitada or else.
Publicada por joshua em
PALAVROSSAVRVS REX

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Governo discorda de Constâncio ?

«É uma opinião do doutor Vítor Constâncio, não é uma opinião que o Governo subscreva.
Julgo que o Governo deu já, no Orçamento para 2010, um sinal bem claro daquilo que entende serem os instrumentos necessários para repor Portugal numa trajectória daquilo que vinha seguindo».
Sol

Portas ironiza alertas de Vítor Constâncio


Vítor Constâncio «recebe 17 mil euros por mês de salário e que tudo o surpreende».
«Fica surpreendido com o BPP, fica surpreendido com o BCP, fica surpreendido com o BPN, fica surpreendido com o valor do défice, fica surpreendido com o valor do endividamento, tudo o surpreende», ironizou Paulo Portas.
«A única coisa que não é surpreendente para os portugueses é o dr. Vítor Constâncio a defender aumentos de impostos. Sempre os defendeu e é por isso que sempre esteve errado nessa matéria»
TSF


depois disto vamos ter mais uma semana de "negócio de submarinos" porque quem se mete com o ps... leva!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

exemplo alemão para a descida de impostos

"Enquanto em Portugal há um Governo (pelo menos nos seus primeiros discursos) que apenas considera o investimento público como estratégia para vencer a crise e criar emprego, acaba de tomar posse na Alemanha um Governo eleito no mesmo dia e que considera que o caminho para vencer a crise é diferente desse", referiu Paulo Portas.
O segundo Governo liderado pela chanceler Ângela Merkel terá como prioridades "dar confiança à economia, colocando as empresas que criam empresas no centro da agenda".
"Se a prioridade é a economia e o emprego, então baixa-se faseadamente e sustentadamente impostos para que as empresas tenham mais margem de manobra para continuar a sua actividade e contratar pessoas e para que a classe média tenha maior poder de compra", observou.
Portas acrescentou que os socialistas portugueses estão acompanhados na defesa do seu modelo económica por alguns sociais-democratas e "por uma legião oficial de economistas".
mais»»

vamos ver qual será a posição que o PP e BE irão assumir durante a discussão do mais importante instrumento da governação...aqueles que se deram ao trabalho de votar nos programas destes partidos certamente estarão atentos...