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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

a “folga”...

Afinal a tão propalada folga não durou um mês. Tempo suficiente para a realidade mostrar o estado verdadeiramente comatoso das contas públicas em Portugal.
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O acento tónico que o PS pôs nesta tecla há pouco mais de um mês mostra como é difícil fazer uma reforma do Estado em Portugal: Zorrinho e seus pares de bancada, com a insistência na ideia de que era possível poupar o país ao corte de 50% no subsídio de Natal de 2011, arrastou Seguro para fora de pé. E deixou-o ficar, agora, muito mal na fotografia. in Cadê a folga Tó Zé, cadê a folga? Por Camilo Lourenço no Jornal de Negocios

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Profissão: "boy"


É uma história de proveito e exemplo e todos os pais a deveriam ler à noite aos filhos para que eles possam aprender que, ao contrário do que professores antiquados ainda ensinam na escola, não é com estudo e trabalho, ou com mérito, que se vai longe na vida.
Pedro era um petiz de palmo e meio e frequentava o ensino secundário. Vivia com o pai, funcionário do PS, numa casa da Câmara de Lisboa pagando 48 euros de renda.
Cedo percebeu que, se tirasse um curso superior, decerto acabaria como caixa de supermercado e, miúdo esperto, rapidamente deixou as aulas e se tornou, como o pai, funcionário partidário. Estava lançado na vida.
Algum tempo depois rescindiu o contrato e, assim desempregado "por motivo de reestruturação, viabilização ou recuperação da empresa [o PS], quer por a empresa se encontrar em situação económica difícil", obteve do IEFP 40 mil euros de subsídios para a criação da sua própria empresa - que nem precisou de ter actividade - e do seu próprio posto de trabalho. Meteu os subsídios ao bolso e arranjou "o seu próprio posto de trabalho" na Câmara de Lisboa a ganhar 3950 euros por mês como assessor político (o que quer que isso seja) de uma vereadora do PS.
O "Público", que traz a história do jovem Pedro, hoje com 26 anos e um grande futuro político pela frente, sugere que ela é ilegal e imoral. Deixará de ser quando quem faz as leis fizer também a moral. Não tardará muito. Manuel António Pina no
JN

quarta-feira, 18 de novembro de 2009