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domingo, 28 de outubro de 2012

A propósito de "um orçamento medonho"

Concordo totalmente que não devemos pagar aos credores! NÃO PAGAMOS, NÃO PAGAMOS!
Nem tenho muita pena que no mês seguinte os funcionários públicos não recebam ordenado... Assim como assim, recebiam por hora trabalhada mais 77% do que os trabalhadores do sector privado... i online
 
Tenho pena é que no mês a seguir fechem hospitais e que o Estado deixe de pagar todo o tipo de subsídios sociais, bem como as pensões.
 
Mas pelo menos continuaremos a ter aeroporto em Beja e montes de auto-estradas e barragens que para nada servem. E temos os magníficos estádios do Euro 2004! Mas como 99,5% das pessoas concordaram e não reclamaram na altura devida, tudo bem!
 
E defendamos intransigentemente a Constituição! Mantenhamos tudo exactamente como está, porque está na Constituição! O que seria deste país sem coisas como Ministros da República para as Regiões Autónomas (só custam 560 milhões de euros por ano)? E sem 230 deputados na AR? E sem carros topo de gama para todas as bancadas? E sem alguns portugueses de primeira se poderem reformar ao fim de poucos anos de trabalho enquanto outros, de segunda, têm de esperar pelo menos pelos 65 anos? E o que seria de Portugal se impedissem alguns (nomeadamente motoristas de comboios da CP e estivadores) com ordenados médios de 5.000 euros de fazer greves tornando todo um país refém dos seus privilégios?
 
Mais uma vez repito o que digo há algum tempo: os portugueses têm o que merecem! Chegou a altura de pagar os desvarios dos últimos 20 anos!

domingo, 6 de junho de 2010

Um país, no mínimo esquisito!


Um país que tem milhões de emigrantes a trabalhar no estrangeiro mas onde algumas ideias xenófobas sobre a imigração têm acolhimento!
Um país que tem trabalhadores no estrangeiro que são louvados por serem dos melhores e dos mais produtivos, quando em Portugal a produtividade é baixa!
Um país que tem emigrantes de segunda geração que criticam a presença na Selecção Nacional de futebol de naturalizados e para o exprimir falam em inglês por não saberem mais de meia dúzia de palavras em português!
No mínimo é um país esquisito e que dá muito que reflectir....
Publicada por João Carvalho Fernandes em
A REVOLTA

Um País de mediocres é aquele onde quem trabalha paga mas onde quem não quer trabalhar recebe um subsidio.
Um País de medícores é aquele onde um aluno que vá às aulas, tem de estudar, fazer os trabalhos de casa, os trabalhos de grupo, os testes e os exames mas onde um aluno que falte às aulas,que não estude, não faça os trabalhos de casa e de grupo, nem os testes, faz um teste de recuperação e tudo fica como sempre tivesse ido às aulas.
Um País de mediocres é aquele onde um aluno do Unificado ou do Secundário que vá às aulas, que estude, que faça os trabalhos de casa e de grupo e os testes e tenha excelentes notas, é obrigado a fazer um exame final ao lado dos que fizeram exactamente o oposto.
Um País de medíocres é aquele onde um aluno do 8º ano que vá às aulas, que estude, que faça os trabalhos de casa e de grupo e os testes veja passar-lhe à frente, directamente para o 10º ano, um colega que, não foi às aulas, não estudou, não fez os trabalhos de casa e de grupo, nem os testes.
Não vale a pena viver num País destes.
Publicada por Gonçalo Ribeiro da Costa em
A REVOLTA

Meus caros Jovens,
Não andava por cá no oitavo e por cá não estarei no nono centenário de Portugal. Mas acreditem que vale a pena viver num País destes, porque é um país esquisito e que dá muito que reflectir...
É exactamente por isso vale a pena lutar, para que meus netos e vossos filhos não tenham que dele desistir.
É por isso que são jovens. É para isso que têm tempo.
Revoltem-se!
A minha geração já o fez e criou esta treta que vos legou. Desculpem!