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segunda-feira, 11 de junho de 2012

“anda muito distraído”, diz Marcelo

Marcelo Rebelo de Sousa volta a criticar Vítor Constâncio desta vez depois da sua ida à comissão parlamentar do BPN.
No seu habitual espaço de comentário na TVI, o antigo líder do PSD diz ter ficado surpreendido “como é que uma pessoa que é vice-presidente do Banco Central Europeu não sabe qual é o montante de prejuízos do BPN. Anda muito distraído”.
Marcelo acrescentou que o Banco de Portugal “podia e devia ter controlado mais, se não tinha instrumentos devia ter e um governador não podia, de consciência tranquila, ser governador não notando o que se passava passava ali ao lado no BPN”.
Vítor Constâncio, ex-governador do Banco de Portugal e actual vice-presidente do Banco Central Europeu, disse que não podia ir mais longe na supervisão na altura.
Noutro âmbito, Marcelo Rebelo de Sousa diz que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, tem que falar aos portugueses para esclarecer qual o futuro da saúde em Portugal.
“O que vai ser feito só pelo Estado, o que vai ser feito pelo Estado e pelos privados, o que vai ser feito, apenas, pelos privados. Há muito a esclarecer”, disse o comentador. rr

domingo, 27 de março de 2011

Estou à espera que Constâncio dê um murro na mesa


Não posso acreditar que o BCE tenha recomendado que as contas do país não sejam imediatamente auditadas, para evitar a descoberta de "mais buracos nas contas públicas". E menos quero acreditar que Constâncio não tenha dado um murro na mesa perante tal insinuação. Constâncio, actual Vice-Presidente do BCE, jamais poderia aceitar esta recomendação. É uma questão de dignidade profissional. Afinal, foi ele quem presidiu ao Banco de Portugal durante os longos anos em que o seu Partido Socialista esteve no poder. por Carlos Nunes Lopes no 31 da Armada


...e não devemos esquecer que era o brilhante "regulador" para o BPN e BPP!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Constâncio revisitado


O lugar de governador de um Banco Central é um lugar fundamentalmente técnico e institucional.
Não político. Por isso, um certo exercício recordatório de teses substantivas que se exprimam no exercício dessas relevantes funções é, também, um adequado escrutínio do seu valor, oportunidade e coerência.
Em 16 de Maio de 2008, o então Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio deu uma entrevista ao Financial Times. Um jornal de excelência, respeitável e respeitado. Uma entrevista, por certo, bem pensada e articulada. Transcrevem-se, em seguida, algumas das suas principais afirmações:
"A divergência (das economias) dentro dos quinze países da união monetária europeia reflecte um normal processo de ajustamento e não constitui um problema para as políticas da zona euro".
"Não acredito que venha a haver uma recessão na Europa".
"Os ciclos económicos têm-se tornado mais sincronizados e as diferenças nas taxas de crescimento foram menos agudas do que entre regiões dos Estados Unidos. Por isso, não são um problema para a zona euro vista como um todo".
"Não devemos enfatizar em excesso a situação das contas públicas dentro de uma união monetária porque há fases de ajustamento e há mecanismos de auto-correcção. Ninguém se preocupa demasiado acerca do défice do Mississípi".
"Tenho a ideia de que os processos de ajustamento não serão tão significativos e dramáticos como algumas pessoas pensam".
...
Estas visionárias e premonitórias declarações valem por si. Depois de um percurso que cada qual julgará quanto à supervisão financeira e de um não despiciendo cacharolete de obséquios governamentais e de rábulas orçamentais, o então incensado Governador deve ter tido, com aquela entrevista ao FT, o definitivo passaporte para Vice-presidente do Banco Central Europeu. Com o pelouro da supervisão.
Assim vai a União Europeia. Assim foi Vítor Constâncio.
por António Bagão Félix no Económico

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

6,84%, 6,85%

6,84%, 6,85%

Este é que pode ser um verdadeiro símbolo de Socratismo. A taxa de juro das OT’s portuguesas a 10 anos chegaram a 6,85%.
Ou seja, ultrapassou o número inventado por Vitor Constâncio para um potencial défice virtual de 2005, os tais 6,84% que permitiriam a Sócrates continuar a aumentar a despesa pública todos os anos ao mesmo tempo que proclamava a redução do défice. entrada escrita por jcd no BLASFEMIAS

terça-feira, 23 de março de 2010

estamos lixados: Constâncio descarta nova recessão


O governador do Banco de Portugal defendeu hoje, em Bruxelas, que a economia portuguesa não está em risco de entrar novamente em recessão devido à falta de medidas de estímulo económico no PEC.
"Não se antecipa propriamente, neste momento, uma nova recessão. Portanto, penso que esse risco, tal como pode ser avaliado neste momento, não existe", disse Vítor Constâncio em resposta a uma pergunta sobre se a "dureza" do Programa de Estabilidade e Crescimentos poderia fazer mergulhar o país, novamente, numa recessão.
Portugal registou uma queda de 1 por cento no último trimestre do ano passado, face ao período homólogo de 2008, e caiu 0,2 por cento face ao terceiro trimestre do ano passado, interrompendo dois trimestres de crescimento.
O Instituto Nacional de Estatística reviu a 11 de Fevereiro último, em baixa, a previsão inicial de estagnação nos últimos três meses do ano passado, "reflectindo sobretudo nova informação sobre o comércio internacional (valores nominais e deflatores)", de acordo com o organismo oficial das contas nacionais.
DN

terça-feira, 9 de março de 2010

medidas «adequadas ao objectivo» ?

O governador do Banco de Portugal considera as medidas do PEC «adequadas ao objectivo».
Vítor Constâncio afirmou ainda que «espera que a Comissão de Bruxelas venha a aprovar o nosso programa e que Portugal esteja disposto a fazer tudo o que for necessário para cumprir o objectivo em 2013 de ter o défice abaixo dos três por cento».
Esta meta é essencial, considera ainda o governador, para o futuro de Portugal.
TSF

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

vice-presidente do Banco Central Europeu






a escolha não é feita "com base no mérito mas enquanto resultado de uma negociação entre os governos". Vítor Constâncio in Jornal Público

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Governo discorda de Constâncio ?

«É uma opinião do doutor Vítor Constâncio, não é uma opinião que o Governo subscreva.
Julgo que o Governo deu já, no Orçamento para 2010, um sinal bem claro daquilo que entende serem os instrumentos necessários para repor Portugal numa trajectória daquilo que vinha seguindo».
Sol

Portas ironiza alertas de Vítor Constâncio


Vítor Constâncio «recebe 17 mil euros por mês de salário e que tudo o surpreende».
«Fica surpreendido com o BPP, fica surpreendido com o BCP, fica surpreendido com o BPN, fica surpreendido com o valor do défice, fica surpreendido com o valor do endividamento, tudo o surpreende», ironizou Paulo Portas.
«A única coisa que não é surpreendente para os portugueses é o dr. Vítor Constâncio a defender aumentos de impostos. Sempre os defendeu e é por isso que sempre esteve errado nessa matéria»
TSF


depois disto vamos ter mais uma semana de "negócio de submarinos" porque quem se mete com o ps... leva!

Constâncio admite aumento de impostos indirectos - Bolsa - DN


O governador do Banco de Portugal afirmou hoje que vão ser necessárias novas medidas para reduzir o défice, perspectivando mesmo que poderá ser preciso aumentar os impostos indirectos.
"A redução do défice orçamental implicará novas e difíceis medidas de contenção da despesa e presumo eu, nos próximos anos, alguns aumentos de impostos indirectos".
"Seria mais grave um aumento dos impostos direitos (...). Não podemos esperar tudo da evolução da economia. Tem de haver novas medidas, contenção da despesa e ao mesmo tempo, mas como digo, depende da escolha que o Governo fizer, podemos esperar algum aumento dos impostos indirectos".
DN

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

uma entrevista a não perder

...
O ministro (das Finanças) português não tem poder. Mandam-no calar. O ministro das Finanças normalmente é considerado o "Senhor Não". E aqui não é assim porque ninguém liga nenhuma. Portanto, das duas uma: ou o primeiro-ministro também tem perícia financeira - esse era certamente o caso quando eu estive no governo -, ou então não tem, e o poder do ministro das Finanças é mau. Extraordinário é que já ouvi respostas como: "Não, é que já houve aqui uma ditadura, até parece que era de um ministro das Finanças." É realmente uma confusão histórica monumental. Porque um ministro das Finanças com poder é uma garantia para o contribuinte. Quando o ministro não tem poder cria-se uma situação do género: "Alguém que pague, depois logo se vê." Mas não há alguém cuja cara seja: "Eu sou aliado dos contribuintes."
...
O actual governador (do BdP) é um homem com interesse pela universidade. Teve uma carreira partidária importante e depois teve uma experiência bancária que foi decisiva, porque lhe deu o que o académico não tem: o real time. Teve isto tudo. E mesmo assim apanhou o tsunami da supervisão financeira, que não teve consequências más, mas que, como com outros banqueiros centrais, o levou a dizer : "Não me tinham falado sobre isto." Não vejo tanto a questão da cor política, porque o Banco de Portugal ajudou governos que não eram socialistas. É quando se tem de substituir a pessoa, qual é o universo para o qual se olha. Se o universo forem só os boys - ou as girls, não se vê porque não podemos ter uma governadora (há agora uns testes feitos em Cambridge, de neurobiologia, que mostram que o sentido do risco pode ser maior nos homens, mas o sucesso financeiro muitas vezes é maior quando se consegue combinar o sentido do risco com o cuidado feminino) -, diria que a questão da cor é importante quando leva a que nem sequer se considerem outras pessoas. A independência sem competência não é credível. E a competência não traz independência. Não se olha suficientemente para o universo, e estou convencido de que há pessoas próximas do PS que poderiam ambicionar o lugar de governador e até gostariam.
Jorge Braga de Macedo ao jornal “i”

sábado, 21 de novembro de 2009

um comentário “anónimo”

... o Constâncio disse hoje à TSF que ficou surpreendido com as previsões do governo para o défice orçamental: "esperava que fosse um pouco menor, talvez 7 e TAL %".
O especialista dos científicos 6,85% no tempo do PSD/CDS, adopta agora o estilo palpiteiro à medida do dono (dele e do défice).
Também palpitou sobre a necessidade de "medidas importantes" para reduzir o défice, como o aumento de impostos.
E, a propósito da sua candidatura ao BCE, disse que "não é fácil para um português chegar a um cargo europeu desta importância". E eu acrescento que não é fácil a um português chegar a um cargo importante em Portugal, se não for do partido (dele e do dono). in comentário a UMA TRISTEZA no Portugal dos Pequeninos (a ler)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

PS paga a Vitinho o começo da Legislatura

As conclusões do relatório da comissão parlamentar de inquérito ao BPN, entregues na próxima semana, terão o voto contra de toda a oposição. O documento redigido deputada socialista Sónia Sanfona iliba o Banco de Portugal de qualquer responsabilidade Sol
Trata-se obviamente do pagamento das dividas que o Partido Socialista tem para com Vítor Constâncio e vão desde o apoio inicial quando se referiu ao deficit do Governo Santana Lopes até á inesperada e para muitos desnecessária nacionalização do BPN.
A História acabará por repor toda a verdade...