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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Crise política é “golpe”!


O sociólogo António Barreto afirmou que a demissão do Governo foi um “golpe” do ainda primeiro-ministro para provocar eleições, vitimizar-se e que isso aumenta as dificuldades para Portugal se financiar nos mercados.

“Agora estamos em situação praticamente desesperada”, disse ainda o sociólogo, que insistiu na necessidade de realizar uma auditoria às contas públicas.

Se não se realizarem auditorias, há dois problemas. O primeiro é que damos mais um sinal negativo ao exterior, isto é, que temos algo a esconder. Em segundo lugar, perante o eleitorado português, perante os cidadãos, é um factor de deslealdade inadmissível”, concluiu António Barreto.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Auditoria às contas públicas


Segundo o Expresso apurou, Cavaco deu voz à preocupação (sua e das autoridades europeias) de que a descoberta de novos buracos nas contas ponham Portugal ainda mais em xeque, mas também a UE, que teria falhado pela segunda vez no acompanhamento de um Estado-membro. O pior cenário seria a repetição do que se passou na Grécia: a revelação de despesas escondidas e a evidência do falhanço dos mecanismos de controlo europeus.

É óbvio que vai haver uma auditoria às contas públicas, a única dúvida é saber se vai ser feita e divulgada antes ou depois das eleições antecipadas. Também é mais do que provável que se encontre um buraco, a única duvida é a sua dimensão. Quem é que vai pedir esta auditoria, a oposição ou a UE, como uma das condições para conceder ajuda? Depende de quem se mexer primeiro, mas considero altamente improvável que Portugal consiga chegar às eleições sem pedir ajuda, ainda que parcial. É evidente que um buraco nas contas públicas vai colocar Portugal e a UE “em xeque”. Mas o mal que isso fará a UE é independente de o resultado da auditoria ser conhecido em Maio ou alguns meses depois. O que não é indiferente é uma atitude de oposição à auditoria. Como é que fica o PR se se opuser a uma auditoria antes das eleições e uma auditoria posterior revelar um buraco gigantesco? Como é que fica a UE ao opor-se a uma auditoria para tentar esconder a sua incompetência e esta ser revelada poucos meses depois?É óbvio que uma auditoria às contas públicas é uma operação de risco, mas porque é que uma auditoria se revela tão premente? De qualquer forma, tentar impedir uma auditoria antes das eleições parece-me o caminho mais suicida para quem o tentar. publicada por Pedro Braz Teixeira no Abelhudo

segunda-feira, 28 de março de 2011

Auditoria, já!


Li no "Expresso" desta semana que o PSD queria pedir, já, uma auditoria às contas públicas para saber o real estado das contas do nosso País. Nessa noticia vem que o Presidente da Comissão Europeia, o Sr. Dr. Durão Barroso, que é cada vez menos Português desde que abandonou o país, a chanceler Merkel e o Presidente do BCE pediram a Cavaco que não o fizesse, pois tal poderia prejudicar a imagem de Portugal no exterior.

Com esta auditoria poderia (e julgo que se irá descobrir) que o País está em pior estado do que pensamos, e tal poderia levar à descoberta de despesas escondidas e ao falhanço dos mecanismos de controlo Europeu. O pior que poderia acontecer era descobrir que as contas públicas tinham sido falseadas como na Grécia.

Sinceramente, eu não quero saber o que diz a Sra. Merkel e Durão Barroso que depois de eleito primeiro-ministro fugiu assim que teve hipóteses, o que me interessa é Portugal e saber, realmente, em que estados estão as nossas contas. Primeiro estão os interesses de Portugal e não os da Europa ou de outros países.

Espero que alguém tenha a coragem de pedir uma auditoria já, se não teremos que ser nós Portugueses a fazê-lo.

Passos Coelho não teve essa coragem. por João Monge de Gouveia no SENATUS

domingo, 27 de março de 2011

Estou à espera que Constâncio dê um murro na mesa


Não posso acreditar que o BCE tenha recomendado que as contas do país não sejam imediatamente auditadas, para evitar a descoberta de "mais buracos nas contas públicas". E menos quero acreditar que Constâncio não tenha dado um murro na mesa perante tal insinuação. Constâncio, actual Vice-Presidente do BCE, jamais poderia aceitar esta recomendação. É uma questão de dignidade profissional. Afinal, foi ele quem presidiu ao Banco de Portugal durante os longos anos em que o seu Partido Socialista esteve no poder. por Carlos Nunes Lopes no 31 da Armada


...e não devemos esquecer que era o brilhante "regulador" para o BPN e BPP!

sábado, 26 de março de 2011

povo imbecilizado e resignado...?

Como é que é possivel ainda aturar isto:

Apesar, ou talvez por causa, das Novas Oportunidades ainda somos: "Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...”