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terça-feira, 7 de agosto de 2012

para já não confiam em manifestações...

À semelhança do que aconteceu há quatro anos, quando Maria de Lurdes Rodrigues era ministra da Educação, os protestos de professores nas redes sociais e na blogosfera voltam agora a estar em alta. Só que hoje, e ao contrário do que então sucedeu, os docentes estão cansados, desiludidos, assustados... público

"É natural que os professores estejam alheados, pois tem aumentado a falta de confiança nos representantes políticos e sindicais. Há uma descrença muito grande nos nossos representantes e as pessoas estão cansadas de sucessivas desilusões", justifica Nuno Domingues, professor contratado e autor do blogue Educar a Educação. André Pestana, também contratado e dirigente do movimento independente de docentes 3 R"s, corrobora: "Muitos colegas sentem que se não conseguimos ganhar em 2008 com 120 mil professores nas ruas, será impossível agora". A solução, defende, passará também por encontrar uma "alternativa aos actuais dirigentes sindicais, que estão nestes cargos há mais de 20 anos".
para já não confiam em manifestações... não tarda deixam de acreditar nos sindicatos! Politica partidária e ambições pessoais mantiveram o sindicalismo de hoje igual ao de há quarenta anos e não perceberam que estavam a matar a talvez maior conquista pós 25 da Abril, Talvez tão, ou mais, importante quanto a Democracia.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

"Se não nos receberem, só saímos daqui à força"

Cerca de 20 professores contratados que ficaram sem colocação invadiram o Ministério da Educação e, desde as 11h, exigem ser recebidos pelo ministro Nuno Crato.
Aqueles professores exigem que o Ministério da Educação reconheça publicamente o erro e que volte a ser possível a candidatura antes do lançamento da próxima bolsa de recrutamento.
Para além disso, querem que «aos professores vítimas do erro ministerial - quer permaneçam no desemprego quer venham a obter uma colocação posterior - seja contabilizado o tempo de serviço a partir da data da bolsa de recrutamento em que o erro foi detectado (19 de Setembro)» e que «seja atribuída uma indemnização compensatória aos professores ultrapassados neste processo que já não venham a ser contratados no presente ano lectivo».

Depois de os políticos-candidatos terem ocupado o Jornal da Madeira chegou a vez aos professores…
As declarações de dirigentes partidários e de centrais sindicais, além das do nosso primeiro, começam a verificar-se!
Quem é que se segue?

segunda-feira, 25 de julho de 2011

os professores vão dar aulas…


O Ministério da Educação mandou retirar professores das direcções-gerais, fazendo-os regressar ao ensino.

"Cerca de 900 professores voltam às escolas já no próximo ano lectivo", disse Carlos Chagas, do Sindicato Nacional Democrático dos Professores, ao jornal "Correio da Manhã".

domingo, 14 de março de 2010

600 professores pediram ajuda


Desde 2006, ano de abertura do SOS Professores, que cerca de 600 docentes se queixaram à linha por serem vítimas de actos de violência. Às agressões físicas e verbais, juntam-se situações de indisciplina como aquelas que terão estado na origem do suicídio de um professor de Música de uma escola de Fitares.
Os alunos são a principal razão de queixa (58,4%), mas também os encarregados de educação agridem os docentes (25,5%). Da análise aos dados da linha - uma iniciativa da Associação Nacional de Professores (ANP) -, constata-se ainda que são sobretudo as mulheres que procuraram apoio. As faixas etárias dos 40 aos 49 anos e dos 50 aos 59 representam quase metade das chamadas efectuadas.
Os dados da linha demonstram também que são os alunos do terceiro ciclo - precisamente o nível de escolaridade da turma que alegadamente agredia o professor de Fitares -, com 50 queixas, e do secundário (46) que motivam mais problemas. Desde 11 de Setembro de 2006 até 19 de Junho de 2009, a linha recebeu 353 contactos, dos quais 184 foram efectuados durante o ano lectivo de 2006/2007, 136 em 2007/2008 e 33 em 2008/ /2009. A estes 353 contactos juntam-se mais dez efectuados entre 10 de Setembro de 2009 e 10 de Janeiro de 2010. Houve ainda o acompanhamento de 228 situações, o que perfaz um total de 581 serviços prestados.
DN
vale a pena ler o livro de José Gil...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ainda temos alguma Oposição que é séria

o CDS, Bloco e PCP unidos contra PSD na avaliação dos professores

A posição do PSD na avaliação dos professores criou algum mal-estar na bancada laranja. Porque, alegam alguns deputados, terá sido mal explicado o recuo na suspensão do modelo, avançado num projecto inicial. Sinal desse mal-estar foi a intervenção do deputado José Luís Arnaut na reunião do grupo parlamentar "laranja" que questionou se o partido tinha já algum acordo com o PS para este dossier. O líder da bancada, garantiu que não, afirmando que o PSD assumiu, neste assunto, um "exercício de responsabilidade".

sábado, 14 de novembro de 2009

Bloco Central para professores.

O primeiro ministro procurou os jornalistas para dizer que acolheu com agrado a retirada da palavra «suspensão» da proposta apresentada, sexta-feira no Parlamento, pelo PSD para o novo modelo de avaliação de desempenho dos docentes.

Recusando que exista um «acordo prévio» na base desta tomada de posição dos social-democratas, o chefe do governo frisou que tanto ele como a ministra da educação vêem «com bons olhos o exercício de responsabilidade da Assembleia da República» que leva o PSD «a abdicar da tentativa de suspender» o actual modelo de avaliação.
ler mais»»

e no acordo estará contemplada, entre outras, a divisão das Direcções Regionais pelo Centrão?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

mil vagas para professores de Educação Especial


Em Janeiro passado, o Ministério da Educação anunciou que a decisão de avaliar a aplicação da CIF, um dos eixos fundamentais do projecto de avaliação de toda a reforma da Educação Especial, que pretende ainda conhecer os recursos e apoios existentes em ambiente escolar.

Em Setembro. e em véperas de eleições e pedidos de desculpa aos professores. o Ministério da Educação criou mais mil lugares nas escolas para professores de Educação Especial no ano lectivo que começa a 10 de Setembro, revelou à agencia Lusa o secretário de Estado Lemos.
...
o resto são as tretas do costume com o passado como culpado, pode ser lido em "Ministério cria mais mil vagas para professores de Educação Especial"
no Publico, onde também é divertido ver transcritas as frases criadas pela máquina de propaganda governamenta... mais do mesmo.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

depois do TGV... avaliação simplificada no próximo ano

O Ministério da Educação divulgo o relatório do CCAP enviado a Maria de Lurdes Rodrigues sobre o acompanhamento e a monitorização da avaliação de desempenho docente, anexando o despacho da ministra sobre esta matéria dirigido àquele órgão.
O processo de avaliação dos professores foi simplificado por duas ocasiões e foi um dos motivos para as manifestações de docentes de 8 de Março e 8 de Novembro de 2008 e de 30 de Maio deste ano.
Sindicatos e Governo realizam este mês e no próximo um processo de revisão da avaliação de desempenho, tendo a ministra manifestado no Parlamento, em Dezembro, disponibilidade para alterar ou até substituir o modelo. No despacho, a ministra solicita ao CCAP, tendo em vista o segundo ciclo de avaliação, que se inicia no próximo ano lectivo, «ponderação e parecer sobre a pertinência» de ser adoptada uma de duas alternativas.
A primeira, indica, será adoptar o modelo de avaliação de desempenho docente original, publicado em Diário da República a 10 de Janeiro de 2008, mas com «as alterações eventualmente consideradas necessárias», designadamente em relação à duração dos ciclos de avaliação.
A segunda hipótese colocada pela governante à consideração do CCAP prende-se com a manutenção por mais um ciclo avaliativo (dois anos lectivos) do actual regime simplificado, «de forma a permitir às escolas e aos docentes o desenvolvimento e a consolidação das competências avaliativas, bem como um período de maior estabilidade, antes de proceder a novas alterações». Sobre o relatório propriamente dito, a ministra sublinha que, apesar de serem referidas «as dificuldades, as resistências e as divergências de percepção», são igualmente confirmados «os elevados níveis de concretização, de competência dos avaliadores e de exequibilidade técnica de avaliação», sobretudo depois de aplicados os regimes simplificados.
Maria de Lurdes Rodrigues pede ainda ao Conselho uma proposta sobre os termos de referência de um programa de formação para professores titulares.
Entretanto, em Valadares, a titular da pasta da Educação disse que o Governo está a cumprir o seu compromisso com os sindicatos «de acompanhar e estudar a concretização do modelo» de avaliação.
TSF