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sábado, 7 de julho de 2012

RESUMO DO REGIME, DOS PARTIDOS E DO SEU LIXO

«O que a CGTP, PCP, BE e PS fingem não saber é o simples facto de não haver dinheiro para pagar tudo como se pagava até aqui. O PS deu um golpe absolutamente mortal à sustentabilidade do país endividando-o para lá de toda a sensatez. E isso aconteceu sabendo das taxas de crescimento anémicas que tínhamos durante uma década. Não é sequer preciso um economista para perceber que esse caminho tinha um desfecho terrível. O PS e Sócrates não quiseram saber. Usavam paliativos ridículos com os sucessivos PEC cuja receita desbaratavam logo de seguida. Com este tipo de actuação à vista de todos nunca as críticas da esquerda tiveram o tom que têm hoje. Sabiam o caminho que se estava a trilhar e entretinham-se a discutir idiotices. Foi o PCP que se manifestou a favor do TGV numa altura em que era óbvio para todos que era um projecto que não podíamos fazer. Não só pelo seu elevado custo inicial como pelo projectado prejuízo operacional.» Groink
por joshua no PALAVROSSAVRVS REX

sábado, 5 de maio de 2012

comentador Freitas

Á margem da iniciativa "Primeiro a Madeira", socialistas do PS-Madeira – o terceiro partido nas últimas eleições - visitaram o mercado e a área comercial de Câmara de Lobos onde constataram, segundo disse à Lusa o presidente Victor Freitas, que o comércio regista quebras nas vendas superiores a 50 por cento devido ao aumento dos impostos e à descapitalização das famílias.
O que levou Freitas a concluir que o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro assinado entre os governos da República e Regional levará a Madeira "à recessão, ao desemprego, pobreza, exclusão social e à emigração". EC 

Uma genial LaPalissade a caminho de outras boas tiradas, “à margem”. Um discípulo com futuro seguro

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ainda pior que na Madeira...

No total, a dívida dos municípios é de oito mil milhões de euros, sendo que três mil milhões são dívida de longo prazo, o que acaba por ter peso na situação da banca.
Um terço das 308 câmaras tem problemas sistémicos e 38 municípios são responsáveis por 30% da dívida superior a 90 dias. Essa dívida – entre 90 dias a um ano, geralmente a fornecedores de bens ou serviços – é a que mais preocupa a troika, pois tem como efeito o estrangulamento da economia local. rr

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Silva Pereira, os desvios e o superavit orçamental

Vítor Gaspar disse ontem no Parlamento que do desvio de 3,4 mil milhões de euros, 2,4 mil milhões vão passar para 2012. Leu bem? 2,4 mil milhões de euros! Uma pipa de massa a somar aos valores que já estavam previstos para 2012 (o défice total não poderá superar 8 mil milhões de euros).

Em qualquer país decente esta calamidade seria levada a sério pelos deputados. Senão por todos, pelo menos por aqueles que assinaram o pacto de regime com credores estrangeiros.
Mas o que se viu ontem foi exactamente o oposto: um ex-ministro da Presidência (que não há muito ameaçou que o PS poderia rasgar o pacto assinado com PSD, CDS e Troika…) e um ex-Secretário de Estado da Segurança Social, a fazerem de conta que não conhecem a verdadeira situação das contas públicas (até se falou em almofadas para 2012…).

Discordar de políticas é coisa normal em Democracia. O que não é normal é ver dois ex-governantes branquearem o monumental desastre que deixaram para trás. O que não é normal é ver dois ex-governantes, cujo governo jurava em Fevereiro ter apurado um superavit orçamental (imagine-se!), contestarem despudoradamente números apurados pelo INE e pelo Banco de Portugal. por Camilo Lourenço no Jornal de Negocios

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

As PPP, o roubo de uma geração

Entre 2014 e 2026, nós, portugueses, iremos pagar todos os anos mais de 1.500 milhões de euros em PPP. 1500 milhões é o mínimo, porque a conta pode chegar aos 2500 milhões (entre 2014 e 2018). Até 2038, iremos pagar - no mínimo - 1000 milhões por ano. A conta das PPP só baixará dos 500 milhões por ano em 2040. Ou seja, os meus netos ainda vão ter de pagar a conta deixada por Sócrates. Como já afirmei, a questão não é a reestruturação da dívida (até porque isso nem depende só de nós; estamos numa moeda partilhada). A grande questão passa por reestruturar esta conta com os construtores e concessionárias. por Henrique Raposo no Clube das  Republicas Mortas

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

da dívida oficial dos PALOP

Segundo o Banco de Portugal, a totalidade da dívida oficial dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa ao Estado português atingiu no dia 31 de Dezembro de 2010os 1.817 milhões de euros, mais 12.9% face a 2009.
O maior devedor é a Angola que deve 1.087 milhões de euros no final do ano passado, cerca de 60% do total da dívida dos PALOP.
"O crescimento da dívida oficial destes países atingiu no ano transacto 207,5 milhões de euros, o mais elevado dos últimos 15 anos".

domingo, 1 de maio de 2011

a divida compra votos...

I. 2007-2010: a dívida portuguesa cresceu mais 41% (repito: 41%) do que a média da UE. Ora, perante dados como este, muita gente pergunta: "mas como é possível ainda haver gente que vota na irresponsabilidade de Sócrates?". A questão é mais do que justa, mas esquece um pormenor: no terreno, na realidade, esta dívida socrática equivale à compra de votos, equivale ao aumento dos dependentes do Estado (em várias formas). Sócrates endividou o país de forma criminosa, mas com isso comprou votos. Há pessoas a fazer as creches e os hospitais e as estradas, etc., etc. E depois há gente que vai trabalhar nessa artilharia-estatal-construída-pela-dívida. Tudo isto é insustentável? É. Gastar todo este dinheiro agora é um acto populista sem nome? É. Mas aquelas pessoas que estão a beneficiar deste esquema não pensam assim, como é óbvio. E o seu voto reflecte isso. Estas pessoas não querem saber dos gráficos da dívida. Querem saber daquilo que cai na conta todos os meses.
II. Este aumento brutal da dívida serviu para Sócrates aumentar (ainda mais) as hordas de dependentes do Estado (funcionários e beneficiários; o "partido-Estado" de Medina Carreira) que são a base eleitoral do PS. Este povo (do sr. dr. ao sr. RSI) que gira em torno do Estado é o povo do statu quo, é o povo que reage a qualquer mudança, é o povo que se agarre àqueles que dizem que não é preciso mudar muita coisa. E, se repararem, Sócrates, depois disto tudo, continua a dizer que não é preciso mudar muito. Os "maus" (a direita) é que querem destruir o nosso querido esquema. Portanto, não vale a pena dizer o "povo é burro", que o "povo gosta de levar pancada", que "o povo está escravizado e não consegue ver a realidade". Isso é ficar pela rama. Isso é não perceber a perversidade da política conduzida pelo PS e por Sócrates (aumentar os dependentes do Estado, aumentando assim a sua base eleitoral). Isso é não perceber o monstro que é preciso destruir. Isso é não perceber que o terreno está minado. Isso é ser ingénuo. Isso é pensar que a democracia escolhe quem tem razão. por Henrique Raposo no Expresso