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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Plano para controlar media é “ideia delirante”


O primeiro-ministro rejeitou hoje ás 20 horas, em São Bento, qualquer plano de controlo da comunicação social e sublinhou não ter nada a temer.
'Não temos nem tivemos um plano para controlar a Comunicação Social. É uma ideia infundada e até delirante”, disse em conferência de imprensa no início dos telejornais.
Numa breve declaração, sem direito a perguntas aos jornalistas, o chefe do Governo começou por enunciar aquilo que no seu entender são “três verdades”:
1- nunca deu orientação à PT ou a qualquer dos seus administradores para avançar com a compra da Media Capital, que detém a TVI;
2- o Governo não foi informado pela operadora da sua intenção de adquirir a empresa detida pelo grupo Prisa; e
3- nunca teve um plano para controlar os meios de comunicação social.
“Nenhuma especulação o poderá desmentir”, acrescentou.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

TODOS PELA LIBERDADE


Se o leitor é defensor da liberdade de informação, será importante que assine esta petição«TODOS PELA LIBERDADE»
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1213

terça-feira, 15 de setembro de 2009

"PS e PSD, estão a asfixiar o que nos resta de democracia"


Nestas eleições, até aqui, tudo se está a passar como se PS e PSD tivessem feito um pacto formal de não trazer à discussão pública questões do carácter de quem nos governa, tem governado e quer governar.
Tudo se está a passar como se as duas grandes superfícies políticas tivessem um Estado-Maior conjunto cuja missão fosse convencer os portugueses da inevitabilidade fatal de eleger um deles. E não tem que ser necessariamente assim.
Há ética para além do que Maquiavel diz, mais liberdade do que o politicamente correcto martelado à custa de censura e mais possibilidades do que escolher o voto meramente entre BPN e Freeport.
A coligação de interesses do Bloco Central já nos fez chegar à grande crise mundial com desvios nos indicadores de desenvolvimento que prenunciam um futuro sombrio.
Portugal precisa de revolucionar as escolhas políticas.
Não é a votar repetida e clubisticamente que nos assumimos como povo e como Estado.
Juntos, PS e PSD, estão a asfixiar o que nos resta de democracia e parece que já nem notamos que nos está a faltar o ar. por Mário Crespo em O grande silêncio no JN

Mário Crespo "atingiu a idade em que se pode começar a dizer tudo", aquela idade que não se mede por anos, mede-se por experiencia, por carreira feita.
O artigo de opinião que colocou no JN está feito de experiencia acumulada.
O Jornalista João Severino, em REVOLUÇÃO, comenta
desta maneira aquele artigo de opinião:
O jornalista Mário Crespo defendeu no 'Jornal de Notícias' que o PS e o PSD asfixiam o povo português. Sublinhou no seu artigo (...) que tem de haver uma revolução na escolha futura dos portugueses. No entanto, assim é fácil escrever. Crespo não apresentou uma única alternativa para votar...
Não estou de acordo. Não cabe a comentador indicar, a sua função é a de alertar, e a nossa é a de quebrar a preguiça do pensar e escolher em liberdade.
Claro que a "massificação" que nos deu a "preguiça" condicionou-nos a liberdade. Isto é, trinta e quatro anos depois estamos na mesma... até no votar!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

os "inimigos do povo"


Jornalistas considerados "inimigos do povo"
Uma ofensiva do Estado contra a liberdade de expressão. É nestes termos que a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) - organismo que agrupa 1300 publicações na América Latina, classifica o actual panorama jornalístico na região, alertando contra ameças à liberdade de imprensa em vários países. Com destaque para quatro: Venezuela, Bolívia, Equador e Nicarágua. E até a Argentina está sob ameaça das arbitrariedades do poder que transforma os jornalistas em "inimigos do povo".
DN