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segunda-feira, 11 de junho de 2012

“anda muito distraído”, diz Marcelo

Marcelo Rebelo de Sousa volta a criticar Vítor Constâncio desta vez depois da sua ida à comissão parlamentar do BPN.
No seu habitual espaço de comentário na TVI, o antigo líder do PSD diz ter ficado surpreendido “como é que uma pessoa que é vice-presidente do Banco Central Europeu não sabe qual é o montante de prejuízos do BPN. Anda muito distraído”.
Marcelo acrescentou que o Banco de Portugal “podia e devia ter controlado mais, se não tinha instrumentos devia ter e um governador não podia, de consciência tranquila, ser governador não notando o que se passava passava ali ao lado no BPN”.
Vítor Constâncio, ex-governador do Banco de Portugal e actual vice-presidente do Banco Central Europeu, disse que não podia ir mais longe na supervisão na altura.
Noutro âmbito, Marcelo Rebelo de Sousa diz que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, tem que falar aos portugueses para esclarecer qual o futuro da saúde em Portugal.
“O que vai ser feito só pelo Estado, o que vai ser feito pelo Estado e pelos privados, o que vai ser feito, apenas, pelos privados. Há muito a esclarecer”, disse o comentador. rr

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O escândalo infame do BPN

Face aos dados e aos números que continuam a vir a público, faço minhas as palavras de escândalo, de estupefacção e de indignação que me chegam pelo correio electrónico e de que retiro o essencial. 

Depois de nos terem dito que o prejuízo para o Estado (isto é, os contribuintes) pouco passaria dos 2 mil milhões e se ter falado já de 5 mil milhões, agora chegou-se a um prejuízo total de mais de 8 mil milhões e acaba de publicar-se um número astronómico: 9 710 539 940,09 euros!... 

É uma burla de um tamanho tão gigantesco que não tem precedentes na História de Portugal. 

O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma pálida ideia da sua grandeza. 

Com 9 710 539 940,09 € (nove mil, setecentos e dez milhões, quinhentos e trinta e nove mil, novecentos e quarenta euros e nove cêntimos!...), poderíamos: 

Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo) 
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete. 

Distribuídos pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971 euros! E, para transportar os 9,7 mil milhões de euros, seriam necessárias 4 850 carrinhas de transporte de valores!

O que diz Vítor Constâncio, que garantia que o prejuízo seria só de 700 milhões de euros? O que diz Teixeira dos Santos, que assegurava que não haveria prejuízo para o contribuinte nacional? O que diz José Sócrates, que não dizia nada, mas decidiu tudo? Como explicam aquilo? 

O que fazem a Justiça e a Procuradoria-Geral da República? Além de mascarem Oliveira e Costa como pastilha elástica, não descobrem mais nada? O que se passa com Dias Loureiro, Arlindo de Carvalho e outros? 

Alguém consegue explicar para onde foi aquele dinheiro todo? Como foi possível uma banqueta como o BPN absorver todas estas responsabilidades? 

É fundamental que a Comissão de Inquérito constituída na Assembleia da República identifique os gatunos que, na maior tranquilidade e impunidade, conseguiram este roubo colossal. É muito dinheiro para se ter evaporado. 

A Justiça tem obrigação de fazer despoletar de imediato os mecanismos judiciários adequados para reaver muito do dinheiro que os autores/artistas/burlões roubaram e com o qual se abotoaram, tendo-o aplicado sabe-se lá onde. Impugnar, rescindir, anular contratos é o mínimo que se impõe. Não pode haver tergiversações de qualquer espécie, nem “direitos adquiridos” intocáveis. por José Ribeiro e Castro no Avenida da Liberdade

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

mais um "submarino" pró BPN


O CDS-PP insiste na necessidade de vários intervenientes serem ouvidos.
A deputada Assunção Cristas lamentou ainda a atitude do ministro das Finanças «quando lhe são exigidas explicações».
Segundo a democrata-cristã, até agora o ministro não mostrou disponibilidade de agenda para prestar esclarecimentos, manifestando inclusive «desinteresse», o que é «lamentável do ponto de vista do relacionamento institucional»,
sobretudo quando fontes do Ministério vão dando informações sobre o assunto aos jornais.
Para além de querer ouvir vários intervenientes sobre o BPN, o CDS-PP entregou à tutela 12 perguntas, por escrito, que ainda não obtiveram resposta.

Também o BE quer discutir com Teixeira dos Santos e «com todos os outros envolvidos» se «este caminho de permanente aumento da factura com o BPN vai continuar a ser trilhado pelos responsáveis políticos do Governo».
O deputado José Gusmão justificou esta iniciativa afirmando que os bloquistas estão fartos de factos consumados e sublinhando o peso para os cofres públicos da factura do BPN.
«O ministro das Finanças tem dito sempre sobre este processo que as decisões não estão tomadas até ao momento em que estão tomadas e são irreversíveis. Queremos discutir com o ministro das Finanças qual o melhor rumo a dar à situação do BPN», referiu Gusmão.
Parece que apenas os partidos "das pontas" estão a merecer os termos eleito e o que lhes pagamos!
Onde raio é que pára o PPD/PSD/PPC?

Mas também alguém tem que explicar a este desgoverno que não é dono, é apenas gestor do dinheiro dos nossos impostos e que, se em vez contribuintes fossemos accionistas, "eles" em vez de governo fossem administradores e o Estado fosse uma empresa "à séria"- não uma eléctrica ou telefónica - há muito que teriam sido despedidos com justa causa.
Mas antes teremos que leccionar aos contribuendos aquela disciplina "fascista", a que chamávamos OPAN, onde aprendíamos para que se destinavam os impostos...

terça-feira, 7 de julho de 2009


PS iliba Constâncio no processo BPN
O governador do Banco de Portugal (BdP), Vítor Constâncio, escapa ileso no inquérito parlamentar sobre o BPN. O PS, autor do relatório final, limitou-se a usar dois adjectivos para criticar a supervisão.
Correio da Manhã
PCP criticou “o proteccionismo pessoal” dado
“Decepcionantes e frustrantes.” Foi deste modo que o PCP classificou a versão final do relatório da Comissão de Inquérito parlamentar à supervisão e nacionalização do BPN.
Publico
Sónia Sanfona diz que BdP poderia ter ido «mais longe» nas averiguações
Na comissão parlamentar ao caso BPN, a oposição está a comentar o relatório apresentado pelo PS, depois de a deputada Sónia Sanfona ter reconhecido que o Banco de Portugal (BdP)poderia ter ido «mais longe» nas averiguações sobre o BPN.
TSF
...Comissão de Inquérito isenta de culpas Banco de Portugal
O relatório que a Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN vai apresentar à Assembleia da República conclui que o Banco de Portugal "não ignorou" nem "permitiu" a situação de inviabilidade do banco, segundo o documento a que a Lusa teve acesso.
Diário de Noticias
Banco de Portugal precisa de «governador competente» e que «actue a tempo»
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje a necessidade de um «supervisor competente» como governador do Banco de Portugal (BP) para evitar que se repita «o que se passou com o BPP, o BCP e o BPN» .
SOL
PS propõe absolvição para Constâncio
Os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito ao caso BPN terminam esta terça-feira com polémica garantida.
O motivo maior de discórdia é a supervisão do Banco de Portugal (BP). Se para o PS foi boa, para a Oposição foi muito má.
"A rede de tipo mafioso do BPN poderia ter sido detectada e extirpada bem mais cedo, se o BP tivesse agido como devia. E se não agiu, não foi por falta de indícios e inspecções, mas porque, ao nível da super-estrutura, não quis agir", comentou o deputado Honório Novo.
Jornal de Noticias
PCP apresenta relatório alternativo
O PCP vai apresentar um relatório alternativo com as conclusões da comissão de inquérito ao BPN devido ao que considera ser um "branqueamento completo das responsabilidades da supervisão" e à falta de aspectos centrais no trabalho da comissão.
"Não podemos deixar passar em claro alguns dos aspectos centrais dos trabalhos desta comissão, designadamente as condições em que foi efectuada a decisão da nacionalização do Banco Português de Negócios e as conclusões de branqueamento completo das responsabilidades da supervisão", afirmou o deputado comunista Honório Novo, em conferência de imprensa que antecedeu a reunião da comissão de inquérito parlamentar à nacionalização do BPN.
Diário Digital
Bloco vota contra «este ou o próximo relatório»
Deputado explica que em «hora e meia» não «ultrapassam divergências» de fundo
Portugal Diário