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quinta-feira, 22 de março de 2012

PS condena decisão do Governo de abandonar projecto do TGV e critica Tribunal de Contas

É curiosa a argumentação de Ana Paula Vitorino: o TGV deve fazer-se porque há uns fundos comunitários para estourar nestas megalomanias, cujo objectivo é pôr os contribuintes europeus a subsidiar a Alshtom, Siemens & quejandos. Para a componente nacional, recorre-se ao endividamento junto do BEI, que sempre dará para enriquecer os construtores e consultores amigos. Também havia financiadores domésticos no grupo, mas a crise (bendita seja!) tratou de lhes secar o funding.
Mas o que verdadeiramente impressiona é que esta gente não é capaz de sair do paradigma que nos arruinou: a locomotiva do crescimento e do emprego passa pelo investimento público em mega-projectos, que se justificam pelo simples facto de a UE os subsidiar, muito embora se afirme com toda a ligeireza que eles “se sustentam a si próprios”. Por importante que seja o financiamento comunitário, existirá sempre a comparticipação nacional, esta sempre alavancada, directa ou indirectamente, por endividamento externo.
Um modelo baseado na lógica do consumo parasitário. Só podia resultar na Troika… por LR no Blasfémias

terça-feira, 28 de junho de 2011

...e agora como é que “eles” vão à praia?

O ministro do fomento espanhol, José Blanco, considerou uma "má decisão" o Governo português concretizar a suspenção da construção da rede de alta velocidade entre Madrid e Lisboa. noticias
Boa decisão” terá sido a da Renfe, rede ferroviária da espanha, ao suprimir três ligações de alta velocidade por falta de procura. Uma das ligações transportava, em média, de nove passageiros por dia. publico

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TGV este ano ascende a 76 milhões de euros


O troço de alta velocidade ferroviária entre Poceirão e Caia, que integrará a futura linha de alta velocidade Lisboa-Madrid, representará um encargo para o Estado de 76,2 milhões de euros este ano, confirmou o Ministério das Obras Públicas à Lusa.
A portaria publicada hoje em Diário da República define os encargos máximos resultantes do contrato para cada ano económico, aos quais acrescerá, entre 2014 e 2050, o IVA à taxa legal em vigor, num total estimado de 2,1 mil milhões de euros.
"As importâncias foram calculadas tendo por base uma estimativa de inflação de dois por cento, devendo as mesmas ser actualizadas anualmente nos termos previstos" no contrato de concessão, lê-se na portaria, que acrescenta que os encargos "são suportados por verbas a inscrever no Orçamento do Estado dos anos respectivos".

De imediato o líder do CDS-PP, Paulo Portas, anunciou que vai chamar o presidente da comissão para reavaliar as parcerias público-privadas e o TGV, afirmando que existe "um fingimento" e que a obra está a avançar.
"Há nesta matéria um fingimento. Oficialmente, diz-se que o TGV está em reavaliação e depois na prática, nas portarias, nos despachos, nos contratos, o TGV está a avançar a grande velocidade".


Eu até estava convencido que no "acordo do tango", PS e PPD, tinham establecido a suspensão daquela coisa! Mais uma vez fui enganado!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ainda há alguns que fazem o “trabalho de casa”!


TPC 1
“O CDS tem a informação de que a Comissão Europeia multou Portugal em 46 milhões de euros relativos ao ano de 2006, já notificou Portugal de uma nova multa de 122 milhões de euros relativos aos anos de 2007 e 2008 e, dentro de semanas, chega a Portugal uma missão da União Europeia que vem inspeccionar os anos de 2009 e 2010”,
Como é que é possível um país que não é rico especializar-se em desperdiçar fundos comunitários?

TPC 2
“Está escrito no acordo entre o PS e o PSD que as grandes obras iam ser reavaliadas”, mas que “na verdade, o executivo toma medidas administrativas, continua a fazer expropriações, abre concurso para as estações do TGV e até já vai pedir o visto ao Tribunal de Contas para o projecto”.
Reavaliar, em bom português, significa parar, suspender, reflectir, meditar, avaliar e o que está a acontecer é o contrário disso”, afirma Paulo Portas, notando que “só pede um visto ao Tribunal de Contas para um projecto quem pretende não reavaliá-lo, não suspendê-lo, mas fazê-lo”.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Governo e PSD falham grupo para reavaliar obras públicas

A rejeição de nomes, de parte a parte, para presidir ao grupo de trabalho acordado entre Governo e PSD para reavaliar as grandes obras públicas tem sido um obstáculo à criação da equipa, um mês e meio depois dessa condição ter sido estabelecida no acordo que permitiu viabilizar o Orçamento do Estado para 2011, apurou o Jornal PÚBLICO.
O Governo propôs para presidente do grupo João Confraria, economista e defensor das obras públicas do Governo, nome que foi recusado pelo PSD.
Foi depois proposto o bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, o que também seria recusado pelos sociais-democratas, com o argumento de que se trata de um representante de uma corporação.
O PSD, por seu turno, propôs para o mesmo cargo os nomes de Freitas do Amaral (ex-ministro PS e especialista em Direito Administrativo) e de João Ferreira do Amaral, professor catedrático do ISEG. E ouviu um "não" do Governo.
O protocolo de entendimento entre Governo e PSD, assinado a 29 de Outubro, congelou os novos contratos de parcerias público-privados e determinou a reavaliação das grandes obras "ainda não iniciadas ou na fase inicial de construção". Uma análise que exigia "celeridade".
Comentários para quê?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

FMI e obras do TGV arrancam no próximo ano

«No transporte ferroviário de longo curso, a grande aposta estratégica é que continua a ser Lisboa-Madrid por alta velocidade».
«Está previsto o arranque das obras no terreno do troço Poceirão-Caia durante o primeiro trimestre de 2011».
TSF

Primeiro, a Irlanda... depois, Portugal.
Perante a ameaça de contágio da crise da dívida soberana a Espanha, que poria em risco toda a zona euro, a União Europeia dá neste momento como certa a ajuda financeira a Portugal e à Irlanda, apurou o jornal i junto de fontes de Bruxelas.
i online

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O futuro começa hoje ?


A oposição ao TGV e às grande obras públicas passa por Belém. O Presidente da República recebe segunda-feira o grupo de antigos ministros das Finanças que opinam pelo adiamento das grandes obras, a começar pelo comboio de alta velocidade. ionline

Paulo Portas apresentou ao Presidente da República “preocupações e dúvidas” sobre o investimento em grandes obras públicas na actual situação financeira do país.
“Eu pergunto, podemos fazer as grandes obras todas ao mesmo tempo? São todas igualmente prioritárias? O país financeiramente aguenta encargos destes? Isto vai ou não vai directamente ao contribuinte?”.
ionline

"O futuro começa hoje" afirmou um dos convidados que ontem foram discutir com o ministro OPTC o estado das finanças portuguesas e a situação económica internacional. Mais do que um jantar, a reunião foi um encontro de trabalho, relativamente informal, promovido por António Mendonça, que teve como tema a actualidade e os investimentos públicos.
ionline

Apesar da crescente contestação política, a assinatura do contrato do primeiro troço do TGV, relativo à linha Lisboa-Madrid, está prevista para este sábado. Depois do presidente do BES, Ricardo Salgado, foi o presidente-executivo do Banco Santander no Reino Unido, Horta Osório, dizer que os megaprojectos devem ser “repensados”.
ionline

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A vingança de Manuela Ferreira Leite ?


No princípio, o reino de Portugal começou por construir o caminho-de-ferro de Lisboa a Elvas, numa linha onde algures num ponto chamado Entroncamento partiria um ramal para o Porto. E assim foi. O comboio chegou primeiro a Badajoz em 1863, mas de Lisboa ao Porto só viria a haver comboios directos em 1877 com a inauguração da Ponte de Maria Pia.

A prioridade foi sempre a de ligar os portos a Espanha e por isso tudo se fez para romper as linhas em direcção à fronteira. Enquanto a Linha do Norte foi construída aos soluços, a da Beira Alta (1882), que ligaria Figueira da Foz a Vilar Formoso, foi feita em quatro anos (um tempo recorde para a época) e pôs o Porto em polvorosa a clamar por uma linha directa a Espanha pelo vale do Douro. Fez-se então a linha do Porto a Barca de Alva (1887), após um investimento brutal que levaria a praça financeira da Invicta à falência, ficando os seus bancos impedidos de cunhar moeda - um caso que ficou para a História como a "Salamancada".

Mais a sul, em 1880 era inaugurado o ramal de Cáceres (Torre das Vargens a Beirã/Marvão) que constituía um bom atalho para Madrid. O objectivo era chegar aos fosfatos da zona de Cáceres, que seriam escoados para o Porto de Lisboa, mas a nova linha revelou-se outro fiasco porque o filão esgotou rapidamente. Além das amortizações de um investimento inútil, a Real Companhia dos Caminhos-de-Ferro assumiu então encargos que a obrigaram a pagar as obras de conservação da estação madrilena de Delícias.

Enquanto isto, Espanha construía um eixo ferroviário desde Vigo até Ayamonte que contornava a fronteira portuguesa. Era a "cintura de ferro", como ficou conhecida. De resto, em Badajoz e em Vilar Formoso, durante vários anos, havia linha desde Lisboa, mas não havia continuação para Madrid porque os espanhóis tardaram em ligar-se às fronteiras.

Portugal construiu, pois, a sua rede ao sabor dos interesses espanhóis. E também foram eles os primeiros a fechar as poucas ligações à fronteira quando nos finais do século XX se tornou moda encerrar linhas de caminho-de-ferro: desmantelaram a linha de Huelva a Ayamonte e foram os primeiros a fechar La Fregeneda quando o comboio ainda apitava em Barca de Alva.

Mais recentemente, em 1998, a Refer inaugura a electrificação da Linha da Beira Alta até Vilar Formoso. Mas a Espanha, apesar dos compromissos assumidos na cimeira da Figueira da Foz em 2003 e de já ter um projecto terminado, nunca avançou com as obras de electrificação até à fronteira lusa.

E quando nos alvores do século XXI se começa a falar no TGV, Portugal começou por querer fazer uma linha Lisboa-Porto-Madrid (T deitado) para se opor ao centralismo do país vizinho. Mas acabaria por se conformar com uma linha directa de Lisboa a Madrid. Com prioridade para a primeira, claro. Tal como no século XIX.

Ferreira Leite, se for eleita, diz que não senhor. Explica que as motivações são financeiras. Mas sabe-se lá se não quererá acertar contas com a História. Por Carlos Cipriano in
Público - A vingança de Manuela Ferreira Leite

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Manifesto contra o plano de obras públicas do Governo

Um grupo de 30 economistas que elaborou um Manifesto contra o plano de obras públicas do Governo defende que além do TGV, também o novo aeroporto de Lisboa deve ser adiado por três ou quatro anos
«Numa altura de grave crise interna e externa e em que a economia nacional está severamente endividada, considero que vale a pena esperar três ou quatro anos antes que se pense arrancar com o projecto», justifica ao SOL o economista Álvaro Santos Pereira, professor do Universidade Simon Fraser (Vancouver, Canadá).
A ideia do manifesto surgiu há cerca de um mês e meio.
«O principal impulsionador da iniciativa é Alexandre Patrício Gouveia, que conjuntamente com Eduardo Catroga contactou vários economistas», esclarece a mesma fonte, sublinhando o facto de os subscritores serem de «diversas tendências políticas».
O grupo de economistas defende que os grandes investimentos públicos devem ser reavaliados, para que possam ser realizados «estudos de custo-benefício mais detalhados sobre os projectos em questão» e «para que haja um debate alargado sobre esta questão em toda a sociedade portuguesa».
«Esta suspensão é claramente prioritária em relação ao TGV, mas também se justifica em outros mega-projectos», acrescenta Álvaro Santos Pereira, dando o exemplo de algumas auto-estradas projectadas.
«Não se justificam ou, pelo menos, deviam ser adiadas para uma altura em que houvesse maior margem de manobra da política económica e quando o nível de endividamento do país for mais reduzido», acrescenta.
No caso concreto do TGV, o economista da Universidade Simon Fraser, acredita que «é muitíssimo mais prejudicial avançar com um projecto das dimensões do TGV, cuja rentabilidade é duvidosa».
«Todos os estudos encomendados pela própria RAVE indicam que o impacto do TGV só será positivo se incluirmos nos potenciais benefícios valores perfeitamente subjectivos e irrealistas de variáveis como a redução do ruído ou as emissões de CO2», remata.
Entre os subscritores do documento estão também Arlindo Cunha, Augusto Mateus, Daniel Bessa, Henrique Medina Carreira, Henrique Neto, João Duque, João Salgueiro, Luís Campos e Cunha, Manuel Jacinto Nunes, Miguel Beleza, Miguel Cadilhe, Mira Amaral, Rui Moreira, Sarsfield Cabral, Vitor Bento, entre outros. Sol

segunda-feira, 15 de junho de 2009

o mundo ás avessas: PS acusa PSD e CDS de suspenderem investimentos na margem sul

A Comissão Política do PS da Moita acusou hoje o PSD e o CDS de exigirem a suspensão de projectos de investimento na Margem Sul, como o novo aeroporto e o TGV, que são 'fundamentais' para a região.
'Aproveitando a escassa vitória eleitoral e confundindo os Portugueses, que votaram para as Eleições Europeias e não para o Governo de Portugal, vem o PPD/PSD e também o CDS, exigirem a suspensão dos projectos de investimento da Margem Sul -- Novo Aeroporto, TGV, Nova Ponte do Barreiro - projectos fundamentais para o país e para os portugueses, particularmente para a região de Setúbal', refere em comunicado.

O PS da Moita refere que a paragem dos investimentos previstos iria contribuir para 'adiar o desenvolvimento da Margem Sul', garantindo que tudo vai fazer para defender os projectos.
'Estes projectos do Governo vão transformar a Baixa da Banheira/Lavradio no novo Centro Urbano da Margem Sul, criando centenas de postos de trabalho na nova Super Estação Multi-Serviços, bem como nas oficinas de manutenção do TGV que vão ser construídas nesta área entre os Concelhos da Moita -- Barreiro', acrescenta."

...ligação a Madrid deve ser para já até ao Pinhal Novo

A prioridade da futura rede portuguesa de alta velocidade deve ser a ligação entre Lisboa e Madrid e “tudo o resto deve ser adiado”, defendeu hoje Fernando Nunes da Silva, professor na área de engenharia do Instituto Superior Técnico, durante um colóquio na Assembleia da República.
Quanto à linha entre Lisboa e Madrid, este especialista em transportes considera que “é dos maiores disparates” a que já assistiu o facto de não estar prevista uma ligação em alta velocidade ao futuro aeroporto internacional em Alcochete, previsto para entrar em operações em 2017.
“O problema que se coloca é como entrará a alta velocidade em Lisboa”, disse Nunes da Silva, que defende que a terceira travessia do Tejo entre Barreiro e Chelas deve ser repensada e que a futura linha deve parar para já na Margem Sul do Tejo, mas já na área da região de Lisboa.
A ligação para Madrid pode perfeitamente parar numa primeira fase no Pinhal Novo”, defendeu, acrescentando que os estudos que já foram feitos “não foram discutidos com serenidade e com tempo” até agora.
O docente universitário considera também que Portugal não tem cidades com dimensão populacional suficiente para justificar um TGV a nível interno, mas tem necessidade de estar ligado a outras grandes cidades europeias por meio da rede de alta velocidade europeia. Está previsto que a ligação entre Lisboa e Madrid fique concretizada em 2013, tal como Porto-Vigo.ECONOMIA - PUBLICO.PT
estes "especialistas" são tão sábios que ninguém os percebe! Pinhal Novo???