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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Evitar a promiscuidade

É sabido que a promiscuidade entre política e negócios tem aumentado entre nós. Passo Coelho teve a coragem de chamar vários independentes para o seu Governo, o que deve ter desiludido parte da sua clientela partidária (embora colocar como ministro o até então secretário-geral do seu partido não tivesse sido uma boa ideia). Vieram entretanto a lume outros factos, ou indícios de factos, que não permitem grande optimismo.
A nova administração da Caixa Geral de Depósitos parece mostrar que a época dos “jobs for the boys” ainda não foi ultrapassada.
Por outro lado, as suspeitas de ligações de elementos dos serviços secretos a empresas privadas não nos deixam descansados. Não é, aliás, saudável que o ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa seja hoje assessor do conselho de administração da Ongoing. Acresce que esta empresa se mostra empenhada em adquirir um canal da RTP a privatizar, dando a ideia de que poderá ter havido uma combinação prévia com gente do futuro governo, o actual.
É urgente purificar este clima, que está turvo e não cheira bem. Por Francisco Sarsfield Cabral no Pagina 1

segunda-feira, 28 de junho de 2010

...agora é a sério!


Os presidentes dos principais bancos portugueses (CGD, BCP, BES e BPI) reuniram-se hoje com o primeiro-ministro que os terá chamado, no final da semana passada, preocupado com o estrangulamento da concessão de crédito por parte da banca. económico

O primeiro-ministro recusou hoje a ideia de que Portugal chegou a uma "situação insustentável", uma expressão utilizada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, no seu discurso do Dia de Portugal, em Faro.
no DN de 10 de Junho

«Muitas vezes sinto-me sozinho a puxar pelas energias do país e acho que o negativismo e o catastrofismo, próprio da lógica do quanto pior melhor, não terá sucesso».
no diario.iol em 25 de Junho

terça-feira, 27 de abril de 2010

mais uma varada...


Parkalgar foi apresentada por Armando Vara como uma empresa inviável, já que o projecto do Autódromo é «irracional do ponto de vista económico» e «um sorvedouro de dinheiro».
Por tal entende o bancário, ex-administrador do BCP, a CGD devia financiar a empresa e o Estado devia ponderar a sua nacionalização, que considera ser «a solução».

Segundo o semanãrio
Sol, o Ministério Público e a Polícia Judiciária de Aveiro interceptaram conversas de Armando Vara com Laurentino Dias, onde Vara tenta convencer o Secretário de Estado do Desporto a pressionar o vice-presidente da CGD, Francisco Bandeira, a financiar com urgência a Parkalgar, proprietária do Autódromo do Algarve.

sábado, 3 de outubro de 2009

"o milionário"

Berardo conseguiu um acordo muito favorável na negociação do reforço das garantias do empréstimo de cerca de mil milhões de euros que fez á banca para comprar acções do BCP que hoje valem em Bolsa pouco mais de €190 milhões
Relembro a guerra de poder que a instituição viveu em 2007 e onde ele foi uma das vozes mais discordantemente sonoras.
As negociações daquela divida acabaram por ser fechadas apenas com a CGD, BCP e BES, onde está o grosso dos empréstimos que venciam este mês, obrigaram Berardo a reforçar as garantias. A CGD e o BCP ter-lhe-ão emprestado cada um cerca de €400 milhões e o BES 200 milhões.
O Santander Totta, um outro banco, que além daqueles, lhe concedeu empréstimos apesar de o montante em divida ser de dimensão pouco significativa, não concordou com os activos que lhe estavam a ser entregues como garantia.
Recorde-se que Berardo investiu mil milhões em acções do BCP e que elas agora valem pouco mais de €190 milhões. Ou seja, regista neste momento uma menos-valia potencial de €800 milhões. Um valor considerável, que obriga os bancos que fizeram os empréstimos a tratar o assunto com extremo cuidado, considerando que não chegar a acordo com José Berardo implicaria o aprovisionamento do montante da dívida com impacto imediato nas contas daquelas instituições de crédito.
baseado em noticia do Expresso

Em 1990, José Manuel Rodrigues Berardo, foi citado na Comissão de Inquérito van Zyl pela exportação ilegal de cicadáceas, desviando-as do Transval para a Ilha da Madeira, tendo declarado o valor das plantas por menos de um décimo do valor de compra. A mesma Comissão aponta para um relacionamento próximo entre Berardo e o líder do Apartheid e ministro dos negócios estrangeiros Pik Botha, o que terá facilitado esta fraude.
Recentemente, o seu nome tem surgido na imprensa relacionado com a especulação imobiliária que terá efectuado na Ria de Alvor, onde o preço da Quinta da Rocha passado de 500 mil para 15 milhões de euros
Berardo acusou em 2007 a existência de uma "fraude de colarinho branco" no BCP onde era detentor das acções referidas acima
.
retirado da
wikipedia

Mais um caso orwelliano de “um mais igual que os outros” que, pouco a pouco, vão emergindo...