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quarta-feira, 7 de abril de 2010

e todos ficaram mal na fotografia...


Mil enseñas rojigualdas ondean en las balconadas de Valença do Miño, que acaba de perder el turno nocturno de urgencias. El gobierno de José Sócrates cerró este servicio el 28 de marzo, como medida de ahorro, aunque por el momento lo único que consiguió fue irritar a los vecinos de este municipio luso. Sus habitantes cruzan ahora la frontera para ser atendidos en el centro de salud de Tui, localidad gallega cercana. En Portugal, solamente tendrían dos opciones, acudir a Monçao, a 20 kilómetros, o a Viana do Castelo, a 51. El alcalde tudense, Antonio Fernández Rocha, reconoce que el PAC (Punto de Atención Continuada) de este ayuntamiento fronterizo va a atender a los pacientes portugueses damnificados por esta carencia, pero aclara que por el bienestar y comodidad de estos ciudadanos vecinos, esta no puede ser una solución permanente.
El portavoz de los afectados, Carlos Natal, contó a ABC que había iniciado gestiones para lograr que se construya un hospital de campaña en la perjudicada ciudad, desprovista de una atención que sus moradores entienden "necesaria y fundamental".
Por ahora, continúan las protestas ciudadanas. Cientos de banderas en la calle, en unas concentraciones reivindicativas. "Viva la España, que atiende a nuestros enfermos", es el lema que reza en la cabecera. "Sí, tenemos que llevar a nuestra gente que está mal, y desplazarnos; pero los españoles entienden que esto es básico y se lo agradezco, espero que pase lo mismo aquí", cuenta a este periódico una señora que tiene a su madre enferma. Los partidos de la oposición llevarán a la Asamblea de la República (Parlamento) una iniciativa que pida la continuación de la asistencia que hubo siempre. Los usuarios, mientras, continuarán con sus manifestaciones, aunque sin cortes como el producido el lunes pasado, cuando pararon el puente internacional que une Galicia y Portugal.
ABC.es

Onde está a PSP e a GNR? O que faz o governo?


Os órgãos de comunicação social, declaram continuar hasteada a bandeira espanhola na fortaleza de Valença. Monumento nacional, símbolo local da soberania portuguesa, foi profanado por gente que perdeu toda a legitimidade ao optar por este insultuoso tipo de contestação. Trata-se de subversão e de atentado à integridade do Estado. Do que está à espera a GNR? Que explicação dá a PSP? Porque não envia o exército um pelotão que ponha cobro ao dislate? O episódio da taurina coisa nas varandas, não passa de folclore a resolver no próximo embate futebolístico entre as duas "selecções", quando tudo voltará ao normal. Outra coisa, é o assalto estrangeiro a um edifício público. S. Bento não cora de vergonha?

O que se estranha, é a total passividade das autoridades nacionais que se têm abstido de impor a Lei e a dignidade do Estado. São precisamente estas autoridades - e aqui incluímos o governo que tutela as policias e as Forças Armadas - que são muito lestas na resolução de outros casos que têm acontecido e que vão continuar a acontecer, queiram ou não queiram, gostem ou não gostem. O critério parece simples: se se trata de uma Bandeira Nacional azul e branca, deve ser de imediato apeada e entregue a um nebuloso "Ministério Público" - o que é isso? -, mas se o caso disser respeito a uma bandeira estrangeira, poderá então ficar ao vento durante o tempo que a subversão militante assim o entender.
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recordem-se os episódio das bandeiras da monarquia hasteadas no Parque Eduardo VII ou na Camara Municipal de Lisboa. Em qualquer dos casos alguém devia impôr a lei... se é que ainda existe.