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quinta-feira, 5 de abril de 2012

afinal faz falta




TÚNEL DO MARQUÊS
A saída do túnel do Marquês para a avenida António Augusto de Aguiar abre hoje ao trânsito, quase 5 anos depois da inauguração da infra-estrutura que veio revolucionar o trânsito no centro da cidade de Lisboa.
Na altura, a obra esteve embargada pela acção "revolucionária" do actual vereador José Sá Fernandes. A iniciativa do cidadão, na altura candidato à autarquia, pelo BE, era apresentado como lo "Zé faz falta".
O Zé não fez falta nenhuma mas conseguiu prejudicar os lisboetas e, até hoje, não se sabe quanto custou à Câmara de Lisboa a "brincadeira" do actual vereador.
O que pensará, hoje, o "Zé faz falta"?
É que o túnel fazia mesmo falta a Lisboa. por Eduardo Saraiva n’ O Andarilho 



o túnel é que fazia falta
Foi hoje finalmente aberto à circulação o troço que liga o túnel do Marquês à Avenida António Augusto de Aguiar. Com esta abertura serão mais carros que deixam de passar pelo Marquês de Pombal e fica assim terminada esta obra que ajudou a agilizar o trânsito nesta zona de Lisboa, poupando “dores de cabeça” e sendo um ingrediente na “limpeza” da zona da Avenida da Liberdade, considerada uma das mais poluídas da Europa.
E neste dia há coisas que devem ser lembradas e registadas.
Para começar deve ser lembrado o homem que lançou a ideia e a obra, Pedro Santana Lopes. Depois o homem que não deixou o tema cair, quando a polémica foi alta, sempre lutando pela sua conclusão, António Carmona Rodrigues.
E deve ser registado, com grande apreço, o gesto, e as palavras, de António Costa ao ter convidado estes dois seus antecessores na presidência da Câmara Municipal de Lisboa para a cerimónia.
E não pode ser esquecido o homem que fez com que a obra fosse quase de Santa Engrácia e causasse o aumento de custos e de incómodos inerentes a uma obra desta dimensão, José Sá Fernandes. por Rodrigo Saraiva no  Forte Apache

sexta-feira, 23 de março de 2012

INCIDENTES NO CHIADO

Na hora de almoço, os telejornais abriram com os acontecimentos ontem registados no Chiado, entre manifestantes a agentes da PSP.
Na hora dos incidentes estava no Bairro Alto, numa reunião na rua do Século, e não testemunhei os incidentes. Mais tarde, jantando com uns amigos que, in loc, assistiram aos acontecimentos, relataram-me as provocações feitas pelos manifestantes ao agredirem os agentes da PSP com os objectos que estavam nas mesas da esplanada da Brasileira (chávenas de café, copos e garrafas).
Este grupo de manifestantes, ao descer a avenida de Almirante Reis, já tinha provocado incidentes (atirando ovos a pessoas que levantavam dinheiro no multibanco instalado no Banco de Portugal), ao chegarem à Assembleia da República, no momento em que discursava o líder da CGTP, tiveram algumas palavras provocatórias que, felizmente, foram ultrapassadas pelos manifestantes da CGTP.
Após a saída dos manifestantes da CGTP, as imagens que foram apresentadas pela SIC N (em directo), do grupo minoritário, eram de desalento.
Este grupo dirigiu-se para a zona do Chiado e os acontecimentos são conhecidos.
A RTP, na hora de almoço, em relação aos restantes canais, foi a que dedicou mais tempo aos incidentes mas, curiosamente, apresentou uma parte da situação.
Ninguém pode defender a violência da parte da PSP para controlar uma situação, mas a verdade é que os incidentes começaram quando os agentes de rotina da PSP foram agredidos. Depois. . . depois; foi a confusão, a chegada da polícia de intervenção rápida e mais tarde o corpo especial da PSP; turistas a fugir, pessoas a afastarem-se do local e os manifestantes atirando objectos.
Como permaneci mais tempo da RTP, considero que o serviço informativo da estação de serviço público, escondeu ou esqueceu-se de uma parte do problema e da génese da confusão. por Eduardo Saraiva n’ O Andarilho

domingo, 26 de setembro de 2010

CONTAS PÚBLICAS


A semana finda revelou uma situação preocupante das contas públicas e soube-se que os investidores exigem ao Estado juro de 6,2% (Perante tal valor, apesar do financiamento ser necessário, na última semana, o Instituto de Gestão do Crédito Público só colocou a leilão um total de 750 milhões de euros).
O valor do juro - 6,2% - é record. Valor que nunca se tinha atingido.
A incerteza em torno das contas públicas do próximo Orçamento do Estado e os rumores de uma intervenção do FMI, levaram os mercados a castigar Portugal. Castigo que resulta da incapacidade governativa socrática. Publicada por Lobo da Gardunha em O ANDARILHO
ver quadros e artigo completo
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