Um tipo do norte comprou um Mercedes e estava a dar uma volta numa estrada nacional à noite. A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, reparou nas luzes azuis por trás dele.
'De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes' pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
'Mas que raio é que eu estou a fazer?!' e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pediu-lhe a carta de condução e sem dizer uma palavra e examinou o carro e disse:
- Tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
- Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia - disse o homem - e eu estava com medo que a quisesse devolver!
- Tenha uma boa noite!- respondeu o polícia.
(Boa noite para vocês também. Ou bom dia, se for esse o caso!)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Dicionário do Rochedo (47)
Top Model- Jovem contratada pelos grandes criadores do vestuário feminino, cujo estilo de vida leva qualquer mulher a acreditar que errou na profissão quando era jovem.
Cartões de Boas Festas (6)

Exmº Senhor Presidente da
Assemblei a da República
Venho felicitar Vocelência pela firmeza com que repreendeu os deputados faltosos, mas penso que não estará a ver bem o problema. A questão já não se resume ao absentismo, entrou no campo do embuste. Pelo menos é assim que interpreto o facto de alguns deputados terem assinado o ponto e depois se terem pirado, enquanto outros houve (parece…) que apesar de não terem sequer posto o bute na AR, assinaram o registo de ponto.
Claro que tudo isto poderia ter sido evitado se fossem seguidas as sábias instruções do deputado Guilherme Silva, que pretende acabar com as sessões à sexta-feira ou Medeiros Ferreira cuja proposta é ainda mais arrojada: duas semanas de trabalho por mês “para trabalharem mais descansados” (sic).(Enquanto não aparece nenhum deputado a propor que o Plenário reúna apenas um dia por mês, venho sugerir a Vocelência que instaure na AR um processo de avaliação dos deputados. Se não tem coragem para tanto, então proponho-lhe que peça o auxílio da ministra da Educação, que já tem experiência nestas coisas.
E, já agora, mande verificar os atestados médicos, para evitar que haja deputados a justificar a sua ausência com uma consulta, quando é público e notório que se deitaram demasiado tarde na véspera, por terem andado em festejos e celebrações. Nada que um Guronsan não resolvesse…Aproveitando o espírito natalício, ofereço-lhe um relógio de ponto, daqueles que registam as impressões digitais, para evitar falcatruas. No entanto, como mesmo assim eles são capazes de se pirar depois de colocar o dedinho, envio também 230 pares de algemas, para Vocelência os acorrentar às cadeiras, porque parece que essa será a única maneira de alguns perceberem que estão ali, pagos pelo povo que os elegeu para trabalhar. E, enquanto estão sentados, talvez tenham tempo para pensar que naquela sala se sentaram, outrora, cidadãos de grande dignidade e espírito cívico, que honraram a AR e a Democracia.
Ah e boa férias! Vocelências só têm direito a dois meses no Verão, é justo que não dispensem duas semanas no Natal , mais uma na Páscoa e os tais fins de semana prolongados, que se estendem de quinta-feira à noite até à manhã de terça-feira. Desfrutem!
Por acaso não será possível arranjar-me um empregozito assim jeitoso? Eu estou habituado a trabalhos duros, não se preocupe!
Esperança?
O Movimento Esperança Portugal (MEP) escolheu Laurinda Alves para cabeça de lista ao Parlamento Europeu. Foi boa esta clarificação. Todos ficamos a perceber que a “esperança” que o MEP nos dá é o regresso ao pensamento troglodita das brigadas anti-aborto.
A condenação do aborto é a única intervenção cívica que se conhece a Laurinda Alves e ainda me lembro de alguns dos argumentos por ela invocados. Admito, por isso, que talvez tenhamos momentos hilariantes durante a campanha. Duvido é que haja ideias para discutir!
A condenação do aborto é a única intervenção cívica que se conhece a Laurinda Alves e ainda me lembro de alguns dos argumentos por ela invocados. Admito, por isso, que talvez tenhamos momentos hilariantes durante a campanha. Duvido é que haja ideias para discutir!
Subscrever:
Mensagens (Atom)