Encontrei este texto nas redes sociais há algum tempo e resolvi falar sobre ele.
"Nós não fomos criadas para sermos princesas. Não brincamos apenas com bonecas e não aprendemos, desde cedo, a cuidar de uma casa. As nossas mães nunca tiveram tempo para nos ensinar a costurar, em vez disso, mostravam-nos com exemplos práticos de como ser fortes, independentes e batalhadoras. Em vez de bonecas, livros. Em vez de panelas e cadernos, fomos criadas para sermos mulheres fortes, para enfrentar o mundo de frente.
Não somos mulheres para casar.
Não vamos viver para limpar a casa, lavar os pratos e dedicar 100% do nosso tempo para nossos filhos, porém, seremos parceiras, ótimas companhias e as melhores pessoas para dividir uma vida e uma história.
Não fomos criadas para esperarmos a porta do carro ser aberta ou a cadeira ser puxada, nós aprendemos que o quer que a gente queira, somos nós as únicas que têm que fazê-lo.Não sabemos pregar um botão, mas sabemos indicar uma costureira incrível e barata.
Não sabemos fazer o melhor almoço de domingo, mas dividimos a conta de um restaurante impecável. Não somos as melhores do mundo em limpar o apartamento, mas se quiseres conversar sobre o expressionismo abstrato, vamos fazer isso com o maior prazer do mundo, enquanto indicamos um bom vinho e escolhemos uma bom hotel naquele site que descobrimos ontem.
Nós não sabemos se vamos querer ter filhos um dia, mas conseguimos amar um sobrinho ou um filho de uma amiga com todas as nossas forças. Não estamos ansiosas por um anel ou por um vestido branco, mas ficamos realmente felizes com aquele presente inesperado que foi comprado por amor e sem data comemorativa. As nossas brincadeiras favorita na infância nunca foram casinhas de bonecas, mas éramos as melhores em artes e redação. Não fomos criadas para lutar contigo enquanto jogas videogame com os amigos, mas sim, para jogar tão bem quanto vocês todos juntos.
Mas por favor, não nos entendam mal. Não somos mulheres que não gostam do amor ou que não sabem amar, muito pelo contrário!Vemos o amor nas coisas mínimas. Para nós, um "cuida-te" é o equivalente a um "eu amo-te", um "já comeste?" é uma prova do quanto importamos e um "estou com saudades" faz o nosso coração bater mais forte.
Não somos mulheres criadas para casar, mas somos as melhores para dividir uma casa, uma bicicleta, uma mala e algumas linhas a serem escritas.
Às vezes, nós queremos casar, vestirmos-nos de branco e celebrar o amor com tanta gente que gostamos.
Mas não fomos criadas para isso.
Antes de casar, a nossa prioridade é amar.
E isso nós fazemos muito bem."
Se é um bom exemplo? Não concordo no seu todo! há coisas que todos independentemente do sexo, devemos ou devíamos saber.
Os tempos mudam e as opiniões também, mas há coisas que deviam ser ensinadas a todos.
Não pertenço no eu todo a essa geração que o texto fala, houveram coisas que me foram ensinadas e hoje eu agradeço por isso, sei costurar, fazer a minha própria alimentação, limpar uma casa, passar etc etc.
Houve coisas que eu sempre disse que não queria e que não me arrependo até hoje, mas que já fui muito criticada, como o não querer ter filhos, criticam-me, pois, como no texto eu adoro crianças e dou o amor e carinho aos filhos dos outros, mas não os quis ter, uma decisão minha, pronto.
O casamento já o fiz pela igreja, hoje não sou católica, nem de outra religião, (por motivos meus, deixei de acreditar), também sou criticada por isso.
Divorciei-me, hoje vivo com outra pessoa e o casamento não está nos meus planos.
A geração de hoje é algo diferente da minha, mas lá está, há coisas que nem o tempo ou as mentalidades deviam mudar e os ensinamentos que me deram deviam ser dados hoje também.
Mas já não se ensina nada a ninguém, os pais querem que os filhos estudem, dão-lhes todas as condições para isso e o resto esquece.
As mulheres foram as que ao longo dos tempos mais evoluíram, hoje não são mais as que estão em casa à espera do marido, a cuidar dos filhos, não, hoje a mulher tem parte muito ativa na sociedade e se elas não querem casar ou ter filhos, deixem-nas é um desejo que lhes assiste.



