09/03/2020

ANÍBAL ZOLA | Discurso Direto


Chegou muito recentemente às lojas "Amortempo", o novo disco de Aníbal Zola, músico integrante de projetos como  Palankalama e Les Saint Armand entre outros. "Amortempo" é essencialmente um disco de canções em português com uma abordagem musical de busca de identidade produzido por um contrabaixista. Um álbum, que resulta do desejo de juntar o contrabaixo e a voz a um conjunto generoso de participações de outros músicos extremamente talentosos que têm vindo a cruzar-se com Aníbal Zola.

Portugal Rebelde - Amor, Morte e o Tempo. São estes os temas percorrem o disco “Amortempo”?

Aníbal Zola - Sim, este disco anda à volta desses três temas com alguma excepção. Quando comecei a pensar num conceito geral para este disco já tinha umas 4 ou 5 canções prontas que sabia que iam estar incluídas e então fiz o exercício de tentar resumir os assuntos que eu andava a abordar. Surgiram-me então estes três temas e eu decidi abraçar a ideia mesmo depois de me aperceber que historicamente já foram muito explorados tanto na arte como na filosofia e literatura, achei piada à forma como me surgiu esta ideia, despretensiosa. A ideia de juntar amor e tempo estando a morte lá no meio, escondida, surgiu num brainstorming que fiz com um amigo meu, o Diogo Carvalho. Eu achava Tempo, Amor e Morte um título um bocado pesado e o Diogo reparou que amor e tempo juntam-se na morte, eu adorei e assumi.

PR - É verdade, que normalmente o seu trabalho é caracterizado pelos opostos, pela contradição, quente e frio, ácido e doce, cheio e vazio, rápido e lento, vida e morte, amor e ódio...?

Aníbal Zola - Eu costumo ser bastante aleatório a escrever as minhas canções, costuma ser um exercício de busca sonora, uma procura de alguma coisa que dê pica, que acenda o rastilho, depois a canção quase que se faz sozinha. Acho que o meu trabalho se caracteriza pela contradição a vários níveis, por exemplo, este é um disco em que eu procurei explorar a música portuguesa (Fado, Folclore), além de ter estendido a outros países para além do Brasil na América Latina, no entanto, e para esta “salada de frutas” ser ainda mais completa, ainda consegui pôr América do Norte no disco. Acho também que as minha forma de desenvolver as letras não é muito convencional, o assunto fica sempre meio em aberto, salvo algumas excepções. Acho também que tanto sou super melancólico como sou muito bem disposto na minha abordagem. Eu sinto que todas as vezes que eu tento catalogar, definir, caracterizar a minha música, tenho sempre de dizer salvo algumas excepções.

PR - Neste disco procura fundir música portuguesa com música latino americana?

Aníbal Zola - Sim, essa é a tónica dominante neste disco, salvo algumas excepções obviamente.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Aníbal Zola - Apesar de essa ser uma pergunta difícil, eu vou responder o D. Boa Morte pela importância que este tema teve na construção deste disco. Foi a minha primeira aventura pelo fado e foi a primeira música que experimentei tocar com o Juan de La Fuente que foi muito importante nas sonoridades Sul Americanas extra Brasil presentes no álbum.

PR - No próximo dia 19 de Março as canções deste disco são apresentadas no Ferroviário, em Lisboa. O que é que o público pode esperar deste concerto?

Aníbal Zola - Será um concerto em trio com o Juan de la Fuente nas percussões e com o Romain Valentino nas restantes cordas (cavaquinho de cabo verde, bandolim e guitarra eléctrica) e nas vozes. Podem esperar um concerto de um trio de música latino portuguesa minimal popular tocada com muita energia e enriquecida com alguns momentos de improvisação e de exploração sonora.




CAMANÉ E MÁRIO LAGINHA | Guimarães


Camané e Mário Laginha não são estranhos. Já deram vários concertos juntos. Do excelente entendimento sentido nessas colaborações esporádicas, resultou agora o inevitável aprofundamento dessa simbiose. "Aqui Está-se Sossegado" é um novo projeto pensado para dar mais brilho a uma voz e a um piano que se descobriram cúmplices desde a primeira vez que encheram um palco. O disco que junta os dois músicos será apresentado em Guimarães, a 14 de Março, no Centro Cultural Vila Flor.

JOSÉ CAMILO & SEUS CÚMPLICES | Ferroviário Bar

08/03/2020

ANARCHICKS | "Marianne"


Anarchicks estão de volta com o terceiro teledisco do último trabalho "Loose Ends". Desta vez o single chama-se "Marianne" e promete não deixar ninguém indiferente. Uma música forte, cheia de altos e baixos, curvas e contracurvas apertadas.

Sobre a música a banda revela: "A Marianne foi inspirada na nossa amiga Mariana Rosa, de quem gostamos muito. Ilustra uma fase não muito bonita da vida dela. Escrevemos esta música num ensaio em que ela não pôde comparecer e o mote era dar-lhe força. Rapidamente a frase "Marianne stick to the plan" surgiu como um hino, para a recordar de que tinha que se manter focada no objectivo final; encontrar o caminho para a felicidade!"

"Marianne" foi dirigido por Francisca Marvão e ilustra a viagem atribulada que se vive dentro da mente da personagem principal. Ágata Pinho interpreta de forma brilhante "Marianne" na sua fase mais crítica, numa espiral de quase loucura, que termina com um final feliz. Afinal de contas, a Mariana deu-nos ouvidos e manteve-se fiel ao plano.


CARTAZ | Concerto

07/03/2020

EL SUR | Discurso Direto


Os el Sur são um grupo de Lisboa formado por por Rui Galveias na guitarra, Joana Manuel na voz, Rui Alves na bateria, Tiago Néo no baixo e João Cardoso nos sintetizadores. "Todas as Sombras" é o nome do disco de estreia que recentemente chegou às lojas, um disco que é urgente descobrir. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Rui Galveias.

PR - É verdade, que há cerca de cinco anos quando nasceram, estavam irmanados por uma ideia: homenagear a grande música de intervenção da América Latina cantada em espanhol e assinada por nomes como Violeta Parra?

Rui Galveias - Sim mas não só. Quando o projecto nasceu tinha uma componente exploratória muito forte, que mantém aliás. É incrível o que nos escapa da realidade daquele continente. Uma das coisas mais impressionante é a diversidade. Todos os continentes circulam por ali em todas as suas variantes: gente, terra e amor. Acima de qualquer risco no mapa que pretenda petrificar uma ideia de pátria, acima de qualquer risco enciclopédico que pretenda petrificar uma ideia de música ou de género musical..

PR - Em finais de Fevereiro, o mundo recordou o dia em que, há 75 anos, se abriram as portas que revelaram o horror que foi Auschwitz. As canções de luta e resistência estarão sempre no vosso pensamento?

Rui Galveias - O que está sempre no nosso pensamento é, por um lado, a extrema violência e crueldade que a humanidade consegue atingir e por outro a incrível capacidade de resistir e de lutar por um mundo melhor, mais igual e justo. As canções de luta e resistência estão no nosso coração.

PR - Quais são as grandes influências musicais do grupo?

Rui Galveias - Com o que cada um de nós absorveu desde a adolescência, das experiências diversas que vamos tendo, é difícil responder a essa pergunta mas se misturarmos o Caetano Veloso com o Robert Wyatt, o Peter Gabriel com a Violeta Parra, o Zeca Afonso com a Elza Soares o T-Bone Burnett com José Mário Branco… mesmo assim não chegamos lá. Há uma sonoridade que procurámos descobrir para nós e esses nomes são as nossas sombras que foram, são montanhas.

PR - “Último Poema”, foi o single de avanço deste “Todas as Sombras”. Este é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Rui Galveias - Não. Seria o tema Alta Traición que inclui o verso que dá nome ao disco.



PR - Depois da edição do disco, há intenções de levar as canções deste “Todas as Sombras” aos palcos? Querem adiantar algum data?

Rui Galveias - Para já estamos a divulgar o Todas as sombras nos média, e a fazer alguns show case de divulgação. A 14 de Maio vamos ter um concerto de apresentação do disco na Musicbox e há já uma série de datas previstas que irão sendo divulgadas à medida que forem sendo confirmadas.

PR - Para terminar, a cantiga (ainda) é uma arma?

Rui Galveias - A canção do Zé Mário diz tudo. Uma cantiga é uma cantiga. Será arma sempre que a luta acompanhar. Hajam balas. Somos balas.




RENATO JÚNIOR | Discurso Direto


Quando, no meio musical português, se fala de Renato Júnior pensa-se de imediato – com amor, respeito e profunda admiração – no produtor, compositor e instrumentista a guiar o caminho, ou a nele ajudar decisivamente, de nomes como Susana Félix, João Pedro Pais, , UHF (e António Manuel Ribeiro a solo), Simone de Oliveira, Spelling Nadja, Andersen Moliére, Couple Coffee entre muitos outros.Com mais de 30 anos de carreira, Renato Júnior lançou no final de 2019 o primeiro disco assinado com o seu próprio nome, “Uma Mulher Não Chora”, obra de enormíssimo fôlego que junta quinze das melhores cantoras nacionais e internacionais da atualidade. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Renato Júnior.

Portugal Rebelde - “Uma Mulher Não chora” é um disco de amor às mulheres em todas as suas facetas?

Renato Júnior - Sim, basta ser um disco de amor para ser transversal e em todas as facetas. O amor quando é real nãoo é circunscrito , pelo menos tal como eu o entendo.

PR - Este disco junta 15 cantoras, entre as quais Rita Redshoes, Ana Bacalhau, Lúcia Moniz, Maria João, Katia Guerreiro e Simone de Oliveira. Como é que surgiram estes nomes?

Renato Júnior - Tudo pessoas que admiro pessoal e artisticamente. Portanto foi fácil, à medida que as canções iam saindo as vozes delas iam-me aparecendo e os convites foram endereçados.

PR - Este disco é também de alguma forma uma viagem musical por muitos dos universos sonoros que habitou e ainda habita?

Renato Júnior - Sim. É natural que assim seja. Nós somos o somatório de varias coisas. E nós enquanto artistas não somo excepção. È normal que se reflicta na minha música, a minha a vida, as minhas vivências, experiências e influências musicais.

PR - Das 15 canções, que compõem este disco, há alguma que o “toque” em particular? Porquê?

Renato Júnior - Todas elas tem um sabor especial, e uma história particular. Não consigo eleger uma.

PR - “A vida que eu quiser” com a participação de Sofia Escobar é o mais single para este disco. De que é que nos fala este tema?

Renato Júnior - Fala de alguém que depois de ter que ser tudo , e viver muitas vezes o que não era seu. Diz bem alto que agora vai viver a vida que quiser…

PR - Para terminar, que memórias guarda de 30 anos de canções?

Renato Júnior - Como devem calcular não as consigo enumerar, pois são muitos discos, muitos concertos, muita estrada, muita alegria, muita dificuldade que foi atravessada, mas no essencial ficam os amores, os amigos e as canções.




PEDRO DE TRÓIA | "Depois Logo Se Vê"


À procura de se reconciliar consigo mesmo, Pedro de Tróia edita hoje o disco de estreia a solo.

Depois de encabeçar uma das bandas mais criativas que a música portuguesa conheceu - Os Capitães da Areia - o cantor e compositor apresenta um incomum e assinalável trabalho, repleto de delicadeza e generosidade, com a elegância pop que o caracteriza, como fio condutor para uma descoberta que também é nossa.

Ao longo de dez canções, oferece-nos muito do que sonhou, do que perdeu, aquilo por que lutou e o que aprendeu. “Depois Logo Se Vê", com produção e arranjos de Tiago Brito, é de quem se dá inteiro e pode ser ouvido a partir de agora. Com o apoio da Fundação GDA.

Concerto de apresentação dia 13 de Março no Musicbox, em Lisboa.

MANEL CRUZ CONFIRMADO NO NOS ALIVE


Manel Cruz é a mais recente confirmação da 14ª edição do NOS Alive. Aquele que é considerado um dos ícones do rock português, vem reforçar o dia 11 do festival, partilhando palco com os aclamados The Strokes, Da Weasel, Haim e Two Door Cinema Club.

“Rumo à Romaria” dá o mote neste regresso à estrada do artista que desta vez vem em nome próprio, acompanhado pela sua banda, António Serginho, Eduardo Silva e Nico Tricot. Em palco vai estar um espetáculo eletrizante, envolto por um estilo simples e minimalista que promete revisitar temas antigos, passando pelos mais recentes e até alguns inéditos.

Além do sucesso de Ornatos Violeta, Pluto, Foge Foge Bandido e Supernada, Manel Cruz quer continuar a voar alto e a reinventar-se junto aos fãs do NOS Alive. Um concerto imperdível no dia 11 de Julho no Palco NOS.

06/03/2020

MURAIS | “Não Sou Pablo, Nada Muda”


“Não Sou Pablo, Nada Muda” é o single que antecede a estreia de MURAIS, projeto a solo de Hélio Morais, músico dos Linda Martini e PAUS.

Numa alusão ao “Carteiro” de Pablo Neruda, MURAIS aborda a importância de que o princípio da correspondência é a mensagem chegar ao destinatário. Sem isso, são só cartas perdidas, palavras não lidas, desencontros, amar no singular… De certa forma, um carteiro também pode ser um poeta; pode ser, pelo menos, um veículo da poesia e o garante de que esta seja lida num sítio diferente daquele onde foi escrita.

Ana Viotti foi convidada a realizar o vídeo, fazendo a interpretação visual da narrativa da história de “Não Sou Pablo, Nada Muda”, criando uma ligação entre as imagens que surgem, lado a lado, nos ecrãs e brincando ainda com a interpretação dos movimentos e referências a sentimentos e personagens.

O disco foi produzido do outro lado do Atlântico, no Brasil, pela mão do guitarrista e produtor dos Boogarins, Benke Ferraz, estando a sua edição prevista para o próximo mês de Abril, pela Sony Music Portugal.

MURAIS prepara-se para andar na estrada, contando com Hélio Morais na voz e teclas, Miguel Ferrador nas teclas e sintetizadores e João Vairinhos na bateria, estando já agendada a ante-estreia ao vivo no MIL – Lisbon International Music Network, no dia 27 de Março.


CABRITA | “Whatever Blues”


O que há de comum entre Sitiados, Kussundulola, Legendary Tigerman, Dead Combo, Caetano Veloso, Sérgio Godinho, Cais Sodré Funk Connection ou Orelha Negra?

João Cabrita. São mais de 30 anos de colaborações em discos e presenças em palco a acompanhar nomes maiores do universos da música portuguesa, dos mais variados géneros que vão do jazz ao rock ou à electrónica, atravessando o universo pop-rock.

“Whatever Blues” é o primeiro avanço do projecto a solo de Cabrita e antecede o lançamento de um LP de estreia, ainda em 2020, pela Omnichord Records.
Neste disco de estreia, Cabrita, junta quatro saxofones, bateria, teclas e guitarra a explorar fronteiras entre géneros musicais.

Hoje, dia 6 de Março, Cabrita, estreia-se em concerto no Festival Clap Your Hands Say F3st!, em Leiria e, simultaneamente, lança “Whatever Blues” que conta com a colaboração do reconhecido saxofonista dos Xutos e Pontapés, Gui, nas plataformas digitais.

O disco de estreia de Cabrita será editado pela Omnichord Records no último semestre de 2020.

VÍDEOCLIP | "Espalha Brasas" - Cláudia Pascoal


Depois de no final de 2019 nos ter brindado com o belíssimo tema "Viver" com Samuel Úria, Cláudia Pascoal está de volta com um novo single, intitulado "Espalha Brasas", continuando assim a desvendar-nos o que poderemos esperar do seu primeiro álbum. O single e o respetivo vídeo oficial já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Neste "Espalha Brasas", Cláudia Pascoal contou com a colaboração dos irmãos Pedro da Silva Martins e Luís José Martins (celebrizados como membros dos Deolinda), que escreveram a música e a letra deste novo single. A produção ficou a cargo de Tiago Bettencourt, com quem já tinha trabalhado nos temas anteriores, "Viver" e "Ter E Não Ter".

Cláudia Pascoal diz sobre o novo single: "'Espalha Brasas' reflete, de uma forma descontraída, como uma mulher decide expressar-se enquanto ela própria - sem idade, sem preconceitos, sem status -, numa definição de 'ser feminina' sem grandes pressões. Esta música sou eu!"

Cláudia Pascoal promete ainda surpreender com o vídeo deste "Espalha Brasas". Um vídeo plasticamente impactante, com o sentido de humor tão característico da cantora e repleto de imagens algo surrealistas e inventivas que espelham na perfeição esta mensagem pela autodeterminação feminina, contando com a presença de várias mulheres.

O vídeo foi realizado por Joana Lages (Aquela Joana) e produzido pela Casper Films. Muito em breve serão conhecidas mais novidades deste percurso de Cláudia Pascoal. Para já, ficamos com “Espalha Brasas”.


SAMUEL ÚRIA | Tributo ao Rock Português dos 80´s


Samuel Úria foi o artista escolhido para dirigir o momento musical que habitualmente ocorre na final do Festival da Canção entre a apresentação das canções a concurso e o anúncio da votação. A propósito da passagem de quatro décadas sobre o surgimento do comumente designado de "rock português", Samuel Úria concebeu uma releitura às canções mais significativos daquela altura.

Para esta aventura, o"trovador das patilhas" chamou alguns nomes que se associaram ao festival da canção nos últimos anos. Assim, Samuel Úria e banda terão ao seu lado Alex D'Alva Teixeira, Joana Espadinha, NBC e Surma, que evocarão temas de UHF, Rui Veloso, Jafumega, Heróis do Mar, GNR, Salada de Frutas ou Táxi. As abordagens musicais, distintas entre elas, serão uma surpresa para os contemporâneos dos originais e seguramente uma excelente descoberta para os mais novos, garantindo um espaço musical inédito no evento televisivo.

Este convite apanhou Samuel em fase de conclusão do seu novo disco que será publicado em Abril próximo e de que se conhece até à data "Fica Aquém", o single lançado no final do ano passado. A par do lançamento do sucessor de "Carga de Ombro", Samuel Úria levará as novas canções aos palcos da Casa da Música e do Tivoli BBVA em espectáculos a terem lugar, respectivamente, a 22 e 29 de Abril.

05/03/2020

DAVID BRUNO | Primeira Confirmação do Party Sleep Repeat


A 8ª edição do Party Sleep Repeat regressa à Oliva Creative Factory, em S. João da Madeira, a 02 de Maio.

David Bruno quebra o silêncio do festival solidário sanjoanense. O artista de Vila Nova de Gaia regressa ao Party Sleep Repeat, depois de levar o público ao rubro em 2019 com o seu Conjunto Corona. Este ano, David Bruno leva consigo o seu segundo e mais recente álbum a solo, “Miramar Confidencial”, lançado no final do ano passado.

Tal como nas edições anteriores, as receitas da bilheteira revertem para causas sociais. Os bilhetes custam 10€ e estão à venda online. Estes bilhetes estão limitados ao stock existente e, esgotando o número designado a esta primeira fase, passa a vigorar o valor da segunda fase, 15€. Os bilhetes podem também ser adquiridos no dia do evento, no próprio local, a um custo de 20€ e caso não se esgotem até à data.

O festival de homenagem a Luís Fernandes Lima é organizado pela ACLL, com a parceria da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de S. João da Madeira e da Associação de Jovens Ecos Urbanos. Ao longo das sete edições do evento, o Party Sleep Repeat já permitiu doar para projetos de apoio social e investigação contra o cancro mais de 35.000 euros.

ANAQUIM CELEBRAM 12 ANOS E LANÇAM TEMAS ICÓNICOS EM VINIL


Os Anaquim celebram 12 anos! Para celebrar lançam alguns temas icónicos em versão vinil ao qual juntam dois inéditos, dos quais destacam o primeiro single “Ele há gente para tudo”

Ao longo desta jornada, traduzida em muita estrada e aventuras, os Anaquim, criaram quatro álbuns de uma riqueza e diversidade reconhecida pelo público e media.

"As Vidas dos Outros" (2010); “Desnecessariamente Complicado” (2012); Um Dia Destes (2016); "O Quarto de Anaquim" (2018) representam um percurso firme e sólido da banda de Coimbra.

As letras inspiradas no quotidiano e a contemporaneidade são abordadas com otimismo e misturam-se com música resultante das vivências e influências de cada um dos membros, partindo do jazz manouche e da country, mas percorrendo uma autêntica volta ao mundo.

Para marcar um novo ciclo os Anaquim lançam um vinil de balanço destes 12 anos. Neste produto colecionável, com uma tiragem reduzida, os Anaquim compilam temas selecionados da banda e revelam dois temas inéditos.

ALEN TAGUS | Centro de Artes de Sines

04/03/2020

NADIA SCHILLING | "Femina"


"Femina" é um novo programa da Antena 3, da autoria da Vanessa Augusto, inteiramente dedicado a mulheres artistas e da cultura.

É também o título da música que Nadia Schilling compôs para o genérico do programa e que conta com a participação do Pedro Branco (guitarra eléctrica, teclados e glockenspiel) e do Adriano Cintra (sintetizadores, mistura e masterização). A ilustração da capa é do João Pombeiro.

HMB | "Melodramático"


“Melodramático” é o novo vídeo e single dos HMB e surge depois de anos intensos de estrada, grandes aprendizagens profissionais e pessoais, mas a mesma vontade de continuar a fazer musica juntos, crescer enquanto banda e procurar novas sonoridades mantendo a essência HMB.


RODRIGO LEÃO | "O Método"

03/03/2020

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS | "Every Time"


"Every Time" - hoje apresentado - é o primeiro single extraído do novo disco de Sean Riley & The Slowriders, que chegará às lojas depois do Verão.

Esta foi a primeira canção a ser escrita após "California" (disco a solo de Sean Riley editado em 2018) no regresso de Afonso Rodrigues a Portugal. É uma canção que toca ainda no universo desse álbum. Fala sobre a partida e sobre ter saudades daquilo que deixamos para trás independentemente do sítio para onde vamos e da vontade que temos de chegar a esse sítio.

É um tema que teve duas vidas: numa primeira fase teve um arranjo mais tradicional de Slowriders mas acabaram depois por optar por outra abordagem, esta, e que fez com que a Every Time fosse a primeira canção de sempre de Sean Riley & The Slowriders sem guitarras. Esta ideia acabou por ter vir a ter algum impacto na estética do resto do disco

O videoclip for realizado por Joana Linda, que refere "O vídeo de Every Time foi pensado como uma espécie de trailer de um filme que segue a narrativa da música como se esta fosse um guião. Acompanhamos alguns momentos da relação deste casal, por vezes de forma literal, por vezes tomando algumas liberdades, à medida que se juntam e se separam à boa maneira do cinema romântico. "

As imagens são também da fotógrafa que acompanha a banda há já alguns anos. A capa do single foi criada por Hélène Mailloux, também ela uma repetente, uma vez que foi a responsável também pela capa de California.

CAPITÃO FAUSTO & ORQUESTRA DAS BEIRAS | Lisboa

02/03/2020

BUDDA POWER BLUES | "Live 2019"


O novo disco duplo de Budda Power Blues já está disponível em todas as plataformas online. Chama-se "Live 2019".

Este trabalho conta com 15 músicas gravadas em 15 concertos que celebram 15 anos de carreira no primeiro disco duplo ao vivo do trio de Braga!

LUÍS SEVERO EM CONCERTO

01/03/2020

IGUANA GARCIA | "Vagas"


O novo disco de Iguana Garcia já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais. "Vagas" é disco repleto de pop sentimental que encaixa no embalo de uma nova década. As apresentações estão agendadas para Março, dia 20 no Ferro no Porto, e dia 27 nos Anjos 70 em Lisboa numa festa que contará ainda com o dj set de DJ Quesadilla e uma exposição de pintura por Rita Gancho.

Quando aterrou em 2017 com “Cabaret Aleatório”, Iguana Garcia (moniker de João Garcia) montou um laboratório pop experimental, entre o new age dos 1980 e o rock psicadélico. Música nómada, para viajar e dançar, em formato one-man-band. Em “Vagas” persiste a visão de um-só-homem que se deixou dominar pelas fantasias pop que estavam sugeridas no primeiro álbum.

O fascínio por transformar os sons de alguma electrónica e pop-electrónica do passado em aventuras presentes continuam a estar na mensagem existencial de Iguana Garcia. A grande transformação de “Vagas” dá-se pela vontade tornar as ideias e beats em canções, momentos curtos e doces, com a cativação da dança por via de uma balada sentimental. “Vagas” é todo ele uma balada sentimental, um convite à dança, ou a várias danças.

Oportunamente, abre com “Os Duros Não Dançam”, um convite a levantar o pé devagarinho – muito devagarinho – para se dar início a esta dança. A espera não é longa, ao terceiro tema, e primeiro single, “Horas Vagas”, o complexo foi vencido e já se está na pista a “beber o tédio” juntamente com Iguana Garcia. Porque há melancolia neste “Vagas”, a mesma que existe nas canções pop dos 1980 que se transformam em bombas de pista.

Iguana Garcia quer que o ouvinte atravesse esta aventura emocional consigo. “Gengibre Jurássico” é o momento em que dão as mãos, num registo de hit obscuro que ilumina a mais teimosa das festas de aldeia no verão. Ficou de “Cabaret Aleatório” as visões psicadélicas e tropicais que Iguana Garcia transforma em belas melodias. Agora as melodias, as viagens, são também canções.

ANDRÉ HENRIQUES | "Uma Casa na Praia"


“Uma Casa na Praia” apresenta-se como segundo avanço para o álbum de André Henriques. Depois de “E de Repente”, o disco de estreia revela-se agora com nova música. No dia 13 de Março é editado o “Cajarana”, título escolhido para o debut do músico português.

O vídeo conta com a realização de Joana Linda, que trabalhou com André Henriques no primeiro vídeo (“E de Repente”) e a dupla volta a colaborar para ilustrar “Uma casa na Praia”.

"Fala da cidade, do trabalho e das rotinas. Sempre que a oiço lembro-me do último dia das férias de verão, quando sabemos que no dia a seguir vamos voltar ao cimento e aos empurrões nos transportes públicos. E depois é aquela utopia: e se ficássemos aqui para sempre, onde somos mais felizes? Mas logo a seguir surgem as dúvidas e os argumentos que nós próprios construímos para nos prendermos. Toquei a música para a banda que me acompanha e instintivamente toda a gente encontrou o seu lugar em poucos minutos. A ginga remete-me para África/ Brasil, o que a torna única no contexto do disco." (André Henriques)

Agenda:

29 de Março | Fafe, Teatro Cinema de Fafe

18 de Abril | Setúbal, Casa da Cultura

22 de Abril | Lisboa, Capitólio

01 de Maio | Ponte de Lima, Teatro Diogo Bernardes

02 de Maio | Tavira, CP Santo Estevão

16 de Maio | Vila Real, Teatro de Vila Real

22 de Maio | Braga, Theatro Circo

30 de Maio | Gafanha da Nazaré, Fábrica das Ideias


SONORIDADES 2020 | Vila das Aves


Três noites e um final de tarde para ouvir alguma da melhor música moderna portuguesa. É o regresso, a fechar o mês de Abril, do Sonoridades que "fica em cartaz" até 3 de Maio, fazendo convergir para o mesmo palco Filipe Sambado, Homem em Catarse, S. Pedro e Márcia.

Com três álbuns no currículo, entre os quais “Revezo”, publicado no final de Janeiro, Filipe Sambado marca o arranque de mais este ciclo de quatro concertos. Apresenta-se na noite de 30 de Abril no auditório do Centro Cultural Municipal de Vila das Aves com a irreverencia que se lhe reconhece e disco novo onde a ideia de folclore não encontra resistência na canção pop.

No feriado de 1 de Maio, o palco fica por conta do projeto Homem em Catarse, alter ego do guitarrista Afonso Dorido, também ele com álbum novo, publicado em janeiro deste ano, e cujo single de apresentação, “Yo La Tengo”, diz muito dos seus gostos e influências. Música assente no som da guitarra elétrica, em riffs ou melodias que exploram o eco ou a distorção, com laivos de piano e eletrónica à mistura.

Na terceira noite do Sonoridades, encontro com Pedro Pode; apresenta-se como S. Pedro e o seu mais recente álbum, “Mais Um”, fez jus à ideia contrária do título, ao distinguir-se como um dos melhores discos de (requintadas e orelhudas) canções publicado em 2019.

No final de tarde de domingo, 3 de Maio, o Sonoridades despede-se com chave-de-ouro com o concerto a solo, e muito especial, de Márcia; uma das mais talentosas escritoras de canções da atual música portuguesa. “Vai e Vem” o seu mais recente álbum (publicado em 2018) é, a todos os títulos, sintomático da luminosidade singular dos seus temas e foi considerado pela critica como um dos discos mais importantes da década.

29/02/2020

NOISERV | "Neste Andar"


Será que algum dia nos conseguiremos entender na nossa plenitude, perceber todos os porquês sem que para isso tenhamos de assumir como certo o que nunca entenderemos?

É num registo verdadeiramente etéreo e melancólico que Noiserv nos apresenta “Neste Andar”, o terceiro tema de avanço do novo disco a lançar em Setembro de 2020.

Assumindo-se como um dos temas mais introspectivos deste novo trabalho, “Neste Andar” é também uma reflexão sobre a impotência de nos entendermos a nós próprios num mundo inventado por outros.

Num instrumental carregado de intenção são de novo as palavras em português que se fazem ouvir: "Já pensaste que tudo que se vê foi inventado por quem não és?”

O vídeo que acompanha “Neste Andar”, tem como base um videojogo, um mundo paralelo, encenado, por vezes demasiado controlado, e só assim suficiente para nos compreendermos. Surge de uma colaboração com os leirienses Casota Collective com a performance anónima de um homem digital, Michael de Santa.

Noiserv em Março atua na Guarda, Lisboa (Talkfest'20) e Setúbal. Em Abril sobe ao palco do Auditório da AMAL na Lourinhã no âmbito do Sons da Vila.


PRANA AO VIVO NO PORTO E EM LISBOA


"Entre o Verde e o Laranja" é o mais recente título da discografia de Prana, um EP editado em Novembro do ano passado nas plataformas digitais (link), com selo Edições Valentim de Carvalho.

No próximo mês de Março o EP é editado em vinil e, para celebrar esta feliz ocasião, estão já em agenda dois concertos: 7 de Março no Porto (CCOP) e 11 de Março em Lisboa (B.Leza). O vinil de "Entre o Verde e o Laranja" estará à venda nas duas datas.

Para os Prana a música é uma experiência de colaboração e amizade, são agora revelados os artistas convidados para as duas datas.

José Cid irá partilhar o palco do Porto (CCOP). A amizade entre o lendário músico português e os Prana materalizou-se já numa sessão da série Convida (link), em que a banda parte à descoberta de novas roupagens para as suas músicas.

Para o concerto de Lisboa (B.Leza), os Prana convidaram Cristina Branco, Kumpania Algazarra e Frankie Chavez. Três importantes nomes da produção nacional, que confirmam o ecletismo e capacidade dos Prana atravessarem gerações e estilos musicais.

Ao vivo, os Prana amplificam o seu universo estético que tem o pop/rock como epicentro mas ouvidos abertos a toda a música que interessa, "e mais além".

MAZGANI | Capitólio

28/02/2020

ANIMAIS - 15 ANOS SEM PAREDES


Músicos de Coimbra prestam homenagem a Carlos Paredes. Depois de dar a conhecer o single "Sede e Morte", o projeto lança hoje o disco com 8 temas e apresenta o seu manifesto.

24 Abril | Teatro Académico de Gil Vicente (Coimbra)

JOÃO GRANOLA | "Os Moderados"


Hoje, dia 28 de Fevereiro marca a edição do álbum "Os moderados" do cantautor nacional João Granola.

Um disco elaborado e gravado com todo o cuidado e dedicação como se se tratasse de um artefacto único, precioso e delicado. Pensando bem, é mesmo isso que Os moderados é "a reflexão sobre o movimento de massas interessa-me. Sempre me interessou. O tema deste álbum é algo a que eu não podia fugir, já que ele me ocupa tanto tempo de pensamento. Todas as canções foram escritas com este tema como âncora, embora alguns sejam de espectros opostos do (meu) entendimento. Gravei as demos em casa, onde as evolui e decorei com arranjos. Depois chamei os meus amigos músicos e fomos gravar o álbum para os Black Sheep Studios, em Sintra", nas palavras de João Granola.

27/02/2020

TERESA SALGUEIRO | Buenos Aires


A propósito da visita anunciada do NRP Sagres a Buenos Aires, Teresa Salgueiro foi desafiada a preparar as boas-vindas, colocando mais uma vez a música ao serviço do contacto entre os povos. O resultado vai ser um concerto-recital voltado para o Mar, metafórica e literalmente.

Este concerto-recital, especialmente dirigido às autoridades argentinas, ao corpo diplomático e aos agentes culturais de Buenos Aires, terá lugar no dia 29 de Fevereiro, às 19.00h, no cais da cidade, tendo, como pano de fundo, o NRP Sagres e o pôr do sol refletido nos arranha-céus de Puerto Madero.

Com o fito de juntar num mesmo acontecimento musical as três nacionalidades envolvidas nas Comemorações da Viagem de Circum-Navegação, Teresa Salgueiro selecionou um repertório de músicas portuguesas, mas também Argentinas e Espanholas, que falam de existências atraídas pelo Mar e nele refletidas.

A cantora Portuguesa será acompanhada pela primeira vez pela Orquestra da Armada Argentina e dirigida pelo seu Maestro, o Sr. Capitão de Corveta, Marcelo Zurlo.

DESCONCERTO NO PORTO E EM LISBOA

26/02/2020

CRISTINA BRANCO | "Prova de Esforço"


“Prova de Esforço” antecipa o álbum “Eva”, de Cristina Branco, previsto para 20 de Março. A música dada agora a conhecer conta com texto de Pedro da Silva Martins, que assina a composição instrumental juntamente com Luis José Martins. O trabalho de vídeo é de Joana Linda, bem como todo o conceito do álbum “Eva”.

A relação artística de Cristina Branco e Pedro da Silva Martins surge no álbum “Não Há Só Tangos em Paris” (2011) com o tema título desse mesmo trabalho. Desde então o compositor português voltou a trabalhar com Cristina Branco em músicas “Não Há Pontes Sem Nós” e “Saber Aqui Estar”, ambas presentes no álbum “Menina”, de 2016.

"É sempre um enorme prazer escrever para a Cristina (para mim, a melhor e a mais arrojada voz a cantar a língua portuguesa em Portugal). Este convite surgiu em forma de carta, uma carta assinada por essa tal Eva, a premissa deste disco. Prometi que respondia à carta em forma de canção. Respondi à letra em letra." - (Pedro da Silva Martins sobre o tema "Prova de Esforço")

CASSETE PIRATA CONFIRMADOS NO MUMI


O MUMI é o primeiro mercado profissional de música e cultura organizado pelos dois territórios ibéricos (Portugal e Espanha) com o objectivo de criar uma ponte de ida e volta real e estável para as músicas de ambos os países.

O encontro, que se desenvolverá em Verín nos días 12, 13 e 14 de Março, reunirá artistas e bandas para showcases, promovendo e dando palco à música portuguesa e galega. Um dos nomes do contigente português são os Cassete Pirata.

Esta apresentação acontece depois da banda apresentar o novo single "Chora Mãe", retirado do seu LP de estreia "A Montra" editado em 2019.

"Chora Mãe" segue-se ao single "Ferro e Brasa", tema que acompanhou o lançamento do disco e que veio disseminar-se pelos tops de audição nacionais e elevar a fasquia do que tinha já sido prometido com o EP de estreia da banda, em 2017, do qual se destacam as canções "Pó no Pé", "Outra Vez" e "Sem Norte" que carimbaram de vez o pop/rock português.

Em 2020 os Cassete Pirata continuam depois na estrada sob o mote TOUR N2, com o apoio da Fundação GDA. Uma homenagem à estrada mais longa do país e da Europa (a Estrada Nacional 2), esta ligação entre Chaves e Faro surge, para a banda, como o símbolo das membranas a que a música pode chegar.

ELISA RODRIGUES | "Não Voltes Mais"


«Cantar é sem dúvida a minha maior paixão. Sempre pensei em mim como cantora e foi com surpresa que recebi o convite para participar no Festival da Canção como compositora. Sinto-me muito honrada. É um sinal de que talvez deva levar a composição mais a sério, uma espécie de confirmação de que de uma forma muito descontraída, já sou compositora há algum tempo. O tema que escolhi apresentar surgiu-me de um modo muito leve e foi assim que eu e o Luís Figueiredo [responsável pela produção] tentámos mantê-lo. É alegre, com um toque afro e a letra é uma espécie de autorização para ser feliz (Elisa Rodrigues)

Este sábado, na 2.ª semifinal do Festival RTP da Canção 2020, Elisa Rodrigues interpreta o tema “Não Voltes Mais” cuja composição e letra são também da sua autoria.

CAPICUA APRESENTA "MADREPÉROLA" NO PORTO

25/02/2020

VÍDEOCLIP | "Fica Entre Nós" - Grutera


"Fica entre nós" é o primeiro single do novo disco de Grutera.

“Fica entre nós” é sobre cumplicidade, sentimento que pode ser entre duas pessoas como entre pessoas e as suas tradições. É isso que o vídeo pretende mostrar, que por vezes é necessário existir algum localismo para que exista a conservação dos costumes e a preservação dos espaços e das gentes locais. Gentes que, muitas vezes, se vêm expulsas das suas raízes pela força do turismo e dos interesses económicos, que tanto podem ter de bom como de mau, se não existir um equilíbrio.


CARTAZ | Concerto

24/02/2020

ESTRACA | "Dar Vida"


A 6 de Março, Estraca lança o novo álbum "Dar Vida”, o terceiro disco em nome próprio, que tem vindo a ser desvendado single a single e que ficará disponível, na íntegra, já na próxima sexta-feira, em todas as plataformas digitais.

Com mistura e masterização de Charlie Beats e Tom Enzy e a participação de convidados especiais como Fábio Brazza, Kosmo da Gun, Matay, Murta e Selma Uamusse, "Dar Vida" inclui, no seu alinhamento de nove temas, singles que têm estado nos lugares cimeiros das tendências do youtube com muitos milhares de visualizações.

Abordando temáticas tão diversas como a religião, a política, a justiça e a liberdade, numa mensagem impregnada de uma consciência social invulgar para um jovem de apenas 22 anos, Estraca faz ouvir a sua alma ao misturar rimas assertivas com um flow explosivo que tão bem o caracterizam.

:PAPERCUTZ | Japanese Tour 2020

23/02/2020

QUINTA DO BILL REEDITA "OS FILHOS DA NAÇÃO" EM VINIL


Para comemorar os 25 anos de um dos discos mais marcantes da música portuguesa, a Quinta do Bill reedita “Os Filhos da Nação” em vinil. Com o grafismo original, esta nova edição chegou às lojas no passado dia 21 de Fevereiro.

“Os Filhos da Nação” saiu no final de 1994 e reúne inúmeros hits como “Os Filhos da Nação”, “Senhora Maria do Olival”, “A Libertação” ou “Menino”. Com produção de Frank Darcel (guitarrista e fundador da conhecida banda francesa Marquis de Sade), conta ainda com as participações especiais de João Aguardela, Paulo Costa (dos Ritual Tejo), Jorge Palma e Pedro “Paganini” Teixeira da Silva.

O álbum foi um enorme sucesso de vendas e permitiu à banda conquistar o seu primeiro disco de ouro. Em 1995 a Quinta do Bill percorreu o país com uma duradoura tour de apresentação do disco, conquistando desde cedo uma enorme legião de fãs. Esta celebração começou em 2019 e estende-se a 2020 com muitas iniciativas e surpresas que o grupo pretende desvendar ao longo do ano.

22/02/2020

APRIL IVY | "Temporary Love"


Depois de “Can’t Fight This Feeling” - descrita pela The Line of Best Fit como «um mergulho profundo no ambiente, na batida e no groove "disco"» - April Ivy apresenta “Temporary Love”. O novo single, que é uma refrescante abordagem à funk pop, já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Produzida pelos AZTX, e composta em co-autoria com April e Danny Wilkin, dos Push Baby (f.k.a. Rixton), “Temporary Love” conta a história de um amor apaixonado e acarinhado, sob uma mescla de riffs de guitarra, ritmados e sedutores, aliados à voz da artista portuguesa.

Com apenas 20 anos, April Ivy já conta com uma vasta legião de fãs graças à identidade única da sua música, que tem vindo a deixar lastro nas maiores rádios e festivais do país. Começou a sua carreira aos 9 anos, com a dobragem de vozes de personagens da Disney, em filmes como Toy Story 3, Tangled ou Minnie & You. 

Em 2016, o primeiro single "Be Ok” tornou-se um sucesso de airplay, chamando a atenção da Universal Music France, que rapidamente a contratou. Depois de uma sucessão de singles de sucesso ao longo dos anos, o projecto editado com a Warner Portugal “game.of.love” trouxe-lhe uma nomeação para os MTV Awards na categoria de “Best Portuguese Act”, uma nomeação para os Globos de Ouro na categoria de “Revelação Nacional” e o prémio “Revelação” para a Nova Era.

WET BED GANG | "La Bella Mafia"


São 4 e são provavelmente o maior fenómeno do hip hop português e um dos maiores da música nacional. Gson, Kroa, Zara G e Zizzy originais de Vialonga, seguiram os passos do malogrado Rossi e espalharam a palavra dos Wet Bed Gang um pouco por todo o país. O fenómeno começou a ganhar força em 2017, altura em que é lançado “Filhos do Rossi” e ganhará sucessor em Março. Como antecipação final, "La Bella Mafia" é uma homenagem ao fundador da banda e já está disponível.

Passaram 3 anos desde que o país conheceu o primeiro álbum dos Wet Bed Gang. "Filhos do Rossi" veio revolucionar o hip hop nacional e catapultou os rapazes de Vialonga para as bocas do mundo. Agora, em 2020, depois de uma mão cheia de singles que conquistaram quem ainda faltava conquistar, chegou a hora da sucessão e "La Bella Mafia" é o último aperitivo para o que aí vem.

O novo tema homenageia Rossi juntando todos os amigos da banda e agradecendo por tudo o que até agora os 4 rapazes e a sua "família" lograram alcançar. Num video em clima de festa, a partilha e amizade entre os que são mais próximos do colectivo funciona quase como premonição para um 2020 que se espera ainda mais arrebatador.

CARTAZ | Concerto

/>