25/03/2020

FROM ATOMIC | "Deliverance"


From Atomic são uma banda que nasce em Coimbra, em 2018, pela ideia de Alberto Ferraz desafiar Sofia Leonor a fazerem algo em conjunto, aos quais se juntou mais tarde Márcio Paranhos, formando-se assim o núcleo 'atómico'.

O seu som reflecte influências de Yeah Yeah Yeahs, The Jesus & Mary Chain, Cocteau Twins, The Cure, DIIV, Siouxsie & The Banshees, Joy Division, The Raveonettes ou Sonic Youth, buscando muito do "post punk" britânico da década de 80, mas também algo do 'indie noise' da década seguinte. No entanto, ao escutarmos os From Atomic encontramos um som com marca própria, crua mas firmemente apoiada em melodias pop.

A urgência das palavras com que Sofia Leonor (voz e baixo) nos interpela, expõe a narrativa minimalista que se funde nas melodias ruidosas de Alberto Ferraz (guitarra). O ciclo fecha-se com uma fundação rítmica viciante e feroz, a cargo de Márcio Paranhos (bateria), que enquadra uma atmosfera simultaneamente negra e luminosa.

Em Maio de 2018 lançaram "Heaven´s Bless", uma faixa que despertou curiosidade no panorama musical nacional. Ganhou espaço em rádios como a RUC e Antena 3, foi incluído na colectânea "A date with Gliding Barnacles" (Lux Records) e integrado no CD Novos Talentos FNAC 2019.

A 27 de Março acontecerá o lançamento do seu primeiro álbum "Deliverance", pela conimbricense Lux Records. Gravado e produzido nos estúdios da Blue House por Henrique Toscano e João Silva, tem mistura e masterização de João Rui, contando com colaboração em uma faixa de Rui Maia (X-Wife, Mirror People).

Nas palavras dos From Atomic, "Deliverance" apresenta-se como uma descida às profundezas inerentes ao processo de concepção de identidade. Intemporais, as palavras reagem ao impulso incontrolável de procurar entender como sentir e aceitar o mundo. Ao expor as fragilidades que tanto nos atormentam, ousamos acreditar que o que nos rodeia poderá não ser (inteiramente) real. Um sentimento de alienação corre nas veias de cada verso e cada compasso. 

O conflito é palpável à medida que descemos essa escuridão, mas a representação daquilo que nos define, desaba na vontade de sentir que há escolha, que podemos de alguma forma mudar a nossa natureza. O ímpeto que circunscreve este primeiro álbum é uma confrontação constante com o nosso reflexo e instiga o passado a suspirar ao ouvido, enquanto golpeia as memórias que nos escorrem pelas mãos.


NOISERV | "Parou"


Nesta sexta-feira, dia 27 de Março, Noiserv lança um novo tema e vídeo que será o 4.º tema de avanço do novo disco de originais a lançar em Setembro 2020. Mantém assim a cadência de lançamento de um novo tema e vídeo por mês como tem feito desde Dezembro 2019.

“Parou” é a nova canção que, numa altura particularmente difícil a nível mundial, sugere uma reflexão sobre o medo de nos concretizarmos e dos bloqueios a que nos sujeitamos para sabotar a chegada desse momento.

CARMINHO ATUA NO FESTIVAL DO JORNAL O GLOBO #TAMOJUNTO


Carminho, a convite do Jornal O Globo, junta-se a vários nomes da música brasileira e atua esta sexta-feira, 27 de Março, pelas 19.00h em Portugal e 16.00h no Brasil, no Festival #tamojunto, realizado pelo renomeado meio de comunicação brasileiro, com transmissão na sua página de Instagram - instagram.com/carminho.

Esta é uma iniciativa para promover pocket-shows a partir de casa de vários nomes da música, como Adriana Calcanhoto, Giulia Be, Tom Zé, Mallu Magalhaes, Moreno Veloso, Xande de Pilares, Tim Bernardes, Zélia Duncan, Carminho, entre outros, ajudando assim a consciencialização do público sobre a importância do isolamento social no combate ao avanço do novo coronavírus.

“Neste momento inexplicável, desconhecido e tão difícil para todos, a música continua a ser uma das mais preciosas companhias. O consolo que artistas de todo o mundo têm levado a tanta gente é outro poder inexplicável, mas este é vital, traz a esperança e a paz!”, refere Carminho.

A atuação será transmitida na página de Instagram de Carminho - instagram.com/carminho - e ainda no site do Jornal O Globo - https://oglobo.globo.com/ - e respetivas páginas de Facebook, Twitter e YouTube - facebook.com/jornaloglobo, twitter.com/jornaloglobo e youtube.com/jornaloglobo.

24/03/2020

#HOMESTAGE FESTIVAL


#homestagefestival surge como um movimento de artistas e profissionais do espectáculo a nível internacional, que junta já mais de 60 artistas, 6 países e 11 nacionalidades, dos quais se destacam o actor Pedro Diogo, Luiz Caracol, Sebastião Antunes, Najla Shami, Barry White Gone Wrong, Carlos Alberto Moniz, Rua Direita, Manuel Freire, Francisco Naia e Casuar, Grutera, Maria Vanedi ou Valeria Carvalho, e que a partir do Facebook irão partilhar actuações, com a duração máxima de 30 minutos, a partir das suas casas.

As actuações serão transmitidas em directo na página de Facebook de cada artista e em @homestagefestival no Facebook. A iniciativa tem como objectivos a sensibilização para a necessidade de ficar em casa e seguir as directivas da OMS e das autoridades de saúde de cada país, neste momento crítico e desafiante a uma escala global. Tem ainda como propósito, a consciencialização geral acerca da situação precária vivida pelos artistas e restantes profissionais do espectáculo no contexto actual que se vive por todo o globo. 

A produção e o acesso à cultura são ainda mais essenciais nestes tempos desafiantes. Também por esse motivo , serão incentivados os donativos voluntários e directos a cada artista através de MBWay, PayPal ou IBAN.

SOAM AS GUITARRAS 2020


Dada a proximidade da realização do Soam As Guitarras 2020 a organização informa que envidou todos os esforços junto dos artistas, coprodutores e parceiros no sentido do reagendamento dos concertos anunciados, tendo já pronto um novo calendário, graças à inestimável colaboração de todos.

A divulgação de toda a informação relativa ao novo calendário e a todos os aspetos que concernem a bilhetes e ingressos, terá lugar logo que seja levantado o Estado de Emergência, de acordo com a recomendação da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), cujo excerto reproduzimos abaixo:

Face às condições especiais e excecionais que o país atravessa, a confirmação da realização dos espetáculos, o anúncio da data dos eventuais reagendamentos ou o cancelamento definitivo dos mesmos apenas pode ocorrer após o levantamento do estado de emergência, pelo que no âmbito das competências da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) recomenda-se que, consequentemente, a decisão de devolução ou não dos bilhetes já adquiridos fique deferida para momento posterior ao levantamento do estado de emergência, sem prejuízo de legislação que possa vir a ser aprovada neste âmbito.

A Ghude deixa ainda as seguintes palavras.

Ao público, aos artistas, e seus representantes, aos técnicos, promotores, produtores, autarquias e todos os parceiros, queremos em primeiro lugar, agradecer o inestimável empenho, dedicação e colaboração com que tanto nos honram e com os quais contribuem para este projeto comum que é o Soam As Guitarras e, com o seu talento e trabalho, para a dinamização da cultura em Portugal e por esse mundo fora.

As dificuldades impostas pela imprevisibilidade destes primeiros meses de 2020 são de tal forma transversais a toda a comunidade, à nossa vida por inteiro, que nos levam a simplificar esta mensagem dando-lhe – muito mais do que um anúncio - a forma de um desejo de esperança e a afirmação de total e inabalável solidariedade com cada um de vós.

E porque é dessa esperança, dessa “matéria” essencial que estes dias tão exigentes devem também ser feitos, a Ghude, a Câmara Municipal de Oeiras, a Câmara Municipal de Évora, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, a Câmara Municipal de Setúbal e todos os parceiros do Soam As Guitarras, querem desde já agradecer a todos os artistas e seus representantes, a compreensão, profissionalismo e inestimável colaboração que nos permitem o reagendamento dos espetáculos previstos em datas que anunciaremos após o levantamento do Estado de Emergência.

Estamos juntos. Mais uma vez, obrigado a cada um de vós e até breve.

23/03/2020

GRAND SUN | "Circles"


Grand Sun está de volta e traz consigo uma revolução, o primeiro sal saudável para hipertensão. O novo trabalho, "Sal Y Amore", representa uma outra faceta da banda, mais crua, sem filtros e genuína. Durante 2019, tocaram pelo país fora em salas de concertos e também se lançaram em festivais como o Festival Ecos de Lima, a Festa do Avante ou o Festival Termómetro. O novo disco canta todas estas viagens, novos amigos e muito roque que permitiu ao quarteto de Oeiras crescer e mostrar uma nova face.

Sobre o sujeito insubordinado que quer fugir de tudo, a banda apresenta uma nova solução: imortalizar todos os dissabores que nos fazem sentir vivos. Os singles “Feeling Tired” e “Veera” fazem de porta estandarte desta comitiva. Todos com a sua personalidade desvendam um pouco do que está para vir.

"Sal Y Amore" foi gravado e misturado pelo André Isidro nos estúdios Duck Tape Melodies e masterizado pelo João Alves no Sweet Mastering Studio. O novo trabalho é editado pela Aunt Sally Records no dia 27 de Março e o artwork da capa foi trabalhado em conjunto com a MURTA e a sua lente.


JOHN STREETS | "Tempo"


John Streets vem anunciar o seu segundo Single “Tempo”, que será dado a conhecer ao público no dia 03 de Abril, Sexta - feira em todas as plataformas digitais.

“Tempo” foi escrito e composto pelo próprio, ficando a produção a cargo do multi talentoso Caesar Barbosa (guitarrista dos Cidade Negra).

Este tema fala sobre amor e mudanças. Em “Baixar” o orgulho, amar de verdade tudo o que realmente vale a pena, ter como felicidade o mesmo destino, porque o tempo não pára.

"Com “Tempo”, nada se faz à pressa, só com tempo aprendemos e reavaliamos a nossa vida e podemos dar impressões sobre ela".

22/03/2020

ET TOI MICHEL | "A Montanha"


"A Montanha" é o primeiro registo original de Et Toi Michel, o alter-ego do novo projecto a solo de João Mota, compositor e músico da banda Delamotta e co-compositor e cantor dos Um Corpo Estranho, ambos nomes da esfera musical made in Setúbal.

O tema estará, também, disponível em todas as plataformas digitais a 27 de Março, com o selo da editora independente setubalense, Malafamado Records.

JOÃO CANEDO | “Gasta Essa Esperança”


“Gasta Essa Esperança” é o primeiro álbum de estúdio de Joao Canedo, tendo para trás de si, no entanto, quatro álbuns de originais autopublicados, “Horas" de 2011, "O Trabalho da Formiga" e "Tentar Custa" de 2012, e "Gosto do Teu Ar", de 2016.

O álbum foi editado pela Sincronia de Sons e gravado no Stage Studio (Porto). A capa é da autoria do fotógrafo Filipe Braga, com artwork da designer Catarina Pereira Coelho, Lepur’s Design, em colaboração com Joana Fino.

21/03/2020

EVOLS | "III"


Está aí "III", o novo longa-duração dos Evols. Com edição Revolve, o disco está disponível para escuta em todas as plataformas digitais e, para compra em vinil ou cd, no site da editora.

Atualmente os Evols são Vitor Santos, França Gomes, Carlos Lobo, Rafael Ferreira, André Simão e Sérgio de Bastos. III foi gravado e misturado pela banda e teve a participação de Jorge Queijo (Ensemble Gamelão, OtrotortO, Os Príncipes) e Pedro Oliveira (Krake, Peixe:Avião, Dear Telephone e OZO) na bateria.

TSUNAMIZ | "Afterbirth Afterparty"


Chama-se "Afterbirth Afterparty" e é o novo disco de Tsunamiz. O músico e produtor do Seixal conhecido pela sua originalidade, ecletismo e sensibilidade pop regressa com um novo álbum em que apresenta uma estética de música eletrónica moderna que abraça o indie e o noise rock, com influências que vão desde António Variações a Gorillaz e de Beck a Pixies.

O artista gravou, produziu e masterizou o sucessor de New Birth Guerrilla no seu estúdio caseiro mantendo-se fiel à ética D.I.Y. (faça você mesmo) e bedroom producer.

Este disco assinala também a primeira vez que o músico apresenta canções originais em português, como são o caso dos temas Ah e Tal e Maré de Azar, tendo este último sido enviado como candidatura livre para o Festival da Canção 2020. O disco está disponível em todas as principais plataformas digitais.

20/03/2020

CLARICE FALCÃO | "Eu Me Lembro"


A cantora, compositora e atriz Clarice Falcão revisita, homenageia e recria sua carreira no EP “Eu me Lembro”. O novo projeto conta com 5 canções de trabalhos anteriores de Clarice com a estética eletrónica que marca a digressão atual da artista, inspirada no disco “Tem Conserto” (2019). Trazendo outras cores para favoritas do público, o EP serve como um marco da evolução e amadurecimento de Falcão, está disponível em todas as plataformas de música digitais.

Minha música é muito focada nas letras, que é algo que gosto muito, mas nos últimos anos eu queria que a música acompanhasse o clima. Mudamos bastante e achamos novas camadas para essas canções”, conta Clarice Falcão.

Lançado no ano passado, “Tem Conserto” traz uma artista se abrindo de modo inédito para debater questões profundas e pessoais, como ansiedade e depressão, que a acompanham desde a adolescência. O álbum foi o grande responsável por essa nova direção musical. Integrando essa estética agora a canções de discos anteriores de Falcão, o EP “Eu Me Lembro” traz a inédita “Pra Ter o que Fazer”, lançada anteriormente somente no YouTube em 2012 em um formato voz e violão; duas faixas do disco “Problema Meu” - “Irónico” e “Eu Escolhi Você” - e duas do seu debut “Monomania” - “O Que eu Bebi” e “Eu Me Lembro”, que ressurge em um dueto com Letrux.

RODRIGO COSTA FÉLIX | "Tempo"


“Tempo” é o novo álbum de Rodrigo Costa Félix, um dos nomes mais reconhecidos do panorama fadista nacional.

Depois de “Fados de Amor”, disco amplamente elogiado pela crítica, vencedor do Prémio Amália Rodrigues para melhor CD de Fado e nomeado pela revista Songlines para melhor álbum do ano na World Music, Rodrigo Costa Félix regressou a estúdio para nos oferecer um disco actual, sem perder a essência da tradição e alma da canção de Lisboa.

Neste novo trabalho, Rodrigo assume definitivamente a sua faceta de letrista, assinando 6 dos 12 temas do disco.

Os restantes são da autoria de poetas contemporâneos, como Tiago Torres da Silva, Vasco Gato ou José Fialho Gouveia, retomando um íntimo diálogo criativo entre artistas e poetas, que Amália Rodrigues tanto incentivou e que infelizmente se tem perdido nos últimos anos.

Assente fundamentalmente em Fados tradicionais, “Tempo” traz também novas melodias ao repertório fadista da autoria de compositores como Pedro Jóia, Tiago Machado, Luiz Caracol ou Rogério Charraz, entre outros.


19/03/2020

BUBA ESPINHO LANÇA AMANHÃ O SEU DISCO DE ESTREIA

Buba Espinho lança amanhã o seu primeiro álbum. A edição será realizada em todas as plataformas digitais, em streaming e em download, sendo que a edição em CD será anunciada logo que a situação que todos vivemos em todo o mundo volte à normalidade.

O álbum de estreia chega na sequência do êxito com o tema “Roubei-te Um Beijo” que conta com a participação de António Zambujo, editado a 31 de Janeiro. A canção foi escrita por Armando Torrão, cantador e autor do Cancioneiro Modas Populares do Concelho de Serpa.

“Roubei-te um Beijo” é a amostra perfeita deste álbum onde encontramos mais 10 canções que nos levam do Fado a influencias do Cante Alentejano não fosse Buba já um experimentado cantor nessa área, apesar de ser ainda um jovem, fruto das suas experiências nessa área.

CARTAZ | Concerto

18/03/2020

SPICY NOODLES | “Sensacional!”


“Sensacional!” é o nome da música que também dá nome ao primeiro álbum das Spicy Noodles, editado no dia 31 de Março pela editora Lux Records de Coimbra que estará disponível para consumo na forma física ou digital, não tem contra indicações e pode ser consumido sem moderação.

O refrão fala daqueles momentos em que nos sentimos o Mr. Bean, uma personagem com as mais originais e excêntricas soluções para resolver alguns problemas e uma indiferença total para soluciona outros, com uma incrível habilidade para gerar confusão, e nos sentimos o Charlie Brown, o menino que falha em quase tudo o que tenta fazer, uma criança dotada de infinita esperança e determinação mas que é dominada pelas suas inseguranças e uma permanente má sorte, sofrendo pequenos golpes dos seus amigos, um carismático fracassado, e em como nos sentimos tão contentes quando pensamos que é sensacional.

A música foi feita para aquelas coisas que queremos que aconteçam de qualquer forma, o que tem de ser, o que vai acontecer mesmo que tenhamos de tentar de novo, aquilo que pagamos para ver, e deixamos andar, o que tem de ser e não tem solução.

O videoclip procura ser tudo isto, feito de soluções excêntricas e originais. As Spicy Noodles prepararam e editaram os seus melhores e mais sensacionais truques e passos de dança, tudo num ritmo acelerado para servir como base para rabiscos coloridos frenéticos.


CONCERTO DE AFONSO CABRAL ADIADO PARA 7 DE NOVEMBRO NO CCVF


A atuação de Afonso Cabral prevista para 20 de Março, às 23.00h, no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, já tem nova data. O concerto será realizado a 7 de Novembro.

Mais conhecido pelo seu trabalho enquanto vocalista dos You Can’t Win, Charlie Brown, Afonso Cabral revelou, em 2019, o seu primeiro álbum em nome próprio. "Morada" é um «disco de belíssimas canções que não têm medo de crescer, criando um curioso mundo quase paradoxal de canções íntimas e solitárias pejadas de ideias e de gente», como referido pela crítica especializada. O idioma é agora o português, tendo-lhe tomado o gosto depois de ter escrito Perto para o disco de Cristina Branco. "Morada" mantém-se num registo pop elegante, confirmando Afonso Cabral como um dos mais seguros valores da música nacional.

Os bilhetes para o concerto de Afonso Cabral encontram-se à venda pelo valor de 5 euros ou 3,5 euros com desconto, podendo ser adquiridos online em www.ccvf.pt. Os ingressos já adquiridos são válidos para a nova data de 7 de Novembro.

OUTONALIDADES DIVULGA BOLSA DE GRUPOS DA 24ª EDIÇÃO DO OUTONALIDADES


Para a Bolsa de Grupos da 24ª edição do OuTonalidades foram pré-selecionados 125 projetos musicais (107 portugueses e 18 estrangeiros). A Bolsa de Grupos, bem como o formulário de adesão de Espaços, está disponível no site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

Da lista nacional, constam nomes como Cláudia Pascoal, Aníbal Zola, daguida, Daniel Pereira Cristo, dois, pois, Don Pie Pie, emmy Curl, Lavoisier, Luca Argel, Mano a Mano, mema., NoSótãodaVelha, Till Sunday Pirate, Marco Figueiredo, Pedro Mestre, entre muitíssimos outros, de inúmeros géneros musicais.

17/03/2020

SESSA | "Grandeza"


Está disponível para escuta, "Grandeza", o disco de estreia de Sessa. Com edição para o mercado português, em formato vinil, via Lovers & Lollypops, o registo pode ser ouvido também no bandcamp da editora. Dado à situação de saúde pública que, neste momento, afecta o país, a estreia do músico brasileiro em Portugal será adiada para o final do ano. A devolução dos bilhetes para os concertos agendados em Abril já se encontra disponível.

Fundador do duo psych-funk Garotas Suecas e colaborador regular de Yonatan Gat, o nome de Sessa não será novo para os mais atentos à cena musical brasileira e americana. Em "Grandeza", o seu disco de estreia a solo, descobriu o espaço para explorar a sua própria visão sobre aquele que é o imenso território sonoro do Brasil. Daí que não seja de estranhar que neste disco, que o mesmo classifica como uma homenagem ao seu país, se encontre a visceralidade e sensualidade da palavra (a lembrar o caminho criado por Caetano Veloso) e os arranjos melódicos de quem cresceu a ouvir Tom Jobim.

Mas "Grandeza" não se fica por aqui. Num esforço de condensar a riqueza de ritmos e texturas da música cantautoral brasileira, descobre-se aqui um novo caminho, a apontar o futuro: o da complexa simplicidade como ponto primeiro do que é belo.

16/03/2020

FESTIVAL #EUFICOEMCASA


@FestivalEuFicoEmCasa é uma iniciativa que une artistas, editoras e agências, num movimento cultural inédito em Portugal, apoiado pelos meios de comunicação e comunidade digital. Um evento no Instagram onde perto de uma centena de intérpretes, músicos e autores nacionais irão dar ‘concertos’ individuais, com a duração máxima de 30 minutos a partir das suas próprias casas e desta forma levar a música até todos os que ficaram privados dela com o cancelamento de todos os concertos no País.

O objetivo desta iniciativa é sensibilizar a população para a necessidade de ficar em casa. Numa altura crítica para Portugal e para o Mundo, é urgente que todos entendamos que só cumprindo as orientações da OMS e DGS poderemos sair deste cenário com a maior rapidez possível, protegendo também, desta forma, todos os inúmeros profissionais que são imprescindíveis para o combate ao Covid-19 e continuidade do funcionamento do País, como médicos, enfermeiros, farmacêuticos, trabalhadores de supermercados, polícias, bombeiros e tantos outros.

Numa altura também ela crítica para todo o sector cultural, em que o cancelamento e adiamento de inúmeros concertos e espetáculos em todo o País resultou numa quebra de 100% na faturação de grande parte dos intervenientes do sector, deixando artistas, músicos, técnicos, agências e várias empresas numa situação económica muito delicada, os artistas estão cientes de que, só com a responsabilidade de toda a população o sector poderá voltar à normalidade o mais breve possível, reduzindo dessa forma o impacto económico na sua atividade.

Por estas razões, esta iniciativa tem também o objetivo de tornar visível a problemática com que o sector se depara, chamando a atenção da população, dos media e consequentemente dos decisores políticos para a necessidade de olharem para as especificidades próprias desta área.

O Festival decorrerá esta semana, diariamente entre as 17.00h e as 23.30h, com início já esta terça-feira, 17 de Março, até ao próximo domingo, 22 de Março.

A transmissão de cada concerto será feita na conta de Instagram de cada um dos artistas que participam na iniciativa ou através da conta de Instagram criada propositadamente para o Festival @FestivalEuFicoEmCasa.

FADO LELÉ | "Pop Gourmet"


Fado Lelé apresenta o seu segundo álbum "Pop Gourmet". Mantendo-se fiel às raízes nas designadas músicas do mundo, o grupo amplia agora o seu conceito de génese numa moldura assumidamente pop, ora mais festiva, ora mais introspectiva, ilustrando diferentes facetas de um espirito lusitano que tal como no trabalho anterior "Portugal Sabe O Que É!", continua omnipresente.

A sonoridade e o modo algo inovador de usar o ukulele (tocado por Miguel Castro) é neste disco um elemento chave a par das interpretações de Ana Castelo (voz) e da total sintonia de que ambos desfrutam com os veteranos ilustres Luciano Barros (baixo eléctrico) e Beto Garcia (bateria e percussão).

15/03/2020

TELMO PIRES | Discurso Direto


Depois de "Fado Promessa", em 2012 e "Ser Fado", em 2015,"Através do Fado" é o terceiro álbum gravado e produzido em Portugal. Aqui Telmo Pires, assume também a responsabilidade de coprodutor, ao lado de Davide Zaccaria, músico e produtor dos álbuns anteriores. Nos últimos anos, Telmo Pires foi conquistando o público e os media pela Europa, sendo o seu nome associado não só a uma nova voz, mas também a uma nova imagem e postura no Fado contemporâneo. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado o fadista Telmo Pires.

Portugal Rebelde - Optou por gravar este “Através do Fado” em estúdio ao vivo com os músicos que o acompanham em palco. A essência do seu fado passa muito por aqui?

Telmo Pires -  Tentei neste álbum guardar ou captar uma certa energia que (para mim) só acontece ao vivo, em palco. Vejo-me também mais como artista de palco do que de estúdio. As duas coisas têm as suas vantagens. O fazer musica juntos, o sentirmos, o respirarmos juntos tem uma elevada qualidade que consegue transportar melhor o sentimento, a emoção do tema. Foi essa a razão de (desta vez) gravarmos juntos "ao vivo" em estúdio. A ultima vez que o fiz, foi em 2009 num álbum só de voz e piano.

PR - Neste disco canta, “Uma Flor de Verde Pinho”, um tema de Manuel Alegre/José Niza. Este é um fado que há muito queria cantar. Porquê?

Telmo Pires - As vozes de Amália e Carlos do Carmo foram as que me mais marcaram, já desde miúdo. São a razão por qual eu, mais tarde, como adolescente fui re-descobrir o Fado. Não tenho a certeza, mas acho que "Uma flor de verde pinho" terá sido a primeira canção que ouvi na voz de Carlos do Carmo. Talvez por, ainda hoje, cada vez que a oiço, imediatamente ser transportado para um outro tempo. Um tempo muito longe do "agora", algo quase perdido no passado. Sempre quis fazer uma homenagem seja a Carlos do Carmo, seja a esse tema lindíssimo... mas só agora me atrevi. Tudo tem o seu tempo... e senti que o momento certo tinha chegado.

PR - Em “Era uma vez" criou um Fado canção melódico “que entra logo no ouvido". Este Fado fala ironicamente de um problema que afeta a cidade de Lisboa. A cidade está a mudar muito?

Telmo Pires -  Sim, completamente. A vida inteira é feita de mudanças. E sempre surgem coisas boas e também menos boas. Tudo tem dois lados. Espero que Lisboa, respectivamente: os responsáveis, consigam além de toda a modernização, ondas de turistas, manter a alma e a essência de Lisboa. Espero que não aconteçam erros como em outras cidades europeias que quase viraram parques de diversões. O turista em si adora Lisboa precisamente por ainda ter alguns sítios, bairros, paisagens únicas. Quando tudo estiver vendido (o que está a acontecer há muito tempo), quando o centro de Lisboa se transformar num gigante hotel (o que está a acontecer), quando não houver espaço nem a possibilidade financeira de alugar ou comprar um apartamento para a população (já agora é impossível) porque está tudo dedicado a pessoas com capital elevado que vêm de fora, quando as casas de Alfama, Bairro Alto e Graça forem só alugadas pelo Airbnb (o que está a acontecer)... vamo-nos lembrar muito de Amália que já cantava "Lisboa....., não sejas francesa!" 

PR - “Só o meu canto”, foi o single de avanço deste novo disco. De que é que o fado deste poema nos dá conta?

Telmo Pires -  Perdemos muito tempo com o que é efémero. Damos muito valor ao que pensamos que possuímos. Mas só nós próprios nos pertencemos. Temos que ser nós a cuidar de nós próprios e seguir a voz que temos, que nos conduz, que nos leva para onde devemos estar e a sermos quem devemos ser. O que está na nossa natureza de ser, de se cumprir. Quer dizer: acreditar e confiar na nossa nossa intuição. Somos energia. Todo o resto ... morre.

PR - Depois da edição deste disco, há a intenção de o “mostrar” nos palcos portugueses e da Europa?

Telmo Pires -  Sim, claro! O objetivo é sempre estar perto do nosso publico. O concerto é a forma perfeita. Estamos a trabalhar com uma nova equipa em tornar muitas ideias realidade! Sei que vou estar este ano novamente pela Europa fora e espero também de aturar mais no nosso país.

PR - Para terminar, o que vê “através do Fado”?

Telmo Pires - Tudo!




THE WEATHERMAN DÁ CONCERTO A PARTIR DE CASA


No próximo sábado, 21 de Março, data em que se assinala o dia europeu da criatividade, The Weatherman vai transmitir um concerto a partir de sua casa, às 15.00h, em direto através da sua conta de Instagram.

O objetivo é contribuir para que as pessoas se mantenham em casa, com a qualidade e conforto melhores possíveis.

Como na generalidade da sociedade, o sector da música, já por si precário, será severamente afetado por este momento delicado que vivemos devido ao Coronavírus.

"All Cosmologies", o quinto álbum de originais de The Weatherman, mantém a data de edição prevista para Outubro de 2020. O disco será também lançado sob a forma de uma curta metragem, com realização de Vasco Mendes.

O filme, baseado no conceito do álbum, conta uma história sobre como as gerações futuras irão olhar para o nosso tempo, e conta com o apoio do fundo cultural da GDA.

14/03/2020

ST. JAMES PARK | "Playground"


"Playground" é o single de avanço de "Highlight", o primeiro disco a solo de Tiago Sampaio, fundador dos GrandFather's House. O tema, que conta com a colaboração de Sofia Ribeiro (Lince), abre-nos as portas para o universo da eletrónica solarenga de St. James Park.

Com lançamento a 20 de Março, "Highlight" é o balanço e a leveza de uma dança que nos leva numa viagem nostálgica e desassossegada. O disco, composto, misturado e gravado por Tiago Sampaio e masterizado por Rui Gaspar (Casota Collective, First Breath After Coma), conta também com a participação de Noiserv e IVY. A edição tem o selo do coletivo criativo Cosmic Burger.

LIKA OFERECE CONCERTOS AO VIVO DIRETAMENTE DE CASA “STAY AT HOME WITH LIKA” – JUNTOS CONTRA O COVID 19

Na sequência das circunstâncias atuais, a cantora Lika surgiu com o Movimento “Stay at Home With Lika”: uma série de concertos caseiros que vai ter início na próxima segunda-feira, 16 de Março, às 11.00h, e que vão ser transmitidos em live streaming no seu Facebook: https://www.facebook.com/lika.world/.

Todos os dias será transmitido um pequeno concerto da Lika de uma divisão diferente da sua casa. O Movimento pretende apelar à quarentena voluntária e fazer companhia a todos que se encontram em casa nestes tempos difíceis.

Lika pretende também apelar a outros músicos que sigam este Movimento e ofereçam a sua música a partir de casa.

13/03/2020

LUÍS PEIXOTO | "Souls of The Other World"


Depois de "Assimétrico", o primeiro disco a solo, Luís Peixoto mostra-nos "Souls of The Other World", o primeiro single do novo disco.

"Dirigir-nos aos nossos antepassados sempre fez parte da vida. "Souls of The Other World" vai buscar uma oração de tradição popular às almas do outro mundo"

A carreira de Luís Peixoto, enquanto músico, iniciou-se nos Dazkarieh, mas a vontade de experimentar novas paisagens sonoras levou-o a misturar os seus cordofones com música eletrónica.

Em palco, o músico de Coimbra já acompanhou artistas como Sérgio Godinho, Vitorino, Dulce Pontes, Ana Bacalhau, Janita Salomé, Júlio Pereira, Virgul, Celina Piedade, entre muitos outros.


CARLÃO | "Assobia Para o Lado"


Para Carlão, uma das coisas mais positivas da vida é a rede de amigos e família que o rodeia e que, em inúmeros momentos, o inspira nas suas músicas.

“Assobia para o Lado” foi o motivo perfeito para, no mesmo vídeo, reunir algumas das pessoas que, pela sua forma de encarar a vida, inspiram os outros, todos os dias, a vivê-la de uma forma mais rica, mais tranquila e positiva.

Cantores, produtores, atletas, humoristas, familiares e colegas de banda, entre outros, juntaram-se neste novo vídeo para, no fundo, celebrar a vida. É o caso de Branko, Conan Osíris, Conguito, Inês Lopes Gonçalves, Joana Cruz, Marco Fortes, Nuno Markl e Sara Tavares, entre muitos outros que participam desta nova colaboração com o realizador Fernando Mamede. Todos assobiaram para o lado.

ORQUESTRA BAMBA SOCIAL | "Na Fé - 1ª Temporada"

Após o single "Na Fé", que dá nome ao álbum e que conta com a participação de Tiago Nacarato, e do tema "Meu querido Samba" em parceria com Teresa Cristina, a Orquestra Bamba Social lança hoje o seu primeiro álbum autoral.

Gravado entre a cidade do Porto e o Rio de Janeiro, o álbum "Na Fé", é uma viagem musical entre o samba, jazz, funk, hip-hop e rock, tornando-o num disco bastante apetecível.

O trabalho conta com a participação de 26 músicos, entre os quais destacamos os portugueses Tiago Nacarato e André Indiana, e os cariocas Marcelo D2 e Teresa Cristina.

O álbum encontra-se disponível em todas as plataformas digitais, estando anunciado uma apresentação pública, a 9 de Abril, no Teatro Sá da Bandeira, no Porto.

12/03/2020

KING JOHN | "All the Good Men that Did Ever Exist"


"All the Good Men that Did Ever Exist" é o primeiro disco de longa duração de King John, um multi-instrumentista e produtor que traz consigo uma sonoridade Blues e Rock&Roll com influência de grandes artistas como Charles Bradley, Andrew Bird e The Arcs.

É o conceito que está por trás do disco que vem dar nome ao mesmo: recordar e homenagear todos os grandes homens e mulheres que existiram e existem no mundo.

O artista acrescenta: "Pessoas que lutaram e lutam pelos nossos direitos e liberdades; Pessoas que ajudam a preservar a nossa mãe natureza; Pessoas que contribuem para as artes; Pessoas que estão presentes no nosso dia-a-dia e que nos tornam mais fortes e equilibrados."

Para já, o concerto de apresentação do disco e restante tour estão em stand by. Novas informações serão actualizadas nas redes sociais do músico.


CLARICE FALCÃO | Pra Ter O Que Fazer"


A cantora, compositora e atriz Clarice Falcão antecipa seu novo EP com o single "Pra Ter o que Fazer". A faixa é uma das primeiras composições da artista e só existia numa versão voz e violão no YouTube. Agora ela retorna com uma roupagem eletrónica e produção de Lucas de Paiva (Silva, Mahmundi) e como parte do EP "Eu me Lembro", que será lançado no dia 20 de Março.

CLÁUDIA PASCOAL | "!"


Primeiro surgiu a terna e delicada "Ter E Não Ter". Depois, veio essa ode à vida, acompanhada por Samuel Úria, que é a canção "Viver". E mais recentemente, a auto-determinação feminina de "Espalha Brasas". Agora já pode ser finalmente revelado: Cláudia Pascoal vai lançar o seu álbum de estreia no dia 20 de Março, com o surpreendente título "!".

“!” é um álbum livre e descomplicado, em que coexistem sem dificuldades vários aspetos da personalidade de Cláudia Pascoal, num universo musical onde falar de coisas sérias e brincar com a vida parecem ser tarefas indissociáveis. Ecoando a sua própria capa, “!” é um statement de afirmação da artista, que deixa bem vincada a sua identidade ao mesmo tempo que dá um pontapé na porta e entra sem licença no universo do Pop arrojado, atrevido e confiante.

"!" é também um álbum de muitas colaborações. Neste seu primeiro disco, Cláudia Pascoal teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos artistas que mais admira. A começar pela produção, que ficou inteiramente a cargo do músico Tiago Bettencourt, que também escreveu uma das canções do alinhamento - "Vem Também". Mas não só. 

Ao longo do disco, podemos encontrar colaborações com Samuel Úria - no já referido single "Viver", cantando não só com Cláudia Pascoal, mas sendo também o autor da canção - e com Nuno Markl. O humorista participa logo na faixa de abertura, "PPPFFFRRR", bem como no tema "Mais Fica Pra Mim", composto por David Fonseca.

11/03/2020

ZIGURFEST | Lamego


O ZigurFest está de volta a Lamego pelo décimo ano consecutivo. De 26 a 29 de Agosto, o ZigurFest 2020 chega à sua 10ª edição e abraça Lamego com o já habitual mote “Em cada rua um palco, Em cada palco uma descoberta”.

Numa edição que promete ser verdadeiramente especial, perdemo-nos nas ruas e recantos da cidade para vos trazer o que de melhor tem sido feito na criação artística contemporânea nacional.

Marquem no calendário e tracem no vosso mapa: vão ser 10 locais em 4 dias de concertos, residências artísticas, workshops e exposições, tudo gratuito.

NORTON | "1997"


A pouco mais de duas semanas da edição de "Heavy Light" - o quinto álbum de originais, os Norton desvendam mais uma canção.

"1997" é já o terceiro single e mostra-nos como em "Heavy Light" não faltam actos de amor, melodias inesquecíveis, emoção, catarse, excitação e desejo. Rock'n'roll galáctico e desafiante, que nunca perde o rumo da narrativa pop, amparado pela delicadeza dos teclados e sintetizadores e da leveza contagiante de uma secção rítmica sempre imaculada.

Na trepidação pop de "1997" seguimos com rédea solta, mochila voadora às costas, as ruas da cidade vistas de cima, a fervilharem. Tudo a poder acontecer.

"Heavy Light" tem edição marcada para 27 de Março e está disponível para pré-compra no site oficial da banda - www.wearenorton.com -, nos formatos vinil, CD, cassete e digital.


10/03/2020

GISELA JOÃO | "AuRora"


Gisela João edita nesta primavera “AuRora”, o seu terceiro álbum, gravado entre Lisboa e Barcelona, com produção de Michael League e co-produção de Nic Hard e da própria Gisela João. Este é o seu registo mais pessoal e intimista, onde pela primeira vez revela os seus dotes de letrista e compositora e canta não apenas como esperamos que cante mas para lá de tudo o que lhe ouvimos cantar até hoje.

“AuRora” é o primeiro disco de Gisela João que apresenta essencialmente canções originais e em que partilha a autoria das letras com outros artistas, tão diversos quanto Alberto Janes, Capicua, Hernâni Correia, João Monge, Jorge Cruz, José Fialho Gouveia, Marco Pombinho e Maro. Gisela João estreia-se também na composição, ao lado de António Zambujo, Arlindo de Carvalho, Carlos Paredes, Justin Stanton, Magda Giannikou e Michael League, repetindo-se ainda os nomes de Jorge Cruz, Marco Pombinho e Maro.

Na produção do muito aguardado sucessor de Nua (2016), Gisela João colabora com Michael League, multi-instrumentista, compositor e produtor que se notabilizou como baixista e frontman dos Snarky Puppy, banda norte-americana de jazz, funk e rock instrumental, vencedora de 3 Grammy Awards.

Gisela João encontra-se actualmente fora do país a ultimar a produção de “AuRora”, que em breve começará a ser revelado ao público.

MURTA CONFIRMADO NO EDPCOOLJAZZ

09/03/2020

ANÍBAL ZOLA | Discurso Direto


Chegou muito recentemente às lojas "Amortempo", o novo disco de Aníbal Zola, músico integrante de projetos como  Palankalama e Les Saint Armand entre outros. "Amortempo" é essencialmente um disco de canções em português com uma abordagem musical de busca de identidade produzido por um contrabaixista. Um álbum, que resulta do desejo de juntar o contrabaixo e a voz a um conjunto generoso de participações de outros músicos extremamente talentosos que têm vindo a cruzar-se com Aníbal Zola.

Portugal Rebelde - Amor, Morte e o Tempo. São estes os temas percorrem o disco “Amortempo”?

Aníbal Zola - Sim, este disco anda à volta desses três temas com alguma excepção. Quando comecei a pensar num conceito geral para este disco já tinha umas 4 ou 5 canções prontas que sabia que iam estar incluídas e então fiz o exercício de tentar resumir os assuntos que eu andava a abordar. Surgiram-me então estes três temas e eu decidi abraçar a ideia mesmo depois de me aperceber que historicamente já foram muito explorados tanto na arte como na filosofia e literatura, achei piada à forma como me surgiu esta ideia, despretensiosa. A ideia de juntar amor e tempo estando a morte lá no meio, escondida, surgiu num brainstorming que fiz com um amigo meu, o Diogo Carvalho. Eu achava Tempo, Amor e Morte um título um bocado pesado e o Diogo reparou que amor e tempo juntam-se na morte, eu adorei e assumi.

PR - É verdade, que normalmente o seu trabalho é caracterizado pelos opostos, pela contradição, quente e frio, ácido e doce, cheio e vazio, rápido e lento, vida e morte, amor e ódio...?

Aníbal Zola - Eu costumo ser bastante aleatório a escrever as minhas canções, costuma ser um exercício de busca sonora, uma procura de alguma coisa que dê pica, que acenda o rastilho, depois a canção quase que se faz sozinha. Acho que o meu trabalho se caracteriza pela contradição a vários níveis, por exemplo, este é um disco em que eu procurei explorar a música portuguesa (Fado, Folclore), além de ter estendido a outros países para além do Brasil na América Latina, no entanto, e para esta “salada de frutas” ser ainda mais completa, ainda consegui pôr América do Norte no disco. Acho também que as minha forma de desenvolver as letras não é muito convencional, o assunto fica sempre meio em aberto, salvo algumas excepções. Acho também que tanto sou super melancólico como sou muito bem disposto na minha abordagem. Eu sinto que todas as vezes que eu tento catalogar, definir, caracterizar a minha música, tenho sempre de dizer salvo algumas excepções.

PR - Neste disco procura fundir música portuguesa com música latino americana?

Aníbal Zola - Sim, essa é a tónica dominante neste disco, salvo algumas excepções obviamente.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Aníbal Zola - Apesar de essa ser uma pergunta difícil, eu vou responder o D. Boa Morte pela importância que este tema teve na construção deste disco. Foi a minha primeira aventura pelo fado e foi a primeira música que experimentei tocar com o Juan de La Fuente que foi muito importante nas sonoridades Sul Americanas extra Brasil presentes no álbum.

PR - No próximo dia 19 de Março as canções deste disco são apresentadas no Ferroviário, em Lisboa. O que é que o público pode esperar deste concerto?

Aníbal Zola - Será um concerto em trio com o Juan de la Fuente nas percussões e com o Romain Valentino nas restantes cordas (cavaquinho de cabo verde, bandolim e guitarra eléctrica) e nas vozes. Podem esperar um concerto de um trio de música latino portuguesa minimal popular tocada com muita energia e enriquecida com alguns momentos de improvisação e de exploração sonora.




CAMANÉ E MÁRIO LAGINHA | Guimarães


Camané e Mário Laginha não são estranhos. Já deram vários concertos juntos. Do excelente entendimento sentido nessas colaborações esporádicas, resultou agora o inevitável aprofundamento dessa simbiose. "Aqui Está-se Sossegado" é um novo projeto pensado para dar mais brilho a uma voz e a um piano que se descobriram cúmplices desde a primeira vez que encheram um palco. O disco que junta os dois músicos será apresentado em Guimarães, a 14 de Março, no Centro Cultural Vila Flor.

JOSÉ CAMILO & SEUS CÚMPLICES | Ferroviário Bar

08/03/2020

ANARCHICKS | "Marianne"


Anarchicks estão de volta com o terceiro teledisco do último trabalho "Loose Ends". Desta vez o single chama-se "Marianne" e promete não deixar ninguém indiferente. Uma música forte, cheia de altos e baixos, curvas e contracurvas apertadas.

Sobre a música a banda revela: "A Marianne foi inspirada na nossa amiga Mariana Rosa, de quem gostamos muito. Ilustra uma fase não muito bonita da vida dela. Escrevemos esta música num ensaio em que ela não pôde comparecer e o mote era dar-lhe força. Rapidamente a frase "Marianne stick to the plan" surgiu como um hino, para a recordar de que tinha que se manter focada no objectivo final; encontrar o caminho para a felicidade!"

"Marianne" foi dirigido por Francisca Marvão e ilustra a viagem atribulada que se vive dentro da mente da personagem principal. Ágata Pinho interpreta de forma brilhante "Marianne" na sua fase mais crítica, numa espiral de quase loucura, que termina com um final feliz. Afinal de contas, a Mariana deu-nos ouvidos e manteve-se fiel ao plano.


CARTAZ | Concerto

07/03/2020

EL SUR | Discurso Direto


Os el Sur são um grupo de Lisboa formado por por Rui Galveias na guitarra, Joana Manuel na voz, Rui Alves na bateria, Tiago Néo no baixo e João Cardoso nos sintetizadores. "Todas as Sombras" é o nome do disco de estreia que recentemente chegou às lojas, um disco que é urgente descobrir. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Rui Galveias.

PR - É verdade, que há cerca de cinco anos quando nasceram, estavam irmanados por uma ideia: homenagear a grande música de intervenção da América Latina cantada em espanhol e assinada por nomes como Violeta Parra?

Rui Galveias - Sim mas não só. Quando o projecto nasceu tinha uma componente exploratória muito forte, que mantém aliás. É incrível o que nos escapa da realidade daquele continente. Uma das coisas mais impressionante é a diversidade. Todos os continentes circulam por ali em todas as suas variantes: gente, terra e amor. Acima de qualquer risco no mapa que pretenda petrificar uma ideia de pátria, acima de qualquer risco enciclopédico que pretenda petrificar uma ideia de música ou de género musical..

PR - Em finais de Fevereiro, o mundo recordou o dia em que, há 75 anos, se abriram as portas que revelaram o horror que foi Auschwitz. As canções de luta e resistência estarão sempre no vosso pensamento?

Rui Galveias - O que está sempre no nosso pensamento é, por um lado, a extrema violência e crueldade que a humanidade consegue atingir e por outro a incrível capacidade de resistir e de lutar por um mundo melhor, mais igual e justo. As canções de luta e resistência estão no nosso coração.

PR - Quais são as grandes influências musicais do grupo?

Rui Galveias - Com o que cada um de nós absorveu desde a adolescência, das experiências diversas que vamos tendo, é difícil responder a essa pergunta mas se misturarmos o Caetano Veloso com o Robert Wyatt, o Peter Gabriel com a Violeta Parra, o Zeca Afonso com a Elza Soares o T-Bone Burnett com José Mário Branco… mesmo assim não chegamos lá. Há uma sonoridade que procurámos descobrir para nós e esses nomes são as nossas sombras que foram, são montanhas.

PR - “Último Poema”, foi o single de avanço deste “Todas as Sombras”. Este é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Rui Galveias - Não. Seria o tema Alta Traición que inclui o verso que dá nome ao disco.



PR - Depois da edição do disco, há intenções de levar as canções deste “Todas as Sombras” aos palcos? Querem adiantar algum data?

Rui Galveias - Para já estamos a divulgar o Todas as sombras nos média, e a fazer alguns show case de divulgação. A 14 de Maio vamos ter um concerto de apresentação do disco na Musicbox e há já uma série de datas previstas que irão sendo divulgadas à medida que forem sendo confirmadas.

PR - Para terminar, a cantiga (ainda) é uma arma?

Rui Galveias - A canção do Zé Mário diz tudo. Uma cantiga é uma cantiga. Será arma sempre que a luta acompanhar. Hajam balas. Somos balas.




RENATO JÚNIOR | Discurso Direto


Quando, no meio musical português, se fala de Renato Júnior pensa-se de imediato – com amor, respeito e profunda admiração – no produtor, compositor e instrumentista a guiar o caminho, ou a nele ajudar decisivamente, de nomes como Susana Félix, João Pedro Pais, , UHF (e António Manuel Ribeiro a solo), Simone de Oliveira, Spelling Nadja, Andersen Moliére, Couple Coffee entre muitos outros.Com mais de 30 anos de carreira, Renato Júnior lançou no final de 2019 o primeiro disco assinado com o seu próprio nome, “Uma Mulher Não Chora”, obra de enormíssimo fôlego que junta quinze das melhores cantoras nacionais e internacionais da atualidade. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Renato Júnior.

Portugal Rebelde - “Uma Mulher Não chora” é um disco de amor às mulheres em todas as suas facetas?

Renato Júnior - Sim, basta ser um disco de amor para ser transversal e em todas as facetas. O amor quando é real nãoo é circunscrito , pelo menos tal como eu o entendo.

PR - Este disco junta 15 cantoras, entre as quais Rita Redshoes, Ana Bacalhau, Lúcia Moniz, Maria João, Katia Guerreiro e Simone de Oliveira. Como é que surgiram estes nomes?

Renato Júnior - Tudo pessoas que admiro pessoal e artisticamente. Portanto foi fácil, à medida que as canções iam saindo as vozes delas iam-me aparecendo e os convites foram endereçados.

PR - Este disco é também de alguma forma uma viagem musical por muitos dos universos sonoros que habitou e ainda habita?

Renato Júnior - Sim. É natural que assim seja. Nós somos o somatório de varias coisas. E nós enquanto artistas não somo excepção. È normal que se reflicta na minha música, a minha a vida, as minhas vivências, experiências e influências musicais.

PR - Das 15 canções, que compõem este disco, há alguma que o “toque” em particular? Porquê?

Renato Júnior - Todas elas tem um sabor especial, e uma história particular. Não consigo eleger uma.

PR - “A vida que eu quiser” com a participação de Sofia Escobar é o mais single para este disco. De que é que nos fala este tema?

Renato Júnior - Fala de alguém que depois de ter que ser tudo , e viver muitas vezes o que não era seu. Diz bem alto que agora vai viver a vida que quiser…

PR - Para terminar, que memórias guarda de 30 anos de canções?

Renato Júnior - Como devem calcular não as consigo enumerar, pois são muitos discos, muitos concertos, muita estrada, muita alegria, muita dificuldade que foi atravessada, mas no essencial ficam os amores, os amigos e as canções.




/>