A empreitada "Calcetamento de vários troços de arruamentos da freguesia de Soalhães -2ª fase" que se encontra a decorrer já deu como concluida a intervenção na na Rua das Campas, mesmo no centro da freguesia, e na Rua de Vila Pouca. Este pequeno lugar está agora mais dignificado.
Sagrada é a integridade e a razão de o ser.
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domingo, 13 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Aprovada Moção de Censura em Soalhães contra a Câmara Municipal
No passado dia 30 de Abril foi aprovada por unanimidade, com todos os elementos desta assembleia presentes, uma moção de censura que foi apresentada à assembleia de freguesia pelo executivo da junta de freguesia.
Esta moção tem como objectivo mostrar o descontentamento deste orgão pelo facto de não haver por parte da câmara municipal uma resposta sobre a construção do centro escolar
A freguesia de Soalhães tem uma vasta comunidade escolar, que apesar de num passado não muito longínquo ter taxas de absentismo e abandono escolar que preocupavam os agentes sociais, políticos e a comunidade docente, tem hoje, com um esforço de todos e por razões inerentes às mudanças sócio económicas resultados muito gratificantes em termos educativos e formativos da população soalhense.
Não obstante, as condições sociais, educativas e económicas terem evoluído, os centros escolares surgem como alternativa a uma Escola em que as condições físicas estão já ultrapassadas, onde o conforto e as condições para o sucesso educativo das crianças estão em causa. Assim surgem as candidaturas aos centros escolares. E o concelho do Marco de Canaveses não foi excepção. O centro escolar de Soalhães foi aprovado pelo ministério da educação no primeiro trimestre do ano 2008.
O município pagou 500 mil euros ( cem mil contos) pela quinta do casal, local onde estava previsto construir o centro escolar de Soalhães. Contudo verificamos passados quatro anos, que afinal o terreno não permite tal construção. Estranho processo este, onde se paga a uma entidade exterior ao municpio o projecto de arquitectura, para construir num terreno onde o PDM não permite a sua construção. Mas mais estranho é a CCDR-N enviar ofícios à câmara municipal a pedir elementos para que esta situação se resolva, e esperar 6 meses por respostas. Esta é uma atitude de irresponsabilidade e de imcompetência. Até á poucas semanas atrás o Sr. Presidente afirmava que o Centro Escolar de Soalhães ainda não estava construído apenas porque o problema do terreno não estava resolvido, à poucos dias atrás já justificava a situação dando conta de que o país atravessa uma situação difícil e que o municipio não tem dinheiro. À Junta de Freguesia nunca a câmara respondeu aos pedidos de informação sobre em que ponto se encontrava o projecto. Colocada a questão pela Sra. Presidente de Junta na última reunião de assembleia municipal, se a freguesia ía ou não ter um centro escolar e para quando, nem uma palavra por parte do Sr. presidente da câmara sobre o assunto.
O executivo da câmara municipal tem faltado à verdade em todo este processo, não tem demonstrado vontade em construir o centro escolar de Soalhães, pois este está aprovado pelo ministério da educação desde 2008, com financiamento em cerca de 80% com fundos comunitários, ou seja num total de investimento elegivel 1.622,658€, era financiado em 1.135,658€, e mesmo assim não vimos por parte da autarquia vontade em avançar com este projecto. É uma opção politica do executivo da camara e que nos exclui de um novo e próspero modelo educativo. Censuramos esta inoperância da autarquia, pois as nossas crianças mereciam uma escola diferente e com melhores condições.
Além do centro escolar a freguesia perde também o polidesportivo que estava agregado ao centro escolar. Um polidesportivo que a freguesia ambiciona há já vários anos. Duas perdas de grande importância para o futuro da freguesia que resultam de opções do executivo PSD da câmara municipal.
Soalhães, 30 de Abril de 2012
O Executivo da Junta
segunda-feira, 9 de abril de 2012
3º Festival do Verde
A Casa do Povo de Soalhães, vai realizar no dia 14 de Abril a partir das 16horas o 3º festival do verde.
Este evento é realizado nas instalações da Associação Casa do Povo de Soalhães e tem a particularidade de envolver toda a comunidade, onde os participantes vão confeccionar este prato gastronómico.
O “verde” é um prato muito enraizado na nossa comunidade, pois estava sempre presente nas festas da terra. Estava a cair em desuso, mas presentemente está a emergir, tanto em restaurantes como nas colectividades que se esforçam em promover este prato típico confecionado com os miúdos do anho.
A complementar este concurso gastronómico, vamos ter a Confraria do Anho Assado com Arroz do Forno a degustar e a avaliar este delicioso prato.
Para abrilhantar o evento vamos ter animação ao vivo com o grupo musical “Tony’s Band”, um grupo de cavaquinhos de Paredes de Viadores, uma tocata do Rancho de Quintã e os jovens cantores Casa do Povo.
Deste modo vimos convidá-los a estarem presentes neste evento e deliciarem-se com esta especialidade.
A Direção da Casa do Povo de Soalhães
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Caminhada Solidária
Caros amigo(a)s, No próximo dia 15 de Abril a Junta de Freguesia de Soalhães, vai levar a cabo mais uma iniciativa no PR1, percurso pedestre, Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago, desta vez reflectindo a solidariedade, ou melhor o espírito solidário que devemos ter para com os outros. O valor da inscrição, cinco euros, revertem para uma instituição de solidariedade que pediu a nossa colaboração, e cujo o objectivo é contribuir para melhorar a qualidade de vida, de grupos ou pessoas mais desfavorecidas. Neste momento, essa associação JAP SOLIDÁRIA, tem o objectivo de ajudar duas instituições e conseguir dar corpo aos compromissos de auxilio que fizeram para com a Casa do Gaiato, cuja Obra acolhe e educa rapazes desde os 3 aos 18 anos, e a Natura, que auxilia famílias da região do Marco de Canaveses carenciadas. Além do donativo monetário que será entregue, irão ser adquiridos e recolhidos diversos bens com vista a dar mais alegria aos utentes destas Associações.
Esta caminhada, como todas as outras, terão animação, que conta com as teatralizações do grupo de jovens da paróquia de Soalhães, onde os pedestrianistas podem contemplar pequenos episódios do mundo rural, tal como tarefas agrícolas, o encantamento do namoro no tanque de água pública, a venda de água fresca e doce, etc. Claro, que as vestes e o cenário serão a rigor. A presença do rancho folclórico de quintã complementará todo o cenário, não faltando a música tradicional e a mostra gastronómica.
Mais informações: http://pedrasmoinhosearomas.blogspot.pt/
Contamos consigo nesta caminhada solidária.
Cristina Vieira
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
domingo, 9 de outubro de 2011
Extensão de Saúde de Soalhães sem médico
Podemos ler no site da Junta de Freguesia de Soalhães, que até o passado dia 6 a Junta de Freguesia de Soalhães, com muita insistência ainda não tinha obtido resposta quer da câmara, quer do Centro de Saúde sobre o ponto de situação.
A ARS Norte, conjuntamente com o ACES do Baixo Tâmega, deu indicações que iriam minorar esta situação, mas em articulação com o Centro Saúde do Marco.
Estes por sua vez, deram conta a esta Junta de Freguesia, que iriam reunir na passada sexta feira, para arranjar uma solução para a Extensão de Soalhães, mas até aquela data, mesmo depois de terem insistido não lhes foi dada qualquer indicação.
Da câmara municipal só obtiveram até aquela data, silêncio.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Situação da Extensão Saúde de Soalhães pode tornar-se insustentavel
Dra.Fátima Bastos abandonará a Extensão de Saúde no final deste mês, por falta de pagamento de vencimentos.
Empresa que a contratou através de concurso da Admnistração Regional de Saúde, não lhe paga desde Março.
A Junta de Freguesia de Soalhães apelou já as entidades responsaveis, nomedamente Centro Saúde do Marco, ACES Baixo Tâmega, ARS Norte e Câmara Municipal, uma intervenção rápida para minorar a situação em termos de prestação de cuidados de saúde primários nesta freguesia.
A ARS e o ACES já responderam a esta Junta dando conta que se encontram a avaliar a situação, à qual eram completamente alheios até recepcionarem o email da Junta de Freguesia.
A situação da Extensão de Saúde de Soalhães tem vindo a piorar, dos três médicos que há meses atrás tínhamos nesta Extensão apenas um se manterá depois do dia 30 deste mês.
O Dr. Isidro Carrilho, faz 1 dia por semana, ás 4ªs feiras.
O médico, Dr. Alexander Rodin, já deixou esta Extensão, alegadamente pelo mesmo motivo que a Dra. Fátima Bastos ameaça deixar neste fim de mês, por falta de pagamento de vencimento.
Se a Dra. Fátima Bastos abandonar a Extensão de Saúde, são cerca de 2000 utentes que ficam apenas com um médico de família, um dia por semana.
A situação será efectivamente insustentável.
Texto retirado do site da Junta de Freguesia de Soalhães
Texto retirado do site da Junta de Freguesia de Soalhães
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Rola & Queima
A Junta de Freguesia de Soalhães e o Grupo Desportivo e Recreativo de Soalhães, vão levar a cabo no próximo dia 06 de Agosto a já tradicional Corrida de Rolamentos, Rola&Queima.
Junto este vídeo que encontrei no Youtube com imagens de uma das edições anteriores
terça-feira, 28 de junho de 2011
VI Feira Cultural de Soalhães
A Junta de Freguesia de Soalhães vai levar a cabo no próximo fim de semana mais uma edição da Feira Cultural.
Aceite o nosso convite para nos visitar, será uma honra contar com a Vossa presença.
A Presidente de Junta
Cristina Vieira
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Limpeza do Percurso Pedestre “Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago”
A Junta de Freguesia de Soalhães vai proceder à limpeza do Percurso Pedestre “Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago”, a realizar no próximo dia 07 de Maio.
Esta acção tem como objectivo a manutenção do PR1 e promover o voluntariado na área da protecção ambiental.
Contamos com a presença do Digníssimo Governador Civil do Porto, Dr. António Fernando Moreira.
O trabalho de parceria é de fulcral importância, e para isso contamos com a habitual participação do Grupo Desportivo e Recreativo de Soalhães, Casa do Povo de Soalhães, Associação dos Amigos do Rio Ovelha e Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses.
Na acção de limpeza do PR1, estará presente o Comandante dos Bombeiros, Albino Loureiro, o Presidente da Casa do Povo Hernani Pereira, o responsável da AARO, Gil Magalhães, e o Presidente do GDRS, Antonio Monteiro.
Programa:
9h00m – Sede da Junta de Freguesia de Soalhães
9h30m - Inicio da acção de limpeza
12h30m - Fim da acção de limpeza
12h45m - Almoço de Confraternização na Tasca do Fumo
Mais informação
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Intervenção de Cristina Vieira na Assembleia Municipal
Considero importante destacar esta intervenção de Cristina Vieira, Presidente da Junta de Freguesia de Soalhães e dirigente nacional do PS, que foi realizada na última reunião da Assembleia Municipal. Na minha opinião esta intervenção repõe a VERDADE e o RIGOR no discurso de alguns políticos locais que quando estão a inaugurar ou apadrinhar determindas obras elas são mérito do executivo camarário, mas se por qualquer razão existe um atraso ou não avançam a culpa é do Governo.
Nas últimas reuniões de assembleia municipal, e ainda hoje mesmo no discurso do Sr. Presidente, podemos constatar que a bancada do PSD tem apresentado e integrado no seu discurso várias criticas (opiniões legitimas) ao investimento (ou neste caso, a falta dele) pelo governo do partido socialista no concelho do Marco de Canaveses .
A minha intervenção surge neste contexto, para acrescentar algum rigor a esse discurso.
Quero lembrar os deputados desta assembleia e os marcuenses que nos ouvem, que o governo do Eng. Sócrates, tem investido no Marco de Canaveses, e vou avivar a memória a todos com alguns exemplos de grandes investimentos, nomeadamente na área da Educação.
- A construção do Centro Escolar (C E) de Sande (900,000€);
- A construção do CE de Vila Boa Bispo (1,5M€);
- A requalificação da Escola Secundária, que custará 12M€;
- Para não elencar aqui um conjunto de medidas do governo socialista que estão implementadas no Marco, nomeadamente a escola a tempo inteiro, o Inglês para todos, o programa do serviço de refeições nas escolas, o computador Magalhães, o programa da fruta escolar, etc, etc..
Na área da Saúde destaco a construção da USF de Alpendorada, uma medida do governo socialista, que melhorou muito a prestação de cuidados de saúde em Alpendorada, o investimento nesta USF, foi de 350,000€.
O alargamento da USF do Marco (centro), que perfaz um investimento de 35,000€. Tal com o as obras na Extensão de Saúde de Soalhães, 20,000€. Na Extensão de Saúde da Livração, o governo socialista investiu 50,000€ nas obras de requalificação. Esta extensão espera-se que vá entrar de novo em funcionamento na 1ª quinzena de Maio.
A nova USF da Feira Nova, que vai ser brevemente construída custará 1M€! Obra do Eng. Sócrates!
Também o apoio às instituições solidariedade social não foi esquecido pelo governo socialista, nomeadamente:
- A instituição Alegria de Crescer, de Rio de Galinhas, de apoio á terceira idade, que foi financiada em 200,000€ pelo programa comunitário PRODER.
- A Casa do povo de Tabuado, financiada em 200,000€ pelo programa comunitário PRODER.
- A Cercimarco, com um projecto de 1M€, de apoio para construção de um Lar para os deficientes. Apoio do programa PARES.
- A IPSS de S. Romão de Carvalhosa, de apoio á terceira idade, com Lar de Idosos, recebeu do governo 381,000€.
- O projecto CAERUS, que é um Contrato Local de Desenvolvimento Social, já tantas vezes aqui referenciado, é financiado pela Segurança Social em 150,000€ ano. Também este é um programa de combate á pobreza e exclusão social, do governo socialista.
E não vou aqui elencar todos os projectos de infra-estruturas, nomeadamente rodoviárias, tais como:
- Variante à EN 321, o governo investiu 1,5M€.
- A supressão das passagens de nível , o governo investiu 8M€.
- A tão desejada ponte sobre o Rio Ovelha (EN 210), consubstancia-se num investimento de 1,5M€.
- O Parque Fluvial , em Sobretâmega, teve um apoio do governo socialista em 800,000€.
- Os caminho rurais em algumas freguesias, tais como Soalhães, financiados pelo programa comunitário PRODER, teve um apoio de 1,05M€.
-O Saneamento também realizado em algumas freguesias, teve um apoio comunitário de 3M€.
- As piscinas de Alpendorada tiveram um apoio de cerca de 700,000€, do governo do Eng. Sócrates.
- O outras pavimentações realizadas ao longo do concelho, as quais o governo de Portugal apoiou em cerca de 700,000€.
Cristina Vieira
segunda-feira, 2 de maio de 2011
A intervenção de Cristina Vieira na Assembleia Municipal
Esta é a intervenção de Cristina Vieira, Presidente da Junta de Freguesia de Soalhães, na Assembleia Municipal do dia 27 de Abril sobre a questão do Centro Escolar de Soalhães que esteve na origem de toda a polémica que começou na dita assembleia e que agora corre na blogsfera.
É do conhecimento de todos os Marcoenses que o Governo Socialista, realizou ao longo dos últimos anos uma aposta clara na melhoria do parque escolar, potenciando a construção de centenas de Centros Escolares por todo o país, nomeadamente os que o Município do Marco candidatou, e o Governo aprovou.
O executivo da Câmara do Marco demorou quatro anos a resolver questão do terreno para edificar o Centro Escolar de Soalhães. Aliás e relação deste executivo com os terrenos não é de facto muito boa, pois já com a questão do lixo, o Sr. Presidente já aqui assumiu que o Marco perde 250,00€ por dia, porque a Câmara não consegue arranjar terreno para a construção da central de transferência.
A Câmara comprou um terreno (que inicialmente tinha sido cedido, mas como todos conhecemos a história, ficava mais caro tendo conta as contrapartidas, e por isso decidiram comprá-lo), e demorou quase quatro anos a resolver esta situação com o particular, titular do terreno.
Pagou por esse terreno, uma fracção da Quinta do Casal, 500 mil euros (cem mil contos).
Mas … afinal o terreno não dá para construir o Centro Escolar, porque o PDM não o permite.
A bem do rigor e da transparência, que o Sr. Presidente tanto apregoa, o Senhor compra um terreno por cem mil contos, e afinal não dá para construir!
A isto chamo, incompetência e negligência.
De quem é desta vez a responsabilidade, do governo ou da câmara?
O Sr. Presidente dia que o PDM está em discussão há já 14 anos, mas em bom rigor o executivo PSD já cá está há 6 anos. Quase metade!
O Sr. Presidente afirmou hoje aqui , que a candidatura “caiu”, e o dinheiro será aproveitado por outros municípios para que possam eles realizar obra.
Claro, a execução do QREN não pode ficar refém da incompetência deste executivo.
Que outros mais competentes utilizem esse dinheiro.
Quem fica prejudicado neste processo é a freguesia de Soalhães, que aqui represento com muito orgulho.
Cristina Vieira
Incompetência do Executivo da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, por Cristina Vieira
Tendo em conta a intervenção do Vice- Presidente da Câmara, Eng. José Mota, à minha intervenção na assembleia municipal do dia 27/04/2011, considero pertinente o esclarecimento de alguns pormenores de grande importância.
De facto, como licenciada em Sociologia, não sou obrigada a saber tecnicamente em que consiste a suspensão do PDM e o que é efectivamente uma proposta de loteamento.
Mas sei que o que está a ser realizado para a Quinta do Casal, é efectivamente uma PROPOSTA DE LOTEAMENTO. E sei em que consiste. E também sei que só foi possível elaborá-la, depois da SUSPENSÃO DO PDM (que foi aprovado em assembleia municipal.)
Quem pelos vistos não sabe da proposta do loteamento é o Vice-Presidente. Ignorância? Desconhecimento? Desinteresse? …
Ora, o projecto do Centro Escolar de Soalhães foi aprovado pelo Ministério da Educação, creio, em Fevereiro de 2009, sendo o investimento previsível de 1.135,658€.
Em Janeiro de 2011, a Câmara apresenta a proposta de loteamento à CCDRN, para a Quinta do Casal, local onde estava prevista a construção desse equipamento e de pelo menos uma nova sede da Junta de Freguesia e um equipamento de apoio à terceira idade.
Ou seja, o governo do partido socialista, aprova um projecto com o investimento previsível de 1. 135,658€ para a freguesia de Soalhães, e o executivo PSD, passados dois anos, não tem o problema do terreno resolvido… ou seja, passados dois anos continua com um terreno em que não é permitida a construção. Demora dois anos a apresentar uma solução, que neste caso é a proposta do loteamento!
Esta atitude conduz-nos a desfecho pouco proveitoso para os Soalhenses, a candidatura do Centro Escolar de Soalhães, e passo a citar o Sr. Presidente de Câmara, “caíu”.
Aliás, caíram. A candidatura do Centro Escolar de Fornos também caiu.
Isto nada tem que ver com a REVISÃO DO PDM.
E eu afirmei-o na reunião. Se há equívocos não são da minha parte.
Critiquei o executivo, porque constantemente fala nos 14 anos em que o PDM se encontra em revisão…. mas 6 anos de governação são do mandato deste executivo..quase metade!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Câmara Municipal “opta” por criar Biblioteca em Sobretâmega... por Cristina Vieira
O Agrupamento de Escolas do Marco, fez uma visita no inicio deste ano à EB1 de Eiró, Soalhães. Ficaram os Professores e o executivo da Junta de Freguesia a saber, nesse dia, de que esta Escola iria ser contemplada com uma Biblioteca. Esta Biblioteca seria fruto de uma candidatura à Rede de Bibliotecas Escolares (RBE).
Fiquei surpresa quando consultei a plataforma da RBE, e verifiquei que constavam nessa plataforma candidaturas do Marco de Canaveses, nomeadamente de Constance, Sobretãmega e Sande, mas não estava contemplada a EB1 de Eiró.
Questionei o Agrupamento de Escolas, que me informou que as candidaturas tinham sido articuladas entre o bibliotecário da câmara municipal e o do agrupamento. E que teria sido a autarquia, a co-responsabilizar-se, por escrito, pelas obras a realizar nas escolas a candidatar. Salvaguardando contudo, que teriam dado instruções para a realização da candidatura para Soalhães, e que consideravam esta escola prioritária.
Na penúltima reunião de assembleia, questionei o executivo de câmara sobre esta questão.
A resposta da Sra. Vereadora da Educação, Dra. Gorete Monteiro foi de que, “ .. as candidaturas são feitas pelos agrupamentos de escolas, e não pela câmara municipal…”.
De facto, não são as câmaras que fazem as candidaturas, mas pelos vistos o executivo da Câmara do Marco decidiu intervir neste processo. Contra a vontade do Agrupamento de Escolas, decidiu dar instruções para que a candidatura fosse para Sobretâmega.
Numa comunicação do Agrupamento sobre este assunto, o bibliotecário explicita esta situação, e passo a citar:
“Como o senhor director saberá, as candidaturas, que são por nós submetidas, estão absolutamente dependentes da assunção da co-responsabilidade da câmara municipal, que deverá promover as obras de requalificação até ao inicio do ano lectivo seguinte e que, por isso, assume essa disponibilidade, com assinatura do senhor presidente, e num outro documento, projecta o espaço que sofrerá as devidas requalificações. Foi isso mesmo que solicitei ao senhor Dr. João Duque (bibliotecário da câmara municipal), que a dias do término da candidatura, me informou ser opção da câmara municipal do marco de canaveses a requalificação para o concurso do espaço de Sobretâmega.”
Os Soalhenses saberão tirar as devidas ilações desta opção da câmara municipal.
Como disse, e volto a dizer, nada me move contra as outras candidaturas, só não compreendo porque não se fez também a de Soalhães.
As crianças de Soalhães não terão o mesmo direito?
Cristina Vieira
segunda-feira, 21 de março de 2011
Habitação Social, por Cristina Vieira
É preciso sensibilidade para desenvolver trabalho na área social.
O Executivo da Câmara do Marco não tem nenhuma!
De facto o trabalho em rede, e a auscultação dos parceiros que conhecem a realidade social e que se encontram no terreno, é uma mais-valia do executivo da câmara de Baião no trabalho que desenvolvem na área social.
Os parceiros da rede social de Baião, têm vindo a colaborar numa estratégia de verdadeira inclusão social. E de facto o executivo do município vizinho tem essa sensibilidade. A habitação social em bairros é um conceito completamente desadequado e desajustado à nossa realidade. O aumento de situações de delinquência juvenil, comportamentos de risco, marginalidade, violências e de insegurança , são hoje no país, consequências da falta de verdadeiras politicas de inclusão social.
A construção dos chamados bairros sociais tem levantado um conjunto interessante de questões no que concerne à eficácia e eficiência das políticas de habitação social. A habitação social em bairros não tem contribuído para uma lógica nem de integração, nem de inserção urbana dos grupos mais desfavorecidos.
A construção destes espaços surge geralmente de forma descontínua em relação ao crescimento urbano, criando sentimentos de segregação e de exclusão. A guetização é um conceito sociológico que nos demonstra as fragilidades do ordenamento, assim como as características arquitectónicas e sociais que rapidamente ganham contornos simbólicos que facilmente conduzem a uma estigmatização dos bairros sociais. A negativização das identidades relativamente ao bairro e o sentimento de exclusão convertem-se em características centrais deste processo de estigmatização. A estratégia de integração social, já não passa pelos guetos ou bairros sociais.
O Executivo da Câmara de Baião encontra-se a consolidar uma estratégia de verdadeira inclusão com a reconversão de escolas em habitação social.
Mas para que esta estratégia tenha tido sucesso, foi feito um trabalho de proximidade e auscultação dos parceiros.
Ou seja, foi preciso ouvir.
Foi preciso debater e aceitar propostas dos parceiros sociais.
Cristina Vieira
Presidente da Junta de Freguesia de Soalhães
terça-feira, 1 de março de 2011
Cortejo de Carnaval em Soalhães
Cristina Vieira, Presidente da Junta de Soalhães, pediu a divulgação do Cortejo de Carnaval de Soalhães que vai decorrer no dia 8 de Março, às 14h30. O ponto de encontro é no Campo de Jogos Pedro Vasconcelos e a organização é da Junta de Freguesia, com apoio da Casa de Povo de Soalhães, Rancho Folclórico de Quintã e Grupo Desportivo e Recreativo de Soalhães.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Resposta de Cristina Vieira
Texto enviado por Cristina Vieira, Presidente da Junta de Soalhães, em resposta a um comentário de um anónimo a este post.
Caro anónimo,
A Junta de Freguesia de Soalhães, em articulação com a instituição de solidariedade social da freguesia, antes de formalizar a situação, teve o cuidado de avaliar genericamente os custos da intervenção e avaliar a própria situação.
E por isso mesmo, antes de pedir a mão-de-obra à câmara municipal, desloquei-me à habitação da senhora em causa.
Alguns dos materiais necessários, como a telha e alguma tijoleira, estavam já diligenciados.
Até porque havia um outro pedido cujos custos seriam mais avultados, numa outra habitação. Por isso é que apenas solicitamos a mão-de-obra. Porque entendemos nós, que uma autarquia que dispõe dos seus colaboradores para realizar um conjunto de intervenções, em parceria com as juntas, associações, e outras entidades privadas teria o mínimo de sensibilidade e disponibilidade, para efectuar este trabalho. (Não fomos nós que dissemos que a autarquia tinha um número excessivo de funcionários, há 5 anos atrás, foi o actual executivo! Lembra-se?)
Não fui eu que disse que eram dois dias de trabalho. Foram os técnicos da autarquia, quando avaliaram a situação in loco. Eles é que deram a entender que era tudo muito fácil.... e de facto parece fácil! Mas pelos vistos não é. Escuso-me a mais conclusões.
De facto, como a autarquia não assumiu esta responsabilidade, muito embora tenha um orçamento para a acção social (e não confundamos com a acção social escolar!) e um gabinete de acção social, a junta de freguesia e as entidades com intervenção directa nesta matéria, vão continuar a fazer o que têm feito até à data. Num trabalho de parceria efectiva e colaboração, tentaremos minimizar esta situação.
Já agora, faça uma pequena reflexão, sabe quantos problemas semelhante a estes resolveria a autarquia se prescindisse de alguns outdoors, semelhante ao que tem na rotunda de Soalhães?
É uma questão de prioridades, de opções políticas!
Cristina Vieira
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Águas - Janeiro a Março de 2007
Artur Melo a 13 de Fevereiro de 2007 ataca Manuel Moreira no JN por atentados ambientais, entre outros "o despejo de detritos domésticos em linhas de água" e diz que "não adianta de nada a Câmara, ou o seu presidente, justificar estas situações com a responsabilização da concessionária do abastecimento de água e saneamento, uma vez que o discurso público do executivo tem sido reclamar como prioridade sua o saneamento". Ler mais aqui.
A 14 de Fevereiro de 2007 Manuel Moreira responde no JN a um ataque do PS à sua política ambiental, ou melhor à ausência de política ambiental. Não apresenta nenhuma solução para a "promessa" de resolução do problema das águas e saneamento básico. Mas começa a acusar as anteriores "duas décadas sem políticas ambientais e de ordenamento do território".
O autarca revelou, ainda, que irá avançar a construção de saneamento básico nas freguesias de Sande, Soalhães, Penhalonga e S. Lourenço do Douro, "co-financiadas pela Câmara Municipal e por fundos comunitários". Pode ler a notícia na totalidade aqui.
No Marco Hoje escreve-se que Manuel Moreira "não respondeu, igualmente, à questão da actual situação que se vive no concelho, em que os consumidores vêem a Câmara Municipal deixar degradar ainda mais a rede de abastecimento de água e saneamento por impedir a concessionária de investir nas obras de beneficiação a que está obrigada por contrato de concessão".
João Monteiro Lima escreve no Marco Hoje que "também admito que o PSD poderá não estar habituado com esta postura de oposição do PS, mas pelo menos enquanto o AMC lá estiver terá que se habituar, não é assim Artur?" e recorda Manuel Moreira que "foi prometido pelo Presidente da CM na AM de Junho de 2006, um estudo sobre as vantagens da denúncia ou manutenção do contrato com a empresa das águas".
A 23 de Março de 2007 a Comissão Política do PS volta a repetir que "os marcoenses aguardam a resolução do problema do abastecimento de água e do saneamento".
A Concelhia do PSD, por Rui Cunha Monteiro, responde sem responder a este ponto.
Dúvida minha: Qual terá sido a posição oficial da concelhia do PSD quando foi assinado o contrato com a empresa Águas do Marco?
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Planos de Defesa da Floresta Contra Incêndios
Aproveitando esta pausa que a situação meteorológica tem dado aos incêndios no nosso distrito e em particular nosso concelho é tempo de se realizar um ponto de situação.
No Relatório Provisório de Incêndios Florestais referente ao período de Janeiro a Julho de 2010 pode-se ler que dois dos 22 grandes incêndios nesse período ocorrerram nos dias 26 e 27 de Julho na freguesia de Soalhães consumindo no total de 21 ha de povoamentos e 610 ha de matos. De realçar que estes incêndios ocorreram em plena onda de calor.
Depois tentei encontrar o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios e procurei saber por quem é composta a Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Não consegui encontrar estas duas informações mas agradecia que me tivesse conhecimento dessa informação me pudesse facultar.
Penso eu que seria interessante podermos divulgar esse importante documento que passou a ser obrigatório com o Decreto-Lei nº 124/2006 e depois da aprovação do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Pode obter mais informação aqui.
Este Decreto Lei cria grandes responsabilidades na prevenção dos incêndios às autarquias, mas simultâneamente atribui importantes poderes para que seja possível realizar essa prevenção. Obviamente se existir capacidade técnica e vontade política dos executivos camarários.
Na falta de ainda não dispor do documento do nosso concelho, apresento o PMDFCI do município de Amarante que já o tem disponível online (caderno I e caderno II).
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Águas - Julho a Setembro de 2006
Em Julho a abriu em força a época das Festas, pelo que praticamente nada se falou sobre o contrato das Águas do Marco até meados do mês de Agosto.
E falou-se, não por causa do contrato, mas por causa de uma polémica sobre a qualidade da água na Freguesia de Soalhães.
Nessa altura Cristina Vieira, Presidente da Junta de Freguesia de Soalhães, no Reporte do Marão pede explicações porque os consumidores de Soalhães continuam sem informação actual e fidedigna sobre a qualidade da água que lhes é servida nas torneiras. Informou que se continuava a aguardar pela decisão de se avançar ou de recuar quanto à anunciada intenção de rescindir o contrato.
Enquanto não se conhecem os resultados da água de Soalhães – que parece ser apenas mais um episódio na “guerra surda” entre as duas entidades – Manuel Moreira vai tendo reuniões com os responsáveis da empresa Águas do Marco, mas os resultados são praticamente nulos.
Tudo esta polémica foi motivada pela denúncia do caso por populares da freguesia, que suspeitaram que andaram a beber água sem qualquer tratamento.
Só em 13 de Setembro de 2006 é publicado no JN, que pode ser lido aqui, que afinal a água tinha níveis de cloro altíssimos (cinco vezes superior ao normal) e que foram detectadas salmonelas.
Eu, pessoalmente, ainda não percebo a passividade da Manuel Moreira em todo esta polémica.
Ainda em Setembro, e de novo no Repórter de Marão, escreve-se que "Com este impasse, que já leva um ano, nem a autarquia nem a empresa Águas do Marco, SA – que enquanto não tiver a situação clarificada não pode calendarizar as obras necessárias – procedem aos investimentos necessários neste sector ambiental, num concelho que tem dos índices de cobertura mais baixos de abastecimento de água e de saneamento do país. Na reunião da AM do final de Junho, o presidente da Câmara, Manuel Moreira, tinha prometido mandado elaborar um último estudo técnico-financeiro elucidativo das consequências e dos encargos financeiros que a rescisão acarreta. A decisão de rescindir (ou manter) o contrato com a Águas do Marco, SA (as posições do presidente Manuel Moreira, do resto do executivo e da maioria dos elementos da assembleia municipal apontam no sentido da rescisão), ficará adiada para a sessão ordinária da AM no último trimestre do ano ou eventualmente para uma sessão extraordinária."
João Monteiro Lima na Assembleia Municipal inquiriu Manuel Moreira para saber se o estudo que havia prometido na AM anterior (sobre as consequências da manutenção do contrato ou a denúncia do contrato) estava já feito ao que obteve uma resposta negativa.
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