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domingo, 20 de setembro de 2020

Mercearias Finas 161


 

É a vigésima edição deste icónico vinho. Sai este ano a colheita de 2011, do Barca Velha. E se no passado a casta maioritária era a Tinta Roriz, desta vez a Touriga Franca contribuiu com 45% do lote, anexando 35% de Touriga Nacional, mais aquela referida, e a Tinto Cão (10%) que julgo ser estreia.

Em meados dos anos 70, eu costumava namorar a montra de uma charcutaria da Braamcamp, que enriquecia, gulosamente, o escaparate de Barcas Velhas, e cujo preço costumava andar pelos Esc. 600$00 - era muito dinheiro, e eu não lhes chegava... Depois disso bebi 5 ou 6, oferecidas.

Embora não tenha preço marcado, esta colheita de 2011 do Barca Velha, deve andar pelos 400 euros, se não for mais. Daqui por uns anos, talvez chegue ao Pétrus ou ao Château d'Yquem, se lhe derem asas...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Presépio 2011


Apresenta-se a versão sucinta e reduzida deste ano da (des)graça de 2011, pese embora a instalação, relativamente ao ano passado, ter sido acrescida de mais 3 músicos e um Santo Antoninho tonsurado, mai-lo seu Menino, ao colo. Também o tufo central de musgo é especial, e os rebentos terminam em estrelas verdes.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Os melhores votos


.. de tranquilo e feliz Natal de 2011, aos Amigos, comentadores e aos estimados 37 seguidores do Arpose que nos estimulam a continuar. Não é por acaso esta imagem de um anjo, que encima o poste. Representa o equilíbrio difícil a que este tempo nos obriga. Entre uma chávena Vista Alegre e outra muito rústica que implica simplicidade, há que lutar pela esperança de melhores dias. Boas Festas fraternais! 

sábado, 12 de novembro de 2011

O Limoeiro em Novembro de 2011


A dúzia de limões da safra (a segunda melhor, em quantidade) deste ano de 2011 está pujante, e recomenda-se. As finas hastes, que os suportam, vergam-se suavemente ao peso dos citrinos. Mercê de um Outubro luminoso e benigno que os fez crescer, de forma mais acelerada do que o habitual. Os 12 limões afeiçoaram-se ao sol e desenvolveram muito bem. Estão agora preparados para a chuva e vento do Inverno. E dá gosto vê-los na varanda a Sul.

sábado, 8 de outubro de 2011

O Limoeiro em Outubro de 2011


Desde Junho que não falo de limoeiros. É tempo de lá voltar para dar notícias sobre o que tenho na varanda a Sul. São visíveis 12 frutos adolescentes e saudáveis. E todos os limões me parecem bem robustos para aguentar as agruras do próximo Inverno. É a segunda melhor safra de sempre. O recorde é de 17, nunca ultrapassado, e no ano passado de 2010 colheram-se 11 limões. Este ano será melhor. E, como de costume, as palavras são acompanhadas da fotografia do limoeiro, tirada hoje, ao sol da tarde deste Verão de S. Martinho.

domingo, 10 de julho de 2011

Esta noite


Ainda o mês não vai a meio e os dias a fingir que ainda podem crescer. Talvez por causa da luz de Julho, que tem sido parca e avara. Mas hoje, não, chegou a ser generosa e perdulária. Integrar uma partida antecipada requer uma lógica seca, imune a sentimentos e memória. Um estoicismo de bom senso e isento, que saiba mondar os adjectivos da alma e abra as portas apenas para a luz do dia. Que saiba levar consigo, unicamente, o que nos cabe nos bolsos e nos dedos. Para a terra nos levarão o corpo frio e as roupas mais finas. Em poucos anos, ficarão farrapos, os ossos limpos e brancos. Ou cinzas dispersas se, em vez da Terra, preferirmos o Fogo. "Andar, andar que um poeta/ não necessita de casa..." - já aqui citei este poema de Cecilia. Por outras razões, porém.
No entanto, esta noite vai nascendo bem bonita. Crescente, a lua que não consigo ver. Vou até à varanda, beber a última luz do dia, pelos olhos cansados. Os abetos, tranquilos, mal se movem, à brisa ligeira.

Lj.,10/7/11.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Os mortos não votam


É o que penso: quem não participa, é porque já está morto, e apodrecendo. Seja como for, seja em quem for, votar é uma forma de estar vivo, de marcar posição, de expressar a sua vontade, ou o seu desagrado. Quem não vota, é porque é comodista e já não existe, em e para Portugal - ou está, definitivamente, morto. Por isso, a 6 de Junho de 2011, ficará ou deverá ficar calado, amorfo e inerte como esteve a 5 de Junho, domingo de eleições legislativas. E estes pesos mortos,  não interessam ao futuro de Portugal. 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Situação do Limoeiro em finais de Maio de 2011


Balanço de produção do Limoeiro, a 29 de Maio de 2011: 14 limões jovens a crescer, embora 2 deles com aspecto frágil - não sei se sobreviverão. Na foto, mantêm-se ainda dois limões da safra de 2010. Inesperadamente, houve uma floração serôdia, já este mês, no tronco do lado direito (da fotografia), que comporta 3 botões que estão protegidos e quase cobertos pelas folhas do ramo. Veremos se desenvolvem e formam fruto. Oxalá!...

sexta-feira, 18 de março de 2011

O "Canta-claro" das Bahamas


O "Canta-claro" desfraldou o seu cantar, logo pela manhã, enquanto a Consorte se enroscava na rectaguarda, por causa do frio. As camélias caídas atapetavam-lhe o chão do terreiro. Não que ele precisasse, com aqueles polainitos de penugem branca e espessa até às patas... Disse-me quem sabia que o casal de galináceos era da raça Bahamas. E o "Canta-claro" foi assim o nosso despertador tonitruante durante quase 10 minutos, a afinar a voz! Morfeu fugiu assustado...

domingo, 13 de março de 2011

O Limoeiro (quase) nos Idos de Março de 2011


Conforme compromisso assumido, anteriormente, aqui dou notícia visual do Limoeiro, em florescência, a 13 de Março de 2011, na varanda a Sul.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Limoeiro em Fevereiro de 2011


A safra citrina de 2010, por razões exteriores de uma oferta generosa de limões oriundos de Constância, mantem-se, ainda, a 70% no tronco parental, da varanda a Sul. Os 4 limões já consumidos, anteriormente, provaram a sua excelente qualidade, e eram muito sumarentos.
Mas, pré-anunciando a Primavera, o limoeiro recomeçou, fiel e tradicionalmente, a florir. Coexistem assim 2 gerações, neste mês de Fevereiro de 2011. Muito embora a "mortalidade infantil" seja sempre grande (falta-nos aqui um Dr. Albino Aroso), em Março haverá, com certeza, dezenas e dezenas de botões floridos, de que cerca de 10% se irão transformando em pequenos limões. Da evolução daremos conta, no tempo e progressivamente.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Rescaldo


Dos discursos da noite de ontem, retive algumas palavras e o tom de dois deles.
Um, teve a dignidade e grandeza do vencido; o outro, a acrimónia da vendetta (como aliás um comentador político referiu) e o horizonte pequenino do ajuste de contas.
Como diz o povo, sabiamente: "Se queres ver o vilão, mete-lhe a vara na mão."

domingo, 23 de janeiro de 2011

As novas corporações : psicólogos e informáticos


Para lá de alguma mágoa política que este dia me deixa, e que saberei digerir, democraticamente, queria abordar um outro assunto que, também, se deverá e poderá relacionar com estas Eleições Presidenciais de 2011. Não quero, antes, deixar de reter e referir a enorme abstenção verificada de que, Rui Rio, tirou a conclusão lógica e clarividente: "...é preciso fazer uma ruptura com este sistema" (político). Mas vamos ao tema do título deste poste. Porque a vida continua...
Nos últimos 30/40 anos, em Portugal, houve 2 segmentos corporativos que ganharam evidência, grande visibilidade mediática e importância, i. e.: as corporações dos psicólogos e a dos informáticos. Deixemos os psicólogos para um outro dia. Os informáticos têm sido os gurus portugueses, nos últimos tempos, mais idolatrados. Mas têm sido, também, responsáveis, por exemplo, por chegarmos a uma dependência bancária, e nos dizerem: "Não temos sistema!"; e nós darmos meia volta e sair, sem resolvermos ou tratarmos aquilo que queríamos. Onde, a eficácia desse Banco? Na minha opinião, nenhuma, pelo menos na escolha da équipa informática por que optou. A sua eficácia ficou demonstrada, amplamente. Mas há que relembrar, também, aqui há uns anos, a ridícula telenovela da colocação dos professores, no consulado de Santana Lopes e ministério Bustorff, da Educação. Ou o Estado não sabe escolher os informáticos, ou os informáticos portugueses são, mesmo, muito maus e pouco eficazes. Valha a idolatria, analfabetismo informático dos portugueses, ou a sua falta de sentido crítico, em relação à informática. E fechemos o círculo, voltando ao princípio. Hoje, muitos dos eleitores portugueses não conseguiram votar. Até a ex-ministra Maria de Belém, para votar, foi obrigada a esperar para "desembrulhar" a dicotomia informática Cartão do Cidadão/ Cartão de Eleitor. Conseguiu votar, depois de 2 horas gastas para resolver a questão. Concluiria: o Governo deveria mudar, totalmente, a sua équipa de informática, ou os informáticos portugueses têm de fazer, rapidamente, um reciclagem de competências, eliminando o lixo abundante desta corporação.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Eleições Presidenciais 1976 (VIII, e último)


Com absoluto respeito pelas regras que governam as eleições democráticas, encerra-se, hoje, a mostra de propaganda eleitoral para as Presidenciais, com execução gráfica, muita sugestiva, de Vitor Peón. As folhas de propaganda são de 1976, e esta é a última que se coloca, no Arpose. Amanhã, sábado, será dia de reflexão para o voto que se deverá exercer, no domingo, 23 de Janeiro de 2o11.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Metropolitano de Lisboa, no seu melhor


Relatório do infeliz utente: escadas rolantes da estação Baixa-Chiado do Metropolitano - 3 lanços de escadas parados na descida; um lanço de escadas rolantes parado na subida para o Largo do Camões. E vão 4...
Considerandos: há 4 dias, pelo menos, que os três lanços de descida estão assim. A evolução na continuidade.
Conclusões: o Metropolitano de Lisboa no seu melhor. O Serviço Público na imobilidade concreta. Auspicioso começo deste ano de 2011. Viva a dignissima Administração do Metropolitano de Lisboa!... Pela sua cega dedicação à causa pública.

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011


Contributo gracioso para o difícil equilíbrio do ano de 2011.

Mercearias Finas 25 : 2010 para 2011, em jeito de telegrama


Figuinhos secos de Torres STOP Super bruto 2004 Murganheira STOP mais de 12 barquinhos, no Tejo, a despejar fogo de artifício STOP o mesmo, quase, em simetria, de Almada STOP girândola final, magnífica STOP não sei por que não acabaram com as balônas, como é de regra STOP mas tudo bem, e bonito STOP Bom Ano! Pena, não estares aqui, connosco, no terraço STOP havias de gostar!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Um Bom Ano a Todos...


...os que por aqui passaram, e passarem!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Boas Festas, e obrigado pela Amiga companhia

Quando se chega próximo do Natal é difícil não repetir as palavras e os votos habituais. Mas, por outro lado, também se instalam, naturalmente (ou quase), sentimentos de solidariedade, fraternidade e gratidão, bem como uma atenção maior aos outros, que é muito positiva. Em vez da imagem de um cartão de B. F., de um vídeo da "Silent Night" ou do "Jingle Bells", preferi optar por uma forma mais heterodoxa de desejar votos natalícios a Todos. Aos Amigos, aos conhecidos, e também aos silenciosos desconhecidos que passam pelo Arpose, sem quase deixar rasto... Bom Natal e um 2011 com Esperança!