Crônica para entreter e divertir na pandemia. Publicada no Jornal Nossa Ilha nessa segunda quinzena de 2020.
O portal
"Viver não é ficar parado às margens da nossa estrada, mas sim, o caminhar por ela, em busca do seu fim." Padre Tabir Rodrigues Teixeira
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
sábado, 7 de setembro de 2019
Percepção & dor
Pensamentos inspirados por imagens do artista Joey Guidone
Quem vê um corpo aparentemente são pode não ser capaz de perceber uma mente se afogando em desespero e dor.
Os afogados buscam saída na fuga:
há aqueles que, para tanto, escalam arriscados cumes.
Outros tantos tratam de garantir o afogamento. Dose a dose a dose a dose...
Voltando à triste realidade, são exteriorizadas as lágrimas que, não raro, brotam de um belo jardim interior.
Nos rascunhos da vida, nas palavras, mesmo em meio às dores, muitos costumam se encontrar.
A folha branca, dupla funcionalidade, ganha e traz sentido. O que a princípio está contido no papel ganha o mundo do autor.
Há quem busque, em valiosas fontes, mergulhar.
Querem abrir novas portas;
pretendem a outros lugares chegar.
Quem encontra alegria, satisfação e paz em luz aos outros levar mesmo em meio à tempestade e à escuridão não se deixa incomodar.
Já quem passa a ouvir e / ou a sentir a perfeita sinfonia do universo dificilmente cede aos ruídos.
Seja como for, trata-se de com o que é bom, puro e natural se reconectar.
Marcadores:
alcoolismo,
alegria,
bebida,
chorar,
escrever,
escuridão.,
livros,
luz,
medicamentos,
mente,
palavras,
paz,
pensamentos,
universo
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Um viva ao livro
Crônica publicada no jornal "Nossa ilha", nº 459, de agosto de 2019. Em alusão à 7ª Feira do livro de São Francisco do sul, que ocorrerá entre os dias 27 e 31 de agosto.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Firme
Conto publicado no jornal "O ilhéu", em Setembro de 2013, divulgando antologias de contos da editora Andross das quais participei à época
domingo, 7 de julho de 2019
Criação, alimentação, reflexão e fluidez
O que produzimos pode tanto retratar quanto manchar; logo, na escrita, refletir é o que há.
A palavra é poderosa: pode tanto apagar incêndios quanto fazer o circo pegar fogo.
Não poderia ser por menos: o que consumimos - lemos - reflete no que escrevemos.
É preciso estar atento ao que nos chega ao prato:
há alimentos deveras indigestos.
Alimentos indigestos embotam os pensamentos. Fica difícil refletir.
Fuga não existe não: o processo de reflexão - digestão - geralmente implica em imersivo processo de solidão.
Por vezes é preciso se desconectar:
Mosca quando cai em teia, e nela permanece, acaba presa, sendo consumida.
É vital expandir os horizontes... Porque a vida é bem mais - e melhor - do que se nos apresenta(m).
A nossa realidade, em muitos casos, somos nós mesmos que esboçamos.
Quando enxergamos a vida desta forma, passamos a trilhar - e até mesmo a criar - os nossos próprios caminhos.
Então a vida adquire toda a fluidez, naturalidade e beleza da música.
Os pesos impostos socialmente vão ficando para trás.
Só então, mesmo em meio às mudanças constantes, somos capazes de identificar, respeitar e abraçar as nossas verdadeiras prioridades - raízes.
Marcadores:
caminho,
conexão,
escrever,
ler,
palavras,
pensamentos,
prioridade,
raiz,
realidade,
reflexão,
sociedade,
solidão,
viagem
quinta-feira, 4 de julho de 2019
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Artilheiro
Quase morreu de desgosto:
sem a torcida, nem mesmo os mais admiráveis e desafiadores gols tinham o mesmo gosto.
Experiência
Foi ao retirar uma planta da terra que chegou a uma conclusão certeira:
um ser não sobrevive se afastado de sua natureza.
Filho
Andara perdido, vazio e para tudo e todos indisposto.
Agora a vida tinha um outro (e maravilhoso) gosto.
Assinar:
Postagens (Atom)































