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terça-feira, 2 de março de 2021

Da leitura 41

Escritor assumidamente católico, François Mauriac (1885-1970) recebeu o prémio Nobel da Literatura em 1952. De um dos seus discursos de Estocolmo, em 10/12/1952, respiguei e traduzi este pequeno excerto, com o seu quê de bom humor: 



"... A minha cor é o preto e julgam-me a partir deste negro, e não sobre a luz que o penetra e o queima de forma surda. De cada vez que em França uma mulher tenta envenenar o seu marido ou estrangular o seu amante, dizem: «Aqui está um tema para si...» Eu passo por ter uma espécie de museu de horrores. Sou especialista neste tipo de monstros. ..."


domingo, 11 de novembro de 2018

Para matar saudades de Vasco Santana... e acompanhar um aniversário


Integrado na propaganda da campanha de Alfabetização de Adultos, este pequeno filme (1952) de cerca de 30 minutos, está dividido em 6 pequenos episódios, que contam, todos eles, com a participação de Vasco Santana (1898-1958). A actriz Maria Olguim entra em dois deles e o jornalista Fernando Pessa compõe, bem, a figura de Professor, no episódio do Exame.
Creio que o filme não será muito conhecido e, embora não sendo notável mas um pouco ingénuo nos meios utilizados, não deixa de ser uma curiosidade, que se vê sem custo e com algum agrado. 
Aqui fica, por isso.


P. S.: o Arpose celebra, hoje, o seu 9º aniversário. Este é o poste nº 10.130.
O vídeo destina-se, principalmente, aos Amigos, estimados Comentadores, e Seguidores fiéis, como uma espécie de pequeno brinde, agradecendo o estímulo sempre importante que nos dão, para que o Blogue continue. E para os tentar compensar por nos terem aturado até aqui...