"Cecilia
Bicudo, Caricatura de Eduardo P. Lunardelli - Recebi com muita honra!
Imprimi direto do meu celular e agora ela mora na minha parede. Many
thanks Eduardo! ![]()
".
Comove porque tem muito colega meu que se ofende com minhas brincadeiras. E já são 1393 caricaturas postadas no blog Vítima da Quinta, onde faço essa homenagem para amigos e amigas de quem gosto, e para políticos, artistas, e colegas. Esses últimos que deveriam ser os primeiros a entender o espírito da caricatura, são os que mais me criaram problemas. Agora recentemente quem tem criado é o Facebook, cujo robô implicou com minhas repetidas postagens referindo-me aos caricaturados como "minhas vítimas". Está, o robô tomando-me por um "serial killer". Muito obrigado Cecilia. O mundo dos caricaturistas seria lindo se todos fossem como você.
E me comove saber que o Frederico Nasser, que citei acima, morreu o ano passado num silêncio total. Viveu recluso os últimos quarenta anos de vida, abandonou os amigos, e renegou seu passado de artista plástico, e viveu como editor literário. Após sua morte esse silêncio auto imposto em vida continuou. Não li uma linha a seu respeito, em lugar nenhum. É como se não tivesse existido e vivido entre nós durante 75 anos.
Wikipédia:Frederico Jayme Nasser (Rio de Janeiro, 1945 – 2020) foi um pintor, desenhista, gravador, escultor, ensaísta, professor e editor brasileiro conhecido por sua participação na Nova Figuração brasileira e na criação do grupo artístico Rex.[1][2] Estudante da Fundação Armando Álvares Penteado e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, participou da Bienal Internacional de Arte de São Paulo em 1967 e realizou exposições em diversas cidades do Brasil.









