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Outono para sempre

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Por aqui passou o vento e o que me trouxe o vento além das nuvens? A VIDA mas também  as ondas amenas de um perfume floral da tua terra AMADA.  Percebi que aí é Outono para sempre mesmo por sobre a MORTE.  LUÍS RODRIGUES  

A VIDA, O AMOR E A MORTE

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A vida sem amor, é morte. Para a  Fê blue bird  o amor, é que faz girar a vida.

CADA PESSOA

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Nesta sexta-feira, dia 13, não vi nenhum gato preto. Encontro que até gostaria de ter, porque amo gatos de todas as cores. Encontrei sim, um livro com somente 31 páginas, cujo conteúdo é mais valioso e interessante do que o de livros que li com mais de 500 páginas. O autor do livro é o advogado, dramaturgo e escritor Ferdinand von Schirach. Nasceu em 1964 em Munique e vive actualmente em Berlim. Sobre o livro falo numa outra ocasião, até lá deixo aqui duas perguntas: Como podemos enfrentar os desafios do nosso tempo? Como organisamos melhor a nossa sociedade?   Nós temos hoje de decidir novamente, quem queremos ser. Ferdinand von Schirach apela a um melhoramento da CARTA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DA UNIÃO EUROPEIA.<br

A VIDA E O AMOR 🤍

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Correr pelos campos, viver a vida Na liberdade que o sonho oferece Sendo o amor a libertação vivida Pobre de quem de amor padece . A vida é um sorriso, arte cristalina Saber vivê-la é do bem, o suporte Como uma flor, o Outono declina Assim a vida, não aceita a morte . Que a vivência seja bela como a flor Que na sua essência seja aguerrida Que nasça, cresça e fine com amor E que o sorriso seja o amor da vida Ricardo Valério

CARLOS de OLIVEIRA 1921 — 2021

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  “Pelas cinco horas duma tarde invernosa de outubro, certo viajante entrou em Corgos, a pé, depois da árdua jornada que o trouxera da aldeia do Montouro, por maus caminhos, ao pavimento calcetado e seguro da vila; um homem gordo, baixo, de passo molengão; samarra com gola de raposa; chapéu escuro, de aba larga, ao velho uso; a camisa apertada, sem gravata, não desfazia no esmero geral visível em tudo, das mãos limpas à barba bem escanhoada; é verdade que as botas vinham de todo enlameadas, mas via-se que não era hábito do viajante andar por barrocais; preocupava-o a terriça, batia os pés com impaciência no empedrado. Tinha o seu quê de invulgar, o peso do tronco roliço arqueava-lhe as pernas e fazia-o bambolear a cada passo. Via-se também que não era grande caminhante, a respiração alterosa dificultava-lhe a marcha, mas galgara com coragem duas léguas de barrancos, lama e invernia. Grave assunto trouxera decerto, penando nos atalhos gandareses, por aquele tempo desabrido.“ (“ Uma Abel

A VIDA, O AMOR E A MORTE

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“Se por vida eu considerar nascimento, são momentos marcantes que vivemos de olhos fechados.” TERESA DIAS