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PEC

Bruxelas quis entrar no debate político do PEC em Portugal

Luís Rego em Bruxelas e Margarida Peixoto  
15/04/10 00:05


“Iremos muito em breve anunciar o que vai ser feito desde já e o que vai ficar para o OE de 2011”, explicou ontem o ministro das Finanças.

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“Iremos muito em breve anunciar o que vai ser feito desde já e o que vai ficar para o OE de 2011”, explicou ontem o ministro das Finanças.

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bloco 4

Teixeira dos Santos diz que vai implementar as medidas já definidas e fecha a porta a mais negociações.

Num gesto pouco comum, o comissário europeu da Economia, Olli Rehn, reconheceu que quis "contribuir para o debate político" do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) em Portugal onde o PSD carrega baterias para contestar o plano orçamental do Governo, já amanhã no debate quinzenal.

Na sua avaliação, Bruxelas considerou o PEC "ambicioso e bastante concreto", mas colocou um enorme ênfase nos "riscos" de o cenário macroeconómico "relativamente optimista" do Governo não se realizar, o que poderá tornar "necessárias medidas suplementares" em "especial para o corrente ano" de 2010.

Questionado sobre se esta mensagem dual - o comissário não pediu mais medidas, mas admitiu que podem ser necessárias - seria útil para contrariar o nervosismo nos mercados, Oli Rehn disse: "Não tivemos outra opção senão fazer uma avaliação correcta e honesta do PEC português, caso contrário não seríamos credíveis". E, de seguida, disse estar "seguro que isto vai contribuir para um debate político substancial e conclusivo em Portugal para responder ao desafio de consolidação". Bruxelas quer impeditr que o Governo de minoria caioa na tentação de abrir a porta à quaisquer cedêncais no plano de austeridade já apresentado.

Rehn, que é um dos comissários mais próximos do presidente Durão Barroso, foi muito menos elogioso do esforço do Governo do que alguma vez o seu antecessor, Joaquín Almunia, tinha sido. A Comissão ficou ‘escaldada' com o caso grego onde acabou por forçar um aperto do cinto em Atenas, a reboque do Banco Central Europeu e dos mercados, pois tinha considerado suficientes as medidas iniciais do Governo grego.


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