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18.7.05

Período de nojo

«Se agora for mais "cabeça-de-cartaz" do que era antes e isso permitir ter acesso a novos clientes e a novas situações, tanto melhor. Estou aqui pronto para os receber.» Nuno Morais Sarmento, ex-ministro de Estado ao Diário de Notícias.

Debates

Londres capitulou. Seguem-se comentários.

A capitulação do mundo

Para que o vento não leve as palavras: «Os governos milionários declararam perdoar a dívida dos países mais pobres da África, mas, de facto, a tal amnistia é apenas de 16% dos 296 milhões da dívida africana.» [hoje aqui.]

Ghost in translation

Em inglês, a Cibertúlia como nunca a leu. De chorar por mais.

17.7.05

A Pouco e Pouco

[ou a melhor letra de sempre da música popular portuguesa, por José Cid, que pode ser ouvida em todo o esplendor, a duas vozes, no Às duas por três]

São 7 e meia, amor
Tens de ir trabalhar (Ela)

Acordas-me com um beijo
E um sorriso no olhar
E levantas-me da cama
Depois tiras-me o pijama
Faço a barba
E dá na rádio
O Zé Cid a cantar

Apanho o Autocarro
Vou a pensar em ti
Levas os miúdos
Ao jardim infantil

Chego à repartição
Dou um beijo no escrivão
E nem toco a secretária
Que é tão boa!

(Refrão)
A pouco e pouco se constrói um grande amor
De coisas tão pequenas e banais
Basta um sorriso
Um simples olhar
Um modo de amar a dois (bis)

Às 5 e meia em ponto
Telefonas-me a dizer:
Não sei viver sem ti amor
Não sei o que fazer (Ela)

Faz-me favas com chouriço
O meu prato favorito
Quando chego para jantar
Quase nem acredito!

Vestiste-te de branco
Uma flor nos cabelos
Os miúdos na cama
E acendeste a fogueira
Vou ficar a vida inteira
A viver dessa maneira

Eu e tu e tu e eu e tu e eu e tu

(Refrão)

Letra e música – José Cid (1979)

A capitulação de Londres

«A Grã-Bretanha pode iniciar a retirada das suas tropas do Iraque nos próximos 12 meses, afirmou hoje o ministro da Defesa britânico, John Reid.» [agências, via PortugalDiário]

Pudor

Spencer Tunick fotografou esta manhã 1700 mulheres e homens (incluindo um padre, dizem as agências noticiosas), em duas cidades do Noroeste de Inglaterra.

16.7.05

Em escuta


project MAU (Pia)


[Obrigado ao Quinto, pela descoberta!]

Alta velocidade (actualizado)

É assim:
leiam os comentários ao post anterior. Fosse o TGV discutido assim no Parlamento (passe a presunção)...

15.7.05

Alta velocidade

Já percebi: meti-me com a vaca sagrada. Há umas assim (Medina Carreira, claro, Pulido Valente, António Barreto, ...). E logo os meus bons amigos Pedro - bem-regressado, pá! - e José me deram pancada da valente. Por causa do TGV, nem tanto por causa do Medina. Por falta de tempo para apanhar, hoje, o comboio da discussão deixo aqui uma citação de um post de jmf, sobre
Os milhões, lá fora
«Em França: 67 pôles de compétitivité pour dessiner une nouvelle France industrielle. Le gouvernement a rendu publique, mardi 12 juillet, à l'issue du Comité interministériel d'aménagement du territoire (CIADT), la liste très attendue de ces projets. Réunissant entreprises, chercheurs, centres de formation, ils recevront une dotation de 1,5 milliard d'euros sur trois ans.
Em Espanha: El Plan Estratégico de infraestructuras y transporte. Zapatero promete unir todas las capitales de provincia por AVE y autovía en 2020
Pá, assim de repente, foi o que se arranjou - e até me parece pertinente! Depois apanho o comboio, ok?

Dependência e constância

O Independente deve ter hoje a sua 437ª capa sobre a gestão do Banco de Portugal, cujas contas não têm cabimento no Orçamento Geral do Estado.

14.7.05

Liberdade, igualdade, fraternidade

Hoje, Pacheco Pereira escreve um texto (no Público, sem link) contra estes três valores fundamentais da sociedade ocidental. Mesmo que sob a capa de defender a liberdade do Ocidente. E onde relativiza Hitler. O Lutz, um alemão em Portugal, amigo desta casa, respondeu-lhe sabiamente. A ler (o texto é longo, mas vale muito a pena). No dia em que nunca é demais lembrar: liberdade, igualdade, fraternidade.

Disparates

O engenheiro ferroviário Medina Carreira diz que o TGV em Portugal é um disparate porque dá jeito ao fiscalista Medina Carreira dizer que o TGV em Portugal é um disparate.

[tias e refresco]

é assim: tá gira a e-cs-pô, já não vinha aqui há algum tempo, desde que levei o bernardo ao oceanário, giríssimo, mas (ah, olá, um beijinho, chuaque, como tá, inda não fui à praia, o bronze é da picina, ahahah, té já) precisamos de ganhar, para a cidade ficar melhor, o pedro não conseguiu passar a mensagem, jornalistas tá a ver, mas tô confiante no carmona, é sêrio, não é um político, pois. e o outro, é todo possidônio, né. lá por ser casado com a outra, né. pois. é assim: as sondagens são o que são, tá bem, o que importa é no dia 9.

[Carmona hoje apresentou não sei quantos caracteres de ideias para a cidade. No fim, serviu-se um refresco.]

13.7.05

[assim]

12.7.05

My tear for London

O primeiro filme sobre os atentados de Londres.

Mil folhas

Ele insiste: depois do «Tal & Qual», do «Metro» (duas vezes), do «Público», no domingo passado, e hoje de novo no «Metro» (e certamente noutros que não li), Manuel Maria Carrilho continua indisponível para comentar as ideias para Lisboa. Tanta arrogância, chateia!

Grazia

No dia seguinte

Siglices

Que estranho fenómeno leva jornalistas a designar o novo aeroporto por uma sigla, quando falamos de uma localidade?! OTA não significa Outro Tramado Alqueva, nem outra coisa qualquer. Ota (que é como se escreve) é nome de terra.