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Quinta-feira, Julho 07, 2005

"C'est les vacances"


"Férias", in Fotografia na Net

"C'est les vacances, nous partons en voyage
Deux heures d'avance et beaucoup de bagages
Le coeur qui bat, les sandwichs en plastique
L'été est là, c'est vraiment fantastique
Une voix nous dit "En voiture", nous partons vers l'aventure
"

Ilona Mitrecey

Até ao dia 4 de Agosto estarei de férias... pode ser que o Micróbio surja de vez em quando com alguma foto só para causar inveja... :-) Entretanto não deixem de ouvir esta miúda francesa - Ilona Mitrecey - que está a fazer as delícias da música francesa neste verão... Muito infantil mas fabulosa!

Terça-feira, Julho 05, 2005

Leveza


"Le Cercle des amours", de Auguste Rodin

Vi-te subir.
As águas separaram-se das águas.
O meu talento era um puro elixir.
Tu davas-me os passos com que caminhava para ti.
Ligeiro, tão ligeiro entre os trepidantes cascos
de obscuros navios. Sílabas de linfa
no vento sonâmbulo.
Tenho a garganta cheia
de abelhas verdes e o corpo
balança-se
como um fruto
grávido de magnificência.
Vertical nadador
sustento o pulso as vermelhas corolas
que ligam a Lua e o Sol.
Arredonda-se a inocência no centro da voragem.
O ar incendeia os nervos dos segredos.
O sopro da serpente fertiliza
os alvéolos brancos
até que as espáduas toquem o fundo
e o sangue se incline
transformando o destino em puro início.

Dedicado a quem desde hoje me atura há 3 anos.

Sábado, Julho 02, 2005

Voz Silenciosa


"Nú ausente?", in Fotografia na net

O que é ser uma figura do silêncio?
O que é ser apenas o hálito de uma folha?
Alguém me descobrirá no meu círculo minúsculo?
Quem falará às pedras? Quem dirá a palavra?
Inclino-me sobre a água com um suave desejo
e quase canto no silêncio, adormecendo.
Amo a luz tranquila e o meu pequeno corpo
leve como uma clara chama. O mistério é meu.
Mas se alguém vier acariciar as pedras
eu cantarei na sua boca, descerei ao fundo
da garganta e serei nas suas veias
o frémito feliz de uma pedra harmoniosa.

Terça-feira, Junho 28, 2005

Portugal: Europe’s West Coast



Como pode uma marca que é a 23ª do mercado, que tem fraca e até má reputação, pobres argumentos, baixo preço e uma desmotivada força de vendas, dar a volta por cima e criar um grande impacto no mercado?

Portugal (a fama)
Somos porteiros e mulheres-a-dias em França, criados na Suiça, bimbos em Inglaterra, pedreiros na Alemanha e padeiros no Brasil. O país mudou muito mas a nossa fama não muda desde 1960.

Portugal (Indiferenciação)
Haverá alguma razão para um estrangeiro acreditar que o nosso Sol e Mar seja melhor que o da Espanha, da França, ou da Grécia?

Portugal (o filtro)
Portugal é visto como um país do Sul. Um país de Sol e Mar mas também de subdesenvolvimento, iliteracia, corrupção e dos recorrentes indicadores estatísticos de miséria. O Sul é o filtro que nos condena a sermos vistos como somos. Mudar o filtro é mudar o lugar no mapa. Ora a nossa posição geográfica é o Sul, mas também é o ponto mais ocidental da Europa. E o Oeste da Europa não é de ninguém. Portugal tem que se reposicionar.

“West Coast” lembra
O sol, a praia, o surf, a qualidade de vida. Hollywood, criatividade, entretenimento. Los Angeles, Napa Valey, S. Francisco, Las Vegas,… Sillicon Valley e tecnologia. Sociedade aberta, multicultural, estilos de vida alternativos.

“Europe” aporta
História e tradição. Autenticidade, classe, caché. Segurança e proximidade.

Portugal. Europe’s West Coast
Sem termos que fazer nada, apenas com um jogo de associações: Ganhamos em modernidade, cosmopolitismo e savoir vivre, (dimensões que hoje não temos) enquanto reenquadramos de forma original a História e Sol e Mar. Criamos uma dissonância que chama a atenção do estrangeiro para uma nova categoria no mercado e provocando a reavaliação do País.
E ainda: Acrescentamos, às nossas marcas exportadoras, maior valor nas dimensões tecnologia, criatividade e estilo. Ajudamos os Portugueses que nos representam lá fora dando-lhes uma origem mais charmosa. E anexamos a Galiza que é mais nossa que deles.

Resumindo
Convenção: Portugal é apenas mais um daqueles países do Sul que só serve para ir de férias e ainda por cima atrasado e pobre. Disrupção: Temos que sair do Sul que contamina a nossa fama de associações negativas.
Visão: Portugal. Europe’s West Coast.

Próximos passos

1) O Turismo
É não só o principal beneficiado com o reposicionamento como o principal veículo para o fazer. A chave é promover a ideia consistentemente e ao longo do tempo pois com o dinheiro que há, as campanhas são sempre pequenas.

2) As boas marcas
Sofrem com o “made in Portugal” não por causa do “made in”, mas por causa do “Portugal” que lhes tira valor. Se as boas marcas portuguesas levassem consigo a ideia de que vêm da Europe’s West Coast só tínhamos a ganhar. Nós e eles. Talvez uma liga de West Coast Companies onde as melhores teriam um selo de Best of the West. Seriam uma belíssima força de vendas.

3) Os bons Portugueses
Os que estão lá fora que são conhecidos e têm valor são a nossa melhor força de vendas. Infelizmente ser português lá fora não é nem motivo de orgulho nem grande vantagem. Antes pelo contrário. Estou convencido que a Europe’s West Coast seria motivo de orgulho.

4) O Evento
Tudo isto ajuda mas não chega para marcar a mudança, para ter tempo de antena, para obrigar o estrangeiro a mudar as suas percepções do mesmo modo que nós mudámos o país.
Precisamos de um evento mundial, de uma bomba “atómica” que comunique a mudança.

3 Razões para mudar a bandeira
1) Já devia ter mudado. A bandeira não é sagrada e tem ao longo da história mudado com o país.
2) As cores são as mesmas da maior parte das bandeiras africanas. Cores que nos empurram ainda mais para sul.
3) Mudar a bandeira significa mudar, fisicamente, a imagem de Portugal em todo o mundo. Nas embaixadas Portuguesas no estrangeiro. Nos consulados Portugueses. Nos organismos internacionais que são às centenas. No Comité Olímpico Internacional, na FIFA, UEFA… Na ONU e na UE. Todas as bandeirinhas que assinalam as delegações portuguesas, gabinetes, cadeiras, dossiers, etc… E nas CNN’s BBC’s e demais Networks de TV que para além de mudar têm que noticiar e explicar.

in BBDO - Portugal

Segunda-feira, Junho 27, 2005

Não nos imponhas a tua moral...

Com frequência, ao menor indício de que uma posição sobre determinada lei controversa se inspira em determinadas convicções éticas ou religiosas basta acusar a quem a defende que pretende “impor a sua moral” aos outros. Este argumento é uma falácia, explica o filósofo norte-americano Edward Feser, autor de um livro sobre Robert Nozick em “Tech Central Station”, em 31 de Maio de 2005.

Trata-se, diz Feser, de uma questão de princípios e uma maneira tendenciosa de descrever a posição contrária. Todas as pessoas têm as suas pessoais convicções morais. Suponhamos que alguém acusasse os partidários da discriminação positiva de “quererem impor as suas opiniões pessoais, responderiam, de certo, que não é simplesmente a preocupação pessoal e subjectiva que os motiva, mas o seu compromisso com a igualdade como ideal moral e objectivo”. Analogamente, se alguém se impõe à “pornografia” ou ao "matrimónio homossexual", não quer necessariamente dizer que se opõe porque tais coisas lhe pareçam repugnantes; a sua reprovação está baseada num princípio moral, objectivo e racionalmente defensável.

Feser trata este truque dialéctico como a “falácia anti-conservadora”, porque se esgrime contra os conservadores por parte de liberais, socialistas ou feministas. A falácia consiste em atribuir às posições morais do adversário meras preferências pessoais, sem conceder a possibilidade de que essas preferências derivem de juízos que podem ser verdadeiros e, portanto, universalmente válidos. Assim se descartam os argumentos contrários sem verdadeiramente os debater e se dá por assunto encerrado o que seria suposto demonstrar: que o outro não tem razões para justificar a sua posição.

Relativismo aparente

Outra fórmula da falácia é a de que os que têm opinião contrária pretendem “impor a moral como lei” ou “legislar sobre moral”. Mas também os liberais apelam a certos princípios morais para defender políticas da sua preferência. Como podem então, sem caírem na incoerência, criticar os conservadores por fazerem o mesmo? Não pretende o liberal “legislar sobre a moral” quando defende a distribuição da riqueza em nome da justiça? Não está por acaso a “impor a sua moral” aos ricos?

Na realidade, a tese de que não devemos impor aos outros as nossas opiniões pessoais morais é muito curiosa. Parece implicar a ideia de que todas as opiniões morais são meramente pessoais no sentido de que não reflectem mais do que gostos ou preferências individuais e, portanto, não se pode justificar essa imposição a quem não partilha desses gostos ou preferências. A contínua invocação desta ideia nas críticas às políticas conservadoras é, provavelmente, a principal razão pela qual os liberais sejam frequentemente suspeitos de relativismo moral. Mas como, segundo vimos, os liberais podem ser perfeitos absolutistas em relação às suas próprias crenças morais, e nada renitentes em dizer aos outros que deveriam limitar-se a elas, é evidente que as suas opiniões de modo algum poderão ser genuinamente relativistas. De facto, a própria ideia de que não devemos impor aos outros as nossas pessoais opiniões morais soa a imperativo moral absoluto”.

Um recurso retórico

Por tanto, a verdadeira questão não é sobre a “imposição” de posições morais, mas sim em particular sobre a “validez” de determinada posição. Os usuários habituais da falácia deveriam, pois, formular as suas críticas “de maneira mais franca; mas isso seria à custa de perder eficácia retórica”. Com efeito, “se um liberal dissesse: as minhas opiniões são genuínas opiniões morais, e as conservadoras são meras expressões de preferências pessoais”, ou “as minhas opiniões morais são correctas e as conservadoras não”, seria óbvio que não seriam mais que afirmações não justificadas e muito discutíveis. Muito melhor, então, seria dizer algo: “Ninguém deve impor aos outros as suas opiniões pessoais morais”. Deste modo pode parecer estar a afirmar com evidência real (que ninguém deve impor aos outros os seus peculiares e subjectivos gostos particulares), quando na realidade está a declarar uma tese extremamente discutível para a qual não ofereceu justificação alguma (que se deve permitir às opiniões morais liberais, mas não as conservadoras, inspirar leis).

O recurso frequente a esta falácia, conclui Feser, adultera o debate público, fomentando o simplismo. “Nem todos os princípios morais devem ser impostos pelo poder do estado, mas quase tudo o que faz o estado se baseia nalgum princípio moral. É uma frivolidade, portanto, suster que não se deve legislar sobre a moral, se isto significa que as leis não se deviam inspirar em princípios morais controversos. E quase todos os princípios morais são controversos numa medida bem significativa: ainda assim se concorda que o assassinato está mal, mas com frequência se entra em divergência sobre o que se deve considerar assassinato, como testemunham as disputas sobre o aborto, eutanásia e inclusive o sacrifício de animais. A questão, pois, não está sobre se os princípios morais discutidos devem influir as nossas leis, mas sim que princípios morais discutidos – liberais, conservadores… os que forem – deveriam ser usados”.

Sexta-feira, Junho 24, 2005

Crônica de um país anunciado

Não é por ser descendente não mas me aborrece ouvir alguém dizer: “Ah! Se o Brasil não tivesse sido colonizado por portugueses!” Quem faz esse tipo de observação sempre acha que a colonização inglesa seria a ideal. Outros lamentam a derrota dos franceses e a expulsão dos holandeses citando Maurício de Nassau como o exemplo do administrador. Nenhum colonizador foi perfeito. O que a Inglaterra fez com a Índia e com inúmeros países africanos pode nos dar uma idéia do que seria o Brasil nas mãos dos súditos da Rainha. O Haiti foi colonizado por franceses e esses holandeses que andaram por aqui passaram pela África do Sul que se livrou do mais nojento racismo faz pouquíssimo tempo. Os erros do Brasil são nossos e não adianta querer culpar Pedro Álvares Cabral. Afinal, não existe ninguém lá em Brasília com esse nome, não é? A Amazônia só é brasileira porque os portugueses deram uma rasteira nos primos espanhóis. Pelo tratado das Tordesilhas que dividia o mundo entre espanhóis e portugueses, a Amazônia seria espanhola. Um navegador português subiu Rio Amazonas contra a corrente espalhando marcos de posse da terra. Quando os espanhóis reclamaram, os portugueses ofereceram as Filipinas e o Uruguai em troca. Agora, ouçam bem: naquele tempo, os portugueses conseguiam vigiar a Amazônia e, hoje, a gente não consegue tomar conta. A culpa é deles?!

No começo do século vinte, para o Brasil, vieram imigrantes portugueses que tinham uma capacidade de trabalho imensa. E, neste país da eterna crise, eles venceram e uma coisa sempre me impressionou muito: eu nunca vi um português pedindo esmola. Portugueses que se dizem sempre do Porto porque é a capital do Norte de onde a maioria veio. Na verdade, são de aldeias no Minho, na Beira Alta, na Guarda (origem da minha família pelo lado paterno) e os portugueses mais tímidos vocês sabem quem são? São aqueles que viviam escondidinhos por de Trás os Montes... E quando alguém me diz: “Em vez de piada de português, vamos contar piada de argentino.” Eu respondo: “Não, a gente só brinca com os amigos!” E tem piada de português muito engraçada. Aquela do Manuel que não sabia onde enfiar o supositório. Aquela da Maria que foi ao médico e o doutor perguntou se ela tinha orgasmo. E aquela que pediram ao Joaquim para ver se o pisca-pisca do carro funcionava, ele olhou e disse: “Funciona, não funciona. Funciona, não funciona.” (risadas) Os portugueses não ligam para essas piadas... levam tudo na esportiva... (toca celular) “Alô! Tio Custódio Salazar! Eu estou no ar, tio. O quê? Contar a piada do brasileiro chamado Arnaldo que chegou em Portugal e pensou que a Serra da Estrela era do lado do morro da lua? Do brasileiro Arnaldo que saía do motel e se escondeu para não ser visto pela mulher dele que estava chegando... essa piada é com o Joaquim que se escondeu da Maria. Pera aí, tio... o senhor se aborreceu... eu estava brincando.... corta aí, Jorge..."

João Carlos Viegas

Quinta-feira, Junho 16, 2005

Bom fim de semana



Actividade: Festa da História 2005

Trancoso, abre as portas do seu centro histórico a mais uma "Festa da História" nos próximos dias 25 e 26 de Junho. A recriação histórica que se pretende implica uma viagem ao passado. O burburinho dos mercados populares, os pregoes dos quinquilheiros e dos almocreves, os fingimentos dos bobos cruzando-se com as músicas dos trovadores por entre o burburinho da rija populaça debruçando-se nas bancas dos mesteirais, todo um ambiente da feira dos tempos de então, reproduzido por grupos profissionais, alunos e populares ao pormenor mais ínfimo nos trajes e maneiras de tendeiros e demais feirantes. Por entre os bosques densos, surge D. Isabel de Aragão que é esperada por El-Rei D. Dinis, e de todos os lados surgem músicos, trovadores e jograis. As moças arregaçam as saias e entram para a roda dançando e bailando até ao raiar da lua. Segréis e trovadores trazem os seus instrumentos e ouvem-se trovas à desgarrada enquanto na praça, homens e mulheres rodopiam em danças de rodas. E porque a "fome aperta" e necessário é acalmar o estômago, encontram-se por todo o lado as "Tavernas" (da responsabilidade de Associações e colectividades locais) onde se poderá degustar um belo caldo "farta brutos", carne de porco e chouriço assado na brasa acompanhado de broa e claro está um bom vinho tinto.

Programa

Sábado 25 de Junho

11:00h Cerimonial de abertura
11:30h Visita dos fiscais e meirinhos às diversas tendas
11:45h Pregões e episódios burlescos
12:00h Comeres e beberes nas tavernas da feira
15:00h Chegada de D. Isabel de Aragão e seu recebimento por El-Rei D. Dinis
19:30h Ceia Medieval (necessária pré inscrição)
22:00h Assalto ao Castelo
23:00h Concerto música medieval (Castelo)
00:00h Julgado de heréticos (Praça D' Dinis)

Domingo 26 de Junho

10:00h Abertura da Feira
12:00h Comeres e beberes nas tavernas da feira
14:30h Desfile evocativo das Bodas de D. Dinis com D. Isabel da Aragão
15:30h Investidura de novos cavaleiros
Danças e folguedos
Torneio de armas
Bobos e saltimbancos
Venda de escravos e relíquias
18:30h Espectáculo de teatro de rua
21:00h Espectáculo de fogo e encerramento da feira

Se eu não colocasse este post hoje, haveria alguém que era bem capaz de me julgar em público no "Julgamento de Heréticos" na Praça D. Dinis, na meia-noite do dia 25 de Junho... :-)