
Com esta política económica, os europeus vão acabar a servir cafés a turistas chineses.
24 Junho 2009
made in china
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Joaquim
em
07:24
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Nassim Taleb
O establishment económico convencional defraudou-nos. Permitiu os derivados, a aceitação de risco. Que saiam do caminho e dêem lugar a outros. Aos europeus, por exemplo! Os europeus compreendem melhor o problema. No Reino Unido, em França também perceberam. No governo dos EUA, em Harvard, Princeton, o que rodeia Obama, está tudo podre até ao osso. Estas pessoas são o equivalente aos médicos na Idade Média: matavam as pessoas para elas pararem de sangrar. E vão matar mais.
...
O verdadeiro Madoff é o sistema financeiro, que debaixo da mesa, aumentou drasticamente a dívida e criou esta quantidade de derivados que não têm razão económica para existir senão fazer dinheiro aos banqueiros. Outro problema é academia Nobel: dar prémios a estes mensageiros destruiu o mundo.
Via i
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Joaquim
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06:42
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23 Junho 2009
tenho uma ideia
Vamos à descoberta de novas ideias. Os portugueses são descobridores natos, está-nos no ADN. Depois de descobrirmos novos mundos terrestres, eu sugiro que partamos à descoberta de novos mundos do universo do conhecimento.
Como? Instituindo um prémio nacional para o melhor ensaio de filosofia publicado, a nível global, no ano anterior. Um prémio com o valor de 1.000.000,00 €, proveniente de fundos privados e atribuído por um júri nacional, representativo da cultura portuguesa.
O prémio designar-se-ia PRÉMIO DESCOBRIDORES, por razões óbvias.
Um prémio destes daria visibilidade ao País, especialmente junto das elites intelectuais. Por outro lado, recuperaria o nosso espírito totémico de descobridores. Os cidadãos poderiam assumir esse espírito que tantos benefícios nos trouxe, no passado, e inspirar-se em novas ideias para darem os seus próprios contributos.
Quando tomei conhecimento de que o jornal i, tinha lançado um projecto para novas ideias, não resisti e deixei lá esta minha ideia.
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Joaquim
em
22:25
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Espanto
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Ricardo Arroja
em
08:41
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alto e pára o baile
Não me parece correcto que a PSP efectue operações stop, à porta das escolas, à hora do inicio, ou fim, das aulas.
Não estou a falar da legalidade, ou até da necessidade, destas intervenções policiais. O que eu estou a dizer é que são intervenções inoportunas, que prejudicam gravemente a actividade dos cidadãos e que poderiam ser efectuadas noutras circunstâncias.
Um tipo levanta-se de madrugada, aperalta a canalha, atira-a para o carro e quando chega à escola, segundos antes de poder respirar de alívio, pimba: alto e pára o baile.
Só este ano, é a terceira vez que a PSP efectua operações stop à porta da nossa escola. Nunca fui parado, tenho tudo legal, mas sinto que isto é um excesso de zelo inqualificável.
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Joaquim
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08:40
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Mudança?
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Ricardo Arroja
em
08:14
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22 Junho 2009
no chefe
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Pedro Arroja
em
18:50
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iluminação
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Pedro Arroja
em
18:20
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homo hereticus
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Pedro Arroja
em
17:18
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não chega
O mutismo, o silêncio e a circunspecção que têm marcado a liderança de Manuela Ferreira Leite têm um sentido histórico, estratégico e táctico. Historicamente, a direita portuguesa aprecia os líderes patriarcais, austeros, quando não autoritários. Salazar e Cavaco são os dois ex-libris que a direita indígena respeitou no século XX, em boa medida por serem assim. Estrategicamente, convinha ao PSD assinalar uma diferença em relação aos seus tempos mais recentes do chamado “populismo” de Santana e Meneses, reencontrando a gravitas perdida. Tacticamente, é sabido que quanto menos se fala em política, menos asneiras se dizem e menos compromissos se assumem, aumentando o grau de liberdade para decidir quando se chega ao poder.Este caminho não serve, todavia, ao espírito liberal, para quem a exigência perante o poder tem de ser permanente e absoluta, sobretudo para com aquele poder que é exercido em nome de ideologias com as quais se possa confundir.
Não me parece, assim, que baste à Dr.ª Ferreira Leite permanecer na pose de mulher circunspecta e de estadista gravitosa para merecer um voto de adesão, isto é, um voto que não seja somente de rejeição ao governo do Partido Socialista. Ela – ela pessoalmente na qualidade de putativa futura primeira-ministra – deve esclarecer que rumo imprimirá aos sectores mais significativos da governação, quais os princípios da actuação do seu futuro governo, e o que considera dever ser o estado português governado pelo Partido Social Democrata nos aspectos essenciais da sua relação com os cidadãos. Isto constará certamente do seu programa de governo, a apresentar brevemente ao país. Há, pois, que aguardar.
Mas deve o PSD fazer mais, se quiser reforçar a credibilidade da sua alternativa de governo ao PS: deverá apresentar, antes de eleições, a estrutura fundamental do seu futuro governo, a equipa com a qual Manuela Ferreira Leite pretende cumprir o programa anunciado, apresentando os ministros das pastas essenciais (Finanças, Justiça, Administração Interna, Saúde, Segurança Social, Educação e Ensino Superior, pelo menos), assumindo estes o compromisso solene de executarem as políticas prometidas no programa eleitoral.
Menos do que isto será, a meu ver, passar-lhe um cheque em branco, apenas justificado por uma animosidade feroz ao “animal feroz”, agora convertido em “português suave”, Votas contra Sócrates pode ser interessante. Mesmo útil, até. Mas não garante que lhe sobrevenha um governo que o faça esquecer.
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rui a.
em
13:50
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Sondagens
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Ricardo Arroja
em
09:18
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trocas e baldrocas
Certamente por equívoco, os títulos dos artigos de opinião da Marta Crawford e do Ricardo Reis, do indispensável i, do fim-de-semana, saíram trocados. O título do artigo da Marta, sobre o coitus interruptus deveria ter sido: Grandes obras adiadas, e o do Ricardo, sobre a melhor estratégia de investimento público, era: Marcha atrás.
Não se perdeu nada, contudo, porque os pontos de vista dos autores não foram adulterados. A Marta gosta de concluir o que começa e o Ricardo considera que a marcha atrás no investimento público vai deixar muita gente mal... construída.
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Joaquim
em
06:53
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+ regulação?

Ver a opinião de Peter Schiff, no seu Vlog.
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Joaquim
em
06:40
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21 Junho 2009
Solus Christus
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Pedro Arroja
em
23:17
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Sola Gratia
O problema central da doutrina - às vezes referida como doutrina da justificação - é o seguinte: "Quem me pode perdoar os pecados, a fim de que eu possa conquistar a vida eterna?"
"Nós! (através do sacramento da penitência)", responde a Igreja Católica.
"Não!", dizem os Protestantes, "Só Deus o pode fazer, através da Sua graça (Sola Gratia)".
Se eu sou protestante, então, eu sei que todos os pecados que cometer neste mundo, terei de os justificar directamente perante Deus no Dia do Juizo Final, e só pela Sua graça poderei obter perdão. Se, pelo contrário, sou católico, eu posso recorrer à Igreja, arrependendo-me, confessando-me, penitenciando-me e obtendo o perdão, pelo caminho pagando um preço em termos de orações, jejuns, peregrinações e esmolas e ficando, assim, com o cadastro limpo.
Para fazer justiça à doutrina católica, deve dizer-se que, em última instância, para esta doutrina a justificação só se obtém pela graça divina (Cat.: 1441). Mas é só em última instância porque, de acordo ainda com a doutrina católica, Deus delegou esse poder na Igreja (Cat.: 1442). Os padres aparecem assim como intermediários entre o homem e Deus na remissão dos pecados, ao passo que na doutrina protestante não existem intermediários e a justificação é um assunto tratado directamente entre cada homem e Deus.
Duas consequências importantes resultam daqui e que ainda hoje são marcas distintivas entre a cultura católica e a cultura protestante. A primeira é a instituição da cunha (ou do dar um jeito, na versão preferida dos brasileiros), que é uma instituição distintamente católica e praticamente inexistente nos países de tradição protestante. Na realidade, enquanto na tradição protestante (Sola Gratia), um homem terá de justificar todos os seus pecados perante Deus e só a Sua Graça lhos pode perdoar, na tradição católica também é assim, mas só em última instância. Antes de o assunto chegar a Deus, é função dos padres interceder junto d'Ele - isto é, meter uma cunha - pelo pecador. A decisão última pertence a Deus, mas a Igreja e o clero estão lá para dar um jeito.
Mesmo se as sociedades se tornaram modernamente mais seculares e a importância da religião diminuiu, a instituição da cunha está de tal modo impregnada nos países da tradição católica que ela é, a grande distância de todas as outras, a maior fonte de corrupção nestes países, e os pais desta instituição não são os políticos, mas os padres da Igreja Católica. Se os padres metem cunhas a Deus para me conceder favores, porque razão não hei-de eu meter uma cunha ao meu sobrinho que é ministro para adjudicar um contrato a uma empresa amiga, ou para arranjar um emprego lá no ministério para a minha filha? Que mal tem isso?
A segunda consequência é ainda mais gravosa. A doutrina protestante da Sola Gratia emite um aviso severo aos crentes: "Não cometas pecados, porque vais ter de os justificar todos perante Deus". A doutrina católica é muito mais flexível. Para efeitos práticos, a mensagem da Igreja é a seguinte: "Não deves, em princípio, cometer pecados. Mas se os cometeres, bom, nesse caso, vem ter connosco que nós resolvemos-te o assunto, limpando-te o cadastro por um pequeno preço (tantas orações, uns quantos dias de jejum e mais um certo número de euros na caixa das esmolas".
Daqui resulta o rigorismo ético do Protestantismo em comparação com a flexibilidade ética do catolicismo, caracterizada pelo ciclo católico do pecado, arrependimento, confissão penitência e perdão ... seguido de novo pecado. Mentir, não cumprir a palavra dada ou os contratos, desrespeitar ou insultar os outros, utilizar dinheiros alheios em proveito próprio são tudo pecados que o homem protestante um dia terá de justificar directamente perante Deus. O homem católico, não. Basta ir à Igreja, cumprir uma série de formalidades, que incluem o pagamento de um preço em dinheiro ou em espécie, e fica com o cadastro limpo. De tal maneira que, no dia seguinte, pode voltar a mentir, não cumprir a palavra dada e os contratos, insultar os outros, etc.
Num post anterior referi-me ao extraordinário liberalismo (ou permissividade) de acção que é típico das sociedades católicas, onde vale tudo e tudo é permitido, incluindo cometer pecados, com excepção, talvez, daqueles que envolvem a violência física. A razão é que nestas sociedades sempre esteve por perto quem, por um pequeno preço, estivesse pronto a perdoar-me os pecados ou a meter uma cunha a Deus pela minha salvação. Esta extraordinária permissividade ética do catolicismo, como deixei antever, representa um enorme ónus à realização da democracia, da justiça e do progresso económico, e não surpreende por isso que, em todas estas frentes, os países de tradição católica tenham demonstrado, ao longo dos últimos séculos, um desempenho marcadamente inferior quando comparados com os países de tradição protestante.
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Pedro Arroja
em
18:48
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ciência e filosofia
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Pedro Arroja
em
13:42
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2 estilos 2
Sobre o gang dos 28:
PA - Afirmar frontalmente o que pensa.
VPV (No Público de hoje) - Afirmar o contrário do que imagino que pense e deixar a descodificação ao leitor:
Os 28, pelo contrário, sem interesse directo nos resultados de Outubro... e não falando por nenhum partido ou instituição, não correm o risco de provocar automaticamente a incredulidade ou as reservas do público. Porque razão iriam Cadilhe ou Silva Lopes, Beleza ou João Salgueiro, Mira Amaral ou Daniel Bessa, mentir ou exagerar? Se resolveram correr o risco de censura e maçadas, numa terra de medo e conformismo,é porque achavam um caso de força maior. Merecem o nosso crédito.
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Joaquim
em
12:44
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a royal gang

A família real inglesa tem as mesmas motivações de qualquer gang, o que tiveram foi sorte na vida...
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Joaquim
em
12:38
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tem os genes da mãe
Prince William has revealed for the first time how he held private meetings with former gang members and learnt valuable lessons from them.
Via Telegraph
Former gang members have told me that it is precisely to find status, respect from others and the role in a community that we all crave that led them to fall in with gangs in the first place. One enduring feature of all gangs – and teams – is that they survive on mutual support. They allow their members to earn respect by obeying the rules, and they share clear objectives. Essentially, they allow the individual to belong.
Via Telegraph
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Joaquim
em
11:02
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afinal havia outra

A Prisa tem uma dívida de cinco mil milhões de euros à banca e a venda da TVI seria uma solução possível para encaixe de dinheiro. Mas, diz o Expresso, o Governo de Sócrates não facilita um possível negócio enquanto a TVI incluir Manuela Moura Guedes*.
Via Público
Num post anterior interroguei-me sobre os interesses que poderiam mover a TVI, para indignação de muitos comentadores. Agora, aí estão ao léu.
Qualquer análise que pretendam fazer deste assunto deve partir do seguinte pressuposto: MMG está ao serviço da Prisa; é a Prisa que lhe assina os cheques.
*Está implícito na notícia que a Prisa adquiriu uma moeda de troca.
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Joaquim
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09:36
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20 Junho 2009
Sola Scriptura
Percebe-se agora porque é que o diálogo ou o debate entre pessoas de um país de tradição católica é sempre destrutivo e acaba sempre em ofensas pessoais recíprocas, e porque é que tais pessoas são radicalmente surdas e intolerantes em relação a tudo aquilo que é dito por alguém que não seja quem elas, certa ou erradamente, consideram uma autoridade.
.
O peso da religião na sociedade diminuiu. Porém, para quem, geração após geração durante vinte séculos foi formado nesta atitude de espírito, nada mudou. Para eu acreditar nalguma coisa preciso que seja uma autoridade a dizê-lo. Pode hoje já não ser o padre e, em última instância, o Papa. Pode ser o Einstein, o Niall Ferguson ou o John Gray. Não pode é ser o meu vizinho do lado, porque esse - isso eu tenho a certeza - é tão ignorante como eu. Compreende-se agora também, porque é que nos países de tradição católica as pessoas não têm confiança umas nas outras - excepto naquelas que estão em posição de autoridade.
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Pedro Arroja
em
23:56
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mens agitat molem

Cabe ao escol do escol descobrir a mensagem.
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Joaquim
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19:04
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Edição de Fim de Semana
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Ricardo Arroja
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14:44
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I can't get it
Descobri porque é que o mundo está em cacos. É por causa de mim e de outros como eu, “economistas de pé descalço” formados nas escolas de MBA’s. Sim, os mesmos que são responsáveis pela crise financeira global, pela falência da GM e, até, pelo aquecimento global.
Não tendo passado anos a fio mergulhados nos canhenhos da “dismal science”, os MBA’s aprenderam umas coisitas, mas julgam que dominam a pantera. Graças a Deus que ainda há pessoas com educação formal em ciência económica para nos meterem na ordem. Eis um exemplo, tirado do jornal i de hoje, mais precisamente de um artigo de Ricardo Reis, um professor de economia de uma universidade da Colômbia , que prima pelo rigor clássico do seu homónimo heterónimo.
Quando o Estado compra um terreno, não cria riqueza. Limita-se a transferir dinheiro (1) de todos os contribuintes para alguns contribuintes, donos dos terrenos em causa. Para além disso, porque estes proprietários provavelmente não são as pessoas mais remediadas, muitos irão poupar o dinheiro que recebem, sem qualquer estímulo para a actividade económica.
No meu tacanho entendimento, a poupança permite ao sistema financeiro conceder o crédito necessário ao investimento e, portanto, é um instrumento fundamental para estimular a actividade económica. Especialmente agora, que os bancos estão com dificuldades e necessitam dessa poupança.
Por outro lado, se os recursos do Estado fossem redistribuídos à populaça iriam estimular a economia? Com certeza, numa economia aberta como a nossa (eu diria escancarada), esses recursos iriam estimular a economia de todos os países com que mantemos um défice comercial e, digo, eu, talvez sobrasse alguma coisa para nós. Os multiplicadores já não são o que eram...
A minha interpretação parece senso comum, mas senso comum e economia, por vezes, parecem conceitos contraditórios.
(1) Uma compra é uma troca de recursos e não uma transferência de recursos. E também é irrelevante se o vendedor é ou não contribuinte.
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Joaquim
em
14:42
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Lixo
Estes são alguns dos comentários que me sugere este manifesto que hoje é primeira página do Público. Claro que existem algumas excepções entre os autores, como Medina Carreira.
Publicada por
Pedro Arroja
em
14:04
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como crianças
Publicada por
Pedro Arroja
em
12:09
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não tem ideias
O nosso escol político não tem ideias excepto sobre política, e as que tem sobre política são servilmente plagiadas do estrangeiro - aceites, não porque sejam boas, mas porque são francesas, ou russas, ou o quer que seja.
FP, em "O caso mental português".
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Joaquim
em
08:15
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o caso mental

A tragédia mental de Portugal presente é que, como veremos, o nosso escol é estruturalmente provinciano.
Fernando Pessoa
Ver tb aqui
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Joaquim
em
08:07
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A Invencível Armada
.
Trata-se de uma manifestação da ideia de perfectibilidade (referida aqui), tal como é entendida nas culturas resistentes ao desenvolvimento ("se não é perfeito, é mau") , como a portuguesa. Qualquer pequeno detalhe é usado para arruinar o autor e a sua obra (o número de barcos portugueses - cem - é irrelevante, excepto em termos relativos face ao espanhóis, para ilustrar a moralidade da história - a humanidade, o pragmatismo e a flexibilidade dos portugueses.). A criatividade, a grande ideia ou tese, não vence nesta cultura porque é ofuscada pela inexactidão real ou imaginária de um qualquer detalhe sem importância. A sua cultura não permitindo a criatividade, os portugueses imitam, e têm horror a quem seja criativo. Intelectualmente são, de facto, muito fechados. É um dos grandes onus da cultura portuguesa - os portugueses ficam agarrados aos detalhes e esquecem o principal.
.
Resta acrescentar que mesmo não sabendo que a marinha portuguesa nunca teve 100 barcos de guerra juntos, Harrison fez uma excelente carreira profissional e académica. Nos EUA, bem entendido.
Publicada por
Pedro Arroja
em
02:09
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19 Junho 2009
Programa de Governo - Educação
Publicada por
Pedro Arroja
em
23:50
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Programa de Governo - Administração Pública
Publicada por
Pedro Arroja
em
23:32
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Programa de Governo - Partidos Políticos
Publicada por
Pedro Arroja
em
20:47
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Programa de Governo - Justiça

1. Proibir os agentes da justiça de prestarem declarações à comunicação social.
2. Reduzir drasticamente os recursos materiais e humanos do Ministério Público.
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Pedro Arroja
em
20:27
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Saber
Publicada por
Pedro Arroja
em
20:04
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Claro que há excepções
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Pedro Arroja
em
19:18
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Truth

The Central Liberal Truth
Ver também aqui.
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Pedro Arroja
em
16:19
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Bem negociado
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:54
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Mal negociado
Publicada por
Ricardo Arroja
em
10:23
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8,4%
Voltemos ao tema da moda: o financiamento do sistema de saúde. A visão do Estado de Bem-estar está expressa na Constituição da República.
Art. 64º
1.Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
2.O direito à protecção da saúde é realizado: a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito.
O debate em torno do financiamento do sistema de saúde deve portanto focar-se no investimento disponível e no modo de o rentabilizar o mais possível, para a protecção da saúde dos portugueses.
Criar um sistema de vasos comunicantes, entre o bolso dos contribuintes e as contas bancárias dos que vivem da saúde, não é sensato.
Lanço daqui um desafio a quem se interesse por esta problemática: quanto é que poderemos gastar na saúde?
A minha resposta é: 8,4% do PIB - o mesmo que a Espanha (gastos totais, públicos + privados).
PS: Se clicar na imagem verificará que Portugal já vai em 10,2%. Esta despesa é insustentável.
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Joaquim
em
06:44
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nada me separa dos meus jeans

Para entusiasmar a populaça, a intensidade do estimulo tem de ser cada vez maior. Qualquer patrício romano reconheceria este princípio. E a CK não o ignora...
Ver aqui.
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Joaquim
em
06:36
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já não era sem tempo
Finalmente, Bill Clinton parece ter acertado nas companhias femininas, após uma longa e penosa série de escândalos com mulheres francamente desinteressantes, entre as quais se destacam a anafada Monica Lewinsky, a nariguda Paula Jones e a medonha Jennifer Flowers.Desta vez acertou em cheio, numa steaper argentina chamada Andrea Rincón (a menina da foto), que terá conhecido num afamado cabaret de Buenos Airos, o Cocodrilo.
Bill terá tido direito, como qualquer gringo que se preze em férias pela América do Sul, a uma private dance, e a moça a um convite do ex-presidente para uma noitada ainda mais privada.
Se aceitou ou não, desconhecemos. Mas, apesar do seu staff ter declarado à comunicação social que o pobre do homem não tinha saído do hotel, onde supostamente passou a noite a jogar às cartas com os amigos, não queremos deixar escapar o momento para felicitar o velho presidente pela primeira mulher decente que conheceu em setenta anos de vida. Parabéns, Bill, já não era sem tempo!
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rui a.
em
01:06
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You win
(Lawrence E. Harrison, op. cit., p. 36)
Publicada por
Pedro Arroja
em
00:30
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18 Junho 2009
Get lost
Refiro-me à situação em que duas pessoas decidem quebrar uma relação - por exemplo, um divórcio, a rescisão de um contrato de trabalho, ou o simples termo de uma amizade. Na cultura protestante - a cultura propensa ao desenvolvimento (cpd) -, cada uma das pessoas envolvidas procura resolver a separação o mais rapidamente possível, frequentemente abdicando de benefícios ou direitos pessoais em nome de um benefício ainda maior - o de se ver livre de uma pessoa de quem não gosta, ou que deixou de gostar dela, e procurar refazer a sua vida noutros lugares e com outras pessoas.
Na cultura católica - a cultura resistente ao desenvolvimento (crd) - cada uma das partes envolvidas na separação fica ali, se puder, a vida inteira, a assediar e a impôr custos à outra, mesmo se frequentemente os custos que ela própria suporta são superiores aos custos que inflige à outra. Uma separação é nesta cultura quase sempre acompanhada de ódio, senão mesmo de perseguição para a vida. Na cultura protestante, esta atitude não é apenas reprovada moralmente - uma pessoa tem o direito de não ter atrás de si, a roer-lhe os calcanhares, quem não gosta dela. Na cultura protestante, esta atitude é mesmo considerada um crime - o crime de assédio.
Publicada por
Pedro Arroja
em
22:31
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mais eficaz
Publicada por
Pedro Arroja
em
17:15
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tipologia
Publicada por
Pedro Arroja
em
15:57
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pragmatismo, precisa-se
É necessário pragmatismo na abordagem dos problemas do sistema de saúde. Deveremos, por exemplo, permitir a dedução das despesas com a saúde no IRS?
Definitivamente, sim! Porquê?
Porque só deduzem as despesas com a saúde os portugueses que as pagaram do seu bolso. Ao fazê-lo, estão, portanto, a libertar recursos do SNS para tratar outras pessoas.
O meu prezado amigo, Dr. Jorge Simões, afirma o contrário. Porquê? Porque, na sua perspectiva, esta dedução não está ao alcance das pessoas com rendimentos menores.
Ora, deve ser precisamente a pensar no interesse das pessoas com menores rendimentos que devemos manter esta dedução fiscal. Para que o SNS tenha o máximo de recursos para tratar quem precisa. A saúde não precisa de purismo, precisa de pragmatismo.
Publicada por
Joaquim
em
14:06
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erro crasso

O tema do financiamento da saúde voltou a estar na ordem do dia. A perspectiva da maior parte dos intervenientes no debate, contudo, é diametralmente oposta ao que deveria ser.
Perguntam:
- Onde é que vamos sacar mais dinheiro para a “saúde”?
Mas deveriam perguntar:
- Como é que podemos melhorar a saúde dos portugueses com o dinheiro que temos?
Publicada por
Joaquim
em
13:45
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missa negra
Com Black Mass, termino a “trilogia” do John Gray que iniciei esta semana. O livro retoma os temas que lhe são mais caros:
1.A história não tem qualquer sentido.
2.Não vale a pena lutar por um mundo melhor.
3.O humanismo é apenas um religião secular.
4.As políticas que procuram melhorar o mundo conduzem ao resultado oposto.
Penso que não vale a pena acrescentar muito. Mesmo concordando que o humanismo secular tenta ocupar o lugar das religiões, o resto nem merece crítica.
Publicada por
Joaquim
em
06:47
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