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Domingo, 2 de Outubro de 2011

Quem é mais expedito, Álvares Cabral ou a Rainha de Inglaterra?

É o Cabral, segundo a polícia brasileira e para mal dos nossos pecados, pois significa que o procurador-geral da República, autodenominado Rainha de Inglaterra, anda a engonhar e bem.
A história é simples: para resolver o caso da viúva assassinada em que surge envolvido o político luso Duarte Lima, a polícia brasileira solicitou à Procuradoria-Geral da República portuguesa a audição daquele político, então testemunha. O pedido foi feito por e-mail mas demorou 4 meses a ser respondido, e mesmo assim com má vontade. O procurador disse então a um jornal que ignorava um termo que aí vinha escrito, oitiva, que é um sinónimo de audição e é usado na linguagem jurídica no Brasil. É português e vem nos dicionários. A coisa foi tão ridícula que um polícia brasileiro desabafou o seguinte para a correspondente do Público, Alexandra Lucas Coelho: «É mais tempo do que Cabral levou a vir para o Brasil».

Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Um delicioso post cabalístico

Esqueçam o texto alvo de decifração e seu autor, o que interessa mesmo é o resto:
«A cabala decifrada», por Morgada de V.

Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

Quando uma rádio vira «produto descontinuado»

«Rádio Clube Português vai fechar», por Romana Borja-Santos

Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Ainda a República, agora a propósito da sempre pulsante veia retórica

cartoon de GoRRo (c) 2010

O mais engraçado foi que o PR português, obcecado pela simulação da sua aversão pública ao confronto e entalado pelo comemorativismo republicano, conseguiu a «quadratura do círculo» ao afirmar, no fim dum discurso a propósito da República, que o seu discurso era pela união de todos os portugueses, como se a divisão monárquicos vs. republicanos não existisse, ainda que minoritária. Um caso bicudo, mas já previsível.

Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

O livro da semana

Será que todos nós (indivíduos e/ou colectivos) temos 'agência', isto é, será que todos nós temos a mesma capacidade para agir no mundo? Ou será que uns são mais 'agentes' do que outros? Será que isto varia de cultura para cultura, de sociedade para sociedade? Ou será que a variação é ínfima e que tudo se resume a uma questão de estilo?

Clicando na figura em baixo, você estará a um passo de aprender o que é que o ESTUDO MINUCIOSO DA MANEIRA COMO AS PESSOAS FALAM E INTERAGEM UMAS COM AS OUTRAS nos pode dizer sobre estas questões.
Este é sem sombra de dúvidas o grande livro (italiano) da semana...