Em Portugal, agentes da justiça violam a lei, passando aos tablóides dados de processos em segredo, v.g. o caso Sócrates. Não se dão ao respeito e o descrédito é grande.
No Brasil, entram abertamente na luta política, sob o disfarce do combate à corrupção. O que se passa com Lula e com Dilma Rousseff (e o que não se passa com outras áreas políticas) é de bradar aos céus. Aqui já não é dar-se ao respeito, é o despudor tornando a justiça uma caricatura; não são magistrados, mas palhaços.
Em Angola, nem palhaços, mas marionetas. Os activistas antigovernamentais em "julgamento", vêem, no decurso dele, ser-lhes retirada a acusação ridícula de tentativa de atentado contra o Presidente da República; mas, em contrapartida, impende sobre eles -- arranjada à trouxe-mouxe, no decorer do processo -- a acusação de "associação de malfeitores". Não fosse grave e seria diurético. Prevê-se que até final do processo Luaty Beirão, Nuno Dala e demais companheiros possam vir a ser acusados de traição e estacionamento proibido.
















































