Dona-Redonda
"Quem tropeça é sempre alguém que se distrai a olhar para as estrelas" Vladimir Nabokov (nome do blogue veio do livro para crianças de Virgínia de Castro e Almeida)
quarta-feira, maio 22, 2019
segunda-feira, maio 20, 2019
Post 7079
Não resisti a ver o último episódio da última temporada da Guerra dos Tronos...
Sem spoilers, não haverá por aí algum abaixo assinado ou petição para rescreverem o final?
Sem spoilers, não haverá por aí algum abaixo assinado ou petição para rescreverem o final?
sexta-feira, maio 17, 2019
Post 7076 - Livros 2019 (55) A Tentação do Casamento de Mary Balogh
A Tentação do Casamento de Mary Balogh
No site da Leya
No site da Leya
"Alexander Westcott carrega um grande fardo. Embora tenha herdado o título de conde de Riverdale, não é propriamente um homem de posses. O seu sentido de dever obriga-o, porém, a restaurar a propriedade que lhe coube em herança, pois dela dependem muitas famílias. Resta-lhe uma opção: casar com uma mulher abastada. Mas antes de ser capaz de pôr o seu plano em ação, Alexander recebe um insólito convite para tomar chá com a vizinha, Miss Wren Heyden. E a acompanhar o chá vem... uma proposta de casamento!
Wren é uma mulher rica, mas sabe que ninguém quererá casar com ela. Vive em reclusão, e são poucos os que alguma vez vislumbraram o seu rosto. Ela anseia agora por um marido, nem que tenha de o comprar!
Estará o tão improvável casal preparado para o que aí vem?"
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Mary Balogh
quinta-feira, maio 16, 2019
Post 7075 - Desafio de Escrita 2/10 - Resta-me acreditar que
“Resta-me acreditar que
se morreres tudo acabará”. Disse e disparou.
Juraria que nesse
instante o tempo parou.
Não estava à espera,
nem das palavras, nem da arma que lhe vi na mão.
Escutei o som do tiro,
soou-me como um trovão. Não podia fugir-lhe. Senti-o como um soco, fez-me
tombar para a frente. Segurei-me na mesa, e vi quando saía.
Pensei: idiota, sai sem
se certificar do resultado.
E nada me doía.
Não sentia mesmo nada.
Percebi que isso era
estranho enquanto o meu corpo escorregava para o chão.
Devia estar de olhos
abertos porque continuava a ver o que se passava ao meu redor, ouvi o som dos
seus passos enquanto se afastava, diminuindo até não mais os escutar, ao longe
um cão ladrava. A crescer o som de uma ambulância. Para onde iria? Vinham por
mim, chegaram quando como uma lâmpada fundida perdi a consciência.
Não morri.
Aos agentes, respondi
não me lembrar do que sucedera. Quase tinha morrido com a hemorragia.
Acreditaram-me ou desistiram de insistir. Não valia a pena o trabalho que lhes
dava, com o meu silêncio e sem mais testemunhas ou provas, erigi uma montanha
intransponível à investigação.
Ainda convalescente fui
à sua procura. Tomei todas as precauções para que a história não se repetisse.
Frente a frente, vi
como empalidecia, saboreei as suas hesitações e o seu medo.
- “Nada acabou. Não
acabará nunca!” Segredei-lhe e saí, sabendo o que se seguiria. Não tardou
muito. Ter sobrevivido, ter-lhe mostrado que nada esquecera, foi o gatilho. Só
não sabia como, mas usou a mesma arma. Permitiu à polícia construir o caso.
Concluíram: Matou-se por remorsos, a culpa deu cabo dele.
Sabia eu a verdade.
Matou-se por medo.
Assim no final
venceu-me. Morto não podia mais chantageá-lo.
O seu inconfessável
perturbador segredo morreu com ele.
domingo, maio 12, 2019
Post 7073 - Quinta-feira, 2.5.19
(café na esplanada do Marquês com N. - só me lembrei de fotografar quando íamos embora)
(e quando ainda por lá, em dia bonito de sol, avós com neto num banco de jardim, pela esplanada dois amigos que se vestiam de forma diferente, um com um piercing e já alguma idade - e a sensação que este pode ser um admirável mundo novo pelas pessoas diferentes que existem e para se ver crescer um neto)
Post 7072 - Receita (talvez repetida e ainda sem fotografia)
De manhã passamos pela Peixaria e trazemos pescada, lombos de salmão e lulas.
Para a panela, azeite, cebola e alho picados, pimento vermelho, as lulas e camarões (já sem casca dos congelados), vinho branco, tomate picado, água, sal, pimenta, óregãos, folha de louro, batata ou arroz, os lombos de salmão e a pescada.
Para a panela, azeite, cebola e alho picados, pimento vermelho, as lulas e camarões (já sem casca dos congelados), vinho branco, tomate picado, água, sal, pimenta, óregãos, folha de louro, batata ou arroz, os lombos de salmão e a pescada.
Post 7071 - Livros 2019 (54) Os Sombras de J. R. Ward
Os Sombras de J. R. Ward (XIII)

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Post 7070 - Livros 2019 (53) O Rei de J. R Ward
O Rei de J. R. Ward

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Post 7069 - Desafio de Escrita 1/10 Lucas
Tenho
dez anos e chamo-me Lucas.
Não
sei o que escrever sobre mim nesta composição até que me lembrei que se
escrever sobre o que se passa comigo estarei a escrever sobre mim.
Até
ao ano passado achava-me normal e feliz.
Há
dois meses a minha avó morreu e passei uma linha invisível. É assim que o vejo.
Na
noite em que se sentiu mal, a minha mãe mandou-me para o meu quarto e chamaram
um médico.
Deitado
na cama olhei para a sombra no tecto em que vejo, via, a Nossa Senhora desde
que fiz à primeira comunhão. Rezei-lhe para que a minha avó ficasse bem.
A
certa altura comecei a ouvir a minha mãe a chorar e juraria ter escutado também
a voz da minha avó a dizer à minha mãe que estava tudo bem. Mas não estava e
não posso ter ouvido nada porque a minha mãe começou a chorar quando ela
morreu.
Depois
passámos por um período estranho, família, e pessoas que nunca tinha visto
antes vieram visitar-nos. Antes do funeral quando me disseram para me despedir,
vi o corpo da minha avó mas não parecia ela.
Mais
estranhos ainda os dias que se seguiram, em que tudo parecia igual mas estava
diferente e saber que ela não voltaria mais.
Sinto
falta dos seus abraços. Tive pesadelos em que a procurava mas não a encontrava.
Passei
a linha, fiquei a saber que a morte nos acontece a nós e é isto, não ver mais a
minha avó. Nunca mais. Pensar nisto faz-me pensar que a vida não vale a pena.
Também pensar isto é passar a linha. Estou do outro lado e queria voltar ao
ontem em que era normal e feliz.
Talvez
quando crescer possa entender melhor.
E
talvez possa voltar a sentir-me eu, normal.
segunda-feira, maio 06, 2019
Post 7068 - Segunda-feira, 6.5.2019
Assisto pela 2ª vez ao 4º Episódio da T8 da Guerra dos Tronos e tento pensar numa história para o 1º Texto de novo Desafio de Escrita.
Porque será que quando alguém se sente perdido porque perdeu o rumo, se diz que perdeu o Norte, e não, ou também, o Sul, o Nascente e o Poente?
Porque será que quando alguém se sente perdido porque perdeu o rumo, se diz que perdeu o Norte, e não, ou também, o Sul, o Nascente e o Poente?
Post 7067 - Livros 2019 (52)
História do Rei Gonzalve e das Suas Doze Princesas e As memórias de Joséphine, de Pierre Louys
(comprei-o pela capa e pelo preço - à frente do Jumbo, do Parque Nascente, este e outros livros novos e à venda por um euro cada).
No site da Goodread
"Pierre Louÿs, l'un des meilleurs écrivains français, a non seulement publié, avec son roman Aphrodite, le plus éclatant manifeste pour la liberté amoureuse, mais il fut aussi, on le sait aujourd'hui, un des plus infatigables producteurs de textes licencieux qui soit. Retrouvés après sa mort, publiés clandestinement, devenus introuvables, ce sont autant de petits chefs-d'oeuvre dont notre collection s'efforcera de présenter, peu à peu, le premier ensemble au format de poche. Voici dans ce volume l'Histoire du roi Gonzalve et des douze princesses (petit roman dont c'est la première édition en librairie), les inénarrables quatrains de Pybrac (" je n'aime pas à voir... "), et pour terminer les magnifiques poèmes érotiques de La Femme (pour la première fois en format de poche), splendides et audacieuses évocations du corps féminin dans ses formes les plus resplendissantes et ses réduits les plus secrets.
Born in Belgium, in 1870, but moved to France where he would spend the rest of his life. He was a friend of authors André Gide and Oscar Wilde, and of composer Claude Debussy."
(comprei-o pela capa e pelo preço - à frente do Jumbo, do Parque Nascente, este e outros livros novos e à venda por um euro cada).
No site da Goodread
"Pierre Louÿs, l'un des meilleurs écrivains français, a non seulement publié, avec son roman Aphrodite, le plus éclatant manifeste pour la liberté amoureuse, mais il fut aussi, on le sait aujourd'hui, un des plus infatigables producteurs de textes licencieux qui soit. Retrouvés après sa mort, publiés clandestinement, devenus introuvables, ce sont autant de petits chefs-d'oeuvre dont notre collection s'efforcera de présenter, peu à peu, le premier ensemble au format de poche. Voici dans ce volume l'Histoire du roi Gonzalve et des douze princesses (petit roman dont c'est la première édition en librairie), les inénarrables quatrains de Pybrac (" je n'aime pas à voir... "), et pour terminer les magnifiques poèmes érotiques de La Femme (pour la première fois en format de poche), splendides et audacieuses évocations du corps féminin dans ses formes les plus resplendissantes et ses réduits les plus secrets.
Born in Belgium, in 1870, but moved to France where he would spend the rest of his life. He was a friend of authors André Gide and Oscar Wilde, and of composer Claude Debussy."
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Livros 2019,
Pierre Louys
domingo, maio 05, 2019
terça-feira, abril 30, 2019
Post 7065 - E está para começar novo Campeonato de Escrita - Divulgação
Ainda não me inscrevi e o prazo terminará amanhã (tenho de decidir se o vou fazer como forma de me obrigar a escrever)
Saber mais aqui
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Post 7064 - Receita de frango com cerveja e sopa de cebola sem fotografia
Frango com cerveja e sopa de cebola no tacho/panela
Cortamos os peitos de frango em pedaços e vamos colocá-los a marinar na cerveja branca, sopa de cebola, pimentão, piri-piri, alho laminado, sal, sumo de limão, sal, folha de louro e ramo de salsa durante algum tempo (deveria ser uma hora mas não foi). Tiramos os pedaços da marinada e vão para o tacho com azeite para ficarem dourados dos dois lados, juntamos a marinada e acrescentamos água se preciso, ficando por lá em lume médio cerca de quarenta minutos - para servir com arroz branco e/ou batatas fritas
Cortamos os peitos de frango em pedaços e vamos colocá-los a marinar na cerveja branca, sopa de cebola, pimentão, piri-piri, alho laminado, sal, sumo de limão, sal, folha de louro e ramo de salsa durante algum tempo (deveria ser uma hora mas não foi). Tiramos os pedaços da marinada e vão para o tacho com azeite para ficarem dourados dos dois lados, juntamos a marinada e acrescentamos água se preciso, ficando por lá em lume médio cerca de quarenta minutos - para servir com arroz branco e/ou batatas fritas
sábado, abril 27, 2019
Post 7062 - Livros 2019 (51) Poema do Manto de António Barahona e Ka'b ibn Zuhayr
Poema do Manto de António Barahona e Ka'b ibn Zuhayr
No site da wook
"SINOPSE
"A transcriação do "Poema do Manto" efectuou-se a partir da tradução à letra do original em árabe, levada a termo com a ajuda das traduções orais portuguesa e inglesa do, então (1989), nosso Professor de Árabe Clássico e Jurisprudência Islâmica, Sheikh Umarmia Badrudin Kashia (a quem agradecemos, saüdoso), e em confronto com a versão inglesa de A. Guillaume, in "The Life of Muhammad (Siratu Rassulillah)" de Ibn Is'aq, reproduzida in The Holy Verses, de Majid Ali Khan. Por sua vez, a transcrição foi aljamiada (mudada em caracteres arábicos) com base no único tratado de Aljamia existente em vernáculo: "Textos em Aljamia Portuguesa", estudo filológico e histórico, por David Lopes, Imprensa Nacional, 1940.Acatámos no geral e no essencial as regras da Aljamia, em estreita conexão com a caligrafia e leitura alcorânicas do Árabe Clássico vocalizado, mas introduzimos, nalguns casos, as nossas próprias regras, não fixas, a fim de conseguir maior proximidade fonética entre as duas linguagens portuguesas: a românica, ou latina, e a arabizada, a qual não se escreve desde o século XVI.[…]"O Poema do Manto" nasceu do arrependimento do seu Autor, Ka'b ibn Zuhayr, que costumava satirizar o Profeta Muhammad e os Muçulmanos.Condenado à morte pelo Mensageiro de Deus, abraçou o Islame, aconselhado por seu irmão, que entretanto se convertera, Bujair ibn Zuhayr, outro grande poeta da época; e compôs uma ode, para expressar, de viva voz, o seu arrependimento e pedir perdão ao Profeta. A ode tornou-se célebre sob o título "Poema do Manto", "Qassidatul-Burdah", porque, a dado passo, quase no fim da composição, quando Ka'b ibn Zuhayr recitou o verso: "ígnea espada indiana, uma espada de Deus", Muhammad ofereceu-lhe, juntamente com o perdão, o seu manto de lã."
António Barahona"
António Barahona"
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António Barahona e Ka'b ibn Zuhayr,
Livros 2019
sexta-feira, abril 26, 2019
Post 7061 Frango à brás agora com fotografia (espero que a minha boa sorte a cozinhar não tenha terminado) e para lembrar para sempre que o ovo é no fim!
Queria tentar fazer frango à brás
Logo por azar (vou culpar a Net onde vi a receita ou N. que poderia ter chegado mais cedo a casa e ter-me impedido de deitar o ovo antes das batatas - ainda mais porque N nunca tendo cozinhado este prato, quando o prova acerta logo) fui ver a receita no único site que estará errado!
Estive a seguir tudo direitinho, piquei a cebola, o alho, foram para tacho com azeite, seguiu-se o alho francês em meias luas (deveriam ser meias luas mas alho francês não colaborou e não ficaram assim muito meias ou luas), e pouco depois o peito de frango antes cozido em água com sal e desfiado.
E aqui, no site dizia que era para deitar também os ovos meio mexidos...
Mas não era :(
Primeiro, devemos deixar o frango alourar, depois deitar as batatas (batata palha), o tempero, sal, pimenta, salsa picada e só no final os ovos!
Logo por azar (vou culpar a Net onde vi a receita ou N. que poderia ter chegado mais cedo a casa e ter-me impedido de deitar o ovo antes das batatas - ainda mais porque N nunca tendo cozinhado este prato, quando o prova acerta logo) fui ver a receita no único site que estará errado!
Estive a seguir tudo direitinho, piquei a cebola, o alho, foram para tacho com azeite, seguiu-se o alho francês em meias luas (deveriam ser meias luas mas alho francês não colaborou e não ficaram assim muito meias ou luas), e pouco depois o peito de frango antes cozido em água com sal e desfiado.
E aqui, no site dizia que era para deitar também os ovos meio mexidos...
Mas não era :(
Primeiro, devemos deixar o frango alourar, depois deitar as batatas (batata palha), o tempero, sal, pimenta, salsa picada e só no final os ovos!
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