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segunda-feira, abril 23, 2018

«e ele dizia-me, se tu / fores um poema de amor / eu apaixono-me por ti, e / eu desaparecia boca / fora para dentro dele» Valter Hugo Mãe, O Resto da Minha Alegria (2003)

«No pensar que é a vida que se estua / a ilha continua» António Jacinto, «Paisagem concentracionária», Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985)

«Um sino toca algures onde se enlouquece.» José Agostinho Baptista, «Anoitecer», Agora e na Hora da Nossa Morte (1998)

quinta-feira, março 22, 2018

«Podes tu, que apenas chegas e tudo ignoras / das traiçoeiras dificuldades experimentadas / nos lameiros que atolam o percurso / antes da pirâmide, proferir a primeira // palavra, como quem percute em festa / o cristal novo do sino alvissareiro.» Rui Knopfli, «Notas para a regulamentação do discurso próprio -- 1.»,  O Corpo de Athena (1984)


«Flor é esta entre os lábios / Rosa vermelha de cio», António Jacinto, «Lutchinha», Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985)


«A palaciana / Casa / Do Sul / Destruída / Pelos bárbaros», Alberto de Lacerda, «611 West 17th -- Austin»Átrio (1997)

quinta-feira, abril 21, 2011

o meu poema nada sabe de si / nem sabe pedir
António Jacinto