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quinta-feira, março 01, 2018

Ferro injusto

O "serviço à causa pública" que Ferro Rodrigues agradeceu a Passos Coelho lembrou-me, de imediato, os grandes serviços prestados ao país com a privatização dos CTT e da TAP, já após um programa de Governo chumbado no Parlamento. Ou Ferro sofre de dislexia política, e onde está 'pública' deverá ler-se 'privada', ou então, querendo ser cortês na despedida, foi de uma grande injustiça para com o ex-Primeiro. Não se faz.

quarta-feira, março 09, 2016

a tomada de posse

(por ordem) Excepcional discurso de Ferro Rodrigues.: elevado, de extrema elegância para com Cavaco Silva, com perspectiva histórica, sentido de presente, oportuníssima, essencial e óbvia referência ao impasse político e moral em que se encontra a União Europeia.
 O de Marcelo, muito bom, como seria de esperar. Para já, o país sente-se arejado, e eu quero ter algum optimismo quanto ao futuro, no que respeita à acção do novo presidente.

sexta-feira, março 13, 2015

querem sangue

Li na intrigalhada política que haverá um certo desconforto com a prestação de Ferro Rodrigues como líder parlamentar. Acredito. Ferro é demasiado senhor e tem estofo político (e profissional) que não se pode medir com certos flausinos das primeiras bancadas -- habilidosos de más maneiras e focinho a condizer -- para entrar em peixeiradas.


segunda-feira, setembro 29, 2014

a propósito das primárias do PS

Deixa-me cá ver o que ficou da noite de ontem:

* Uma vitória esmagadora de António Costa, muito para além do que eu esperava;
* O entusiasmo de Ferro Rodrigues (já disse aqui que foi o melhor s-g do PS? Já, e digo outra vez);
* A dignidade de Seguro na hora da derrota, que não apaga a péssima campanha que fez;
* O brilho de Ana Catarina Mendes (ACM para líder parlamentar, já: tem o estofo e a solidez);
* O ar bonacheirão de Jorge Coelho; o trabalho da Comissão Eleitoral;
* Os adesivos do costume, que apareceram a saudar a "grande vitória do camarada António Costa", e os habituais compagnons a fazerem-se notados. Cáfila.
* O descaramento de Jerónimo de Sousa e a "farsa" eleitoral. Não está mal, para um partido que tenta manipular eleitorado (de forma muito canhestra, é verdade) com uma vigarice política chamada PEV; s-g do partido que enviou condolências ao povo norte-coreano pelo passamento da camarada ditador anterior (como se sabe, na Coreia do Norte as eleições não são uma farsa).

quarta-feira, junho 01, 2011

porque não voto no PS

O PS é o partido da minha área política. Está, porém, cada vez mais parecido com o PSD. Gente com quem me identifico, Ferro Rodrigues, Manuel Alegre, não são mais que flores na lapela de Sócrates. Claro que o meu voto não é determinado por Sócrates. (O que se tem visto por aí em relação a Sócrates é dum patetismo que caracteriza bem este país de futebóis e revistas do coração). 
Tenho vários problemas com o PS. Mas o que agora determina o meu não-voto é a postura de pura desistência, de braços caídos diante de uma situação interna e externa que um partido à esquerda não pode deixar de sinalizar. Em vez disso, o PS mais não quer ser do que o garante do bom comportamento dos cidadãos perante os "mercados", triste figura que o equipara à inanidade contabilista dos cavacos e outras ferreiras leites. Para moderações destas, que mais não são do que uma garantia de domesticação, eu não contribuo.  

sábado, abril 09, 2011

Ferro Rodrigues

Com Ferro Rodrigues como cabeça de lista por Lisboa, o meu voto no PS está praticamente garantido. E ainda nem consegui ouvir o discurso do Manuel Alegre...