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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

o projecto de tratado europeu


François Hollande, o candidato socialista às presidenciais francesas de 2012, anunciou esta segunda-feira que, caso seja eleito, vai “renegociar” o acordo sobre o projecto de tratado europeu alcançado sexta-feira em Bruxelas, “acrescentando-lhe o que faça falta”. público

Este veio atrasado! O nosso candidato (a primeiro-ministro) há muito que refere: a intervenção do BCE, os eurobonds e o fundo de socorro financeiro.
Apesar do atraso é bom saber que já são dois, no PSE, a querer um outro texto no Tratado Merkozy.
Parabéns António José!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Constâncio revisitado


O lugar de governador de um Banco Central é um lugar fundamentalmente técnico e institucional.
Não político. Por isso, um certo exercício recordatório de teses substantivas que se exprimam no exercício dessas relevantes funções é, também, um adequado escrutínio do seu valor, oportunidade e coerência.
Em 16 de Maio de 2008, o então Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio deu uma entrevista ao Financial Times. Um jornal de excelência, respeitável e respeitado. Uma entrevista, por certo, bem pensada e articulada. Transcrevem-se, em seguida, algumas das suas principais afirmações:
"A divergência (das economias) dentro dos quinze países da união monetária europeia reflecte um normal processo de ajustamento e não constitui um problema para as políticas da zona euro".
"Não acredito que venha a haver uma recessão na Europa".
"Os ciclos económicos têm-se tornado mais sincronizados e as diferenças nas taxas de crescimento foram menos agudas do que entre regiões dos Estados Unidos. Por isso, não são um problema para a zona euro vista como um todo".
"Não devemos enfatizar em excesso a situação das contas públicas dentro de uma união monetária porque há fases de ajustamento e há mecanismos de auto-correcção. Ninguém se preocupa demasiado acerca do défice do Mississípi".
"Tenho a ideia de que os processos de ajustamento não serão tão significativos e dramáticos como algumas pessoas pensam".
...
Estas visionárias e premonitórias declarações valem por si. Depois de um percurso que cada qual julgará quanto à supervisão financeira e de um não despiciendo cacharolete de obséquios governamentais e de rábulas orçamentais, o então incensado Governador deve ter tido, com aquela entrevista ao FT, o definitivo passaporte para Vice-presidente do Banco Central Europeu. Com o pelouro da supervisão.
Assim vai a União Europeia. Assim foi Vítor Constâncio.
por António Bagão Félix no Económico

quinta-feira, 3 de junho de 2010

procuram-se os AAA

«Para que Portugal se possa comprometer, juntamente com os seus parceiros europeus, com a totalidade da sua participação, terá que ser alterado o limite de garantias previsto na Lei do Orçamento do Estado», informa o ministro da finanças.
A participação de Portugal no mega fundo europeu de 440 milhões de euros (participação dos países europeus) está prevista em 11.355 milhões de euros, correspondente à percentagem de participação no Banco Central Europeu, mas poderá atingir os 13.627 milhões de euros, caso se venha a aprovar uma proposta de aumentar para 120 por cento a participação de cada país, com o objectivo de permitir que as obrigações emitidas pelos Estados tenham a melhor notação de risco, ou seja AAA.
Sol

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

vice-presidente do Banco Central Europeu






a escolha não é feita "com base no mérito mas enquanto resultado de uma negociação entre os governos". Vítor Constâncio in Jornal Público