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Inovação

Nesta secção serão apresentados os projectos em curso em Portugal no âmbito do Plano de Acção «Inovação»

O Programa do XV Governo Constitucional estabelece como aposta fundamental a indução de uma cultura empreendedora e de um clima favorável à inovação na sociedade portuguesa, enquanto elementos fundamentais para um novo modelo de desenvolvimento baseado no aumento da competitividade.

Para tal, a Unidade de Missão Inovação e Conhecimento (UMIC), na dependência directa do Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro, como objectivo operacionalizar mecanismos e instrumentos de efectiva promoção de um ambiente favorável à inovação.

Através do diagnóstico do posicionamento de Portugal face aos principais parceiros internacionais, bem como a identificação das principais debilidades do Sistema de Inovação, foram identificadas áreas-chave de desenvolvimento, visando fortalecer a capacidade competitiva das empresas e dos restantes actores do SNI e, consequentemente, do país. Essas áreas são:

  • qualificação avançada de recursos humanos;
  • acesso e difusão do conhecimento;
  • dinamizar redes de inovação;
  • promover novos produtos e serviços para o mercado.
Inovação

De modo claro e directo, foram desenhadas um conjunto de iniciativas, que constituem uma primeira agenda de intervenção, abrangendo as dimensões acima identificadas, no sentido de criar um clima favorável à inovação na sociedade portuguesa.

Para a prossecução da intervenção nas áreas acima definidas, foram identificados três instrumentos fundamentais para o sucesso de uma efectiva operacionalização das medidas identificadas:

  • Quadro Comunitário de Apoio 2000-2006;
  • abordagem através de clusters;
  • programas europeus de apoio à inovação.

Espera-se com o presente Plano de Acção, inverter a situação nacional em termos de capacidade competitiva, através de uma actuação estrategicamente dirigida a públicos-alvo, entendidos enquanto mobilizadores e alavanca de mudança da realidade nacional.

Plano de Acção Inovação: Operacionalização

 

Este Plano Nacional pretende dar corpo a um conjunto de iniciativas – acções e projectos que, independentemente dos instrumentos financeiros existentes, constituem-se como componentes de uma estratégia integrada de promoção da inovação.


De modo claro e directo, as iniciativas apresentadas constituem uma primeira agenda de intervenção, visando abranger um conjunto de dimensões fundamentais para a criação de um clima favorável à inovação na sociedade portuguesa.

Dever-se-á ter presente que esta abordagem assume como pressuposto a constituição de instrumentos de operacionalização em diferentes momentos, nomeadamente em termos do QCA, associando em paralelo transversalidade e diferenciação.

Transversalidade face aos domínios de intervenção, partindo de uma compreensão abrangente da Inovação, tal como já explicitado.

Diferenciador pelo carácter pragmático da intervenção, assumindo-se claramente a inovação como algo de tangível e efectivo, através da implementação de metodologias de intervenção voluntaristas e que encerrem potencial de alavancar mudança face aos sistemas e iniciativas já existentes, conferindo-lhes coerência e adicionalidade.


Neste âmbito, o presente Plano de Acção consubstancia um conjunto de iniciativas, incidindo em diferentes dimensões críticas, centrais para alcançar os objectivos definidos – criação um ambiente propício à inovação através do lançamento de iniciativas públicas com carácter assumidamente voluntarista.

As acções apresentadas constituem um primeiro núcleo duro de projectos bandeira, a implementar sob iniciativa directa da Unidade de Missão, assumindo-se como tradução directa da definição de políticas públicas de promoção da inovação.


Face a este objectivo de intervenção directa e pragmática, foram desenhados um conjunto de projectos, sistematizados através de 4 pilares, entendidos enquanto dimensões criticas da intervenção:

  • Qualificação Avançada de Recursos Humanos;
  • Acesso e Difusão do Conhecimento;
  • Dinamizar Redes de Inovação;
  • Promover Novos Produtos e Serviços para o Mercado.

 

Considera-se assim que a intervenção ao nível destes 4 domínios assume um carácter paradigmático, permitindo modelar os vectores fundamentais da inovação – os recursos humanos, o conhecimento, as empresas e a criação de redes enquanto elementos estruturantes e de interligação, introduzindo igualmente a este nível, variáveis de especialização territorial.

Constituindo uma primeira agenda de intervenção da UMIC, as acções agora apresentadas traduzem uma abordagem integrada aos desafios da inovação, colocados pela necessidade de alterar profundamente o paradigma da economia portuguesa, assumindo-se que o aumento da competitividade deverá ocupar um lugar central no nosso processo de crescimento, não perdendo de vista a aposta fundamental da Unidade de Missão – a operacionalização de instrumentos objectivos de promoção da Inovação

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POSI(Programa Operacional para a Sociedade da Informação) União Europeia